César Peluzo

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa


Cezar Peluso
Cezar-Peluzo-STF pizza.jpg
César Peluzo em espera da Pizza
ex-ministro no Supremo Tribunal Federal
Partido PMDB
Nível de honestidade Baixo, ruim, pobre... Advogado, né...
Perfil
Nascimento
Brasil
Partido PMDB
Profissional
Profissão Dotô adevogado
Dados Pessoais
Sexo Desconhecido
Nível de Inteligência Médio-cre Não fede, nem cheira
Vícios Dinheiro, como todo bom advogado

Cquote1.png Pela milésima vez, é Cezar com "z" e Peluso com "s"! Cquote2.png
Cezar Peluso sobre o idiota que escreveu este artigo.

Antonio Cesar Peluzo (Bagaço Paulista, 3 de setembro de 1942) é um doutor adevogado de direito conhecido por integrar a trupe de ministros do Supremo Tribunal Federal de 2003 até 2012. Enquanto ministro, foi eleito o ministro mais sem graça da história do STF, um aguado que não fedia, nem cheirava.

Biografia[editar]

Antônio Cesar ou Cezar, com ou sem acento, Peluzo, Peluso, Pelluzoquer saber? Foda-se... enfim, nasceu em algum lugar do município de Bagaço Paulista e segundo todas as fontes fiáveis, parece que ele saiu de algum ovo que quando chocado, já saiu com esse cara como bacharel em Ciências Jurídicas. Peluso ainda fez um cursinho preparatório para concursos com ninguém menos que Miguel Reale, um projeto de ditador que nunca saiu do papel (ainda bem).

Em 2003, Ce?ar Pelu?o foi indicado pelo então presidente sem um dedo indicador, Luiz Inácio Lula da Silva, o Molusco, para assumir uma das vagas no supremo tribunal deixada pelo último embuste que saiu, na época o Sydney Sanches, dando assim uma oportunidade para que pudesse mamar um pouquinho naquelas confortáveis cadeiras do STFU.

Como ditador no Supremo Tribunal Federal[editar]

De 2003 à 2010, a presença do então ministros nos corredores do edifício do STF nem foi lá muito notada. O ministro era simplesmente e sumariamente ignorados por todos os seus colegas, familiares e imprensa. Isso até ele conseguir ser o escolhido no carrosel presidencial do STF.

Enquanto presidente daquela joça, Cezar começou a praticar aquilo que aprendeu enquanto pupilo de Miguel Reale Pai e desceu o AI ali mesmo. Uma de suas primeiras medidas foi aplicar o que ele mesmo chamou de pureza étnica. Qualquer ministro que infligisse o "Belo e Moral", não poderia votar no plenário. Como o único que não seguia as regras impostas pelo tirano era o então ministro Joaquim Babosa, então o único que não poderia votar contra a aplicação da Ficha Limpa seria ele.

Outra medida que ele queria aplicar no Supremo Tribunal Federal era a restrição das pesquisas por seus amiguinhos na página do STF. Peluso queria restringir a pesquisa apenas aos iniciais dos envolvidos nas mutretas. Ou seja, se alguém quisesse pesquisar por " processos do Juiz Lalau", só apareceriam "J. L.", livrando um pouco a cara dos clientes do Peluso.

Por fim, enquanto mandava naquela merda toda o ministro nunca foi com a cara dos servidores do judiciário. já que boicotou o último Plano de Salários. No entando, ele sempre afirmou serem falsas essas alegações, já que reconhece todo o potencial e o alto valor dos servidores do Poder Judiciário, tanto que sempre pretendeu vender alguns deles no mercado de escravos da Mauritânia e com o lucro viabilizar o aumento da remuneração dos magistrados.

Vida após o Supremo Tribunal Federal[editar]

Hoje César trabalha no completo ostracismo vendendo lanches na Asa Norte, numa barraquinha próxima à Escolinha dos Silva, localizado no SGAN já falei sobre o humor privado porra!. No local todos o conhece pelo nome de zezinho do enroladinho.

O ex-ministro também trabalha usando o nome dele pra ajudar um escritório de senhores doutores adevogado da lei, no Setor Comercial Sul em Brasília. Em uma entrevista feita recentemente por ele à uma rádio local, ele afirmou que está ganhando bem, porque ultimamente tem chovido endinheirado na Papuda, segundo ele.

Precedido por
Gilmar Mendes
Presidente do STF
2010 – 2012
Sucedido por
Ayres Britto
Precedido por
Sydney Magal
Ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil
2003 – 2012
Sucedido por
Teori Zavascki