Catalão

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Cquote1.png Você quis dizer: Aprendizes do Guarda Belo Cquote2.png
Google sobre GPT de Catalão
Cquote1.png De Carro é 100 quilômetros, mas de avião é pertim, pertim! Cquote2.png
Catalano sobre Distância de "Berlandia"
Cquote1.png Menino! Vai tomar um antigripal, contra esse CATARRÃO! Cquote2.png
Drauzio Varella sobre Catalão
Cquote1.png Chapi, uai Cquote2.png
Catalano sobre este artigo
Cquote1.png I have a dream! Cquote2.png
Martin Luther King Anhanguera sobre Catalão
Cquote1.png Eu sou a coisa mais culta que já nasceu lá! Cquote2.png
Amado Batista sobre Catalão
Cquote1.png A gente temos uma fazenda lá e gosta de dá uns golpes de Jiu-Jitsu nos peão que trabalha pro papai! Cquote2.png
KLB sobre Catalão
Cquote1.png Até eu passo! Cquote2.png
Shiv Charan sobre vestibular do CESUC
Cquote1.png Ah, é o local para o qual deveríamos fornecer energia elétrica, né? Cquote2.png
CELG sobre Catalão
Cquote1.png THIS IS CATALÃOOOOOOOOOOOOO!!! Cquote2.png
Lêonidas sobre Catalão

Catalão é o nome de uma semi-famosa cidade no meio do deserto cerrado sul goiano. Depois que o diabo criou a escuridão, criou Catalão, a apelidada corrutela "Vila do Apagão", a mais pior de todas as vilas no toba do Goiás, importadora de mão-de-obra escrava para o projeto de fabrica da Mitsubishi.

História[editar]

Ateus querendo destruir a igreja de Catalão.

Catalão foi cuspida fundada em 1833 por um generoso bandeirante, Anhanguera, que queria achar um local para começar uma criação de porcos sem pagar IPTU e que pudesse ensinar valsa aos mesmos (esse era seu sonho de infância desde que assistiu uma apresentação de circo de Moscou). Ao chegar à região com uns comparsas, Anhanguera se deparou com uma tribo de ferozes índios canibais que queriam fazer uma churrascada dos recém chegados. Devido a uma reviravolta do destino, o destemido Anhanguera colocara em seu necessaire de viagem, minutos antes de ser apanhado, um espelho, e estando ciente que índios são tarados por espelhos (só naquela época, porque hoje em dia índio quer Ipod, Hilux e calças da Nike), sacou como um raio seu espelhinho de bolso e apontou na direção do cacique que imediatamente caiu aos seus pés, sem falar no chão diante do espelho. Depois desse episódio, o destemido Anhanguera resolveu criar nesse fosso, uma vila (não a do Chaves seu imbecil!), para que pudesse realizar nessas terras seu maior sonho, a primeira "Academia de Porcos de Cartola Dançadores de Valsa" do universo. Nosso herói Anhanguera também foi ajudado por um corajoso padre catalão (da Catalunha, idiota!) e por sete psicólogas, que deram continuidade ao sonho do seu amigo, professor e ídolo, o Anhanguera.

Depois de algumas dezenas de anos, passaram por Catalão alguns intelectuais emos, como Bernardo Guimarães, que fez com que a cidade tivesse uma crise de superego tamanha, que acabou por contagiar também o vilarejo vizinho Uberlândia.

Até 1930, confrontos entre os bandidos de Goiás com a polícia de Minas Gerais eram frequentes, sendo que a polícia sempre perdia nos combates, e a prática do hoje esporte olímpico de tiro-ao-alvo fez com que Catalão adquirisse a fama de maior exportadora de jagunços do Centro-Oeste. A partir de 1930 a cidade ficou mais calma, agora o chumbo não come mais tão solto na cidade, apenas de vez em quando.

Durante a década de 40, uma família fofoqueira se alojou em um barraco na boca-do-leão, dando origem às fofocas exageradas que são utilizadas até hoje por mais de 99,9% da população.

Com a chegada da modernidade, chegou a luz elétrica, mas o povo de Catalão não aceitou. "Istumados" pelos donos de lojas de querosene, o povo disse que a luz era coisa do capeta (isso também aconteceu com o rádio, a televisão, o celular...), e teve inicio a Revolta da Lamparina, um confronto sanguinário e marcado a fogo nos anais da história mundial, onde mais de meia dúzia de cidadãos pereceram, na terrível batalha contra a energia elétrica (os idiotas devem ter morrido é de fome mesmo). Devido a eterna desconfiança da população com a energia elétrica, quase sempre existem casos em que moradores furiosos atacam redes de alta tensão e eletrodomésticos provocando chacinas de proporções homéricas, na já reduzida população de eletrônicos de Catalão, que até hoje vive amedrontada e sempre se borra toda vez que chega perto de um caipira. Ao contrário da crença popular de Minas Gerais onde diz que não existe energia em Catalão, existe sim, mas só aparece em ano bissexto e época de eleição.

População[editar]

Catalão e Uberlândia disputam o troféu de povo mais metido a besta, levando vantagem a cidade mineira por ser maior e ter um maior número de playboys otários, fato fortemente negado pelos catalanos que juram que a cidade tem 200 mil habitantes (só tem 80.000, desse número 80% são pseudo-playboys favelados e roceiros, apenas 10% são playboys legítimos, 9,5% são formados por imigrantes perdidos e os restantes 0,5% são pessoas normais).

A cidade é tranquila, mas sofre atualmente com as temíveis invasões de paraibanos e toda sorte de nordestinos pobres que acham que vir do cu do Brasil de pau-de-arara numa viagem de mais de 4 dias, e desses 4 dias que passaram a maior parte do tempo peidando e xingando a baleia (o cachorro de algum baiano) porque ele roubou o último pedaço de charque e agora eles tem que passar o resto dos 8000 quilômetros comendo só farinha e rapadura, é um fato de que se deve orgulhar, porque arrumaram um emprego na barragem da Serra do Facão, e que caíram na história de que "viver em Catalão é bom demais".

Política[editar]

Os dois grandes nomes políticos de Catalão são o ditador perpétuo e vitalício, o protótipo mal feito do Imperador Palpatine, mais conhecido como Dr. Adib (que se escondia atrás de seu pau mandado chamado Velomar) e também o clone mal feito do Dr. Evil, Jardel Sebba que agora é prefeito desta pocilga. Mas seu mandato é igual trabalhador que roda turno, trabalha dia-sim, dia-não, pois tem o mandato cassado pelas viúvas do Adib umas duas vezes por semana...

Educação[editar]

CESUC/FATECA[editar]

Ou mais conhecida - CENTRO QUE ENSINA UNICAMENTE CATALANOS foi eleita a melhor universidade do mundo, pois somente ela consegue dar um diploma aos semi-analfabetos estudantes catalanos. A Universidade também abre as portas para os burros estudantes de cidades vizinhas que não conseguem passar nem para aprendiz de lavador de pratos para que também estudem no CESUC. Cuidado ao perder sua identidade nos arredores da universidade, pois você estará automaticamente matriculado.

Universidade Federal de Goiás[editar]

Como se já não bastasse o elevado número de playboys presentes na cidade, devido aos cursos oferecidos pela UFG (mestre de obras, tatu especializado, assistente de médico, etc.) esse número aumentou consideravelmente, pois a maioria dos filhinhos de papai, principalmente de Uberlândia e Araguari,e também de outras cidades vizinhas vieram para essa merda bela cidade.

Cultura[editar]

Nota: Vide o artigo: nada.


A cidade de Catalão conta com um belo, majestoso, imponente e absolutamente inútil centro cultural (que leva o nome de uma opressora qualquer) onde se ensina diversas atividades para as crianças carentes da cidade, como... éééé... dexa pra lá!

Há também um museu assombrado pelos fantasmas das pessoas que tiveram a infelicidade de morrer nessa filial pobre do Inferno.

Cidade onde é culturalmente onde milhares de camelôs expõem todos os anos produtos originais do Paraguai.

Outro ponto forte cultural catalano é a sua tradição em fornecimento de carteiras de motoristas, todo mundo na região sabe que o pessoal vem de Uberlândia ou até mesmo de Brasília para comprar tirar a carteira facilmente nas bodegas auto-escolas de Catalão. E isso é sem dúvida uma estratégia catalana para que esses pseudo-motoristas destruam o trânsito de Uberlândia tornando Catalão a cidade mais influente da região.

O nível de cultura dos habitantes é elevadíssimo. Com alguns habitantes mais cultos, (alguns sortudos que depois de 1783097974012704 tentativas conseguiram se conectar na Internet por meio de discada é lógico, acessaram a Desciclopédia e adquiriram um nível de cultura de 0.2 MHz por m²) que tem QI acima de 0.00001 já é um nerd em Catalão.

Os catalanos são uma raça totalmente dominada pela Globo, (o que a globo diz nem Deus contradiz) pois a maioria da população não tem grana pra pagar TV a cabo nem tem saco pra ler algo decente que não seja a revista caras, pois trabalham desde recém nascidos não pra tentar adquirir um nível de cultura um pouquinho mais elevado pra si ou seus pobres rebentos, ou (quando se é mais pobre em ambos sentidos) poder comprar um fusca azul e lotar de som e botar alguma música muito cult (provavelmente a do Crazy Frog ou o Créu) e acham que estão abalando, pois são "goianos do pé rachado".

Idiomas[editar]

Em Catalão falam-se dois idiomas. As menores partes dos habitantes que ficam na zona urbana comunicam-se em uma espécie mutante do dialeto mineirês, todavia nas zonas da roça o idioma usado é o goianês em sua forma totalmente primitiva, possivelmente derivada do cruzamento de um mineiro com um aborígene.

A população de Catalão é conhecida por encolher a maior parte das palavras que pronuncia, tornando praticamente impossível a sua compreensão de qualquer ser humano normal falante da língua portuguesa.

Alguns exemplos das belíssimas sentenças que os animais intelectuais habitantes dessa cidade pronunciam diariamente pode ser encontrada no mini-dicionário Catalano-Português:

  • Uai, iacuié? = Onde está a colher? (catalano perguntando ao colega, na fila do restaurante industrial)
  • Óiacuié aí, ó! = Olha a colher aí! (colega mostrando a colher ao catalano, no restaurante industrial)
  • Vamino? = Vamos indo?
  • Uai, larga di minti lanhado, istrem tem nem base não sô! = Nossa!, você mente pra caralho seu desgraçado!
  • Vamapiá cumadi! Passei um fezin gorinha!! = Pessoa convidando uma conhecida a descer de sua carroça seu carro pra tomar um café.
  • Tarra carpino us lote du seu Bastião lá nu castelo! = Peão orgulhoso de seu trabalho de limpador de lotes baldios no bairro cu sujo e pobre da cidade.
  • Cunzinha = Cozinha
  • Strovano = Atrapalhando
  • Oncotô? = Onde eu estou?
  • Dibadacama = Debaixo da cama
  • Pondions = Ponto de ônibus
  • Condiziôto = Como dizem os outros
  • Na moduôto= Do jeito dos outros
  • Dendapia = Dentro da pia
  • Padifora = Para fora
  • Pônoisvai? = Para onde que nós vamos?
  • Trussi pucevê = Trouxe para você ver
  • Onquicetava? = Onde que você estava?
  • Sápassado = Sábado passado
  • Comcetá? = Como vai você?
  • Isturdia = Dias atrás
  • Lanhado = Desgraçado
  • CÊÊÊÊÊ besta! = Pessoa espantada
  • Caudique? = Por causa de quê?
  • Imbassado = Embaçado
  • Porti = Pode significar "porte" (porte de arma de fogo) ou "poste de luz"
  • Sebento = Oleoso
  • Passado = Demais (Bão Passado!)
  • Chapi = aqui nos deparamos com um tipo de "palavra coringa" dos catalanos que pode ser usada em momentos de espanto, alegria, tristeza, durante o sexo, etc...
  • Bão passado = muito bom.
  • Tá Bão = como vai(cumprimento, saudação), tudo bem,está bom.
  • Ocetabão = cumprimento,saudação.
  • Míí = era para ser milho.
  • é mês = não sabemos se era para dizer: "é mesmo", ou se era para falar se era um mês do calendário.

Lazer[editar]

O Passatempo favorito dos espécimes locais consiste em frequentar os "diversos" bares da vila, fossa primordial, curral cidade, que em sua grande parte são caracterizados por serem ambientes "limpos, aconchegantes, e com decorações temáticas", conhecidos pelas seguintes características:

  1. Um local bastante velho e caindo aos pedaços.
  2. Banheiros mais sujos que a fossa que o diabo usa.
  3. Falta de espaço.
  4. Variedade porca de bebidas, e quando tem algo além de pinga e cerveja, ela é falsificada.
  5. Mesas de sinuca (esse é o quesito mais importante de todos, eu disse TODOS, pois o que é um birosca sem uma mesa de sinuca, não é mesmo?) Nada se compara ao chegar no local e ver todos lutando por espaço com mesas de sinuca e os caminhoneiros que ficam jogando a mesma, achando que isso dá status social...

Se você seguiu todas essas dicas, parabéns, otário: venha pra Catalão e comece a perder dinheiro já abrindo um barzinho em qualquer esquina!

Os frequentadores de tais biroscas são divididos em dois grupos:

  • Homens: Agem como se você estivessem gerando Deus em suas barrigas, não importa se eles não tem nada e todos saibam disso: eles são Deus, exatamente como a vagabunda de suas mães lhes disse, e ela nunca mente para eles, não é mesmo? Antes de chegar no bar ligam seu som de seu carro no último volume, mesmo que isso implique surdez futura, e passam o máximo de vezes que o combustível de sua carroça aguentar. Ao passar na frente do "barzim" encaram toda e qualquer pessoa e sempre tentam fazer cara de mau. Tudo para mostrar que ele é mau e que tem um carro, mesmo que tal carro em questão tenha sido parado de ser fabricado há 20 anos.
  • Mulheres: Só se arrumem como se hoje fosse o dia mais especial da sua vida (mesmo que você se pareça com o cruzamento do João Gordo com a Susan Boyle), mesmo que vá a uma birosca fedida e suja que nem uma bactéria teria coragem de entrar. Também agem como se fossem as mulheres mais importantes do universo, não dão moral para ninguém que não tenha um carro (mesmo que seja seu próprio pai) e não se portem como um pseudo-deus. Compram roupas de marca, divididas em 36x no cartão de crédito do pai, ou limpando a casa da avó pra conseguir pagar.

Futebol[editar]

Tudo em Catalão é Bão Passado!! como dizem, principalmente se for para falar do time da cidade, o Clube Recreativo e Atlético Catalano (CRAC) (achou que era da substância ilícita que eu estava falando né, safadinho!), onde a população demonstra todo o seu amor pelo time lotando constantemente o luxuoso e espaçoso curral estádio cuja lotação máxima é de 50 pessoas, mesmo sem nenhum título importante em sua história, alguns infelizes ainda insistem em dizer que o CRAC tem uma grande semelhança com qualquer livro, pois tem UM título... Porém nunca foi confirmado tal fato.

Tem-se como ponto turístico em Catalão, o morro de São João, com uma igreja no alto com vista panorâmica para a cidade, ponto de encontro todas as terças dos torcedores do CRAC na missa das 8, Essa façanha durante os últimos 6 anos, e geralmente também marcam brigas com os favelados vila-novences que saem de Goiânia na segunda-feira provavelmente estão de folga. Esse local também é o motel dos pobres da cidade, que toda noite levam seu fusca velho e amassado pra dá um trato na patroa.

Eletricidade[editar]

A CELG é o órgão que costuma fornecer de vez em quando a energia elétrica de Catalão.

Não tem. Aliás, ter tem, mas muito eventualmente apenas quando não há pássaros pousando nos fios, o vento não ultrapassa os 0,17 km/h, e não há alguma decisão esportiva importante na televisão.

Ainda tem o fato de que se tiver energia(quando tem) e começar aquela fina garoa, uma chuva de nada, só tem energia 3 dias depois!

A UFG local, em especial alguns professores de geografia vêm defendendo a construção de três novas hidrelétricas na região, sobretudo após a maior delas ter oferecido gordos subsídios financeiros aos mesmos... Está certo que a energia não ficará na cidade, mas os sábios mestres argumentam que isso é de suma importância!!

Fatos Históricos[editar]

Broom icon.svg
Tua mãe desencoraja seções de curiosidades, mas nós não ligamos a mínima! Sob as políticas da Desciclopédia
Mas bem que esta seção pode ser aproveitada integrando-se piadas decentes às seções mais adequadas.
Cada curiosidade pode render uns bons parágrafos, então faça direito!

IGREJA NO ALTO DO MORRINHO[editar]

Evolução dos Templos e o meio de transporte.

O principal ponto turístico da currutela cidade é a Igreja no Morrinho de São João. Foi construída naquele lugar lá por culpa, capricho e maldade de ninguém menos que o padre Orcalino. O padre que adora testar a fé das pessoas, o padre que não deixa atender celular na missa, o padre que manda a gente ir flertar lá fora e que não deixa de modo algum a gente chupar balinha ou chiclete na hora da missa.

Pra testar a fé dos fiéis, o padre Orcalino determinou a construção da primeira igreja da currutela cidade lá naquele morro, que naquele tempo era distante da cidade cerca de uma légua (+- 4,6 km), o intuito era que quem fosse na missa lá tão distante, era porque realmente queria rezar, eram pessoas de fé. No começo muita gente ia, a Transduarte já tinha uma linha de charretes (foto) que ia pra lá (que mais tarde virou a linha do bairro das américas), os mais pobres sem condição de pagar, iam à pé mesmo, mas, na época de chuva o rola bosta Pirapitinga transbordava, alagava tudo, ficavam meses e meses sem poder atravessar pros lados de lá, e dá a volta lá na nascente (Copacabana) era praticamente uma loucura.

Depois de muita pressão no alto clero da igreja e vendo a diminuição do número de fiéis e o dízimo mal dando pra comprar pão pra paróquia, a diocese resolveu construir uma nova igreja lá no centro (a velha matriz). Fim dos problemas? Não. Nessa época Catalão já era cheio de gente rica, e eles não queriam dividir o mesmo ambiente com os pobres (pois como havia ficado perto da currutela, lotava toda missa). Mais pressão... dessa vez, como já eram influentes os ricos da cidade, foram falar direto com o Papa. E logo veio a determinação da construção de uma nova, monumental, sofisticada e grandiosa igreja, a Nova Matriz como conhecemos hoje. Em 1959, os ricos mais folgados e que já não queriam mais ter que sair de casa pra irem na missa, pediram ao Papa da época que criasse uma emissora de rádio AM para transmitir as missas ao vivo, pra eles não precisarem irem até a igreja. Foi então criada a Cultura AM e como forma de gratidão, o prefeito da época homenageou o tal Papa colocando seu nome na Avenida da Igreja e da Rádio, a Av. João XXIII, o “último” Papa de nome João até os tempos atuais.

ACIDENTE DE TRÂNSITO[editar]

Catalanos fazendo o que sabem de melhor.

Esse acidente registrado em 1925 em Catalão, quase pôs fim à uma das maiores sociedades empresariais genuinamente catalana. Os irmãos Duarte (Dorivan e Dorival) já eram nessa época sócios de uma empresa de ônibus e de um posto de combustíveis. O Dorivan queria porque queria arrumar um emprego pro seu filho, o Júnior, que passava o dia coçando e pescando no córrego do almoço. Então, mesmo sem qualquer experiência como condutor, ele resolveu colocá-lo pra dirigir esse ônibus da imagem, um dos mais novos da empresa. O Miranda era totalmente contra isso, alegando que a inexperiência como motorista poderia colocar a vida dos passageiros em risco, estragar o ônibus novo e tal. O rapaz virou motorista mesmo assim, fazia a linha do Santa Terezinha. E logo na primeira semana do Júnior, não deu outra. O rapaz se envolveu em um acidente, uma colisão frontal, e com o caminhão de buscar gasolina que era do posto de ninguém menos que o Miranda, ele mesmo, o que era totalmente contra. À partir daí foi só confusão. A coisa foi tão séria que quase culminou com o fim da sociedade entre os irmãos. Passageiros do ônibus em entrevista à uma rádio de Araguari (pois na época não tinha emissora de rádio e nem eletricidade aqui) disseram que o motorista do ônibus perguntava aos passageiros que iam subindo nos pontos, se ele queria pagar o preço de uma passagem pra uma viagem com emoção ou sem emoção.



PONTE DA PAZ[editar]

Ponte sem o vão principal, pra "separar" os valentões.

Ponte da Paz, Catalão – Davinópolis, 1885. Essa ponte ficou assim, sem o seu vão central por várias décadas. O motivo? Uma exigência da igreja católica naquele tempo, que temia que o encontro entre o povo da barra (conhecidos por serem muito bravos, dizem) e o povo de Catalão (metidos a valentes também) acabasse em uma guerra sem fim, com muito derramamento de sangue. Por isso o nome “Ponte da Paz”. Só em 1901 o então prefeito Cyro Netto fez um acordo de paz entre esses povos e resolveram terminar a ponte, a única exigência foi que a outra ponte que liga Davinópolis ao estado de Minas Gerais então nunca fosse feita, promessa que foi mantida até os tempos atuais. Esse acordo foi lavrado e registrado no Cartório do Mauro Sampaio.