Carolina do Sul

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Carolina de Baixo
Bandeira da Carolina de Baixo
Bandeira da Carolina do Sul
Brasão da Carolina de Baixo
Brasão da Carolina do Sul
Lema Animais buscam parados
Apelido O Estado do Palmito
Gentílico sul-carolíngio
Localização
Localização da Carolina de Baixo
Capital Colômbia
Maior cidade Carl Banks Town
Estados limítrofes Carolina do Norte, claro
Características geográficas
Área Menor que Carolina do Norte
População 5 milhões de caipiras hab. 2011 IBGE
Densidade 155
Clima clima indefinido


Carolina do Sul é uma sub-seção da Geórgia, famosa por suas vastas quantidades de oxigênio e suas árvores. A maioria das pessoas pensa que a bandeira deste estado tem um coqueiro com uma lua, mas na verdade é um Exeggutor Alolan com uma lua islâmica que representa o Pokémon Moon. O Reino da Carolina do Sul é um estado peculiar, muito porque separou-se da União durante a Guerra Civil e não retornou até 1998, não compartilhando de muitas coisas comuns aos demais estados norte-americanos.

História[editar]

Arte rupestre da Galinha Louca Psicodélica, datada do ano de 1200, feita sob influências de tóxicos pelos nativos Cherokees.

Quando os europeus entraram no período do Renascimento no final do século XIV, a Nação Cherokee, então localizada na atual área da Carolina do Sul, tinha acabado de começar a sua Segunda Revolução Industrial. No entanto, sua revolução industrial transcorreu diferente da europeia porque, como todos os nativos americanos, as tribos da Nação Cherokee eram naturalmente conscientes do meio ambiente e faziam tudo de forma sustentável, como bons seres humanos civilizados que eram. De acordo com os pesquisadores da Universidade da Carolina do Sul, esse rápido desenvolvimento tecnológico Cherokee deveu-se ao uso extensivo de substâncias químicas psicodélicas, um componente chamado de Ácido 32-Oxyhydrophosphatidaliniram encontrado em frangos fritos da tribo Cheroke nativos da Carolina do Sul, o que acreditava-se fazer parte de um famoso prato indígena chamado de "Galinha Louca Psicodélica". Esses produtos químicos psicodélicos permitiram que os Cherokees visualizassem coisas que não existiam junto com instruções de como inventar aquilo. Por exemplo, ao comer um frango psicodélico, um homem de Kiawah imaginava uma maneira de se comunicar através de marcas em uma árvore, inventando assim a escrita 2500 anos antes de inventarem a escrita cuneiforme na Ásia.

Com outros avanços tecnológicos importantes, a Nação Cherokee conseguiu iniciar a exploração global centenas de anos antes dos europeus, onde podiam observar as "sociedades orientais" (europeus, africanos e asiáticos) e seu amor por guerras. Isso levou aos pacíficos Cherokee a inventarem formas de se defender dessas pessoas para o caso deles descobrissem a América. Sua necessidade de proteção foi confirmada quando, em 1515, um grupo de 400 conquistadores desembarcou no atual Praia Myrtle procurando exterminar os "selvagens" e pegar a terra para a Espanha té criando ali o assentamento de San Miguel de Gualdape. Sabendo que os exploradores não eram deus como o resto dos nativos americanos pensaram, o Chefe Cherokee Ashwin, enviou uma equipe de 9 membros das Forças Especiais Wando com um tradutor Cherokee-Spanish (para fins de negociação) para interceptar os exploradores. Após a chegada das Forças Especiais, os Conquistadores já foram dizendo: "Inclinem-se para o seu deus, Selvagens!" e quando os nativos ouviram essas palavras, a equipe sabia que não poderiam negociar com essas pessoas tão atrasadas e com isso a equipe de 10 wandos procedeu a matar os 400 conquistadores e queimar seus navios. Os Wandos usavam flechas teleguiadas por calor para destruir os canhões espanhóis e flechas de longo alcance para queimarem seus navios.

Mesmo com esse massacre os europeus continuaram vindo e para tentar parar o fluxo de imigrantes europeus para as Américas, a Nação Cherokee criou pragas, fome e causou guerras na Europa, esperando que o fluxo de europeus diminuísse, mas para o desânimo dos Cherokees, isso só aumentou apenas a migração do Oriente. Quando ficou óbvio que os europeus indesejáveis ​​não iriam parar de chegar às Américas, a Nação Cherokee enviou expedições em todo o mundo para escolher pessoas desejáveis ​​o suficiente para viver na Nação Cherokee. O resultado disso foi a criação da Província da Carolina, estabelecida em 1621. Esta joint venture entre a Nação Cherokee e a Inglaterra destinava-se a tornar os ingleses ricos e impedir a migração de mais europeus. Sendo assim, os navios de cruzeiro da Carolina trouxeram centenas de milhares de árabes, índios, ingleses (apenas os ricos), mongóis, turcos, japoneses, persas, russos e africanos para povoar a colônia e conviver pacificamente com os Cherokees. A origem do nome do estado é uma homenagem a uma ex-namorada do Chefe Cherokee.

Embora a imigração de não-europeus tenha sido um sucesso inicial, as autoridades da Carolina descobriram que havia alguns migrantes escoceses-irlandeses advindos de colônias vizinhas como Pensilvânia e Virgínia, procurando melhores padrões de vida. Funcionários dentro da Carolina consideraram essas pessoas indesejáveis ​​porque se pensava que estavam sujas e estavam causando racismo nas colônias e como resultado disso a Carolina do Norte foi separada em 1712 para deixar lá a maioria dos irlandeses escoceses.

Todas as tentativas de manter europeus afastados do território fracassaram, numa última tentativa desesperada os Cherokees modificaram seu sistema política instituindo o sultanato, elegendo John Rutledge, um grande política responsável por influenciar os governadores de outras colônias para se revoltarem contra os ingleses. Essa revolta juntamente com a crescente arrogância da Grã-Bretanha causou a Revolução Americana de 1775, a qual os cherokess venceram e fundaram sua nação independente.

Durante os meados do século XIX os nobres dos nativos americanos tinham duas preocupações: os africanos na Carolina do Sul estavam sendo frequentemente e continuamente raptados por agricultores dos estados vizinhos e o surgimento de uma nova religião estava causando violência contra os gays. Assim, em 1860, sociólogos Kiawah do Colégio de Charleston confirmaram que a religião estava por trás das maiores causas de ódio, não os escoceses-irlandeses como anteriormente se pensava. Enquanto os gays se tornavam o grupo mais odiado na Carolina do Sul, os religiosos se defendiam sempre com o mesmo jargão "não tenho nada contra gays, só não podem ser gay na escola, na televisão, no trabalho, na política, na rua ou em qualquer outro lugar que eu possa avistar". Quanto aos fazendeiros dos estados vizinhos obcecados em algodão que continuaram sequestrando os africanos da Carolina do Sul e forçando-os a trabalhar em suas fazendas de algodão, as equipes de resgate Wando foram enviadas, mas não conseguiram acompanhar a grande taxa de abdução, embora mais tarde descobriu-se que o extremista religioso, o então sultão Francis Wilkinson Pickens, era quem estava por trás dos sequestros. Com um grande impasse no governo da Carolina do Sul, os nobres Kiawah foram às pressas para a Medical University of South Carolina (MUSK) para criar uma maneira de controlar o cérebro humano. No entanto, o sultão Francis Wilkinson Pickens conseguiu espalhar um sentimento anti-gay no estado antes que o MUSC pudesse usar o controlador da mentes nele.

Devido às mentiras do Sultão Pickens sobre uma possível invasão gay, a Carolina do Sul foi o primeiro estado a se separar dos Estados Unidos no desfecho da Guerra Civil Americana. As empresas de defesa nativo-americanas começaram a desenvolver armas para a União usar contra os Estados Confederados da América sob a condição de que a Carolina do Sul não retornaria à União após o conflito. Um dos melhores exemplos da tecnologia nativa-americana foi vista na Batalha de Hampton Roads de março de 1862. Uma batalha que incluiu o uso de radar, mísseis de cruzeiro e novos projetos revolucionários de navios empregados pela marinha da União. Os Cherokees sabiam que a União precisava dessa vantagem tecnológica para vencer os guerreiros e generais superiormente mais badass da Confederação. No final da guerra, a Força Aérea do General Sherman destruiu a Carolina do Sul, mantendo-a na União.

Após a Guerra Civil Americana um novo sultão foi apontado para governar o Reino da Carolina do Sul, Benjamin Franklin Perry, que tinha três problemas para resolver: Resgatar os cidadãos africanos da Carolina do Sul que foram sequestrados por fazendeiros da Carolina do Norte, reconstruir a Carolina do Sul como um reino independente e parar a violência anti-gay causada pelas mentiras do sultão anterior. As equipes Wando foram capazes de resgatar todos os 2423 africanos sequestrados da Carolina do Sul em apenas dois dias, depois a Carolina do Sul foi reconstruída melhor do que nunca como um reino independente em apenas três meses. Já combater a homofobia (medo de gays) foi mais difícil, pois milícias anti-homossexuais foram formadas por congregações muçulmanas e cristãs para patrulhar as noites buscando gays para incendiar, amarar e arrastar arás de suas carruagens sem cavalos. Para permitir aos homossexuais um refúgio seguro na Carolina do Sul, o Sultão Perry estabeleceu a Paróquia Gay em 1868 com Myrtle Beach como sua capital. Também foi introduzida uma série de leis destinadas a manter os gays seguros, as chamadas "Leis Gay" que permitiram motéis aceitarem casais gays, impedidos de fazer sacanagem no meio da rua, e isso reduziu um pouco a violência contra gays. Em última análise, foi a enorme riqueza adquirida pelos cidadãos da Carolina do Sul que finalmente acalmou a violência no período após a Guerra Civil até o assassinato do sultão Strom Thurmond, primeiro sultão gay da Carolina do Sul em 1947, ressuscitando essa velha intolerância dos sul-carolinenses.

Durante o crescimento econômico do reino após a guerra civil, grandes fortunas foram acumuladas e a Carolina do Sul tornou-se uma potência econômica movimentada, alimentada principalmente pelo turismo e produtos farmacêuticos recreativos. Enquanto os residentes gays ficavam escondidos, estes conseguiram acumular mais de 200% da riqueza total da Carolina do Sul em 1945 e isso permitiu que eles elegessem o primeiro sultão gay da Carolina do Sul, o que resultou tumultos em toda a Carolina (e um desfile em Myrtle Beach). À medida que os carolinianos viram uma liderança gay assumir o controle do Reino os moradores simplesmente deixaram o estado migrando para países menos desenvolvidos, como os Estados Unidos da América, México e até a Arábia Saudita. No total, cerca de 900 mil pessoas deixaram a Carolina do Sul depois que Strom Thurmond assumiu o cargo, no entanto, muitos retornaram quando ele foi assassinado e o sultão James Byrnes assumiu o controle da Carolina do Sul. Isso ocorreu porque Byrnes anunciou em sua ascensão ao trono que "a influência gay é o medo número um no coração de todas as pessoas no Reino da Carolina do Sul... E que cuidaria desse medo para sempre". Como resposta a esta ameaça velada, muitos gays organizaram uma milícia na Coastal Carolina University em 1948. Seu primeiro ataque terrorista ocorreu no metrô de Charleston em 1950 com a liberação de gás de mostarda no local, matando 5200 heterossexuais. Este foi um dos muitos ataques ocorridos na Carolina do Sul durante o período conhecido como Gay Hysteria, que ocorreu entre 1945 e 1993.

No verão de 2009, o então sultão da Carolina do Sul, Mark Sanford, recebeu criticados seis meses d férias na América do Sul, como parte de um reallity-show da PBS denominado de "A Boa Vida de um Sultão da Carolina do Sul". Durante esta série, o Sultão da Carolina do Sul foi filmado cheirando cocaína em casas noturnas colombianas, participando de swings na Argentina com topmodels, cometendo 134 assassinatos na Venezuela e tendo relações sexuais com 231 pessoas diferentes durante seus 2 meses no Brasil. A controvérsia de seus atos gerou revolta entre a sociedade conservadora da Carlina do Sul, que após muita passeata conseguiu forçá-lo à renúncia.

Posto de gasolina em chamas em 2015, durante a guerra contra a Rainha Louca Nikki Haley[1].

O problema de todo processo revolucionário é que nem sempre aqueles que se dizem herois são realmente salvadores de alguma coisa. A líder da oposição, a Duquesa Nikki Haley, declarou que se tornaria a Rainha da Carolina do Sul. Isso provocou indignação entre os membros masculinos da nobreza na Carolina do Sul, que não queriam saber o que aconteceria quando a rainha entrasse na TPM. A indignação foi tão acalorada que, nos primeiros 5 meses de governo houveram 239 tentativas de assassinato de Sua Majestade e o carro de Sua Majestade foi bombardeado 4 vezes na capital do estado. Esta violência aumentou em maio de 2011, quando a Rainha assinou uma ordem executiva que chamou de "The God Mode", que constituía-se uma lei que permitia que Sua Majestade fizesse tudo o que desejasse na Carolina do Sul. Com essa ordem, a Rainha apreendeu todas as propriedades na Carolina do Sul e declarou um toque de recolher em todo o estado, causando ondas de indignação na população, e o Esquadrão da Morte de Sua Majestade apareceu nas casas de todos da nobreza da Carolina do Sul como forma de intimidação. Vendo a força da nova Rainha da Carolina do Sul, o Grão-Duque de Charleston, Glenn McConnell, temendo por sua vida, disse ao New York Tretas que "Esta nova rainha é o diabo!" e isso porque a TPM da Rainha viria só posteriormente, quando o Grande Duque Glenn McConnell conseguisse chamar as Forças Armadas dos Estados Unidos durante uma fúria da Rainha Nikki Haley que separou a Carolina do Sul dos Estados Unidos e tentou anexar a Geórgia e a Flórida no seu novo país, chamado de Nova Caxemira. Quando a Rainha descobriu que o Exército dos Estados Unidos estava atrás dela, ela realizou uma conferência de imprensa na frente da capital do estado para dizer: "Calma gente, está tudo certo, eu estava brincando! Não há necessidade de alguém trazer os militares nisso". Com esse comentário, as tropas retiraram-se da Carolina do Sul e Sua Majestade Nikki permitiu que o Grão-Duque Glenn McConnell ficasse com 10% do poder detido pela Rainha para evitar novos acidentes, mas isso apenas se ele concordasse em permitir que ela reduzisse a transparência da sua prefeitura em Charleston, e ele foi forçado a concordar, até Henry McMaster assumir o sultanato em 2017.

Geografia[editar]

Por muitos anos foi o estado norte-americano detentor das mais vastas florestas dos Estados Unidos e tinha maior orgulho de ser um estado repleto de árvores e palmiteiros (a árvore símbolo do estado), mas aí alguém resolveu comprar o Alasca que com seus milhões de quilômetros de taigas jogou a Carolina do Sul para o segundo lugar eterno em termos de natureza selvagem. Geograficamente o estado divide-se em três regiões bem distintas:

No interior estão as Montanhas Blue Ridge, a versão sulista dos Appalachians, onde vivem os líderes do estado, os índios Cherokee, atualmente em estado de hibernação, ainda sobrevivendo com os royalties pagos pela Disney com os lucros feitos pela animação Pocahontas.

No centro está a região do Piemonte, um local que não é nem montanha e nem praia, ideal para plantar milho, matéria-prima essencial para a fabricação dos xaropes utilizados na culinária local.

E no leste está o litoral e as belíssimas praias da Carolina do Sul, consideradas mais bonitas que as praias do Maine. Um reduto gay para os habitantes das Carolinas.

Economia[editar]

A Carolina do Sul aparentemente é o estado do palmito. O lema deles é "Enquanto respiro, como palmito", o apelido é "O Estado do Palmito" e tem um palmiteiro desenhado em sua bandeira, mas mesmo assim o comércio de palmito representa apenas 1% da economia local, hoje altamente industrializada e movida a base de pequenos trambiques e serviços em geral. Os principais produtos agrícolas do estado são: palmito, tabaco, cocaína, maconha, drogas recreativas, aves, gado, produtos lácteos, soja e porcos.

A partir do século XVII a Carolina do Sul transformou-se em um poder industrial próspero ao converter sua base agrícola de algodão em culturas mais lucrativas como a cannabis e a noz-de-cola. Isso levou a Carolina do Sul a ser o líder mundial na indústria de farmácia recreativa. As saídas industriais incluem: produtos têxteis, produtos químicos, produtos de papel, máquinas (BMW X5 e Z4) e políticos escandalosos.

De acordo com o Departamento de Análise Econômica dos Estados Unidos, o PIB do estado da Carolina do Sul é o equivalente a 40 ovos em jarras de maionese. A partir de 2005, a renda per capita era de 204 dólares.

Política[editar]

Uma família da Carolina do Sul típica: Mãe solteira, cerveja, rifle e caminhonete.

O governo estadual da Carolina do Sul consiste em um sultanato, ou seja, constitui-se de apenas um Poder Executivo centralizador composto por nobres ricos de origem Cherokee que atendem às necessidades do Sultão (ou Rainha). O Sultão (ou Rainha) dirigem o Poder Executivo e alguns oficiais são contratados. A família do monarca mantêm-se no poder desde que seja capaz de evitar o assassinato (23 sultões já foram mortos na história da Carolina do Sul) ou desde que não sejam expulsos por um golpe de estado. Só por uma vez o estado teve uma Rainha como líder, quando a duquesa de Lexington, a rainha Nimrata Nikki Randhawa Haley assumiu o trono após um golpe de estado. Existem dois conjuntos principais de nobres, um primeiro grupo formado por 46 membros do South Carolina's Premium Nobleman’s Club e, em seguida, os 124 membros do Nobleman's Club. Estes dois corpos se encontram toda semana na South Carolina State County Club Meeting House, mas só para fins cerimoniais, pois o monarca é lei.

Educação[editar]

As principais cidades da Carolina do Sul possuem suas próprias universidades, todas dedicadas a formação de vagabundos e vagabundas em geral. Destaca-se, todavia, a University of South Carolina na capital do estado. Fundada em 1800 como College of Cockfighting por colonos escoceses, a liderança Cherokee assumiu a universidade tornando-a a emblemática do estado. Para fazer parte dessa renomada universidade é preciso antes fazer exames para a Clemson University e ser rejeitado nesta.

Turismo[editar]

Um dos principais destinos turísticos nos Estados Unidos, o turista pode apreciar uma boa estadia nesta lindo estado, desde que a população xenófoba do estado não descubra que você é um estrangeiro ali. Charleston é o principal destino, não porque seja grandes coisas, mas porque é a maior cidade e a única com um aeroporto feito para humanos, mas ainda assim há muitas razões para visitar essa cidade, como as praias, a vida noturna (raves) e a possibilidade de experimentar a pior comida e a pior cerveja do mundo, para citar apenas alguns motivos.

No interior as cidades mais notáveis são Greenville e Spartanburg. Excelentes destinos para quem deseja conhecer caipiras que ainda acham estar no século XX, e nos invernos visitar os Alpes para andar de snowboarding.

Mas de longe, Myrtle Beach é o principal destino turístico do estado, uma paradisíaca praia na qual a putaria é liberada por lei municipal, podendo as pessoas andarem nuas, praticarem fornicação ao ar livre, ficar na rua até tarde se drogando, enfim, um verdadeiro paraíso na Terra. Tanta libertinagem atrai milhões de gays e lésbicas para esta belíssima cidade.

Referências