Campanha Pró-Pizza

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

"Não é uma campanha do Senado e não é pizza política."


Brasilia1.jpg Passa a certeira! Perdeu, preibói!

Aí, mermão, este artigo aqui, ó, é brasileiro, tá ligado? Só fala de futebol, come feijoada, exporta travestis, puxa o saco dos EUA, paga imposto pra caralho e põe a culpa no governo pela ausência do Prêmio Nobel.

No Wikipedia.png QUEBROU A CARA!

Os espertalhões da Wikipédia NÃO têm um artigo sobre: Campanha Pró-Pizza.

A Campanha Pró-Pizza é uma campanha de incentivo à produção de energia à base de pizza e foi criada em 2006, visando a produção de energia elétrica renovável no Brasil. Por ser o produto mais consumido do país, a pizza é o elemento ideal para a produção de energia, pois é produzido em larga escala e isto não inclui as pizzas políticas. O uso de pizzas substitutuirá o carvão mineral nas usinas termelétricas pois, além de ser menos poluente, poderá produzir mais energia do que o carvão, caso seja usado pizza de feijão com ovo e repolho. Em breve a pizza será produzida em produção industrial, deste modo poderá atender todas as usinas, aumentando a produção de energia no país. É energia que dá gosto, de pizza claro.

O uso da pizza[editar]

O novo projeto do governo

O combustível de pizza é considerada o produto ideal para o setor energético. A pizza é produzida em quantidades absurdamente absurdas, principalmente em São Paulo. A pizza é tão importante para o Brasil que tem até um dia comemorativo próprio. O nome que seria usado para a pizza nos países lusófonos seria pitiça, mas o pessoal da ABL não achou interessante esta transliteração e deixou do jeito que era. Não seria muito apetitosa esta mudança. Mas, apesar da palavra não ter sido alterada, o governo ainda estuda a questão de se mudar o nome do combustível para pitiça, para mostrar o produto nacional aos estrangeiros. O único revés do uso da pizza é o seu formato de roda, mas os especialistas em pizzologia já desenvolveram pizzas com formas quadradas, assim poderão ocupar menos espaço nos grandes fornos das usinas.

Muitos países estão de olho na pizza brasileira, que possui o maior teor de sujeira, portanto queima mais lentamente. Os Estados Unidos da América, os maiores consumidores de pizza, estão buscando no Brasil a tecnologia necessária para atingir a autosuficiência em pizzas.

Ver também[editar]