Centavo

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Centavo, também conhecido como "Cento de Avos" é uma moeda tipicamente usada por seres da pior espécie, tais como Portugueses, Brasileiros e Argentinos.

Há teorias de que ela serviria para facilitar o troco com moedas, o que de fato nunca foi comprovado, pelo simples fato de que a inflação tenderia a tornar essas moedas a comida preferencial dos Mafagafos.

Segundo informações passadas por Economistas, se trataria de uma das moedas mais sem valor do mundo, servindo apenas para entupir os bolsos dos inuteis que acham que essas merdas tenham algum valor, o que é tão discutivel quanto a existência do Acre.

A criação[editar]

O Centavo foi criado na Argentina, sendo a partir de lá exportado como praga para vários países latinos de língua espanhola, tais como Chile, Peru, Bolívia e Colômbia.

Segundo alguns, a medida foi um sucesso tão grande e uma mostra tão grandiosa das repúblicas latinas do cachorro sem dono que circulam pela latrina da América Latina que Portugal, quando acabou com a monarquia, resolveu reformar a sua moeda e utilizar o Centavo como equivalente para a sua moeda de 10 réis, renomeando também o Mil-Réis como Escudo e transformando todo o sistema monetário português em cópia do existente nos países hispânicos em 1910.

Alguns dizem que este copiamento foi por burrice, uma vez que os portugueses não tinham criatividade para criar a sua própria moeda, sendo que a antiga ainda era sobrevivente dos tempos de Dom João VI nos tempos do Brasil-colônia

Desembarcando no Brasil[editar]

10 centavos, a primeira das moedas da série dos centavos, foi lançada no Brasil em 1942

Em 1926, começaram os estudos para se implantar o centavo entre os bananas da Ditadura Democrática do Brasil, no entanto, os então governantes ainda estavam indecisos quanto a ideia de que nome teria a moeda que valeria 100 centavos, no que um iluminado idiota falou na palavra Cruzeiro em um livro e a partir dai a ideia começou a ser levada a sério.

O plano consistia em transformar o 100 réis em centavo e transformar o valor de 10 mil réis em uma moeda chamada cruzeiro, que seria conversível em Barras de Ouro que valem mais do que dinheiro.

No entanto, por conta do golpe de 1930, que levou Getúlio Vargas ao poder da República dos Bananas, este plano foi abandonado e apenas em 1942 que Getúlio, sem ter o que fazer e cansado da velhice das notas de mil-réis, resolveu retomar o projeto e dar o nome de Cruzeiro para as novas notas, que substituiriam as notas de mil-réis no pau a pau, assim como aconteceu no sistema português.

No entanto, por conta do fato arquievidentemente irrefutável de que as moedas de 10 réis, vintém e 50 réis não valiam mais porra nenhuma, a implantação do centavo no Brasil foi imperfeita, coisa que só foi ser corrigida depois do golpe de 64.

A nota de 1 centavo[editar]

Getúlio Vargas sendo reconhecido pela sua grandiosa contribuição a unidade nacional

Por conta da supervalorização dos valores da moeda brasileira na época do golpe de 64, o ditador Castelo Branco resolveu tomar na ordem do dia a criação do Cruzeiro Novo, no qual se teria a volta do centavo revalorizado como moeda nacional.

Nesta época, se resolveu que a nota que tinha Getúlio Vargas na face receberia o carimbo de 1 centavo, prova arquievidente de que a moeda teria vindo para ficar e seu reconhecimento como a Unidade Nacional, como pode ser verificado no reverso da nota getulista.

Depois disso, a moeda ficou circulando em várias épocas, enquanto que as moedas superiores iam saindo de circulação, sendo que o centavo sobreviveu a todos os planos econômicos como moeda oficial, chegando a valer alguma coisa até o advento do Plano Real.

Além disso, notas como a de 100.000 Cruzeiros chegaram a circular com o valor de 10 Centavos de Cruzeiro nos tempos do Plano Collor, o que indica o valor e a importância da moeda na composição de valores no Brasil.

A moeda de 1 centavo[editar]

Atualmente, apesar da importância da cédula de 1 centavo (que não emplacou), foi criada a moeda de 1 centavo para tentar manter a imponência do centavo.

Não é segredo para ninguém que moedas de 1 centavo existem. Porém, sua função, além da de contibuir para o enchimento do bolso da carteira, é pouco conhecida. Alias, muito pouco conhecida. Eu diria, pouquíssimo conhecida. Rarissíssimo. Na verdade, ninguém a conhece. E eu estou entre essas pessoas.

Mas, o que se diz (sujeito indeterminado), é que elas têm um papel antiinflacionário. Pois que, se não existissem, os preços dos produtos seriam ajustados para o mínimo valor monetário mais próximo, isto é, para 5 centavos. E, pior, os preços seriam, fatalmente, arredondados para cima. Justificada, assim, sua existência pelo fato acima exposto, seria de se perguntar então se não deveria haver também, com o mesmo objetivo, frações da unidade do centavo, digamos, meio centavo? "Cruz-credo", diria um transeunte questionado quanto a possibilidade da instituição de uma moeda fração do centavo. E em uníssono insurgiria toda a população contra tal possibilidade.

O fato é que moeda de 1 centavo é coisa difícil de aturar. Quando se a recebe como troco após uma compra, tentadora é a vontade de jogá-la fora. Afinal, o que se pode comprar, hoje, com uma dessas moedinhas? Ao infeliz que faz uma compra de R$ X,99, e a rebece como troco, só lhe resta duas opções: descartá-la, jogando-a fora ou oferecendo-a ao caixa da loja, ou guardá-la até juntá-la em quantidade suficiente para poder usá-las numa outra compra (neste caso, assumindo o fato de vê-las enchendo, impiedosamente, o bolso da carteira).

Falta de respeito seria oferecer uma dessas peças a um mendigo na rua (sendo essa possibilidade, descartada). Muito se perguntam quanto se gasta na produção de cada uma dessas moedas. Não conheço precisamente o valor, mas sabe-se que se gasta mais produzindo-a do que seu valor monetário representa.

Simploriamente, poderia-se concluir, deste fato, a sua inviabilidade em existir, porém se a maldita daninha aí está, boas e seguras razões econômicas se deve ter. Mas o fato é que é um saco receber essas moedas como troco. Nem balinha pode substituí-la.

Teorias de forte aceitação mundial afirmam, no entando, que a moeda de um centavo continua no mercado sob ordens do Diabo, Cão miudo ou Luscisfer. A teoria consiste no fato de que as moedas de um centavo foram enviadas pelo Dianho como uma forma de marcação. Quando a besta do apocalipse vier à terra ela saberá que poderá comprar alguns dos humanos com dinheiro, seres humanos esses que possuirem moedas de um centavo. Pois a moeda de um centavo além de trazer má sorte é o cúmulo do pecado capital da avareza.

A perda de valor do Centavo[editar]

O centavo, depois que o Plano Real entrou em vigor, se tornou apenas mais uma divisão ordinária do Real, sendo muito desprezado por conta disso.

Há teorias de que a moeda teria sido abandonada pela sua falta de valor, que não chega ao ponto sequer de comprar uma bala doce.

As únicas moedas que circulam hoje são os seus múltiplos, como o 5 e o 10 centavos, que só servem para o troco, o 25 centavos, que além de dificultar o troco, só serve para comprar o pãozinho e o 50 centavos, que ocasionalmente é usado para comprar Tubaínas em garrafas de Cerveja.

Como podemos ver, o destino do centavo é cruel, apesar da sua grande história e do seu grandioso número de versões na história brasileira.

Versões do Centavo no Brasil[editar]

Quem utiliza[editar]