Centralina

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Cquote1.png Olha! Um prédio no meio do mato!!! Cquote2.png
Visitante chegando ao avistar Centralina

Cquote1.png Estou ficando tonto... Cquote2.png
Visitante no feudo centralinense sobre o movimento das carroças na Afonso Pena

Cquote1.png Estou ficando tonto... Cquote2.png
Homem-Aranha ao tentar usar seu meio de transporte no único local da cidade em que isso seria possível

Cquote1.png Não, esse não... Cquote2.png
Terrorista afegão sobre o prédio, ao sobrevoar a cidade com um bóeing sequestrado

Cquote1.png Aqui pra vocês! Cquote2.png
Prédio de Centralina para a pobre população de Canápolis, arquiinimigos do povo Centralinense

Cquote1.png Quero agradecer ao povo de PONTALINA!! (ou Cristalina, ou Cajuína, mas nunca o nome certo) Cquote2.png
Cantor contratado na Expocen sobre show em que agradece a presença do público em Pont... digo, Centralina

Cquote1.png Da um Real da um Real da um Real Cquote2.png
Cidadão tipico da cidade conhecido como João Chato, o nome ja prova tudo


CENTRALINA[editar]

Centralina é uma minúscula aldeia brasileira, localizada na protuberância erótica do estado de Minas Gerais. Conhecida nas redondezas como “Vai tomar no cú”, devido à poética forma sugerida por seu Skyline.

Ficou mundialmente conhecida como a cidade ONDE O HOMEM-ARANHA MORREU: ele se esborrachou no chão ao tentar balançar do único prédio da cidade até a caixa d’água da Copasa.


História[editar]

Há diversas lendas que contam o surgimento da cidade; no início havia apenas a cidade de Monte EVEREST Alegre (ui!), uma das cidades mais velhas do estado (mais velha até que a metida Uberlândia) e construída pelos incas venuzianos. Depois da chegada do Nacional Kid, o oprimido povo das currutelas locais (hoje Canápolis e Centralina) iniciou uma rebelião e proclamou sua independência, numa sangrenta batalha que repeliu as forças de Monte Alegray. Dessa batalha saíram vivos apenas um carrinho de abacaxi, um padre e alguns animais de fazenda. Estas criaturas reproduziram-se entre si e deram origem a Canápolis, posteriormente fundando o culto ao DEUS ABACAXI.

Descontentes com a vida casta do culto ao Abacaxi, alguns habitantes do brejinho local (vulgo baixada das égua), liderados por um mercador turco, requisitaram sua emancipação junto à cúpula Canapolina. O pedido foi negado, mas logo um fato cósmico mudou essa realidade.

Um grande meteoro flamejante caiu na região, separando Canapo e Centralina e originando esse clima quente do demônio. Ao ver uma nuvem em forma de órgão sexual feminino, o meteoro caído teve uma ereção e se transformou no que hoje é o único prédio de Centralina. Alguns daqueles que sobreviveram à queda do meteoro se desligaram do culto ao abacaxi e passaram a viver em volta do enorme objeto fálico, fundando a cidade de Centralina. Um pequeno fragmento do mesmo meteoro se tornou o símbolo do culto ao abacaxi e está posicionado entre Centralina e Canápolis, marcando a entrada da última e separando as duas cidades. A sobra do processo de impacto gerou ainda Centralinópolis, um híbrido bastardo dos dois povoados que se espalha em volta do tal símbolo.

Anos mais tarde, antes de atravessar o Atlântico e purpurinar a Austrália, o ônibus de Priscilla - A Rainha do Deserto passou em Centralina, atraído pelo grande objeto em forma de pênis que ali se encontrava, escandalizando a recatada população local.

Nessa ocasião surgiu o nome da cidade. Tralynna, a cafetina e puta-master do único puteiro da cidade, morreu atropelada pelo ônibus prateado. Guiado por motorista com carteira de Catalão, o veículo perdeu o controle no centro da cidade, vitimando a (nem tão) pobre meretriz. Os clientes do puteiro, influentes velhos gordos tarados e pais de famílias religiosas e de bem, homenagearam a cidade com o nome de SEM TRALYNNA, referência póstuma à benfeitora ero-sexual da região. A pessoa responsável por registrar o nome era uma das esposas despeitadas e cornas, que para se vingar de Tralynna resolveu escrever tudo errado. Então ficou CENTRALINA mesmo.

Nervosa por ter sido derrubada e ter sua performance arruinada, a drag que estava em cima do busão (que mais tarde se tornaria o agente Smith) desceu e decretou que dali em diante a cidade teria o epíteto mais bixa, mais fru-fru e mais gay de todo o estado: “'A PRINCESINHA DO TRIÂNGULO'. Feito isso, deu-se uma explosão cor-de-rosa e o ônibus desapareceu, deixando no ar o som das risadas histéricas e malévolas da drag e, por engano, alguns tripulantes do ônibus, que acabaram se integrando mais tarde à high-society centralinense.


Cultura[editar]

Centralina é uma cidade extremamente monótona divertida. Não há boate que sobreviva por muito tempo naquele ambiente, e não, não estamos falando do clima infernal aprazível. A principal atividade recreativa nos finais de semana é ficar dando voltas infinitamente na avenida Afonso Pena, passando pelo Bar Tropical (o Éi), olhando os mesmos butecos e pit-dogs e fazendo o tradicional trajeto que sempre passa pela igreja matriz, sorveteria, pracinha e outros cânones do universo das currutelas. É o momento ideal pra EXIBIR SEU AUTOMÓVEL (a coisa mais importante do universo para os requintados representantes do populacho local, mesmo que estejamos falando de um Monza dividido em 180 parcelas). Este meio social é habitado por diversas espécies.

Uma bastante comum é a dos emo/agroboys que desfilam com seus carros e suas namoradinhas de família virgens e, posteriormente, deixam as princesinhas na casa do pai e vão catar as vadias que sobram dando sopa (essas geralmente com mais cabelo no peito que eles). Essa é própria essência de um bom núcleo familiar cristão típico das redondezas, e tem potencial pra evoluir ao próximo passo: "casal". Uma variante beeem mais comum é a de emo/agroboys que desfilam com seus carros E NÃO PEGAM ABSOLUTAMENTE NINGUÉM. Sua única saída é se ajudar mutuamente quando enjoam do vaivém da avenida, mas é melhor deixar em segredo, já que homoerotismo é um tabu em currutelas. Note que manter segredos é algo muito complicado nesse bioma.

A evolução disso culmina nos CASAIS constituídos de um bêbado insatisfeito com a vida e uma moça submissa. Enquanto senta, o bêbado exibe uma pança INCAPAZ de se conter dentro de uma camisa ou camiseta, e suficiente para esconder totalmente um pinto mesmo que este tenha 48cm. Ele observa os que passam como se todos olhassem e desejassem sua namorada/esposa, independente de ela ser catável ou uma completa mocréia. Este é o tipinho mais agressivo, e tende a atacar toda vez que sente sua masculinidade questionada (ou seja, a todo momento, bravo igual um pinscher). A moça não solta sequer um pio durante toda a noite sem permissão do marido. Seu maior desejo é ser comida por mais de cinco minutos seguidos por seu macho.

Curiosamente, à meia-noite, tudo some e não se vê uma alma viva. Se você estiver na rua, com certeza vai evaporar ou se transformar num rolo de feno de filmes de faroeste. O cenário fica extremamente sinistro, e já se fala em usá-lo como locação para o jogo RESIDENT EVIL 7 - THE CENTRALINA OF DOOM.

O agitado carnaval local é frequentado exclusivamente por filhos da puta seres que estão totalmente sem grana pra ir pra Carnavais absurdamente caros e badalados, como o de Ituiutoba. A festa se dá na exuberante praça da cidade, decorada com coqueiros gigantescos, ideais pra produzir sombra no calor de 69 graus que faz durante o dia no local.

A delegacia local fica em frente à praça e é um dos MAIS DIVERTIDOS polos de recreação da cidade, contando com fliperama, sauna, piscina aquecida, pebolim, sinuca e strip-bar. Infelizmente isso é restrito apenas a um seleto grupo de associados, que podem ser vistos constantemente usando as instalações do clube, sem o menor constrangimento, pelas janelas que se abrem pra praça.

Economia[editar]

Tudo nessa cidade costuma ser extremamente quente, EXCETO o comércio local. Este se constitui basicamente de lojas de roupas ou itens supérfluos à beira da falência, tentando empurrar produtos para a aristocracia local ou butecos e vendinhas.

Na agricultura, principal atividade econômica, temos visto na atualidade o progresso da cana de açúcar, uma praga dos nove infernos cultura que ocupou 98% da terra agricultável na região e certamente vai deixar o solo totalmente podre e estéril sensibilizado nos próximos anos.

Produção industrial? HUAHAUAHUAHUHAUAHUAHAUHAUAHUAHAUHAUHA!

O principal produto de exportação da cidade são os próprios habitantes. Assustados com a voluptuosa economia local, pais de todas as classes despacham os filhos para os mais diferentes e cruéis destinos, só pra que não passem a vida nesse buraco de merda lugarzinho tão agradável, aprendendo a fofocar, desfilar de carro, usar roupinhas de marca e fazer nada (OU apenas fofocar e fazer nada; depende da condição financeira).


Política[editar]

A política da cidade é extremamente curiosa. Como algumas outras cidades de interior, é um dos poucos lugares onde uma coligação entre PT e PMDB foi possível antes do início do milênio. Na época da eleição duas coligações entre partidos totalmente aleatórias e sem nexo (algo do tipo PT-PMDB-PSDB-PV-PSOL-PPPOE-PSC-PS3-XBOX-etc...) disputam a prefeitura através de obras eleitoreiras e festas e mais festas com música de mal gosto, a velha política do pão e circo, numa versão com adicional de circo. Na prática, a única diferença as administrações de uma facção ou outra é a COR usada pra pintar a prefeitura.

O posicionamento político da maioria dos habitantes é definido por hereditariedade (vc obrigatoriamente vota em quem seu clã vota) ou por amizade. A rixa entre as facções opostas não tem a ver com política necessariamente: os representantes dos dois lados agem como torcedores de times de futebol rivais. Pra escapar da maldição, só morrendo ou saindo da cidade em definitivo.

Há alguns dias se descobriu em uma escavação arqueológica numa fazenda da região um pergaminho que revelava diversas maldições lançadas por entidades do mal sobre a cidade. Entre elas se destacava aquela operada pelo próprio MUM-RÁ : só poderia ocupar o cargo de prefeito aquele que tivesse o nome começado com JOÉ-.

O atual prefeito, JOÉlio Cuêi está na prefeitura a uns 29 mandatos, precedido por JOÉdis (que no carnaval era frequentemente possuído por PAZUZU e pela POMBA-GIRA), que foi prefeito pelo menos umas 42 vezes, e por JOsÉ MILTON, que ficou apenas um mandato em função da falha em seu nome. O motivo para a permanência do atual prefeito no cargo é o fato de ninguém da oposição ter gerado um filho de nome JOÉLSSON, JOÉCRITO, JOÉSBLER ou afins. Mas corre na cidade o terrível rumor de que, estimulada pelo alto índice da adesão da classe “artística” nos anais políticos, JOÉLMA do Calypso vai concorrer na próxima eleição, causando o fim da atual dinastia.


Urbanismo[editar]

Quem projetou essa cidade, no mínimo gostava de AUTORAMA. Toda a malha urbana é envolta pela Avenida Contorno, uma pista oval usada para corridas de rolos de feno do faroeste. Eventualmente, até os carros e as carroças passam ali. O elipse desenhado pela avenida é cortado ao meio pela única e principal avenida da cidade, a Afonso Pena, curiosamente chamada de "A AVENIDA". Mesmo não sendo oval, a Afonso Pena compartilha da vocação de autorama advinda da Contorno. É um local magnético, que atrai qualquer um que estiver perto e o obriga a ficar dando voltas incessantemente, até soar o toque de recolher.


Como sair?[editar]

Parte dos filhos dessa terra correm o risco de ser mandado pra estudar em Itumbiara. Acontece que todos que atravessam o rio perdem automaticamente 200 pontos de QI, tomam 30 pontos de dano por turno devido ao calor, esquecem-se de toda e qualquer regra de trânsito e são acometidos de uma vontade voraz de comer pequi, tornando-se GOIANOS. Pensando bem, tal destino é ainda pior do que permanecer na cidade. Se mata...

Outra parte vai fazer cursinho no Berlândia, a metrópole. O complicado é que, frente à vida sofisticada dessa enorme roça provinciana cidade, os filhos das elites de Centralina acabam sucumbindo aos encantos da vida cosmopolita, se envolvendo com drogas e álcool e putaria polissexual até gastar todo o dinheiro do papai, consequentemente levando cerca de vinte anos pra colar grau e ter uma profissão. Alguns retornam e vão tocar fazenda ou os negócios da família (só o pai mesmo pra aceitar tal criatura inútil). Outros ficam e se tornam mendigos, prostitutas e inúteis em geral (nem o pai aceitou de volta).