Catas Altas

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Catas Altas é uma cidade muito nobre. para falar a verdade, nobre mesmo é quem tem coragem de pisar lá! Apenas o luco dos mais loucos se arrisca a pisar em Catas Altas, um lugar mais obscuro que o próprio inferno e mais tedioso e broxante que as piadas do Zorra Total. A cidade tem um longo histórico de pessoas que foram e não voltaram, essas histórias de fantasmas que rondam a cidade, é um bom repelente de estrangeiros.

Fundação[editar]

A cruz de Caio pinto é o maior ponto turístico da cidade: ela simboliza o número de pessoas que ficaram presas em bueiros da cidade.

Foi fundada em 1700 por um maníaco chamado Caio Pinto Seu. Caio Pinto era um fugitivo do sanatório do Rio de Janeiro que após ter um surto de pestes e doenças, deixaram ele fugir. Não só pelo fato de não estar doente, mas sim para parar de encher o saco dos enfermeiros com suas histórias sem pé nem cabeça. Caio era um maníaco que gostava de ter atenção: durante todo o trajeto de Rio até Minas ele matava prostitutas e exploradores metidos a belezões que queriam fundar cidades pequenas e insignificantes e pôr o próprio nome num complexo de egocentrismo.

Caio chegou na região que seria mais tarde chamada de Catas Altas e fez uma cruz, simbolizando que finalmente sabia qual profissão exercer: a de padre.

Economia[editar]

Algumas pessoas que passavam pela cidade começaram a ficar, e isso gerava renda para o novo padre-assassino-maníaco de Catas Altas. Na verdade, o tipo de padre que Caio dizia ser era aquele mesmo tipo que mata vampiros sanguinolentos com faquinhas e usa acrobacias cheias de coreografia hollywooística.

Ele começou a usar a religião para manter as pessoas sob vigília dele e usou as armadilhas naturais para convencer a elas ficarem: falava que os bueiros da cidade eram traiçoeiros e matavam as pessoas que passavam por eles e que as pedras esmagavam as mãos de qualquer um.

A economia aumentou consideravelmente depois desses boatos.

Atualmente[editar]

A cidade vive uma imensa solidão, provocando assim a crise emo mais potente já vista na história de Minas Gerais. Mas as pessoas nunca poderão sair, a natureza das rochas não permite que façam isso. Bem, é uma boa quarentena. Enquanto você lê isso aqui, algum morador de Catas Altas mata outra pessoa por comida.