Capitão Poço

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capitão pocense sobre assuntos importantes

Capitão Poço é um micro-município do Pará que não tem importância alguma pro próprio Pará, servindo apenas como quintal de Ourém, outra cidade sem importância alguma. Nesta cidade tudo gira em torno da laranja. Sério. O produto é usado como moeda de troca pra quase tudo, inclusive para comprar votos dos caboclos burros eleitores da cidade. Sua população é composta por 100 pessoas (tudo isso?), sendo que metade trabalha na lavoura de laranjas e a outra metade não mora de fato na cidade (eles só aparecem na época eleitoreira, para votar na mesma prefeita de sempre. O que realmente chama a atenção é esse nome, "Capitão Poço", que mais parece nome de vilão de desenho animado das manhãs do SBT.

História[editar]

Típico morador desta merda de vila cidade tentando fugir o mais rápido possível para a capital.

Existem duas lendas que podem nos ajudar a entender a história desta terra estranha. A primeira diz que um grupo de ladrões, fugindo da polícia federal, caiu no rio Guamá em Belém e eles foram parar em uma terra desconhecida, que ficava próximo do fim do mundo de Ourém. Ao chegarem nesta terra condenada ao fracasso, eles passaram a roubar os agricultores que plantavam laranja nas redondezas para poderem sobreviver. Eles viram que poderiam instalar uma ditadura criar uma cidade linda e cheia de graça. Esses elementos se filiaram ao PP e dominam a política local desde então.

Outra lenda sobre a origem desta terra sem lei diz que: o imperador do Maranhão senador Sarney estava fazendo uma limpeza no Maranhão, ou seja, mandando todo mundo que não votava nele se fuder em outros estados da federação. Um pequeno grupo de 1000 maranhenses (tentando chegar a São Paulo) foi parar onde hoje é a imunda linda Capitão Poço. Note que as duas histórias são cheias de desgraças e miséria heroísmo e dignidade.

Ultimamente, os moradores começaram a espalhar uma história nova sobre o surgimento da cidade. Alguns escravos fugitivos construíram aqui um grande quilombo, muito discreto. Certo dia, um grupo de bandeirantes chegou ao local e entrou em confronto com os negros. Armados até os dentes, os brancos não tiveram dificuldade para matar todo mundo e tomar posse do local. O local virou um puteiro que passou a receber clientes de todos os cantos do Pará. O grande sucesso do local era Suzinha Britadeira, um travesti que surpreendia a todos com sua voracidade e virilidade. Com a ditadura militar, o local virou ponto de resistência de terroristas comunistas. Até o fim de 1990, não se sabe exatamente o que aconteceu no local, lendas locais pregam que criaturas mitológicas habitam essas terra, mas o mais provável é que aqui não tinha porra nenhuma.

Economia[editar]

A economia da cidade é baseada na laranja. E só. Mas, existem outros meios de movimentar os setores por ali. Um deles é o assalto, sim porque é impossível andar por esta vila e não ser abordado por malacos armados com facas (ou pedras mesmo). Quem mora ali já está acostumado com esse pequeno detalhe e até colabora quando conhece o meliante. Mas nunca ocorre só um assalto por rua, mais na frente outro já te rouba e por aí vai.

Outra coisa que acontece na cidade é a venda de leite misturado com bosta de búfalo e servido em latões sujos (tão sujos quanto a cidade). Os moradores sempre compram e ainda fazem elogios ao sabor do produto, afirmando ser o melhor leite do Pará, um puxa-saquismo só. Essa é uma característica do povo capitão pocense: se acham melhor do que todo mundo, se acham melhor até que o povo de Belém. Mas a verdade é que o local é uma putaria só: ladrão que explode banco, políticos roubam como se não houvesse amanhã, a Câmara de Vereadores (que só tem 15 bandidos vereadores) na verdade é um puteiro, os pobres vivem na mais absoluta miséria, não existe asfalto e ainda ficam revoltadíssimos quando alguém diz que prefere Ourém.

Outra fonte de renda na cidade é o bolsa família. Todos recebem e acham ótimo. O povo é quase todo desdentado e tem aparência hedionda. Quando sai o pagamento do bolsa miséria, a ralé se amontoa em filas intermináveis no Banco do Brasil e, com frequência, sai até briga. As pessoas se enfrentam com terçados para conseguir o dinheiro. Os mais ricos da cidade passam com seus carros na frente desses bancos e gritam: "Isso não é bolsa família! É bolsa vagabundagem!" e vão embora rindo atoa.

No centro da cidade, existem apenas sete lojas, sendo cinco de materiais falsificados (todas sujas, feias, áridas e podres), uma de roupas e sapatos usados e a outra é um cyber café (detalhe: não há internet na cidade, o local só serve pra imprimir e tirar xerox). Só há movimento no comércio em época do pagamento do bolsa família e à noite, quando mendigos se reúnem aqui e, além de dormir, causam o terror em quem ousa passar neste local.

Política[editar]

As eleições em Capitão Poço são bem peculiares: primeiro de tudo, o povo é burro. Os candidatos saem pelas ruas comprando votos em troca de laranjas produzidas na própria cidade pelos próprio eleitores. Como os moradores são nordestinos indigentes que vivem com dois reais por ano dia, eles aceitam o "mimo" e o pior: ainda fazem militância a favor do filho da puta que comprou o voto. Outra singularidade desta cidade é a chegada de cangaceiros dois dias antes do pleito, para "convencer" os eleitores indecisos a votarem em candidatos aliados. No dia da eleição, uma cena é muito comum: caminhões cheios de boias-frias chegam na cidade e o coronel leva seus funcionários até a cabine de votação (para garantir que o escravo funcionário vote no candidato). Outra cena comum na véspera das eleições é a lotação da cidade. Os parentes dos candidatos chegam de toda a parte do estado para votarem. Não atoa, o numero de eleitores de Capitão Poço é quatro vezes maior do que sua população. As únicas abstenções registradas são de pessoas que se recusaram até o fim a votar no candidato de sempre e acabaram sendo eliminadas.

Os hiper-ricaços da cidade apoiam as oligarquias locais porque não querem parar de ganhar rios de dinheiro, desviados dos cofres públicos da prefeitura. E existem também os candidatos que ganham seu "dinheirinho de forma honesta" e que vivem no mundo da fantasia achando que algum dia vão ganhar as eleições "honestamente" e não compram voto de ninguém. Coitados, nunca vão deixar de ser agricultores analfabetos que vivem puxando o saco dos poderosos da cidade.

Existem as figurinhas carimbadas, ou seja, que sempre se candidatam e nunca ganham, só conseguem ser lembrados por algum bordão idiota ou por alguma roupa imunda que usam na propaganda política. Assim como em todo Brasil, a politica em Capitão Poço é uma bosta, porque mesmo os candidatos cassados assumem cargos como deputado, vereador e até prefeito. Mas quem liga? As pessoas não conhecem a verdade por trás de tudo o que acontece na cidade e assim a vida vai seguindo, e seguindo, e seguindo... Por ali, vale tudo...

População[editar]

Até The Rock fica surpreso com o fato dessa cidadezinha existir.

Neste local não existe nada de diferente entre as pessoas: todos são agricultores de laranja, tem muitos filhos, confiam cegamente no prefeito e pronto. Algumas pessoas decentes que nasceram por ali foram embora logo que tiveram a chance (melhor pra eles) e ainda mandaram um cotoco muito bem dado no rabo de quem ficou morando no local. Quem ficou morando nesta merda de cidade sabe que as coisas por aqui são escrotas (por mais que não admitam a verdade). Todos os dias ao anoitecer, mendigos e sem-terras invadem a cidade em busca de comida nas lixeiras e acabam cometendo pequenos assaltos e estupros.

Uma coisa que merece destaque na cidade são os bons-modos dos habitantes. Porque, por falta de opção ou de educação mesmo, eles jogam todo o seu lixo nas calçadas e quando estas estão cheias, os "inteligentes" jogam os seus entulhos na própria rua, dificultando a locomoção dos poucos ônibus que tem na vila. E a educação do povo desta fétida merda não para por aí: eles descascam as laranjas e jogam todos os bagaços das frutas no entorno da praça central. O que só agrava a situação de calamidade pública do município.

Cientistas da UFPA estiveram recentemente na cidade e ficaram impressionados. Eles começaram a analisar o por que dos moradores dali serem tão feios. Eles nunca viram criaturas tão hediondas assim e descobriram que os moradores só podem ser resultado de uma "aberração genética". São todos merdinhas habitantes que veem que tudo está errado e não fazem nada. Se preocupam apenas em se acharem "modernos" ou coisa assim, mas na verdade são sujeitos altamente alienado pela Rede Globo e que votam nos mesmos políticos que roubam dinheiro há anos.

Hino[editar]

Essa merda cidade tem sim hino, tivemos acesso a um trecho dele através da Revista Veja.

Os filhos que te amam te odeiam te proclamam de ti reclamam
Bela maravilha merda encantos mil nenhum
És belo na paisagem deste solo quem manda aqui
És um pedacinho do Brasil de nada.
Salve o município que amamos repugnamos
Nessa terra gigante minúscula de Jader Barbalho
Salve Capitão Poço
De brio e beleza sem igual inexistentes

Lazer[editar]

  • Praça da Laranja Alvorada - Uma praça sem graça, suja e abandonada. Mas, por falta de outra, os moradores se contentam em fofocar sobre a vida alheia conversar e passear com seus amigos e parentes por ali. Mas nem pense em sentar, porque todos os bancos foram danificados por marginais pela ação do tempo. As árvores são ocupadas pela playboysada da cidade, para cometerem pequenos furtos (de onde você acha que vem o dinheiro deles?) para depois comprarem tênis Nike no comércio (tênis falsificados, claro!).
  • Hotel Fazenda Cachoeira - O empreendimento na verdade é testa de ferro para lavar dinheiro público. O conceito do hotel deveria mudar para Hotel fantasma, porque o clima no local é de abandono total. Não existem vacas, bois, galinhas, resumindo: porra nenhuma, e mesmo assim há um lucro inexplicável. A parte boa é que, se você gosta de dar um tapa na raposa, ali é o maior ponto de maconha da cidade.
  • Balneários - O único lugar perto que as pessoas tem pra tomar banho. As águas são do Rio Guamá, logo fede pra cacete, pois onde mais o esgoto é despejado? Estes lugares são infestado de cabocos, bêbados e camelôs, que tentam, a todo custo, vender seus produtos imundos e muitas vezes traficados importados. Quando a população estúpida não está por aqui, estes locais são o maior ponto de encontro de urubus da região.

Turismo[editar]

A cidade não tem nada de mais, e como é uma cidade do interior, ao caminhar por suas poucas ruas, facilmente se pisa em fezes de égua, jegue, burro, cachorro e de moradores locais. Quando se passa pela cidade, geralmente os turistas compram umas laranjas estragadas ou umas pamonhas. Para aqueles que tem o o azar de passar por ali, em hipótese alguma devem sair de seus carro, porque duas coisas (ou mais) podem acontecer: uma é ser assediado por vendedores e outra é você pagar impostos municipais por pisar no chão. Lei criada pela aviadada, burra e marginal prefeita.