Krak des Chevaliers

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Uma imagem do interior do Krak, com um detalhe do centro de esportes. No meio, o campinho de futebol. Logo à direita, a quadra de tênis.

O Krak des Chevaliers (Krak não é o mesmo que crack) foi a mais importante fortaleza da história medieval. Hoje só serve para bonito, ou nem isso, já que as pedras usadas na obra eram paralelepípedos comuns.

Construído na época das Cruzadas, esta obra 5 em 1 (castelo, fortaleza, salão de jogos, estábulo e estádio de futebol) fica localizada no meio do nada, onde a necessidade de defesa era muito grande, já que as tropas dos homens inexistentes e dos soldados de vácuo atacavam esta região todos os dias.

O Krak dos Cavaleiros foi abandonado no fim da Idade das Trevas, quando os otomanos conquistaram o mundo. É conhecido como Krak des Chevaliers, porque o hospitalário mais bêbado da equipe era um francês desleixado, obviamente.

História[editar]

Visão aérea da fortaleza. Não, você não está mal da vista. O castelo é assim desarrumado mesmo.

Construído pelos hospitalários para servir como um hospital, o projeto tomou um rumo diferente quando o rei mouro Al-Kassuz atacou a Espanha no século X. Comandados pelo general Al-Batroz, os mouros tomaram parte da França e estavam quase dominando toda a Europa. Com o ataque dos mouros, muitas pessoas ficaram feridas. Assim surgiu o grupo dos hospitalários, que construiam hospitais em todos os lugares do mundo. Um destes hospitais seria construído na Arábia, para cuidar dos feridos em Cruzadas. O local escolhido foi o deserto de Al-Koh Latra, na Arábia, onde atualmente se encontra a Síria. Este é um deserto com uma incrível vista para as dunas, que atrai multidões de nada para o lugar.

Para a criação do melhor hospital do mundo, muitos pedreiros bêbados foram chamados para ajudar os hospitalários nas obras. O que era pra ser um bonito hospital, acabou se transformando em uma horrenda fortaleza, graças aos pedreiros. Já que a cagada tinha sido feita, os hospitalários aproveitaram o fato de possuírem uma fortaleza e se transformaram em cavaleiros da Távola Redonda.

Para esta fortaleza, o nome Krak foi dado. Krak significa pedra, em árabe. Repetindo, Krak não tem nada a ver com Crack. Esta pedra é outra. O ano da construção foi 1111 e foi finalizado em 1234. Depois que foi finalizada, a fortaleza foi cercada por fossos e muros, protegida por jacarés, bois de guarda, atiradores de flecha, cuspidores de papel mascado e estilingueiros. Mas não foi o suficiente para impedir o ataque do general árabe Al-Pistte, que dominou o local. Sem sua fortaleza, os hospitalários tiveram que voltar à vida de enfermagem, abandonando a vida de guerras.

Proteção[editar]

Em uma tentativa frustrada de deixar o castelo bonito, os sírios plantaram árvores e construiram casas ao redor do Krak

Quando os invasores tentavam penetrar o castelo, os cavaleiros hospitalários arremessavam bolas de ferro, pedras e qualquer coisa que pudesse causar dor no inimigo. Óleo quente, funk, pagode, flechas, garrafas e outras coisas eram usadas para impedir a entrada.

Se depois de tudo isto os inimigos conseguissem chegar até a porta, ainda teriam que nadar em um fosso com jacarés, piranhas, tubarões, enguias e peixes-espada. Passando por isto, teriam que desafiar um nerd em um quiz sobre Guerra nas Estrelas. Caso conseguissem passar por estes desafios, o castelo estava livre, leve e solto. Mas a grande recompensa não era tão grande e, depois de terem feito tudo isso, eles abandonavam o local, que não tinha nada de bom.

A obra[editar]

Construído sobre um morro, o castelo/fortaleza foi sendo aumentado aos poucos até se transformar nesta coisa de hoje. Pelos recursos que foram usados, o Krak teria sido um belo hospital e estaria sendo usado até hoje. Castelos, nos dias de hoje, só servem para enfeite. No caso do Krak, nem como enfeite serve, pois ele fica camuflado no meio do deserto.

Com o surgimento do castelo Neuschwanstein, os sírios, atuais donos do Krak, ficaram com inveja e resolveram plantar algumas coisas ao redor da fortaleza, para transformar isto em algo mais palaciano. Não deu certo, mas ao menos o lugar ganhou um pouco mais de vida com o surgimento dos vegetais.

Ver também[editar]

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