Catalão

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Município de Catalão
"Antenas de Goiás"
Bandeira de Catalão.png
Bandeira
Aniversário 20 de agosto (pra coincidir com as festas juninas)
Fundação 30 de abril de 1833
Gentílico catalano
Lema Catalão, terra de gente metida a besta
Apelidos Antenas de Goiás
Prefeito(a) Um árabe aí
Localização
Localização de Catalão
Estado link={{{3}}} Goiás
Região intermediária Casas das Duplas Sertanejas Goianas
Região imediata Reino de Catalão
Municípios limítrofes Ouvidor, Três Ranchos, Goiandira, Nova Aurora, Cumari, Campo Alegre de Goiás, Ipameri, Araguari, Cascalho Rico, Coromandel, Guarda-Mor, Paracatu
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área 3 821,463 km²
População Mais de 100.000 hab.
Idioma Goianês e mineirês
Clima Insuportável as vezes
Fuso horário UTC PQP-3

Cquote1.svg De carro é 100 quilômetros, mas de avião é pertim, pertim! Cquote2.svg
Catalano sobre distância de "Berlandia"
Cquote1.svg Menino! Vai tomar um antigripal, contra esse CATARRÃO! Cquote2.svg
Drauzio Varella sobre Catalão
Cquote1.svg Chapi, uai Cquote2.svg
Catalano sobre este artigo
Cquote1.svg I have a dream! Cquote2.svg
Martin Luther King Anhanguera sobre Catalão
Cquote1.svg Eu sou a coisa mais culta que já nasceu lá! Cquote2.svg
Amado Batista sobre Catalão
Cquote1.svg A gente temos uma fazenda lá e gosta de dá uns golpes de Jiu-Jitsu nos peão que trabalha pro papai! Cquote2.svg
KLB sobre Catalão
Cquote1.svg Até eu passo! Cquote2.svg
Shiv Charan sobre vestibular do CESUC
Cquote1.svg Ah, é o local para o qual deveríamos fornecer energia elétrica, né? Cquote2.svg
CELG sobre Catalão
Cquote1.svg THIS IS CATALÃOOOOOOOOOOOOO!!! Cquote2.svg
Lêonidas sobre Catalão

Catalão é o nome de uma semi-famosa cidade no meio do nada do cerrado do sul goiano conhecida pelo apelido de "Vila do Apagão" devido à dificuldade de manter tecnologias como energia elétrica funcionando sem interrupções, sendo Catalão a mais pior de todas as vilas do toba do Goiás.

História[editar]

Catalão foi fundada em 1833 por um generoso bandeirante, Anhanguera, que conforme os livros de história nunca esteve na Catalunha mas que mesmo assim criou "Catalão". Anhaguera queria achar um local para começar uma criação de porcos sem pagar IPTU e que pudesse ensinar valsa aos mesmos (esse era seu sonho de infância desde que assistiu uma apresentação de circo de Moscou - que não fica na Catalunha). Ao chegar à região com uns comparsas, Anhanguera se deparou com uma tribo de ferozes índios canibais que queriam fazer uma churrascada dos recém chegados. Devido a uma reviravolta do destino, o destemido Anhanguera colocara em seu necessaire de viagem, minutos antes de ser apanhado, um espelho, e estando ciente que índios são tarados por espelhos (só naquela época, porque hoje em dia índio quer Ipod, Hilux e calças da Nike), sacou como um raio seu espelhinho de bolso e apontou na direção do cacique que imediatamente caiu aos seus pés, sem falar no chão diante do espelho. Depois desse episódio, o destemido Anhanguera resolveu criar nesse fosso, uma vila (não a do Chaves seu imbecil!), para que pudesse realizar nessas terras seu maior sonho, a primeira "Academia de Porcos de Cartola Dançadores de Valsa" do universo. Nosso herói Anhanguera também foi ajudado por um corajoso padre catalão (da Catalunha, idiota!) e por sete psicólogas, que deram continuidade ao sonho do seu amigo, professor e ídolo, o Anhanguera.

Depois de algumas dezenas de anos, passaram por Catalão alguns intelectuais emos, como Bernardo Guimarães, que fez com que a cidade tivesse uma crise de superego tamanha, que acabou por contagiar também o vilarejo vizinho Uberlândia.

Ponte da Paz sem o vão principal, pra "separar" os valentões de Catalão e Davinópolis.

Um episódio singular na história catalana ocorre em 1885 com a construção da Ponte da Paz que liga Catalão a Davinópolis. Essa lendária ponte ficou sem o seu vão central por várias décadas. O motivo? Uma exigência da igreja católica naquele tempo, que temia que o encontro entre o povo da barra (conhecidos por serem muito bravos, dizem) e o povo de Catalão (metidos a valentes também) acabasse em uma guerra sem fim com muito derramamento de sangue. Por isso o nome “Ponte da Paz”. Só em 1901 o então prefeito Cyro Netto fez um acordo de paz entre esses povos e resolveram terminar a ponte, a única exigência foi que a outra ponte que liga Davinópolis ao estado de Minas Gerais então nunca fosse feita, promessa que foi mantida até os tempos atuais. Esse acordo foi lavrado e registrado no Cartório do Mauro Sampaio.

Até 1930, confrontos entre os bandidos de Goiás com a polícia de Minas Gerais eram frequentes, sendo que a polícia sempre perdia nos combates, e a prática do hoje esporte olímpico de tiro-ao-alvo fez com que Catalão adquirisse a fama de maior exportadora de jagunços do Centro-Oeste no início do século XX. A partir de 1930 a cidade ficou mais calma, agora o chumbo não come mais tão solto na cidade, apenas de vez em quando.

Durante a década de 40, uma família fofoqueira se alojou em um barraco na boca-do-leão, dando origem à cultura de fazer fofocas exageradas que são utilizadas até hoje por mais de 99,9% da população.

Com a chegada da modernidade, chegou a luz elétrica, mas o povo de Catalão não aceitou. "Istumados" pelos donos de lojas de querosene, o povo disse que aquela luz elétrica era magia negra e coisa do capeta (isso também aconteceu com o rádio, a televisão, o celular...), e teve inicio a Revolta da Lamparina, um confronto sanguinário e marcado a fogo nos anais da história mundial, onde mais de meia dúzia de cidadãos pereceram, na terrível batalha contra a energia elétrica (os idiotas devem ter morrido é de fome mesmo). Devido a eterna desconfiança da população com a energia elétrica, quase sempre existem casos em que moradores furiosos atacam redes de alta tensão e eletrodomésticos provocando chacinas de proporções homéricas, na já reduzida população de eletrônicos de Catalão, que até hoje vive amedrontada e sempre se borra toda vez que chega perto de um caipira.

População[editar]

Com mais de 100 mil habitantes, Catalão é uma cidade considerada grande para os padrões goianos. Catalão e Uberlândia disputam o troféu de povo mais metido a besta da região, levando vantagem a cidade mineira por ser maior e ter um grande número de playboys otários, fato fortemente negado pelos catalanos que juram que a cidade deles tem 200 mil habitantes (só tem 100.000 mesmo, e desse número 80% são pseudo-playboys favelados e roceiros, apenas 10% são playboys legítimos, 9,5% são formados por imigrantes perdidos e os restantes 0,5% são pessoas normais).

A cidade sofre atualmente com as temíveis invasões de paraibanos e toda sorte de nordestinos pobres que acham que vir do cu do Brasil de pau-de-arara numa viagem de mais de 4 dias, e desses 4 dias que passaram a maior parte do tempo peidando e xingando a "baleia" (o cachorro de algum baiano) porque ele roubou o último pedaço de charque e agora eles tem que passar o resto dos 8000 quilômetros comendo só farinha e rapadura, é um fato de que se deve orgulhar, porque arrumaram um emprego na barragem da Serra do Facão, e que caíram na história de que "viver em Catalão é bom demais".

Política[editar]

Os dois grandes nomes políticos de Catalão são o ditador perpétuo e vitalício, o protótipo mal feito do Imperador Palpatine, mais conhecido como Dr. Adib (que se escondia atrás de seu pau mandado chamado Velomar) e também o clone mal feito do Dr. Evil, Jardel Sebba que alterna com Adib a prefeitura desta pocilga. A jornada de trabalho na prefeitura catalana é igual a trabalhador que roda turno, trabalha dia-sim, dia-não, pois tem o mandato cassado pelas viúvas do Adib umas duas vezes por semana...

Economia[editar]

Como todo bom município goiano que tem algum índice minimamente decente de PIB, Catalão é produtor de soja, milho e trigo, além de grande importador de mão-de-obra escrava para o projeto de fábrica da Mitsubishi. Apesar de no papel estar entre os primeiros municípios mais ricos do estado em PIB e renda per capta, na prática, quando se anda na cidade, é a mesma pobreza de todas as demais cidades goianas, afinal se toda riqueza do município vem das lavouras, das mineradoras e da fábrica da Mitsubishi, toda essa grana vai para a meia-dúzia de fazendeiros e empresários.

Turismo[editar]

O principal ponto turístico da currutela é a Igreja no Morrinho de São João. Foi construída naquele lugar lá por culpa, capricho e maldade de ninguém menos que o padre Orcalino. O padre que adora testar a fé das pessoas, o padre que não deixa atender celular na missa, o padre que manda a gente ir flertar lá fora e que não deixa de modo algum a gente chupar balinha ou chiclete na hora da missa.

Pra testar a fé dos fiéis, o padre Orcalino determinou a construção da primeira igreja da currutela cidade lá naquele morro, que naquele tempo era distante da cidade cerca de uma légua (+- 4,6 km), o intuito era que quem fosse na missa lá tão distante, era porque realmente queria rezar, eram pessoas de fé. No começo muita gente ia, a Transduarte já tinha uma linha de charretes (foto) que ia pra lá (que mais tarde virou a linha do bairro das américas), os mais pobres sem condição de pagar, iam à pé mesmo, mas, na época de chuva o rola bosta Pirapitinga transbordava, alagava tudo, ficavam meses e meses sem poder atravessar pros lados de lá, e dá a volta lá na nascente (Copacabana) era praticamente uma loucura.

Depois de muita pressão no alto clero da igreja e vendo a diminuição do número de fiéis e o dízimo mal dando pra comprar pão pra paróquia, a diocese resolveu construir uma nova igreja lá no centro (a velha matriz). Fim dos problemas? Não. Nessa época Catalão já era cheio de gente rica, e eles não queriam dividir o mesmo ambiente com os pobres (pois como havia ficado perto da currutela, lotava toda missa). Mais pressão... dessa vez, como já eram influentes os ricos da cidade, foram falar direto com o Papa. E logo veio a determinação da construção de uma nova, monumental, sofisticada e grandiosa igreja, a Nova Matriz como conhecemos hoje. Em 1959, os ricos mais folgados e que já não queriam mais ter que sair de casa pra irem na missa, pediram ao Papa da época que criasse uma emissora de rádio AM para transmitir as missas ao vivo, pra eles não precisarem irem até a igreja. Foi então criada a Cultura AM e como forma de gratidão, o prefeito da época homenageou o tal Papa colocando seu nome na Avenida da Igreja e da Rádio, a Av. João XXIII, o “último” Papa de nome João até os tempos atuais.

Infraestrutura[editar]

Ao contrário da crença popular que existe em Minas Gerais onde diz que não existe energia elétrica em Catalão, existe sim, mas só aparece em ano bissexto e época de eleição, sendo a CELG ENEL é o órgão que costuma fornecer de vez em quando a energia elétrica de Catalão. Mas na prática, realmente não tem energia elétrica, porque basta uns pássaros pousarem nos fios ou o vento ultrapassar os 0,17 km/h que a energia cai, e não há alguma decisão esportiva importante na televisão.

Ainda tem o fato de que se tiver energia (quando tem) se começar aquela fina garoa, uma chuva de nada, aí só haverá energia 3 dias depois.

A UFG local, em especial alguns professores de geografia, vêm defendendo a construção de três novas hidrelétricas na região, sobretudo após a maior delas ter oferecido gordos subsídios financeiros aos mesmos... Está certo que a energia não ficará na cidade, mas os sábios mestres argumentam que isso é de suma importância!

Educação[editar]

  • UNA (Univerdade para Analfabetos) - A antiga CESUC (Centro que Ensina Unicamente Catalanos), pequena dissidência da FPU (Faculdade Politécnica de Uberlândia) foi eleita a melhor universidade do mundo pelos catalanos, pois somente ela consegue dar um diploma de ensino superior aos semi-analfabetos estudantes catalanos. Foi comprada pelo conglomerado do Eike Batista ÂNIMA (que comprou metade das universidades particulares do Brasil) em troca de algumas bananas e 3 Fiat UNO. Agora tudo chama UNA. A Universidade também abre as portas para os burros de cidades vizinhas que não conseguem passar nem para aprendiz de servente de pedreiro para que também estudem na UNA. Cuidado ao perder sua identidade nos arredores da universidade, pois você estará automaticamente matriculado.
  • UFCAT (Universidade Federal Catalana para Tontos) - Pedaço da UFG em Catalão. Como se já não bastasse o elevado número de playboys presentes na cidade, devido aos cursos oferecidos pela UFG esse número aumentou consideravelmente. Os cursos mais procurados são os de mestre de obras, tatu especializado e assistente de médico. A maioria dos alunos matriculados ali são filhinhos de papai, principalmente de Uberlândia, Araguari e outras cidades vizinhas que sempre tem aquele senhor feudal que manda o filho pra estudar em Catalão.

Transportes[editar]

Mantendo a tradição goiana de formar os piores motoristas do Brasil, Catalão segue o exemplo da capital ao ser famosa pela quantidade absurda de barbeiros no trânsito ali existentes. É um ponto forte cultural catalano a sua tradição em fornecimento de carteiras de motoristas, todo mundo na região sabe que o pessoal vem de Uberlândia ou até mesmo de Brasília para comprar a carteira facilmente nas bodegas auto-escolas de Catalão. E isso é sem dúvida uma estratégia catalana para que esses pseudo-motoristas destruam o trânsito de Uberlândia tornando Catalão a cidade mais influente da região.

Catalanos desde o começo do século XX fazendo o que sabem de melhor.

Uma história peculiar de barbeiragens catalanas remonta um acidente registrado em 1925 que quase pôs fim à uma das maiores sociedades empresariais genuinamente catalana. Os irmãos Duarte (Dorivan e Dorival) já eram nessa época sócios de uma empresa de ônibus e de um posto de combustíveis. O Dorivan queria porque queria arrumar um emprego pro seu filho, o Júnior, que passava o dia coçando e pescando no córrego do almoço. Então, mesmo sem qualquer experiência como condutor, ele resolveu colocá-lo pra dirigir um ônibus (ver imagem ao lado), um dos mais novos da empresa. O Miranda era totalmente contra isso, alegando que a inexperiência como motorista poderia colocar a vida dos passageiros em risco, estragar o ônibus novo e tal. O rapaz virou motorista mesmo assim, fazia a linha do Santa Terezinha. Logo na primeira semana do Júnior como motorista de ônibus, não deu outra: O rapaz se envolveu em um acidente, uma colisão frontal, e com o caminhão de buscar gasolina que era do posto de ninguém menos que o Miranda, ele mesmo, o que era totalmente contra. A partir daí foi só confusão, a coisa foi tão séria que quase culminou com o fim da sociedade entre os irmãos. Passageiros do ônibus em entrevista a uma rádio de Araguari (pois na época não tinha emissora de rádio e nem eletricidade em Catalão) disseram que o motorista do ônibus perguntava aos passageiros que iam subindo nos pontos se ele queria pagar o preço de uma passagem pra uma viagem com emoção ou sem emoção.

Cultura[editar]

Ateus querendo destruir a igreja de Catalão.

Cidade onde é culturalmente aceito que milhares de camelôs exponham ao ar livre, todos os anos, produtos originais do Paraguai. A cidade de Catalão conta com um belo, majestoso, imponente e absolutamente inútil centro cultural (que leva o nome de uma opressora qualquer) onde se ensina diversas atividades para as crianças carentes da cidade, como... éééé... dexa pra lá! Há também um museu assombrado pelos fantasmas das pessoas que tiveram a infelicidade de morrer nessa filial pobre do Inferno.

O nível de cultura dos habitantes é elevadíssimo. Com alguns habitantes muito cultos, alguns sortudos que depois de mais de 8000 tentativas conseguiram se conectar na Internet - por meio de discada é lógico - acessaram a Desciclopédia e adquiriram um nível de cultura de 0.2 MHz por m², chegam ao QI acima de 0.00001 e passam a ser considerados nerds em Catalão.

Os catalanos são uma raça totalmente dominada pela Globo (o que a globo diz, nem Deus contradiz, o que aliás explica o crescente número de ateus na cidade, já que a emissora é claramente satanista). A maioria da população não tem grana pra pagar TV a cabo, nem tem saco pra ler algo decente que não seja a revista caras e nem conhecimento para utilizar a internet que muitos consideram coisa do demônio, pois trabalham desde recém nascidos não pra tentar adquirir um nível de cultura um pouquinho mais elevado pra si ou seus pobres rebentos, ou (quando se é mais pobre em ambos sentidos) poder comprar um fusca azul e lotar de som e botar alguma música muito cult (provavelmente a do Crazy Frog ou o Créu) e acham que estão abalando, pois são "goianos do pé rachado".

Esportes[editar]

Tudo em Catalão é bão passado!!, como dizem, principalmente se for para falar do time de futebol da cidade, o Clube Recreativo e Atlético Catalano (CRAC) que tem esse nome para propositadamente ter um trocadilho com uma substância ilícita. A população demonstra todo o seu amor pelo time lotando constantemente o luxuoso e espaçoso curral loca que é utilizado como estádio cuja lotação máxima é de 50 pessoas, mesmo sem nenhum título importante em sua história. Alguns mais esclarecidos afirmam acertadamente que o CRAC tem uma grande semelhança com qualquer livro, pois tem UM título... Porém nunca foi confirmado tal fato.

Tem-se como ponto turístico em Catalão, o morro de São João, com uma igreja no alto com vista panorâmica para a cidade, ponto de encontro todas as terças dos torcedores do CRAC na missa das 8. Essa façanha durante os últimos 6 anos, e geralmente também marcam brigas com os favelados vila-novences que saem de Goiânia na segunda-feira, provavelmente estão de folga. Esse local também é o motel dos pobres da cidade, que toda noite levam seu fusca velho e amassado pra dá um trato na patroa.

Idioma[editar]

Em Catalão falam-se dois idiomas. As menores partes dos habitantes que ficam na zona urbana comunicam-se em uma espécie mutante do dialeto mineirês, todavia nas zonas da roça o idioma usado é o goianês em sua forma totalmente primitiva, possivelmente derivada do cruzamento de um mineiro com um aborígene. A população de Catalão é conhecida por encolher a maior parte das palavras que pronuncia, tornando praticamente impossível a sua compreensão de qualquer ser humano normal falante da língua portuguesa.

Alguns exemplos das belíssimas sentenças que os animais intelectuais habitantes dessa cidade pronunciam diariamente pode ser encontrada no mini-dicionário Catalano-Português:

  • Uai, iacuié? = Onde está a colher? (catalano perguntando ao colega, na fila do restaurante industrial)
  • Óiacuié aí, ó! = Olha a colher aí! (colega mostrando a colher ao catalano, no restaurante industrial)
  • Vamino? = Vamos indo?
  • Uai, larga di minti lanhado, istrem tem nem base não sô! = Nossa!, você mente pra caralho seu desgraçado!
  • Vamapiá cumadi! Passei um fezin gorinha!! = Pessoa convidando uma conhecida a descer de sua carroça seu carro pra tomar um café.
  • Tarra carpino us lote du seu Bastião lá nu castelo! = Peão orgulhoso de seu trabalho de limpador de lotes baldios no bairro cu sujo e pobre da cidade.
  • Cunzinha = Cozinha
  • Strovano = Atrapalhando
  • Oncotô? = Onde eu estou?
  • Dibadacama = Debaixo da cama
  • Pondions = Ponto de ônibus
  • Condiziôto = Como dizem os outros
  • Na moduôto= Do jeito dos outros
  • Dendapia = Dentro da pia
  • Padifora = Para fora
  • Pônoisvai? = Para onde que nós vamos?
  • Trussi pucevê = Trouxe para você ver
  • Onquicetava? = Onde que você estava?
  • Sápassado = Sábado passado
  • Comcetá? = Como vai você?
  • Isturdia = Dias atrás
  • Lanhado = Desgraçado
  • CÊÊÊÊÊ besta! = Pessoa espantada
  • Caudique? = Por causa de quê?
  • Imbassado = Embaçado
  • Porti = Pode significar "porte" (porte de arma de fogo) ou "poste de luz"mas não é muito utilizado pois ainda não se tem poste de luz na cidade
  • Sebento = Oleoso
  • Passado = Demais (Bão Passado!)
  • Chapi = aqui nos deparamos com um tipo de "palavra coringa" dos catalanos que pode ser usada em momentos de espanto, alegria, tristeza, durante o sexo, etc...
  • Bão passado = muito bom.
  • Tá Bão = como vai(cumprimento, saudação), tudo bem,está bom.
  • Ocetabão = cumprimento,saudação.
  • Míí = era para ser milho.
  • é mês = não sabemos se era para dizer: "é mesmo", ou se era para falar se era um mês do calendário.

Lazer[editar]

O passatempo favorito dos espécimes locais consiste em frequentar os "diversos" bares dessa fossa primordial conhecida como "cidade", que em sua grande parte são caracterizados por serem ambientes "limpos, aconchegantes, e com decorações temáticas", conhecidos pelas seguintes características:

  1. Um local bastante velho e caindo aos pedaços.
  2. Banheiros mais sujos que a fossa que o diabo usa.
  3. Falta de espaço.
  4. Variedade porca de bebidas, e quando tem algo além de pinga e cerveja, ela é falsificada.
  5. Mesas de sinuca (esse é o quesito mais importante de todos, eu disse TODOS, pois o que é um birosca sem uma mesa de sinuca, não é mesmo?). Nada se compara ao chegar no local e ver todos lutando por espaço com mesas de sinuca e os caminhoneiros que ficam jogando na mesma, achando que isso dá status social...

Os frequentadores de tais biroscas são divididos em dois grupos:

  • Homens: Agem como se estivessem gerando Deus em suas barrigas, não importa se eles não tem nada e todos saibam disso: eles são Deus, exatamente como a vagabunda de suas mães lhes disse, e ela nunca mente para eles, não é mesmo? Antes de chegar no bar ligam seu som de seu carro no último volume, mesmo que isso implique surdez futura, e passam na frente do bar o máximo de vezes que o combustível de sua carroça aguentar. Ao passar na frente do "barzim" encaram toda e qualquer pessoa e sempre tentam fazer cara de mau. Tudo para mostrar que ele é mau e que tem um carro, mesmo que tal carro em questão tenha sido parado de ser fabricado há 20 anos.
  • Mulheres: Se arrumam como se fosse o dia mais especial da sua vida (mesmo que você se pareça com o cruzamento do João Gordo com a Susan Boyle), mesmo que vá a uma birosca fedida e suja que nem uma bactéria teria coragem de entrar. Também agem como se fossem as mulheres mais importantes do universo, não dão moral para ninguém que não tenha um carro (mesmo que seja seu próprio pai) e não se portem como um pseudo-deus. Compram roupas de marca divididas em 36x no cartão de crédito do pai, ou limpando a casa da avó pra conseguir pagar.