Celso Barros

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Carnaval3.jpg CRIME OCORE NADA ACOTECE FEIJOADA

Aê, meu, este artigo é verde-amarelo, mano! Só fala de futebol, come feijoada, exporta diplomatas, puxa o saco dos EUA, paga imposto pra caralho e põe a culpa no governo pela alta criminalidade.


Cquote1.png Você quis dizer: Lavagem de dinheiro Cquote2.png
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Cquote1.png Você quis dizer: Aliciamento Cquote2.png
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Cquote1.png Você quis dizer: Atravessar Negociações Cquote2.png
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Cquote1.png Você quis dizer: Dono do Vasco 2 Cquote2.png
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Cquote1.png AHAZÔ! Cquote2.png
Tricolor após mais uma contratação viabilizada por ele
Cquote1.png FILHO DA PUTA! Cquote2.png
Roberto Dinamite, Patrícia Amorim e Maurício Assumpção sobre Celso Barros
Cquote1.png #pelaportadafrente Cquote2.png
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CELSO BARROS é o presidente da Unimed Rio, e um dos grandes aliciadores, lavadores de dinheiro e atravessadores de negociações do futebol brasileiro. Aprendeu com os mestres da Máfia Russa, como Roman Abramovich e o pessoal que administra o Anzhi a arte disso.

Se diz tricolor de coração, quando na verdade é só um vascaíno que queria muito que seu time tentasse pelo menos chegar aos pés do nosso prezado vice, o que explica o fato de eles imitarem o Vasco em tudo: jogadores, organizações de vagabundos torcidas organizadas, logotipos, camisa #2 e tantas outras coisas.

Atualmente, ele é o dono do maior ninho de ratos do brasil: o Fluminense Football Club. Ele é o cara que realmente manda no clube, e que na verdade, os presidentes são só fachada. É tudo teatrinho financiado com o dinheiro da Unimed. Isso mesmo, meus caros flamenguistas, vascaínos e botafoguenses: ao fazerem plano de saúde por lá, vocês estão financiando o Fluminense. Usa a agremiação para fazer aquela lavagem de dinheiro que se vê necessária.

A Infância:[editar]

Por ser empresário, veio de uma família muito rica, mas que nunca lhe dava atenção porque seus pais estavam muito ocupados e seus tios, primos e irmãos o odiavam.

Seus pais um dia o levaram a Rússia, em uma viagem de negócios. Como seus pais estavam negociando com produtores de Vodka, ele ficava sozinho brincando com alguns amiguinhos vermelhos que ele fez.

As vezes rolavam encontros nas casas deles. Entre esses encontros, ele conheceu o filho de Roman Abramovich, ainda um jovem empresário que acabara de se aliar a Máfia Russa. Em um dia, Celso o viu “trabalhando” e entendeu Omo se lavar dinheiro e aliciar pessoas com contratos vigentes com outras instituições.

Quando voltou ao Brasil, já se tornou um mestre na arte disso, e foi levando a vida com essas bases nos anos seguintes:

Adolescência:[editar]

Um hack do Brasfoot, onde é possível aliciar jogadores com contratos vigentes, atravessar negociações e lavar dinheiro

Após terminar o Ensino Médio, ele precisava de algo para financiar sua universidade sem querer extorquir seus pais, daí começando a lavar dinheiro e assim podendo financiar seu ensino superior.

Após um tempo, conseguiu um trainee na Unimed, onde ele simplesmente seria só uma cobaia, alguém para pagar o pato por qualquer coisa de ruim que acontecia, mas, para a alegria do presidente da empresa na época e para desespero dos empregados, que viam seus empregos ameaçados: o cara estava conseguindo contratar funcionários de Amil, Golden Cross e até do SUS, na base do aliciamento, uma estratégia que dizem ser desonesta.

Assim, ele cresceu na empresa e se tornou RH por entender muito bem de aliciamento, assim, podiam limpar a concorrência e instaurar o monopólio.

Já consolidado, terminou a universidade já com emprego e uma boa estabilidade financeira, já era hora de mamar nas tetas dos seus pais.

Na Unimed:[editar]

O Che£$ki tem o Abramovich. O Anzhi tem o resto da Máfia Russa. O Fluminense tem o Celso Barros

Celso demonstrava uma grande vontade de subir na vida, agora o plano era se tornar presidente.

A empresa não estava lá essas coisas, então, depois de anos, Celso resolveu recorrer a lavagem de dinheiro para fazer a empresa voltar a crescer financeiramente, conseguindo, e derrubando o presidente na época, sendo tachado de incompetente.

Se tornou o presidente da empresa, então, não podia mais fazer seus “esquemas” de uma forma tão escancarada. Então, resolveu patrocinar o Vasco, seu time de coração, mas, como o time já tinha o Nhonho Eurico Miranda lavando dinheiro lá, ele optou pelo Fluminense, por gostar da atitude não muito honesta deles de virar a mesa e estourar champagne, principalmente porque estouraram o preferido dele, facilitado pelo Nhonho Eurico Miranda, o consultor financeiro do seu time de coração na época. Ligando uns pontos, ele tomou essa decisão.

No Fluminense:[editar]

Essa carta é trapaça...

Celso entendeu que seria uma boa mudar de time para que sua empresa faturasse mais. E soube explorar bem sua marca no sensacional amistoso do Fluminense contra o time da MTV, com vitória apertada dos tricolores.

Já no fundo do poço, ele não pôde fazer muitos investimentos. Foi um ano ruim para a Unimed por causa disso. Mas, Roger salvou a empresa de um ano instável. Venceu a Série C. Agora era voltar a Série A.

Celso chamou os organizadores da Copa João Havelange no canto e negociou com eles o retorno a Série A, com direito a todos os funcionários da CBF planos de saúde vitalícios gratuitos. E assim, o Fluminense volta a Série A sem nem passar pela B.

Já na Série A, ele se torna o dono do Fluminense: sua 1ª empreitada nisso é fazer com que o time seja um Vasco 2, aliciando os jogadores do escrete vice para trocarem a nau pela parada gay, assim conseguindo Romário, Edmundo, Pet e outros que estavam por lá. Foi a 1ª empreitada com aliciamento.

Coloca Roberto Horcades, seu cardiologista de confiança, na presidência de fachada do clube, todo mundo sabe quem realmente manda naquela porra...

Após vários anos, a ideia de um Vasco 2 volta a tona quando eles contratam Conca e Ygor (Ygornorreia segundo o Rock Bola), e ainda consegue aliciar e contratar o Dodopado e o Renato Silva, aí nem digo que é aliciamento, é Bullying mesmo, por se tratar de Botafogo, ou seja, só queria jogar dinheiro fora. Todo mundo sabe que eles seriam pegos no antidopping mesmo, por cafeína e maconha (ou seja, serviam café colombiano lá em General Severiano). O único sóbrio sem vícios arrancado do Botafogo foi o Diguinho (não o d’Os Travessos).

Depois disso, Horcades estava com problemas cardíacos. Era a vez de Peter Simpson Siemsen ser o sock puppet dele por lá..

Rodrigo Caetano foi outro que, em seu império no Vasco 2, trocou o Vasco pelo Vasco 2.

Após Vasco e Botafogo, era hora de completar a coleção de aliciamentos nos times grandes do Rio. Era a vez do Flamengo ser a vítima. Thiago Neves é o alvo e a negociação atravessada do momento.

MarcoFeliciano.png Este artigo se trata de uma personalidade mortalmente, incrivelmente e filhadaputamente odiada!
Provavelmente ele(a) é um(a) idiota que só faz merda!

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