Carpina

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Lagoa do Carro sobre Carpina
Cquote1.png Não tem nada pra fazer! Cquote2.png
Qualquer visitante sobre Carpina

Carpina é só uma cidadezinha (de merda) da zona da mata de Pernambuco, distante 50 km do Recife e que aparentemente não possui grandes utilidades nem relevância.

História[editar]

Famoso centro de Carpina, onde a grande quantidade de lixo nas sarjetas, carros estacionados de qualquer jeito e pedestres (feios) invadindo as calçadas de qualquer jeito, são considerados exemplo de mobilidade urbana entre as cidades vizinhas.

Em alguma época houveram ali alguns índios, mas como não sobrou um deles para dizer o que faziam ali ou porque escolheram um lugar tão ruim pra ficar, nada se sabe, e também pouco importa. Sabe-se que o território no século XVI foi incorporado pela capitania de Itamaracá, a mais inútil das capitanias hereditárias e que nunca chegou a explorar a região, basicamente para evitar a fadiga, pois Jaiminho era o governador da época. A criação de Carpina não tem qualquer glamour, a cidade é só um ponto perdido no meio de Pernambuco, uma cidade que só surgiu porque um carpinteiro de Gravatá teve os dedos decepados e queria um lugar para morar longe da civilização e assim não ter que ser zoado pelos seus vizinhos (cornos) maléficos.

Sabe-se que no século XVII o vilarejo serviu para a exploração de pau-brasil e plantação de cana-de-açúcar, eventos que trouxeram um atraso eterno para a cidade. Até hoje sua população é composta basicamente por peões analfabetos devido a este histórico familiar de gente que só serviu de boia-fria na região.

Só não ficou fadado a ser um distrito inútil porque o local servia de entreposto entre as aldeias de Nazaré da Mata e Limoeiro, assim uma tecnologia ou outra sempre chegava em Carpina, como gambiarras e construções de valetas e sarjetas pro esgoto não ficar tão espalhado pelas ruas.

A autonomia política e administrativa veio em 1928, quando se tornou um município com o nome de Floresta dos Leões, um nome que obviamente não combinou em nada com a realidade da região onde não havia nem florestas e muito menos leões. Assim em 1938 o nome fora modificado para o atual Carpina, em alusão ao fato de que antigamente o vilarejo era um dos refúgios de holandeses durante a tentativa de ocupação de Pernambuco e a expressão "carpina" vem do neerlandês e quer dizer "capim que se fuma", devido ao estranho hábito dos holandeses de fumar um estranho capim (haxixe).

População[editar]

Embora de longe pareça apenas um vilarejo do bem inútil, Carpina tem uma população surpreendente de mais de 80.000 habitantes, sendo uma das 20 maiores cidades de Pernambuco. Conforme recentes estatísticas demográficas,s abe-se que desta população, 90% são feios, 5% são animais e os outros 5% são de velhinhos de interior que não morrem, mas sempre desaparecem misteriosamente.

Educação[editar]

Além das sujas e fedorentas escolas públicas que fazem das crianças e adolescentes marginais em potencial e de professores suicidas em potencial, a cidade também conta uma escola privada de padres pedófilos que contribui muito para a elite carpinense confraternizar com suas patricinhas e playboizinhos numa orgia escolar a cada manhã e tarde nessa escola cheia de (putaria) educação.

Cultura[editar]

Carpina é uma cidade multicultural, conhecida por ser a capital mundial da cultura!! Podemos citar entre tantos, os grandes artistas da cidade, sejam pintores, dramaturgos, escultores, artesãos, escritores e poetas, como aquele... não mas tem aquele... não bem... se vocês conhecerem algum nome, avisem.

Lazer[editar]

Para se divertir em Carpina as pessoas lá cortam cana, comem churrasquinho sábado a noite e planejam a morte dos pais no jogo de RPG. Para se divertir a população dessa (imunda) simpática cidade espera feriados como São João, 11 de setembro (aniversário da cidade) para beber cachaça o fim de semana inteiro, embora o evento mais esperado do ano seja o natal, quando um parque meia-boca vem para a cidade matar pelo menos umas 20 crianças no barco viking enferrujado, carinho bate-bate desregulado ou simplesmente de overdose de cocaína que é misturado ao açúcar do algodão-doce.