Carambola

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Este vegetal foi certificado pelo Greenpeace sendo livre de agrotóxicos e outras pragas nocivas.

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Carambola
As carambolas realmente tem a técnica de se esconder, por isso muitos acreditam que na verdade ela tenha vindo do Acre.
As carambolas realmente tem a técnica de se esconder, por isso muitos acreditam que na verdade ela tenha vindo do Acre.
Classificação científica
Reino: Plantinhas
Superdivisão: Plantas com esperma
Divisão: Anjos com esperma
Classe: Edicoti sem esperma
Subclasse: Rosinhas
Ordem: Oxá li dá visões
Família: Oxá li da cegueira
Gênero: Averroi as zunha
Espécie: Carambola
Averrois carambolas

Carambola é uma fruta que veio do México, quando um garoto maltrapilho, cansado de levar cascudos na cabeça e querendo ficar riquissississississíssimo, plantou um pezinho de carambolas que deu milhões de carambolas, aí vendeu os milhões de carambolas e plantou mais milhões de carambolas e com o dinheiro foi morar em uma vila onde ninguém mais bateu nele. Aí agora todo mundo tem mania de plantar um pé de carambola no jardim, no quintal, na escola e em todos os cantos, dominando o nosso pobre e fudido país, sem falar nos outros gatos cantos...

História[editar]

Como dito claramente na introdução deste artigo, a carambola é um antigo fruto oriundo do interior das extremidades da África. Ele foi trazido para o Novo Mundo pelos europeus em seus navios negreiros, onde foi jogado com raiva na cara dos futuros escravos e depois, já no continente, foi direto para as latrinas das senzalas.

Como foi possível notar pelo tratamento amistoso, a carambola não teve tanto sucesso quanto as outras frutas trazidas do continente africano, como a banana, mas principalmente a marula, por motivos óbvios. Muitos acreditam que ela tenha caído no desgosto popular devido a sua anatomia esquisita, que lembrava um moedor de laranja, em contraste com a da banana, parecida com algo mais consolador, principalmente entre mulheres e franceses. Outros acreditam que eles simplesmente experimentaram a fruta: alguns odiaram e deram chilique, enquanto outros adoraram, mas não puderam dizer o quão saborosa era a fruta porque começaram a passar mal, reclamando de dores horríveis na pança, gritando, tossindo sangue e cagando as tripas até morrerem com os olhos virados pra cima.

Se o ranço com a fruta já tinha começado no meio da viagem, ele piorou no final: alguns escravos capturados tinham feito uma linda e cheirosa colheita de carambola e estavam sujos de sementes e pólen quando foram sequestrados ou vendidos em troca de cachaça. O pólen fecundou os "micóbrios" de pele que davam aquele cheiro característico de favelado, de maneira semelhante a quando o esperma do Sr. Mackey fecundou o povo marinho do Cartman, transformando o suor, o mijo e todos os fluídos daqueles pobres coitados em nutritivas sopas de macaco fertilizantes que engravidariam até mesmo uma crentelha de 84 anos sem útero e com bigode. Por consequência desses fluídos caírem no convés, ao chegar no Brasil, o barco acabou grávido e deu à luz uma árvore encantadora, cuja beleza era tão hipopotizante que ninguém no futuro poderia imaginar que viraria uma praga do sertão.

Graças a parcerias de governos estaduais com empresas para criarem prédios enormes e elefantes brancos em áreas protegidas pela Unesco para servirem de moradia e área de lazer para filhos da puta com sobrenomes ligados à tecnologia, os milhares de pezinhos de carambola estão morrendo, pouco a pouco. Para apaziguar uma possível revolta dos que precisam da carambola para sobreviver, ou seja, que comeram e não morreram, tais governos estão tentando convencer o povo a comemorar que não vão viver mais no mato, mas sem efeito, graças às campanhas contra o "genocídio das carambolas do sertão" feitas pelo Greenpeace e com apoio financeiro de famosos como Quentin Tarantino e Dan Schneider, que não suportaram a ideia da morte lenta e dolorosa dos pezinhos (de carambola).

Análise sensorial[editar]

A carambola não é lá uma fruta muito apreciada, não. Ninguém fala dela com amor e carinho, como os pinguços fazem com o limão, os índios com o açaí, os veganos com a jaca e os SJWs com o abacate. Ela também é difícil de encontrar no pé, já que a casca é da cor das folhas, como não deu pra ver na foto, e como toda folha é meio pretinha nas pontas [carece de fontes], a carambola também.

Shurikens orgânicos.

Quem pensa que já viu de tudo em termos de frutas com formatos enfadonhos e bizarrésimos, como o morango, que não é fruta parece o nariz de um indiano, a pera, que também não é fruta parece a bunda de uma travesti periguete, e a berinjela (beleza, por essa você não esperava), que parece o malaquias que entra e sai de dentro dessa pera, irá se espantar com uma carambola com certeza, pois ela se parece com uma água-viva deficiente sem tentáculos e suas rodelas lembram estrelinhas de bom menino, podendo até serem usadas como shurikens por pirralhos que desperdiçam seus preciosos dias de vida no Cartoon Network.

Além de contribuir com mais uma forma geométrica escrota que poderíamos imaginar (ou não) em uma fruta, a carambola também ajuda as pessoas prestes a xingar em lugares inadequados, como alguns estúdios de dublagem, substituindo a palavra amaldiçoada: alguém que ia dizer caralho, por exemplo, pode dizer carambola.

O motivo de ela causar falência múltipla de órgãos, ataques epiléticos, dificuldade pra cagar, dor de cotovelo e AIDS se devem a presença de um veneno mortal que parece ter saído de uma questão de prova de química orgânica e às quantidades absurdas de ácido oxálico presentes em sua carne de hambúrguer de siri podre, que juntas criam pedras nos rins tão cabulosas que poderiam substituir as Gemas do Infinito, cortando o orçamento de Vingadores: Ultimato pela metade.

Gastronomia[editar]

Shuriken de carambola decorando uma caipirinha feita com as tripas de quem comeu o restante da fruta.

Carambolas não prestam pra fazer literalmente nada que preste. Em uma cesta de frutas generosa, com laranja, morango e banana, a carambola só serve para encher linguiça, sendo usada apenas em casos de grande desespero ou demência, quando as vovós não tem mais nenhuma fruta pra usar em seus quitutes e resolvem usar a carambola. O motivo de alguma doença mental estar envolvida se deve ao fato de a maioria das carambolas em cestas de frutas serem de plástico, e se um doce de carambola de verdade já dá uma indigestão igual a comer 4 pratos de feijoada, imagina um de plástico.

Já que comer podia causar gorfadas violentas, esquizofrenia da braba e até COVID-19, resolveram usar a fruta em bebidas: uma Fanta Carambola tentou a sorte na Japão, mas foi banida do país. Segundo dados do governo japonês, o refri causou a morte de 800 centenários, quase 3 mil mulheres tiveram os dentes endireitados do nada, outras 5409 perderam os pentelhos da xereca (esse o governo fez questão de checar) e mais de 8000 japoneses acabaram engordando, o que é crime no país. O Kuwait explodiu a fábrica após o sheik proprietário ouvir da esposa que a bebida era gostosa (e ele ter dito que não) e o publico dinamarquês simplesmente não foi com a cara do sabor. A Coca-Cola da Dinamarca, então, foi aconselhada a levar o refrigerante para a Bielorússia para matar o presidente de câncer no cu.

Na coquetelaria, a carambola é frequentemente assassinada em tentativas de drinks tropicais e tiki, mas não tanto quanto os otários que a consomem, especialmente na tiki, onde é misturada com leite de amêndoas turbinado com cianeto e molho de pimenta Carolina Reaper, afinal, se o cliente vai ter uma morte agonizante, por que não colocar algo menos letal e doloroso? Muitas vezes, a dor não está na bebida, mas na decoração, pois a mulherada curte ver uma shuriken de carambola nas bordas do copo de batida ou da taça de gim-tônica, fazendo seus maridos se perguntarem por que se casaram com essas retardadas...