Carrancas

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Carrancas é um pequeno banheiro público mineiro, que os habitantes locais insistem em chamar de "cidade". Carrancas não possui um centro comercial, não possui transporte público de qualidade (ou melhor dizendo, não possui nem mesmo transporte público de má qualidade), não possui grandes edifícios cortando os céus, não possui animais andando pelaas ruas, não possui habitantes... Enfim, não possui nada, o que a torna uma legítima "cidade-fantasma".

História[editar]

Habitantes de Carrancas defendendo as fronteiras de sua cidade.

A história de Carrancas já começou mal. A pseudo-cidade foi fundada no século XVIII, por alguns taubateanos que estavam fugindo da sua cidade natal, devido à alta concentração de mulheres feias. Quando chegaram no território de Carrancas, esses taubateanos tinha certeza que estavam longe de qualquer coisa, e resolveram viver por ali mesmo, levantando os primeiros barracos e começando as primeiras plantações, estas que em sua maioria eram de mandioca.

Com o passar dos ânus, foi chegando mais gente na regiãio (não se sabe como, pois Carrancas era completamente cercada por matagais imensos - Na verdade, até hoje é, mas isso não vem ao caso). Com a chegada desses novos habitantes, Carrancas foi crescendo pouco a pouco, com todo mundo colaborando, erguendo cada vez mais barracos na região. As plantações também estavam indo bem, porém, a velha mandioca acabou sendo substituída pela maconha.

Na metade do século XIX, mais precisamente em 1850, uma grande empresa estava disposta a fazer grandes investimentos na região. em 1851, percebendo a cagada que iria fazer, essa empresa resolveu investir na capital Belo Horizonte, pois, apesar de também não ser grande coisa, era melhor do que uma cidadezinha esqueida no meio do mato como Carrancas.

Atualmente, continua sendo um martírio chegar em Carrancas, até porque os moradores tem preguiça de pegar uma peixeira para cortar todos os matagais que cercam a cidade. Esses matagais já estão tão altos que dizem que tem até onça morando ali.

Economia[editar]

A economia de Carrancas é completamente baseada na exportação de capim para todo o Brasil. Certa vez, os habitantes da cidade quiseram montar um sistema de entregas, mas tiveram que desistir da ideia, até porque provavelmente a mula que puxava a carroça provavelmente não teria fôlego para atravessar as fronteiras de Minas Gerais.

Turismo[editar]

O turismo de Carrancas é um dos pontos fortes da cidade. Todos os meses aparece na cidade uma caravana de vacas, querendo aproveitar gratuitamente todo o capim da região. Nos feriados e datas importantes a cidade fica lotada de hippies que, ou se perderam no caminho, ou não couberam em São Thomé das Letras. A cidade agradece até hoje a um antigo prefeito que graças a Deus acabou com o turismo místico em Carrancas, onde acreditava-se existirem criaturas mágicas capazes de transportar pessoas voando e conversar por telepatia com doidões. Muitos turistas frequentam Carrancas em busca de paz e sossego, algo que tem de sobra nessa "cidade", que têm muito poucos, ou quase não tem habitantes. Um dos pontos fortes do turismo em Carrancas são as cachoeiras, que, por um preço de furar os olhos e beber o caldo, podem ser visitadas com a ajuda de um guia de uma das seis mil agências de turismo existentes na cidade. Atualmente se destaca também na cidade o movimento pró-câmera, onde um grupo de habitantes que adora tomar conta da vida dos outros exige a instalação de câmeras de vigilância em todas as duas ruas da cidade.