Carrefour (Haiti)

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Cquote1.png No Haiti, NÃO HÁ MERCADO CARREFOUR! Cquote2.png
Escassez Haitiana

Carrefour é uma favela do Haiti (embora isso seja um tanto redundante de se afirmar, uma vez que aquele país inteiro é uma favela da República Dominicana). Porém Carrefour é uma favela de Porto Príncipe que já é uma favela por si só... Você entendeu, lá eles fazem churrasco na laje, mas no lugar da lingüiça de porco usam botas velhas, ratos mortos nos terremotos e pneus nas churrasqueiras.

História[editar]

Já deu para perceber que boa coisa não é

A cidade foi fundada em algum ano indeterminado (na época não existia a tecnologia do calendário no Haiti), e o seu fundador foi o ex-presidente-ditador-vampiro Papa Doc que decidiu abrir uma franquia de uma famosa rede de supermercados franceses na periferia da capital Porto Príncipe, e para isso colocou 5 pacotes de bolachas Trakinas, 1 pote de Pringles, 2 Revista Playboy e 1 lata de Coca-Cola aberta quente metade cheia, fazendo assim dessa forma o maior supermercado que já existiu na história do Haiti. No mesmo dia 1.000.000 de haitianos migraram para o local em busca de esperanças de vida melhor, quem sabe um emprego ou alimentação. Mas tudo não passou de uma emboscada do engenhoso Papa Doc para aprisionar num bairro distante de Porto Príncipe todos os miseráveis dos miseráveis dos miseráveis de Porto Príncipe, e dessa forma ele pdoeria ficar em seu palácio comendo seu salame com queijo brie só para ele.

Até 2009 era a maior favela da favela da favela do mundo, porém em janeiro de 2010 um terremoto de 7 graus na Escala do Herbet Richards assolou Carrefour destruindo toda aquela favela reduzindo a população para um tanto de haitianos aí que ninguém vai fazer um novo censo tão cedo. Então hoje Carrefour é o maior escombro de favelas do mundo.

Economia[editar]

Como dizer que a economia de uma cidade haitiana é miserável seria redundante demais, vale a pena dizer que Carrefour é pobre também. E que também não existem supermercados Carrefour nessa cidade.

Turismo[editar]

Muitos turistas americanos, dominicanos e cubanos vão à Carrefour para visitar suas ruínas e ter um contato um tanto singular com a população local doando água de coco em caixinha fabricada no Japão a partir dos próprios cocos haitianos que são roubados pelas ONGs.