Campestre de Goiás

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Campestre de Goiás é um nada no meio do nada que não serve pra nada além de nada. Chamar isso de "cidade" é um imenso elogio...

História[editar]

Povo de Campestre de Goiás passeando num lindo dia de Sol.

Fazenda fundada por alguns badernistas em 1949. As origens dessa bodega é incerta devido à ausência completa de registros escritos, graças à grande quantidade de analfabetos por aquelas bandas.

Todavia, de acordo com o IBGE, em 1963 aquilo já era um município (oficialmente, Fazenda autônoma de Goiânia).

Diz a antiga lenda que numa tarde quente de inverno, um padre revoltado com a pequena vila, decidiu enterrar uma cabeça de bode em algum local do município, e praguejou contra o vilarejo. Essa é uma das explicações que os pesquisadores atribuem o incrível atraso da pequena vila intitulada Campestre de Goiás.

Economia[editar]

Típica economia de cidade miserável, baseada na agricultura de arroz, milho, feijão, algodão, cana-de-açúcar, quiabo e mandioca. Os únicos empregos disponíveis na cidade são o de roceiro, bóia fria ou tocador de viola.

Política[editar]

A lendária cabeça de bode amaldiçoada sempre influenciou muito os prefeitos da inóspita Campestre de Goiás. Todo prefeito após eleito parece só tomar atitudes dignas de um caprino, levando cada vez mais a pequena vila para o buraco.

Curiosidades[editar]

  • Campestre de Goiás é tão insignificante quanto este artigo.
  • Campestre de Goiás é extremamente inútil. Se sumisse hoje ninguém daria falta.