Carlos Chagas

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Nota: Se procura pelo artigo do município, consulte Carlos Chagas (Minas Gerais).


Carlos Chagas (Oliveira, 9 de julho de 1879Rio de Janeiro, 8 de novembro de 1934) foi um médico e bacteriologista que trabalhou em várias pocilgas do Brasil, numa época em que o microscópio havia acabado de chegar no Brasil e a meia-dúzia de cientistas residentes neste país subdesenvolvido da América do Sul estavam em polvorosa, pois jamais alguém havia estudado antes em escala microscópica os males que assolam esse região esquecida pela humanidade. Carlos Chagas foi um dos pioneiros no estudo de bactérias e protozoários bizarros que ninguém conhecia, tornando-se até mesmo um herói nacional por causa disso.

Juventude[editar]

Carlos Chagas com sua fantasia de carnaval para investigar no Carnaval de 1909 no Rio de Janeiro algumas doenças venéreas, a sua especialidade.

Carlos Chagas foi um menino que cresceu no interior Minas Gerais com os pés descalços contraindo todo tipo de doenças e se traumatizando com isso. Ao longo de sua vida acadêmica nunca foi o aluno mais brilhante, o que é normal no Brasil, mas como ser mais ou menos já significaria grandes coisas, passou a ser o nerd da turma.

Começou tentando o curso de Engenharia na Universidade de Ouro Preto, por obrigação da mãe, mas como ele não sabia o básico de matemática, foi reprovado repetidamente, até que voltou para casa expulso da universidade, talvez para se tornar algum farmacêutico sob indicação do tio que era médico, então quando decidiu que poderia tentar estudar medicina, pois ao longo de sua juventude boêmia, o que mais Carlos Chagas se deparou foi com garotas com a xereca fedendo à bacalhau estragado e cheio de perebas, e como ele era um bom moço, sempre teve vontade de ajudá-las a ficar com uma xerequinha mais límpida como das atrizes pornôs.

Aos 18 anos mudou-se para estudar medicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro onde foi o aluno mais nerd possível. Como a Idade Média estava no final, pois o século XIX estava se acabando, os estudos de medicina estavam na época passando por uma grande revolução de seus paradigmas, não sendo mais aceito, por exemplo, orações, mandingas, remédios indígenas e curas milagrosas, pois agora tudo tinha que ser analisado em microscópios e fervido (a chamada revolução pasteuriana). Os velhos médicos agora já não tinham mais tanto espaço, e novos médicos como Carlos Chagas, de mente aberta para na nova baboseira científica da época que alegava que Deus não existe e esse tipo de coisa científica, ganhavam mais destaque.

Em 1902 estava para concluir o curso de medicina, mas precisava fazer o seu TCC como todo universitário, e para realizar seu trabalho foi para um curral no interior do Brasil onde estudaria as fezes de animais exóticos como saquis a procura de bactérias malignas. Durante estes estudos encontrou Oswaldo Cruz, que viria a ser seu grande mentor, e em 1903 concluía seu TCC com o título "Estudo Emotológico do Empalamento" onde dissertava a necessidade patológica dos emos em serem empalados analmente e que esse desequilíbrio psicológico era gerado por uma enzima cerebral deficiente em decorrência de uma bactéria rara chamada hemo miguxiestie que vive nas solas de tênis All-Star e pode ser contraído por via cutânea da pele dos pés.

Carreira[editar]

Começou a trabalhar na cidade paulista de Itatinga, onde foi estudar o surto de malária que acontecia por lá. No Brasil as epidemias mais graves são de doenças que envolvem lixo, falta de higiene e sexo com gente que não lava as próprias genitálias, mas até então apenas a malária era conhecida, o resto era tudo "gripe leve", "gripe média", "gripe forte" ou "gripe que mata", todavia Carlos Chagas foi o responsável por começar a descobrir todo tipo de doença escrota existente no Brasil e diferenciá-las.

Passou então para estudar na cidade de Lassance, onde descobriu que as pessoas estavam com febre e se cagando. Com seu bigode bem aparado descobriu a doença de Chagas e seus protozoários causadores.

Não satisfeito, Carlos Chagas também fez uma expedição para Amazônia para tentar descobrir doenças mais bizarras ainda, mas comoe stamos falando de um lugar perto do Acre, o clima foi muito opressor para a sobrevivência do cientista que não conseguiu sair de sua canoa, pois todas suas fotos dessa expedição são dele nessa maldita canoa.

Foi ainda chamado para ajudar a combater a gripe espanhola, mas como estamos falando do povo brasileiro do início do século XX, se todos no Brasil são sujos ainda hoje, imagine a mais de 100 anos atrás, historiologicamente podemos supor com segurança que todos limpavam a bunda com a própria mão, portanto. Então segurar uma epidemia de gripe era quase impossível, até para Carlos Chagas.

Morte[editar]

Não morreu de doença venérea, mesmo vendo tanta peru e periquita podres durante sua vida de médica urologista. Morreu de ataque cardíaco por excesso de começão de coxinhas.

Estudos[editar]

Carlos Chagas desenvolveu diversos estudos bacteriológicos, dentre eles estudos sobre as causas e evolução da malária no corpo humano e como ela é causada por ausência de higiene e coisas típicas de brasileiros.

A sua grande descoberta, claro, foi a doença de Chagas e seu protozoário causador de nome cruzi credus. O estudo incluiu estudar o inseto barbeiro, as casas precárias do Brasil, as pessoas que dormem e não sentem um baita bicho pousar em suas faces para picá-las e como a doença não poderia ser curada por xaropes.