Cambuí

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Citações[editar]

Cquote1.png Você quis dizer: Posto do Crime Organizado Paulista? Cquote2.png
Google sobre Cambuí
Cquote1.png Você quis dizer: Cambuquira? Cquote2.png
Google sobre Cambuí
Cquote1.png Você quis dizer: Roça? Cquote2.png
Google sobre Cambuí
Cquote1.png Você quis Dizer: Cafundó? Cquote2.png
Google sobre Cambuí
Cquote1.png Você quis dizer: Favela? Cquote2.png
Google sobre Cambuí
Cquote1.png U pedacin mai filiz du sul di minas! Cquote2.png
Jeca cambuiense sobre Cambuí
Cquote1.png Isso Non Ecziste!!! Cquote2.png
Padre Quevedo sobre Cambuí
Cquote1.png Voce quis dizer "qscar" !! Cquote2.png

Cambuí - MG[editar]

Localização[editar]

Cambuí é um município localizado no extremo sul de Minas Gerais, à Sudeste da República do Triângulo Mineiro e ao norte do Estado de São Paulo. Segundo estatísticas oficiais levantadas através de árduas pesquisas no Google por especialista da UFI (Universidade Federal de Itapipoca) Cambuí não existe.

História[editar]

A região montanhosa onde hoje se localiza Cambuí começou a ser povoada na época das bandeiras.

Os portugueses, que naquela época trouxeram criminosos e indigentes da terrinha para colonizar o Brasil, trataram de selecionar os indivíduos mais traíras, inescrupulosos, aproveitadores, chatos e metidos do grupo para ocupar uma única região, que deveria ser tão escondida e invisível quanto o Acre. O objetivo era isolá-los para que não ficassem enchendo o saco de todo mundo no resto da Colônia.

A região escolhida para abrigar essa turma do caralho barulho é a da atual Cambuí

Os traços marcantes da personalidade dos primeiros habitantes da região (traíras, inescrupulosos, aproveitadores, metidos e chatos) estão presentes até hoje nos seus descendentes, que são conhecidos como Homo primatum cambuienses pela Biologia.

Os primeiros cambuienses eram fugitivos da Guarda Real Potuguesa e da Inquisição, acusados de cometerem imensa lista de crimes e blasfêmias (como assassinatos, sonegação de impostos e culto à dança do Créu e Melô da Piriguete). Para não parar atrás das grades os sacanas escolheram o lugar mais alto e inacessível do mundo para habitarem, um lugar obscuro, com altos morros denominado hoje Cambuí Velho. Há relatos de monstros fantásticos e demoníacos evocados por magia negra que vivem no local.

A economia da pequena fraguesia de Cambuí, que era baseada na escravização de crianças, mulheres grávidas e idosos no plantio de arroz, começou a se desenvolver a partir da segunda metade do século XIX com a invenção do "Virado de Banana" pela alquimista conhecida como Véia do Mel. O Braizinho muito cara de pau sonegou muito imposto pra chegar onde chegou e roubou muito. Alem de vender drogas e armas para ficar rico e montar o braizinho ele sacaneou seu sócio que ficou com seu antigo bar o famoso bar do Brás A expotação do Virado de Banana para o Rio Grande do Sul se tornou a principal fonte de renda de Cambuí (o erro de digitação na embalagem do produto "Virado na Banana" atraiu a atenção e o dinheiro dos gaúchos). Seu método de produção, que consistia em amassar bananas socando a cabeça de velhinhos e recém nascidos em pilões se tornou muito popular, espalhando-se rapidamente entre os moradores.

Devido ao processo de produção do Virado de Banana a mão de obra do local começou a se escassear, pois muitos dos habitantes foram levados ao óbito por traumatismo craniano. O local da fregeusia era de difícil acesso, então ninguém novo mudava-se para lá porque nem sabia que o lugar existia.

O Coronel Jeca Justiniano, oligarca poderoso da região, percebeu que os miseráveis do vilarejo de Cambuí Velho estavam ganhando muitos centavos com o Virado de Banana. O coronel, que tinha como filosofia de vida fazer a felicidade de pobre durar pouco, ludibriou os pobres caipiras, propondo a mudança da freguesia de Cambuí para uma outra área pertencente a ele, prometendo que viveriam felizes para sempre rodeados de pôneis, fadas e mafagafos, produzindo o Virado de Banana com número infinito de escravos e onde ganhariam rios de dinheiro na nova sede da freguesia.

Os caipiras analfabetos, encantados com a proposta, assinaram e/ou dedaram, todos, um contrato redigido pelo Jeca Justiniano, que definia a mudança do vilarejo para as terras do mesmo.

O acordo, além de definir a mudança de local do vilarejo, nas letras miúdas e sem o conhecimento dos caipiras cambuienses, determinava outras condições. Veja a seguir:

Condições do Contrato entre os cambuienses e o Jeca Justiniano[editar]

Eu, caipira cambuiense aceito e reconheço que:

- Sou um idiota;

- Aceito e concordo com a mudança da Freguesia de Cambuí para as terras do digníssimo Coronel Jeca Justiniano;

- Acho o Jeca Justiniano um tesão;

- Serei escravo eterno do Jeca Justiniano, aceitando todos seus desejos, vontades e caprichos em troca de 18 chibatadas e 5 tapas na cara à cada 15 minutos;

- Aceito que meus descentes sejam escravizados em iguais condições pelo Coronel Jeca Justiniano independentemente da idade, sexo, raça ou religião até a data do Juízo Final, ou seja, 21 de dezembro de 2012;

- Esse contrato é uma puta falta de sacanagem;

(Caipira leva 5 chibatadas na cara por ter criticado o contrato)

- Ou melhor... Quer dizer... Esse cuntratu é bom dismais da cointa sô!

A partir da assinatura deste contrato todas as cláusulas foram e continuam sendo cumpridas até a atualidade, a sede de Cambuí se mudou para onde é hoje, e os descendentes dos escravos que produziam virado de banana hoje são escravos do Supermercado e Hipermercado Braizinho, sendo remunerados da mesma maneira, com dezoito chibatadas e cinco tapas na cara a cada quinze minutos.

Política[editar]

A Política em Cambuí é caracterizada por políticos semianalfabetos com problemas de dicção. As eleições são muito disputadas, os candidatos são escolhidos a dedo pelas precárias representações partidárias do município.

Manual - Como se tornar um candidato político em Cambuí[editar]

1. Seja semi ou completamente analfabeto.

2. Seja puxa-saco ou parente dos políticos que estão hoje no poder.

3. Sonegue Impostos.

4. Esteja envolvido em esquemas de contrabando ou tráfico de drogas, que todo mundo sabe que existe mas finge que não sabe.

5. Fique num bar o dia todo sete dias por semana para conhecer pessoas e literalmente "laçar" possíveis eleitores.

6. Prometa tudo o que puder (não se preocupe em cumprir nada depois).

7. Crie um dingle tão ridículo que faça qualquer infeliz rir.

Economia[editar]

A economia atual de Cambuí se caracteriza pela agricultura, pecuária, prestação de serviços e pelos butecos, mas depende maciçamente de três setores que aumentaram muito o seu peso na economia do município nos últimos anos: o tráfico de drogas, o contrabando e a prostituição.

Os botecos estão presentes em cada esquina da cidade. Estatíticas oficiais do IBGE dizem que existem cerca de três botecos por habitante de Cambuí. Esses bares tem um tipo de personagem que é muito característico: todos eles tem um cara que fica sentado o dia inteiro na porta do bar, desde a hora da aberura até a hora do fechamento. Esses indivíduos, que geralmente estão desempregados (recebendo o Seguro-Desemprego) ou aposentados, esperam o primeiro infeliz que entra no boteco para ficar no pé, esperando que o mesmo pague uma birita ou uma ficha da sinuca.

O tráfico de drogas está presente em todos os bairros da cidade através de postos avançados. Cambuí se destacou tanto neste setor que ganhou um braço do PCC de São Paulo. Os jovens do município, que antes tinham como seu primeiro emprego formal a função de empacotador de compras do Supermercado Braizinho, hoje tem a opção de se tornar mulas ou revendedores do tráfico. Cursos profissionalizantes do tráfico estão sendo criados na cidade e especialistas vindos de São Paulo estão ministrando.

O contrabando sustenta o pujante comércio do município, que é marcado pelos made in China, a baixa qualidade e os prços estratosféricos. Os produtos contrabandeados estão nas lojas de roupas, brinquedos, calçados, produtos eletrônicos entre outros. Um dos grandes incentivadores do contrabando na cidade são a conivência dos poderosos com o comércio ilegal e com a sonegação de impostos.

A prostituição também tem um peso relevante na economia da cidade. As prostitutas se concentram na Praça da Rodoviária junto com os nóias, abordando e roubando os paulistas e moradores das cidades vizinhas (Bom Repouso, Estiva e Senador Amaral) que desembarcam das carroças puxadas por jegues da Auto Viação Cambuí e do Expresso Ponte Segura. As prostitutas da cidade são marcadas pela sua feiúra, doenças venéreas e odores estranhos.

É notável o grande número de empresários cambuienses que vieram do "nada" e hoje possuem supermercados, lojas de roupas e de produtos diversos. É notável também que 99% dos funcionários destes estabelecimentos trabalham 25 horas por dia em regime escravo. Os grandes empresários adotaram o Contrato do Jeca Justiniano (o sistema das chibatadas) como regime de trabalho.