Club Cerro Porteño

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Club Cerro Porteño
Escudo do Club Cerro Porteño.png
Brasão
Hino '
Nome Oficial Club Sierra Puñetera
Origem Bandeira do Paraguai Paraguai - Assunção
Apelidos El Cabalo Paraguayo, Club Cero Copas
Torcedores
Torcidas
Fatos Inúteis
Mascote cavalo paraguaio
Torcedor Ilustre
Estádio General Pablo Rojas
Capacidade
Sede
Presidente
Coisas do Time
Treinador
Pior Jogador Nuvola apps core.png
Melhor Jogador Crystal Clear action bookmark.svg.png
Patrocinador
Time
Material Esportivo
Liga Campeonato Paraguai
Divisão
Títulos
Ranking Nacional
Uniformes



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Club Olimpia sobre Cerro Porteño

Club Cerro Porteño é o time de futebol, arremesso de pedras e cadeiras, reconhecido como a equipe esportiva mais genuinamente paraguaia que se tem notícia, porque não existe notícia de outro time que morra tanto na praia e que nunca tenha ganhado nada quanto ele. Em 100 anos de história e 50 participações em Libertadores nunca sequer chegou a uma final. O Cerro Porteño é, todavia, o time mais apelão da América do Sul, não no sentido de que o time é bom, mas sim porque são covardes mesmo e sempre que percebem que vão perder começam a apelar sem dó e cair na porradaria franca.

O Cerro Porteño é um time megalomaníaco, e por algum motivo se auto-intitula como um grande time paraguaio, embora ninguém saiba disso, e também se acha rival do Club Olimpia, embora nem se compare com o time rival em níveis de títulos nacionais, beleza das torcedoras e respeito internacional. O mascote adotado pelo Cerro foi o cavalo paraguaio, por deter o recorde mundial de mais vezes que morreu na praia em competições internacionais.

História[editar]

Fundação[editar]

O time do Cerro Porteño foi criado no fatídico ano de 1913 por 4 irmãos praticantes de briga de rua. Eles queriam fundar uma academia de krav magá para formar marombados playboys para fazerem arruaça nas ruas de Assunção. Infelizmente o governo vetou a existência de tal academia, então os irmão secretamente criaram um time de futebol apenas como fachada para ocultar o ginásio clandestino de krav magá que foi aberto mesmo assim.

Pouco se sabe dessa história porque sabemos qual a regra do Clube da Luta (ninguém fala do Clube da Luta), e como desde sempre foi uma academia de luta clandestina é óbvio que os resultados no futebol sempre foram péssimos, sendo capaz de ser campeão paraguaio apenas nos anos em que a intimidação prevaleceu sobre o bom futebol dos times rivais.

Campeonato Paraguaio de 1918[editar]

No ano de 1918 ganhou o apelido de El Cagón", quando numa final do campeonato paraguaio amador enfrentou o tradicional Club Nacional, que após dois empates forçou a decisão para um terceiro jogo. O Nacional vencia por 2x0 até os 40 minutos do segundo tempo, e até aí tudo estava normal e conforme o óbvio. Mas então o Cerro apelou para a sua velha tática de cuspir na cara dos adversários, ameaçar de morte a mãe e arrancar bancos da arquibancada para usar como arma, e assim virou o jogo para 4x2, conquistando assim o seu primeiro título.

Campeonato Paraguaio de 1935[editar]

O Cerro Porteño foi o primeiro campeonato da era profissional, algo que só foi possível porque enfrentou na final um tal de Club Sol de América, porque se fosse qualquer outro medianamente melhor conhecido, o Cerro Porteño é especialista em amarelar e perder.

De 1940 a 2000[editar]

Ao longo de 60 anos o Cerro Porteño nada representou ou ganhou. Raramente ganhava um campeonato paraguaio e achava isso o máximo, mesmo que tenha que ter enfiado a porrada nos adversários para conseguir seus títulos na base da apelação, e a partir de 1960 participou de todas Libertadores até 2000, e em 40 participações no torneio continental o Cerro Porteño acumulou a histórica marca de 35 eliminações na fase de grupos, 4 eliminações nas oitavas-de-final, 1 eliminação nas semi-finais, 10 brigas generalizadas e 21 confusões no estádio com direito a incêndios.

Libertadores de 2006[editar]

Imagem da tática clássica do Cerro Porteño, usada na vitória sobre o Palmeiras em 2006.

Perder de 5x1 em casa para o Atlético Nacional e ser eliminado ainda na fase de grupos, tudo isso é rotina para o Cerro Porteño em Libertadores, mas a partir de 2006, com a chegada da televisão a cores e ao vivo na América do Sul, o Cerro Porteño começou a ficar famoso pelo seu estilo de futebol agressivo. Agressivo ao ponto de enfiar socos e pontapés nos adversários.

O destaque ficou para o jogo contra o Palmeiras, quando pela primeira vez em sua história derrotou um time brasileiro, por 3x2. O placar só foi possível porque os jogadores do Cerro quebraram o pau, e a briga ocorreu de maneira tão agressiva que fez até o Edmundo ficar com medo e não se envolver na pancadaria.

Copa Sul-Americana de 2009[editar]

Jogador do Cerro Porteño deixando jogador do Fluminense de quatro no gramado.

No ano de 2009, o Cerro Porteño estava num desespero só, já eram 100 anos sem um título internacional sequer, nem mesmo a Copa Suruga Bank ganhou. Na Copa Sul-Americana de 2009 fez uma campanha incrível ao superar times de segunda divisão dos outros países, como o La Paz FC, Goiás EC e Botafogo.

Nas semi-finais paraguainazou e foi eliminado mais uma vez antes de chegar nas semi-finais. Mas a derrota para o Fluminense não foi barata. No final do jogo, ao perceberem que havia perdido no futebol, decidiram começar um mini-torneio de MMA contra o time brasileiro, categoria que o Cerro é especializado e enfiou a porrada nos jogadores do Fluminense até eles ficarem de quatro no gramado.

Posteriormente, na final do campeonato de briga de rua Sul-Americana, o Cerro Porteño enfrentou o Artes Marciais K.O. e perdeu a final, honrando o mascote cavalo paraguaio.

Copa Sul-Americana de 2012[editar]

O Cerro Porteño destacou-se também na Série B da Libertadores de 2012, quando goleou timecos como Mineros da Guiana e Ho'Rríveis antes de um jogo memorável contra o Cólon Retal da Argentina. O time do Cerro Porteño já havia se classificado, mas só para não perder o costume, a torcida paraguaia começou a arremessar pedras, pedaços de arquibancada e carrinhos-de-mão nos torcedores rivais. Quanto ao futebol, perdeu de 4 para o Tigre na fase seguinte.

Libertadores 2015[editar]

O Cerro Porteño continuou com seu histórico de eliminações ridículas e campanhas péssimas em sua participação relâmpago na Libertadores de 2015, onde caiu na pré-Libertadores com o time mais fraco possível, o Deportivo Táchira da Venezuela. Após perder o primeiro jogo fora de casa por 2x1, o Cerro só conseguiu um mísero empate em casa, sendo assim eliminado para o pior time de todos os tempos. O Deportivo Táchira por sua vez haveria de ser eliminado com nenhuma vitória no grupo que classificou no lugar do Cerro.

Estádio[editar]

O Cerro Porteño é o dono do estádio mais capenga, sucateado e perigoso de toda América do Sul, o General Pablo Rojas, cuja única segurança oferecida aos times visitantes é um alambrado enferrujado contaminado com tétano para coibir invasões ao gramado. Os assentos são móveis, de maneira que podem ser destacados e assim arremessados facilmente ao gramado para a prática desportiva de arremesso de bancos, um esporte popular por lá. O estádio nunca foi reformado de propósito, porque quando mais acabado ele estiver, mais fácil será de arrancar lascas de pedras de concreto para arremessar na cabeça dos jogadores adversários.

Torcida[editar]

Na ausência de time aguerrido com raça e histórico de vitórias, a torcida do Cerro Porteño é conhecida como uma das mais violentas e egressivas da América do Sul para descontar sua frustração emocional e sexual nos rivais.

A sua torcida é conhecida como "torcida de favelados" por ser um time do povo e das pessoas de baixa renda e baixa escolaridade, pessoas geralmente humildes que não entendem nada, e por isso mesmo acabam indo torcer pro Cerro Porteño.

Títulos[editar]

  • Eliminações nas semi-finais de Libertadores 6 vezes (1973, 1978, 1993, 1998, 1999, 2011)
  • Dar porrada nos jogadores do Palmeiras 1 vez (2006)
  • Dar porrada nos jogadores do Fluminense 1 vez (2009)