Carrefour

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Redirectltr.pngPão de Açucar



Francia d.JPG ALLONS EN₣ANTS DE LA PUTARIE!!

Este artigo è ₣rancês! Ele não toma banho, come camembert e faz biquinho. O autor já mendigou na Avenue Champs-Elysèes e è xenofòbico.

Cuidado! A qualquer momento um alemão pode invadi-lo!

Cquote1.png No Haiti, NÃO HÁ Carrefour Cquote2.png
Escassez Haitiana sobre A cidade de Carrefour no Haiti

Cquote1.png O Carrefour fez duzentos anos, mas quem ganha o presente é VOCÊ Cquote2.png
Carrefour copiando a reversal russa

Primeira loja Carrefour (Carreful) no subúrbio de Paris.
Carrefour
Carrefour.jpg
Cquote1.png É lá que a gente vai te encoxar Cquote2.png
Tipo Supermercado
Fundador Conde D'Eu
Fundada em 1824
Encerramento previsto para 2054
Sede Paris, França
Caiena, Guiana Francesa
Locais Alemanha, Argentina, Brasil (Acre), China, Cuba, Estados Unidos da América (derrotado pelo Wal-Mart), Estados Unidos do Sul, França, Guiana, Guiana Francesa (sede), Paraguai (sob imposição depois da Guerra), Portugal, Republica das Bananas, Reino dos Países Baixos, Reino Unido, Suriname, Uruguai, Vietnã, Zâmbia, e mais uma monte de países que você não conhece...
Principais pessoas Asterix, Ana Maria Braga, Precinho Carefour e Louis Pasteur (responsável pelos laticínios)
Produtos Pão francês, baguettes longas, objetos fálicos em geral
Lucro O que vier é lucro...
Faturamento Faturando seu anel de couro
Página oficial www.carrefour.com.br

Carrefour (corruptela de Carrefure ou do francês Carr-è-fule: carque e fure) é um grupo multinacional homossexual francês do ramo de comida alimentos, mas que também tem bancos, postos de gasolina, drogarias, botecos, petshops, Polishops e pincipalmente sexshops em mais vários países da Europa, Oceania e mais 24 territórios a sua escolha.

História[editar]

A rede Carrefour começou de forma humilde, em um bairro pobre de Paris.

Luís Filipe Maria Fernando Gastão de Orléans e Sexo-Escorbuto-Gota, Conde D'Eu, o conde pobre, por ser gastão e também por dar aos pobres e receber dos ricos, cansado da vida de michê resolve abrir o seu próprio negócio (quer dizer, outro negócio, já que o negócio dele já estava aberto há muito tempo e já era bem amplo).

O negôcio começou como um pequeno ponto, exatamente onde ele já fazia ponto antes. Em vez de vender a rosquinha, Conde D'Eu começou a comercializar linguiça.

Linguiça, salame, mortadela, e outros embutidos já eram especialidades de Conde D'Eu havia muito tempo e não demorou para o perfume peculiar de sua linguiça conquistar desde o mais exigente churrasqueiro gaúcho, até a dona de casa.

O negócio foi crescendo. De secos e molhados passou a açougue: picanha, maminha, cupim, lombo defumado, além do famoso pão de alho baguette de alho francês faziam a alegria dos clientes de D'Eu.

A fama foi se espalhando, e para não perder a clientela vegetariana, o Conde montou junto a seu açougue uma banquinha de legumes e vegetais folhosos (ou não) de duplo sentido. Os preferidos eram o nabo, cenoura, pepino, quiabo...

Conde D'Eu já não dava conta do serviço, resolveu contratar alguns funcionários para trabalhar com ele.

Como naquela época era muito mais barato contratar estrangeiros que imigravam para França a procura de sexo trabalho e oportunidades, Conde D'Eu acabou contratando uma meia dúzia de judeus e oito ou nove angolanos avantajados, para fazer o serviço pesado.

O Império[editar]

A primeira tentativa imperialista de Conde D'Eu deu-se em em 15 de outubro de 1864, quando D'Eu casou-se com a Princesa Isabel. Se não fossem as cagadas de D. Pedro II, seu sogro, que entregou de mão beijada o reino aos republicanos liderados por Marechal Deodoro, o Brasil também teria um rei que D'Eu. Frustrado e exilado, o Conde decidiu dedicar-se a sua rede de supermercados, que em pouco tempo cresceu. O Carrefour logrou êxito em diversas regiões da França, e em pouco tempo já dominava região da Bretanha. O objetivo de D'Eu era um só: alargar o diâmetro de seu círculo social alargar as fronteiras de seu negócio. E foi tentando alargar o seu negócio que D. Gastão acabou perdendo a vida.

Ração para Gato Carrefour, as únicas aceitas pelos felinos reais brasileiros.

Com o falecimente do Conde, seu (???) filho Dom Pedro de Alcântara Luís Filipe Maria Gastão Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orléans e Bragança (Dom Pedro III, o subdotado ; ou Conde D'Eu II; sendo o segundo preferido por Pedrinho) assume o negócio do pai, ou melhor, seu negócio substitui o negócio do pai.

Visionário e ganancioso, não demorou muito para Conde D'Eu II tornar-se dono de metade da França. Com lojas espalhadas por praticamente todo o território francês, Pedroca passou a exercer mais do que influência comercial, mas influência social, política e militar sobre seus clientes.

Em 12 de agosto de 1880, Croassant D'Eu declara a independência dos États-Unis de Carrefour, que abrangia toda a região oeste da França, com capital em Rennes, na atual Bretanha.

Outro território conquistado pelo EUC foi a Guiana Carrefouriana (atual Guiana Francesa), fruto das incursões dos EUC na América do Sul.

No Brasil e na República das Bananas a independência dos EUC foram aceitas de imediato. D. Pedro II fez questão de assinar rapidamente a carta de reconhecimento, pois, além de avô de Pedroca, Dom Pedro II tinha interesses comerciais com o Carrefour. As Rações para Gato Carrefour eram as únicas toleradas por seus quinze bichanos.

Dom Pedro II já não tinha nenhuma representatividade política sobre o Brasil, ainda assim, não foi difícil para o governo brasileiro acatar como válida o documento assinado por ele, para variar.

Países que querem ver os francês se foderem como Inglaterra, Alemanha, Holanda (dona da outra Guiana) também reconheceram a independencia dos E.U. Carrefour.

Portugal não entendeu bem o que acontecia, e só reconheceu E.U.C. como nação independente depois que ela já havia sido dissolvida (para saber mais sobre a dissolução dos E.U.C., ver Carrefour e a II Guerra).

Bélgica, Luxemburgo, e aquele outro país que também fala francês na Europa queriam ser França, então não aceitaram a independência.

Venezuela e Bolívia não reconheceram o novo Império, porque a política bolivariana adotada nesses países é veementemente contra o imperialismo capitalista estadunidense (e como o Império era chamado États-Unis...).

Heráldica e Palácio Imperial[editar]

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Carrefour.

Abaixo, a heráldica oficial dos États-Unis de Carrefour e o Palácio Imperial de Vossa Alteza Imperial, D. Pedroca III, ou Dom D'Eu II.

États-Unis de Carrefour
Brasão Bandeira
Brasão Carrefour.jpg Bandeira Carrefour.jpg
Estandarte Lema
Estandarte Carrefour.jpg Cquote1.png É aqui que a gente vai governar! Cquote2.png
Sede
O Castelo de Supermarché, residência oficial de
V.A.I., Dom D'Eu II
(I - I, um atras do outro, versão romana do 11)
Castelo Carrefour.jpg

Carrefour e a II Guerra[editar]

Logo do Carrefour (Karrefour) durante o domínio alemão.

Por volta de 1939 a Europa toda, e em especial a França se viram as voltas com um emozinho muito manhoso que governava reinava soberano sobre o povo austríaco alemão: Adolf Hitler.

Adolfinho fora colega de quarto de Pedroca enquanto ambos faziam, ele fazia design de moda e D'Eu II, Adminstração com ênfase em totalitarismo.

Por incrível que pareça, foi Adolfinho quem se deu melhor como ditador, sem deixar de lado sua capacidade de ser fashion. Ao Conde D'Eu II não sobrou mais do que a opção de tocar no negócio do pai, embora tenha D'Eu usado de suas habilidades totalitárias para tornar o pequeno negócio do pai o primeiro conglomerado imperial capitalista multinacional.

Adolfinho chegou a ser cotado para trabalhar a nova logomarca do Império Carrefouriano, lançando mão de seus dotes artísticos e domínio de técnicas de design totalitarista para isso. Suas ideias acabaram rejeitadas por Pedroca, vindo a ser usadas novamente quando Adolf, em 1940, invadiu o Império e tomou posse do Carrefour, tranformando-o em Karrefour.

A primeira vista parece estranho que Hitler tenha invadido o Império Carrefouriano, uma vez que a Alemanha foi pioneira entre as nações que apoiaram o ato de independência deste país. Muito se especula sobre as razões que podem ter levado Adolfinho a apunhalar pelas costas seu antigo coleguinha, algumas dessas correntes são:

  • Teoria do Troca-Troca: Esta teoria baseia-se num suposto tratado de livre comércio entre E.U.C. e Alemanha, onde concecções comerciais seriam dadas. Conde D'Eu II teria dado primeiro, esperando que Hitler fosse o segundo a dar, o que não aconteceu. Ao contrário, Hitler resolveu que D'Eu II deveria dar uma segunda vez, e já que Adolfinho já era dono da outra metade da França mesmo...
  • Teoria do Golpe Pelas Costas: Adolf teria se sentido traído por Pedroca quando da contratação de judeus e negros bem dotados do Clã Motumbo para trabalhar em seu império.
Hitler descobriu que o segredo Carrefour está no seu próprio brasão.
  • Teoria do Segredo de Família: Adolfinho já desde os tempos de faculdade insistia com Pedrinho para saber afinal de contas: "O que o Conde D'Eu?", e "Qual é o segredo por trás do símbolo do Carrefour?". Morrendo de curiosidade, como toda bicha fofoqueira, invade o Império Carrefouriano para, por fim, descobrir que a resposta para ambas as perguntas encontrava-se no mesmo lugar. No brasão de família. Isso explica a rejeição da remodelagem proposta por Adolfinho, o que aliás serviu de pretexto e pano de fundo para a invasão.
  • Teoria da Inflação do Salsichão: em seu plano ufanista, Hitler usou como pretexto a aumento do salsichão (passou de 15,00 para 100.000.000,00 centímetros francos em questão de semanas) para ordenar a nacionalização do salsichão do Carrefour e tomada da baguete francesa.

Independente das razões, fato é que o Império Carrefouriano foi tomado, o brasão alterado e Pedroca fugiu para seu último reduto, as Guianas Carrefourianas, atuais Guiana Francesa (onde fica, até hoje a sede do Carrefour) e Suriname. Com o fim da guerra, em 1945, a França devolveu a Dom D'Eu II a propriedade de suas lojas, mas não de suas terras. O conde então teve que se contentar em dominar o resto do mundo.

Expansão pós-Guerra até Atualidade[editar]

Com suas asinhas cortadas em território francês, Pedrinho passou a buscar a conquista de Europa, América do Sul, e um terceiro continente a sua escolha.

Além de dominar diversos territórios, o objetivo do Carrefour foi colocar pelo menos dois exércitos ramos de negócio em cada um deles. A tabela abaixo mostra algumas das atuais máfias áreas de atuação do Carrefour:

Áreas de atuação do Carrefour
Supermercados
(claro!)
Carrefour ciekawe.JPG
Postos de
Gasolina
Posto Carrefour.jpg Posto Carrefour2.jpg Derrubou a Shell.jpg
Os Postos Carrefour derrubaram a Shell.
Drogarias
Tráfico de
entorpecentes
Drogaria Carrefour.jpg
Industria
Cafeeira
Café Carrefour.jpg Café Carrefour2.jpg
Petshops Rações Carrefour.jpg
Laticínios
com ênfase
em Queijo
(exclusividade
de Minas Gerais)
Queijo Carrefour.jpg

Garotas-propaganda[editar]

Uma das garotas-propaganda Carrefour Franco-Guianense do período de dominação germânica.
Hebe desvendando o segredo Carrefour (CU, lembra?)

Diversas personalidades já ocuparam o posto de garota de programa garota-propaganda Carrefour, foram elas:

  1. D. Maria, a Louca (1824 - 1905): Dona Maria foi garota-propanganda Carrefour por mais de 80 anos, mesmo já estando morta desde antes de 1824. Conde D'Eu pendurava o cadáver da velha no meio dos salames, para chamar a atenção. Foi substituída em 1905 devido a anorexia (ela estava só osso);
  2. Dercy Gonçalves (1905 - 1940): Atriz já bastante experiente, Dercy atuou como garota-propaganda e Condessa de D'Eu o Quanto Pode durante o preriodo do Império Carrefouriano até a ocupação germânica.
  3. Período de Secção (1940 - 1945):
    1. Carrefour Germânico (Karrefour) Adolf Hitler: O próprio Hitler se encarregou da estratégia de marketing do recém anexado Karrefourmarkt e das terras de Karrefourgrafschaft, fazendo pessoalmente comerciais desde salsicha e cenoura, até lachante e supositório.
    2. Carrefour Franco-Guianense (Carreful) Índia aleatória: com a falta de recursos, qualquer nativa fazia as vezes de garota de programa garota propaganda.
  4. Hebe Camargo (1945 - 2005): Garota-propaganda pós-guerra, foi indicação de Dercy. Nas palavras dela: Cquote1.png Puta que pariu, vai essa vadia mesmo, ô carai... Cquote2.png
    Dercy Gonçalves sobre sujestão de Hebe para garota-propaganda Carrefour
  5. Ana Maria Brega (2005 - atual): Hebe deixa o lugar de garota-propaganda para retocar uma aplicação de botox e não retorna, em seu lugar, Ana Maria Braga, dividindo espaço com o Precinho Carrefour comanda as ações de marketing da empresa com campanhas como "Eu uso a Cuca (seu Cuca é EU)", que visa a venda de cérebros semi-novos para loiras com o preço a vista parcelado em 18 vezes no Cartão Carrefour.
  6. Maria Paula de Duas Caras (ah, não... essa é do Extra).
Ana Maria Brega e a campanha "Eu uso a Cuca (seu Cuca é EU)"', cérebros semi-novos em condições facilitadas para loiras.

Ligações externas[editar]

v d e h
Mercados que roubam o consumidor