Camelô

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Joao Maozinha - RJ.jpg Esty artygo é dy pobry!

Esty artygo é sobry koyzas dy póbry, peçowas póbrys y o dono
taméyn dévy dy sê un pobretãwn do karáy!

Cquote1.png Camelô é pobre, e eu tenho horror a pobre. Cquote2.png
Caco Antibes sobre os camelôs.
Cquote1.png You Are a Pirate! Cquote2.png
Lazy Town sobre Camelô.
Cquote1.png Camelô de cu é rola. Cquote2.png
Dercy Gonçalves sobre camelôs.
Cquote1.png La garantía soy yo! Cquote2.png
Sacoleiro sobre sua profissão.
Cquote1.png Camelô, não! Cumérssiu informau! Cquote2.png
Eudicreise Madeinusa sobre sua própria laia.
Cquote1.png Eu ia lhe chamar enquanto corria a barca... Cquote2.png
Morais Moreira sobre Camelô
Cquote1.png Eu fui Vendido Ai...Foda-Se!! Cquote2.png
Chuck o brinquedo assasino sobre Sobre ----Puteiro Camelô

A origem dos camelôs[editar]

Um camelô boa pinta

Camelôs surgiram no Império Bizantino em 243, um ano bissexto com 12 meses. Quando o Imperador Drosophilo instituiu o Imposto de Renda em seu Império, muitos comerciantes se revoltaram com o fato de terem que pagar tributos à coroa, pois antes, os impostos não eram em moeda, mas sim em pamonha, sucrilhos e goiabada cascão.

O vendedor de rolha Luizius Inaptus organizou então um levante de cerca de 300 comerciantes que apedrejaram o Palácio Imperial Bizantino, em Guadalajara de cu é rola e lançaram suas fezes em direção às janela do quarto real.

O Imperador Drosophilo ficou uma fera e fodeu com todos os 300 mando-os para Esparta. Acabaram ficando por lá, liderados por Leônidas e recentemente ganharam bastante dinheiro fazendo um filme em Hollywood.

Com o passar dos séculos a prática se difundiu entre os presos, mas até o século XV, como não saía nenhum preso vivo da cela mesmo, a sociedade de bem ainda não tinha conhecido os camelôs. Inteligentemente, em 1430, o Rei da França Dom Manuel mandou soltar todos os presos para poder fazer a limpeza da década das celas por dentro.

Desta forma os camelôs franceses, distribuídos entre prostitutas, assassinos, emos, bispos da Igreja Universal e cachaceiros estabeleceram ponto pelas ruas de Paris, vendendo produtos de primeira necessidade para a sociedade francesa, como: bolinhas de metal ímantadas, tapoés, bolsas da Louis Vitton e toto-bola.

A sociedade francesa logo viu que era vantajoso e seguro comprar destes meliantes, ao invés de ir nas Casas parisienses ou no Shopping Bordeaux. Isto provocou a ira da burguesia, que cobrava providências da Nobreza, que nada fez. Era o início da Revolução Francesa.

O quarto de um camelô

Para fugir da guerra na França, os camelôs juntaram-se aos ciganos europeus e difundiram-se por toda a Europa e Ásia. Surgiu então a venda de especiarias como: Amendoim João Ponês, Balinha Quen Quen, Bolleti, Red bull, smirnoff, pinga e chocolate da neugenbauer. No século XVIII, Sílvio Santos trouxe a cultura camelorística para a América Latina, aportando no Rio de Janeiro, no Bairro de Bonsucesso.

Na década seguinte, o sucesso tornou-se tão grande, que Simon Bolívar inspirou-se nos camelôs para iniciar sua luta pela Independência do continente. No Brasil, Getúlio Vargas promoveu a massa de camelôs ao título de seres humanos, fato que se arrependeu anos depois culminando em seu suicídio.

Atualmente, um acordo dos camelôs com o governo chinês fez com que a China tivesse um boom nas exportações de produtos alternativos (leia-se falsificados) e de baixo valor agregado (leia-se porcarias). Foi o ponto decisivo para a China se tornar a grande potência que é.

Os camelôs hoje[editar]

Hoje, os camelôs atuam somente no Brasil, pois qualquer outro vendedor de rua em qualquer canto do mundo paga tributos, tornando a concorrência digna. Por isto mesmo, o Brasil possui a segunda maior carga tributária do mundo, perdendo apenas para a Groelândia. Como 65% dos brasileiros são camelôs, os outros 35% precisam pagar os impostos pelos outros.


Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Camelô no Mundo do Contra:

Espelhonomdc.jpg
MainardiInv.JPG Este artigo se trata de uma personalidade mortalmente, incrivelmente e filhadaputamente odiada!
E não deve ser digno(a) nem da merda que caga!

Conheça outros filhos da puta clicando aqui.


Ver também[editar]