Caso Baependi

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Este artigo contém altas doses alienígenas! Provavelmente o governo dirá que este artigo não passa de um balão meteorológico. Se vandalizar, o E.T de Varginha enfiará uma sonda em você!

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Zorak.jpg Você está entrando em um mundo desconhecido nas imensidões da escuridão, onde
ninguém pode ouvir seus gritos!

Agora, viajar pelo espaço ficou mais fácil depois que inventaram a Coca-Cola.
Se aconchegue em sua nave e vá tomar um "chazinho" com o E.T. de Varginha.

Cquote1.png Você quis dizer: Antônio Villas Boas Cquote2.png
Google sobre Caso Baependi
Seu Arlindo contando pela enésima vez o seu caso com os alienígenas.

Cquote1.png Experimente também: Caso Travis Walton Cquote2.png
Sugestão do Google para Caso Baependi
Cquote1.png Et-fone-casa... Cquote2.png
ET sobre Arlindo
Cquote1.png Porra, vocês sujaram o meu embornal! Cquote2.png
Arlindo sobre ETs porcos
Cquote1.png Dorgas, mano! Cquote2.png
Qualquer um que ouviu o depoimento de Arlindo

Apresentação[editar]

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Arlindo Gabriel dos Santos é um típico pobre que vive no interior do interior de Minas Gerais, mais exatamente na cidade de Baependi (que, coincidentemente, é o nome do caso que aqui será retratado), uma cidadezinha que fica no nada com coisa alguma e que, por isso mesmo, acabou recebendo uma visita inusitada de alguns seres de outros planetas.

Isso aconteceu por volta do dia 16 de maio de 1979, quando Arlindo e alguns amigos estavam a caçar predatoriamente em um território protegido do governo. Todo mundo sabe que caçar por esporte é proibido no Brasil pelo fato de nem sequer termos mais tantos animais assim por aí, ainda mais para serem caçados por diversão, por esse motivo, quando interrogado na primeira vez, Arlindo disse que tinha saído para pegar umas putas na cidade recuperar umas vacas desgarradas, ou seja, já começou a história toda mentindo. Mas depois que a Globo apareceu lhe dando proteção, ele resolveu contar todo o caso sem ter medo de ser preso, já que Doutor Roberto o protegeria (ou não).

O Contato[editar]

Seu Arlindo, todo famosão, sendo entrevistado pela Globo.

No dia 16 de maio de 1979, o fazendeiro Arlindo Gabriel dos Santos, um morador pobre (e não um "pobre morador", para que fique bem claro) da pacata cidade de Baependi, resolveu pegar a sua espingarda e sair com uns amigos para farrear no meio do mato, com direi a muito alcool, orgias e zoofilia liberada, afinal, os caras não tinham dinheiro nem para pagar uma marmita fria requentada da semana passada, quanto mais para pagar uma legítima profissional do séquiço da cidade.

Decidido o dia, hora e local da caçada, Arlindo e mais dois amigos partiram, chegando até um local de mata fechada, bem propício à putaria matança generalizada e que bem o IBAMA poderia prede-los depois. Ao ouvir um barulho no meio do mato e um pouco distante deles, os três decidem se separar para que a área de caça fosse ainda maior, caso algum deles achasse alguma coisa (de preferência um veado - ui), mataria-o e esperaria pelos outros em um determinado local. Ficando assim tudo acertado, ambos se separaram, indo Arlindo por um canto que pouco conhecia, mas que sabia como voltar de lá (ou ele achava que sabia).

Seu Arlindo na visão dos alienígenas, por não compreender nenhum pouco de viagens intergalácticas e distorções do tempo-espaço.

Arlindo entrou no meio do mato somente portando uma espingarda, um cantil, uma câmera fotográfica pré-histórica (claro, estamos em 1979, queria o quê? uma digital?) para gravar a carnificina e um embornal (isso, para quem não sabe o que é isso, nada mais é do que uma sacola de pano do tipo bolsa), que seria de muita utilidade mais tarde. Quando estava no seu trajeto, Arlindo verificou um estranho barulho vindo do meio do mato, sendo que tal barulho em nada se parecia com alguma caça que ele já havia matado.

Por esse motivo, caltelosamente, ele foi verificar do que se tratava. Da mesma forma que o gato morreu por sua curiosidade, quase o nosso intrépito herói [carece de fontes] sofre o mesmo. Enquanto procurava de onde via o barulho, o barulho achou ele primeiro. Arlindo pode ver com os seus próprios olhos que a terra hão de comer nada menos do que três Objetos Voadores Não-Identificados, sendo que cada um deles tinha um formato diferente e estavam fazendo um reconhecimento da área para que um quarto OVNI (bem maior que os outros três) pousasse naquele pacato fim de mundo.

A Abudução[editar]

O Barril do Chaves foi uma das primeiras naves que Arlindo viu antes da chegada da Nave-mãe.

Tal qual o nosso amigo Antônio Villas Boas sofreu um dia, Arlindo caminhou até a nave-mãe por pura curiosidade, depois de ter batido uma foto de cada uma das três sondas de reconhecimento que vieram antes dela, mas antes de conseguir bater uma foto da última, a máquina (coincidentemente) quebrou, como todo e qualquer aparelho que deveria registrar um disco voador. Ele então se aproximou do disco e pode perceber que ele estava se abrindo. Com uma espingarda na mão, é claro que ele não atiraria na própria cabeça e mandou bala no disco, mas o mesmo não era nem atingido pelos tiros, como se tivesse protegido por um escudo invisível.

Assim que um portinha se abriu, Arlindo viu saindo de lá uam criatura de forma humanóide, até perceber que tais coisas eram realmente humanas, ou algo muito parecido com humanos. Ele ficou paralisado com alguma coisa disparada pelo disco e dois alienígenas o pegaram, levando-o para dentro do disco, onde ele pode constatar que ainda tinha mais um deles próximo a entrada, como se fosse o recepcionista de um hotel bem diferente dos demais.

No caminho, Arlindo pediu penico, implorando por sua vida, os aliens, porém, responderam que eles iriam torturá-lo até a morte, MWAHAHAHAHAHA! não fariam mal a ele, somente queriam algumas informações (ou não). Dentro da nave, Arlindo viu que ainda haviam mais cinco aliens, fora os três que o haviam capturado, sendo que uma das aliens era uma gostosa mulher. Tais criaturas começaram a conversar com os três capturadores de Arlindo, sendo que o cara não conseguia entender porra nenhuma do que eles falavam.

Não foi uma ET loira como essa que apareceu para o seu Arlindo (uma pena!).

Após isso, uma alien loira, branca e muitas das suas gatas, chamou Arlindo para um outro compartimento mais sossegado, alcochoado e com espelhos no teto, junto com mais um outro cara alienígena. Quando o nosso caipira pensava que o seu bacanal ia começar, ele se depara com uma sala vazia, fria e com um enorme objeto que o lembrou muito uma geladeira, porém, tal coisa não era nada mais do que uma televisão de plasma de 250 polegadas ou mais (WTF?), que tinha acesso a internet e uma alta definição que nem as televisões high definition tem hoje.

Na telinha, a ET repassava para Arlindo informações de como surgiu a sua raça, como eles tinham construído aquela nave e como tinha chego até aquelas bandas da galáxia depois de uma viajem exorbitantemente longa, porém, nada pode ser absorvido por Arlindo, que não passava de um burro que nunca tinha estudado e pouco sabia o que era uma "distância astronômica". Assim que toda a apresentação terminou, vendo que o seu abduzido em nada poderia ajudar repassando tais informações importantes, acharam melhor levá-lo de volta, pois gente demais na nave a impedia de subir.

Assim que foi expulso deixado no mesmo local em que havia se perdido, os ETs pediram para que Arlindo tomasse Noku e fosse estudar um pouco protegesse os olhos, pois o brilho da nave partindo poderia cegá-lo facilmente. Assim que o protótipo começou a subir, Arlindo não pode nem olhar para trás, pois a mesma forma que o havia prendido no começo da abdução também o estava prendendo agora. Depois que foi desparalizado, ele foi em busca dos seus amigos, mesmo que estivesse a ponto de vomitar, já que viajens espaciais lhe causavam enjoo.

Os vestígios da visita[editar]

Depois da abdução, seu Arlindo foi deixado de volta em seu lugar de sequestro. Ainda bem!

Depois de voltar para os seus amigos, Arlindo lembra que tem provas da visita, mas ao chegar no local em que tinha sido abduzido, percebe que nada mais estava alí, ou seja, os ETs eram um bando de pilantras e lhe tinham roubado os pertences, ao invés de somente tentar "manter a paz no mundo, lhe explicando como tudo funcionava" e coisas do tipo, porém, a abdução ainda tinha registros de seu ocorrido, já que haviam marcas no solo comprovando a bagaça. Logo que isso aconteceu, é claro que Arlindo se tornou famoso e a sensação de Embornal, sendo que a imprensa logo apareceu por alí, tornando o fim de mundo que a cidade era em um lugar mais conhecido e visitado por muita gente.

Um ufólogo de plantão, também resolveu visitar o local e além de tirar amostras do molde do trem de pouso da nave, ainda encontrou o embornal (lembra do que eu disse no início do artigo) que estava perdido desde a abdução. No começo, Arlindo não sabia se era mesmo o seu embornal, pois o mesmo era liso e muito bonito, sendo que o encontrado estava todo rabiscado por garranchos indefiníveis. Foi então que perceberam que se tratava de uma carta dos ETs para o mundo, para Arlindo ou para qualquer um que a lesse.

O embornal de seu Arlindo encontrado dias depois, todo sujo e pinchado por um alienígena marginal e analfabeto, já que ninguém entendeu o que estava escrito naquela joça.

O embornal estava todo desenhando, além de conter algumas palavras que ninguém conseguia descrever o que seriam. As fotos que Arlindo havia batido jamais prestaram, pois a câmera havia sido simplesmentre pulverizada internamente, tendo todo o seu material queimado, tudo virou fuligem. Mas os dados que continham no embornal ainda chamariam muito a atenção do mundo todo.

As palavras escritas não eram em Inglês, Francês, Japonês ou Lulanês (ou seja, Português também seria a última coisa), elas nada mais eram escritas do que em um Aramaico, muito parecido com o Hebraico e com umas pitadas de Fenício. Muitos doido curiososno assunto já tentaram decifrar os garranchos, mas como todas essas línguas são tão desconhecidas quanto as escrituras na Pedra de Roseta, ou os hieróglifos egípcios, ainda está tudo uma especulção (como tudo que envolve a raça alienígena). Bom, mas até agora ninguém disse se devolveram o embornal para o pobre do Arlindo, já que o mesmo é dele.

Ver também[editar]