Chevrolet Corvette

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Cquote1.png Você quis dizer: Korvette Cquote2.png
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Cquote1.png Você quis dizer: Corveia Cquote2.png
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Cquote1.png Roubaram um projeto nazista. E ainda acham que vão conquistar o americano? Cquote2.png
Concorrência sobre Chevrolet Corvette

CHEVROLET CORVETTE é o nome da maior fonte de renda da Chevrolet, que a ajudou a fugir da falência após acontecer o que aconteceu, criada a partir de um catamarã nazista chamado “Korvette”, já que a criatividade yankee naquela época estava focada em só esculachar os vermelhos por aí, e não tinham deixado nenhum pouquinho dessa criatividade pros seus carros pós-Guerra.

Tudo começou quando um soldado yankee tinha ido a Alemanha numa missão secreta de matar Adolfinho, e tinha andado num Korvette num momento da missão, mas, que acabou não matando, já que o fürher tinha se suicidado após o seu braço direito e “grande amigo” Karl-Heinz Wolthfühder ter fugido para o interior do Brasil com Kepalpratu, um atleta nigeriano que tinha disputado os Jogos Olímpicos de 36. Pelo menos, ele desmontou o catamarã, remontou no país e mostrou o projeto pro cara que estava presidindo a companhia, já que os criadores estavam apodrecendo num valão por aí.

Ele aprovou a ideia e, alguns anos depois, o Korvette seria produzido. Seria! Pra que ninguém reconhecesse o nome, e o fato de ser Chevrolet, e não Khevrolet, trocam o “K” por “C”, e, assim o carro começa a ser preparado. Assim, nascendo o 1º Muscle Car da história: carros velozes, ruins de curva e para machos. Vale ressaltar que, como um respeito a sua principal fonte de renda e temendo roubos e furtos, eles têm uma fábrica exclusiva pro carro no meio do nada, enquanto os outros carros menos importantes, rentáveis e visados por assaltantes, tinham que dividir espaço na fábrica principal

História:[editar]

1ª Geração:[editar]

O começo de tudo:Sério é esse
O outro quanta diferença...

Em 1953, ano que ninguém fez nada de útil pra humanidade. Vendo essa inércia, e o fato de Buick e Oldsmobile ficarem se lamentando pelo fato de não terem feito nengum tenque pra 2ª Guerra a ponto de esquecerem de fazer seus carros, a Chevrolet faz um carro visando o grupo Rockabilly, constrói um carro todo todo pra eles: uma tribo que tinha tudo pra crescer na vida, assim nascendo o Corvette C1.

Não precisa nem dizer que o carro vendeu muito e fez com que a Chevrolet se tornasse a maior empresa do mundo, fazendo com que os fundadores se revirassem no túmulo, já que a empresa nunca faturou tanto com eles capitaniando. A 1ª geração ficou a venda por todos os anos 50, a década acabou, a tribo do público-alvo do carro estava desaparecendo e eles tinham que urgentemente renovar o carro. A últiva versão tinha 340hp, mas, por recomendação da montadora, ninguém explorava o limite, já que o carro desmontaria, no clássico caso de “ter muitos cavalos e não poder galopar”.

2ª Geração:[editar]

As arraias começaram a picar e eletrocutar

Larry Shinoda, o avô de Mike Shinoda, foi eletrocutado por uma arraia enquanto tinha aulas de sobrevivência extrema na África. Após tomar bomba no curso, volta aos EUA, onde ganhou um trampo de designer da companhia, assim, cagando no projeto original e redesenhando o carro, que, do C2 em diante, passaria a ser conhecido como Corvette Stingray, já que a carroceria seria feita a base de ferrões de arraias.

O processo de coleta foi feito da seguinte maneira: arraias eletrocutavam uma pobre e inocente cobaia, que aceitou o desafio sob a promessa de ter um carro também no fim disso tudo. Após eletrocutarem, os mais fortes eram sacrificados, seus ferrões eram coletados e passavam por um liquidificador. Após isso, eram aquecidos e posteriormente congelados pra que tivessem a forma pra fazer os carros. As mais fracas não eram sacrificadas: sua energia elétrica era usada como fonte de energia elétrica (fonte renovável: nem dá pra dizer que é gato), pra que os custos com conta de luz despencassem à zero. Por não ser feito em fibra de vidro ou carbono, era um carro bem mais leve e mais potente, o que não adiantaria nada. Pros padrões da época, um carro com essas especificações de motor (375 hp e o peso que tinha), se explorado no limite, ainda terímos carros aos cacos e gente voltando à fábrica só com a lanterna do carro na mão. Ainda sim, deu muito dinheiro a companhia, já que estavam ignorando a ditadura ideologia do Fordismo, enquanto a Ford se fordia com a tal ditadura ideologia. Foi pras pistas, correr em Le Mans, mas, foi muito prejudicado por entrar na "Fórmula Ferrari" e com Henry Ford III e Carroll Shelby iniciando conspiração para Golpe de Estado para tirar a Ferrari do poder

3ª Geração:[editar]

Já eram indolores as picadas das arraias. Eles já tinham dinheiro mesmo...

A exploração de ferrão e eletricidade de arraias continuou pro C3, assim, tendo a fibra do carro e eletricidade pra desenvolvê-lo, matando 2 coelhos arraias com uma cajadada só. Shinoda estava feliz da vida após seu projeto ter continuado, por ser muito funcional, já que dava o material da carroceria e a eletricidade pra fazer andar o projeto. Assim, ganhou vários prêmios de sustentabilidade e genialidade na época. A 3ª geração tinha um objetivo: de algum jeito ou de outro, acabar com a Ford, já que o Pós-Fordismo seria um grande rival, já que o povo começou a adota o racismo nas pistas, de saco cheio de carro preto.

A rivalidade estava intensa. Já no meio dos anos 70, uma preocupação: o aumento da população punk e a incompetência da polícia na época, ou seja, com isso, era certeza de vários Corvettes quebrados nas ruas. Mas, pra manter os carros bonitinhos, os donos da Chevrolet pagaram pros punks deixarem seus carros em paz, e destruir só Dodges, Fords, Pontiacs e Buickes.

Os padrões da época já permitiam fazer com que esportivos pudessem explorar seus limites sem se despedaçarem no meio do caminho, fazendo com que esse seja o 1º Corvette de fato potente e eficiente, com mais de 400 hp, agora sim podiam galopar nos vários cavalos. Os anos 70 acabaram e os anos 80 começaram (é mesmo?), e o carro já estava ultrapassado. Já era a hora de renovar.

4ª Geração:[editar]

Quadrado e feio. Nem me surpreendo, oitentisticamente falando
Versão para as mulheres

Pro C4, a ideia seria continuar o que foi feito nas 2 gerações anteriores, mas, alguns ecochatos impediram o projeto, sentindo pena das pobres arraias que eram sacrificadas. Como naquela época eles ainda intimidavam, se viram na obrigação de desistir de fazer as coisas do jeito deles, tendo que voltar a usar fibras de vidro. Com um novo design, mais potência e mais caro, o novo modelo causou estranheza nos fãs da marca, já acostumados com o design anterior e sem saber que o anterior não tinha nada a ver com o original. Batizam uma opção de motor de B2K, homenagem ao rapper que faria sucesso 15 anos depois seu lançamento, ou seja, já viam talento nele ainda criança que nem queria saber de ser rapper. Os caras ralaram muito pra não fazerem o típico carro dos anos 80: quadrado e feio, enquanto os rivais usavam desse clichê e tomavam prejuízo.

Nos anos 90, esse esquema não mostrou mais efeito: a década virou e todo mundo resolveu arredondar seus carros. Agora, a disputa ficaria de igual pra igual. Visando um público alternativo, criam o ZR-1 (Zona de Rebaixamento-1), carro especialmente pra quem torce pra times que foram rebaixados. Como nenhum time grande no mundo tinha caído no início dos anos 90, deu algum prejuízo pra marca, então, arquivam o projeto pra relançarem outro dia. Com a concorrência arredondando seus carros, era a hora de renovar.

5ª Geração:[editar]

A arredondação noventista

Na 2ª metade dos anos 90, o C5 é lançado. Nada mais que o C4 mais redondo e mais potente. Infiltram um agente duplo nas sedes da Mazda e da Nissan pra que roubassem os projetos do RX-7 e do 300ZX, que, a priori, seriam os principais rivais fora do país, os incômodos e os exemplos de engenharia.

Ao não conseguiram persuadir os operários ninjas pra trabalharem pra eles, pra produzirem e lucrarem mais. O C5 começou a ir pras pistas e ir bem: bem humilhado por carros superiores nos Endurances da vida e na FIA GT. Resolveram retomar o projeto do ZR-1, já que alguns times grandes no mundo começaram a cair, aí, aumentaram a potência e o preço e começaram a vender pra essas pessoas, pra que suas vidas fossem um pouco menos insignificantes. No Brasil, o que se viu foi uma onda de gremistas comprando o carro, já que tinham um know-how pra poder adquiri-lo, fazendo com que o carro fosse muito comum nas margens do Guaíba.

No geral, num ato de viadagem frescura, começaram a colocar toda a tabela periódica dos elementos no carro, em especial, Hidrogênio, Carbono e Titânio. Tanto que, ao comprar o carro, você ganhava um pôster com a tabela atualizada pra época (ou seja, sem Darnstádio, Roentgênio e todos aqueles ununununun que ainda não têm nome. Depois de venderem tudo e não ganharem quase nada nas corridas, toma-lhe renovação!

6ª Geração:[editar]

ZR1 o modelo 2x mais veloz que o corvette simples
Correndo pra não falir com a crise. A Chevrolet agradece.
Vendemos nosso Corvette pelo singelo preço de R$42,50.A miniatura,claro.
Na pista, vencendo, mas, tomando coça da Maserati

Após 5 gerações, eles ainda têm fôlego pra criarem o carro, por ser a principal fonte de renda da montadora, merece um carinho especial mesmo. O C6 seria só o C5 mais piotente, ou seja, mudar o nome pra poder vender mais caro. Depois de tanto tempo, finalmente conseguiram voltar aos 400 hp, mas, dessa vez, sem o risco de desmanche quando são postos a prova, assim, se tornando o Corvette mais eficiente.

A Crise veio aí, e, o carro foi muito importante pra esse momento tão difícil: foi esse carro (e o Barraca do Osama) que salvaram a companhia da falência, já que o Obama comprou um carro e deu alguns bilhões a eles e aceitou que fixassem com o troco. Quanto ao ZR-1, começaram a se dar muito bem no Brasil: onda de torcedores de Atlético-MG, Coritiba, Corinthians e Vasco, no mundo, se deu bem com torcedores do Newcastle e mais recentemente do River Plate, compraram seus ZR-1s e contribuíram muito na ajuda pra evitar a falência e o conseqüente banimento da marca do mundo. Há quem diga que relançaram o carro sabendo que iam se ferrar economicamente. Nas pistas, precisou a companhia ficar na merda pra que finalmente começou a ganhar corridas. Essa geração salvou a Chevrolet graças a várias manobras pra isso, e, como recompensa, ainda está em produção. Até parece que o grande libertador da marca vai parar de ser produzido...

7ª Geração:[editar]

C7?
Erraram! Esse é o C7.

Aparentemente, como o C6 foi o carro que salvou a companhia da falência, como respeito, ele será pra sempre produzido, mas, pro caso de um dia acharem necessário renovar, e com a moda retro por aí, revitalizarão o Stingray. Apesar desse lance de respeito, a WikiLeaks falou algo sobre o C7: em 2010, ainda estavam buscando licença ambiental para poder caçar as arraias pro projeto, também visando a economia, com a eletricidade fornecida pelos animais, já que ainda estão um pouco abalados com a Crise, aliado a isso, o poder de intimidação dos Ecochatos muito baixo, quase zero.

As denúncias WikiLeakianas estavam certas e, em 2013, finalmente lançaram o carro. Mais un Stingray. Como queriam fazer charminho para a Polyphony Digital e Kazunori Yamauchi, esse carro já havia sido lançado só em silhueta para o Gran Turismo 5, ou seja, um modo fantasma dentro de outro modo fantasma, embora, para jogadores profissionais, este modo não exista.

Para o ZR-1, estariam bolando um mega projeto, com a Chevrolet patrocinando times pequenos dos grandes polod futebolísticos do mundo, pras serem campeões e pros gigantes caírem, com os times de maior torcida do mundo caindo, mais ZR-1s sendo comprados. Pras corridas, a meta seria erradicar a “Fórmula Audi” em Le Mans, ainda na LMGTE. Há planos de roubarem o projeto do R18 pra criarem o carro de corrida pra todas as corridas: de grandes competições até corridas de carrinhos de rolimã. Em outras palavras, o C7 seria o projeto pra Dominação Mundial da marca. Bem, Flamengo, Vasco e São Paulo não estão indo bem...