Chiquinha Gonzaga

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Chiqunha Gozada com 18 anos: as santinhas são as piores...

Cquote1.png Chiquinha é uma brega arrumadinha! Cquote2.png
Clodovil Hernandes sobre Chiquinha Gonzaga

Luíza Francisca de Almeida Gonzaga (Rio de Janeiro, 17 de Outubro 1847 - Rio de Janeiro, 28 de Fevereiro 1935) foi oficialmente conhecida como cantora e compositora carioca. Além disso é mãe do Gonzagão e avó do Gonzaguinha.

Em sua juventude, durante uma excursão a São Paulo, acabou por fundar a escola de samba Rosas de Ouro. Amante do choro, ajudou a fundar também a Nenê da Vila Matilde, primeira escola de samba mirim do Brasil.


História[editar]

Fruto de um relacionamento conturbado entre seu Madruga e Dercy Gonçalves, Chiquinha teve uma infância pobre no subúrbio mexicano ao lado do pai, cansada de comer burritos e de seus amigos sem noção, Kiko e Chaves, com 15 anos ela foge para o Brasil em busca de sua mãe. Uma vez no Brasil e ao lado da mãe, Chiquinha toma gosto pela boêmia, pelas doses de caipirinha, a feijoada e a vida no baixo meretrício, onde sua mãe morava.

Ao completar 16 anos é vendida a Jacinto, um homem 8 anos mais velho para ser sua esposa. Em menos de 2 anos esta parceria lhe rende 1 casal de filhos. Jacinto já sentindo-se farto das dedilhadas pianísticas de Chica resolve dedilhar a mão na sua cara, é quando ela junta seus trapos e saí de casa. Mas o destino resolve lhe pregar uma peça e Chica descobre estar grávida. Retorna então para casa e em homenagem a este destino engraçadinho o rebento recebe o nome de Hilário.

O último de seus quatro filhos, nascido anos mais tarde, tornou-se um famoso sanfoneiro, conhecido como Gonzagão, que posteriormente deu-lhe um neto também sanfoneiro, o Gonzaguinha.

Biografia Televisiva[editar]

Filha Duarte protegendo-se com uma sombrinha dos tomates podres por ter desafinado ao regravar os proibidões.

Em determinado momento da história da televisão brasileira, a rede Globo opta por recordar a vida e a obra desta pioneira do choro cantado. Para o papel da protagonista, ninguém mais, ninguém menos que mãe e filha Duarte foram convidadas para o papel. Gabriela Futura Helena Duarte viveu Chica quando jovem, Regina Eterna Helena Duarte encarnou Chica em seus tempos de esbórnia.

Foi também com está minissérie que que a nação seguidora da maior seita pagã da face terra, descobriu que o culto ao carnaval, é a putaria que é, porque foi incentivado desde o seu primórdio, até hoje em dia por uma mulher cujos pensamentos pecaminosos afloravam a pele.

A minissérie cujo nome, muitíssimo criativo, Chiquinha Gonzaga, rendeu mais um tanto de cultura inútil a milhões de brasileiros e quiça à algumas outras nações que importam emburrecimento cultural.

Mãe Duarte forçando um sorriso que pensa ser sensual.

Personalidade[editar]

De caráter marcante e pensamento avançado para seu tempo, Chiquinha Gonzaga no auge de seus 52 aninhos muito bem vividos dá inicio a pedofilia, une-se a um jovem de 16 anos. Dizem as más línguas que Chica tentou fazer com ele o que seu ex-marido fazia com ela: escravidão sexual. Para disfarçar ato tão mundano Chiquinha ãpresenta o garoto como sendo seu filho. Mas como não há provas suficientes para a detenção da meliante pode-se dizer que isto tudo é intriga da oposição.

Junto com figuras como Carlos Gomes, Paula Nei, Lopes Trovão e José do Patrocínio, Chiquinha frequenta as reuniões e os comícios abolicionistas, ela só juntava-se a esta gentalha pois sabia que num futuro distante vários desses seus companheiros ganhariam nomes de ruas e praças, o que faria com que ela jamais fosse esquecida também.

Foi a primeira mulher a criar os famosos proibidões sobre sua vida sexual. Porém o tempo tratou de varrer os proibidões para debaixo do tapete e só nos restaram fragmentos destes.


Alguns sucessos[editar]

Eu Abro as Pernas (1920)[editar]

Eu abro as pernas pois quero transar
Eu abro as pernas pois quero transar
Quero uma pica
Não posso negar

Eu abro as pernas pois quero transar
Eu abro as pernas pois quero transar
Vou dar no couro
Até o sol raiar!

Allah-La-Ô (feat. Haroldo Lobo) (1923)[editar]

Allah la la ô ô ô
Ai que calor oh oh oh

Atravessou-me
A garganta só na vara
O gozo tava quente
Que esporrou na minha cara

Allah la la ô ô ô
Ai que calor oh oh oh...

A zona vai fechar (Psicografado)[editar]

A zona vai fechar
E na punheta eu vou ter que me acabar
Eu toco uma, toco duas, toco três
Se precisar... toco outra vez

Deixa a zona fechar...


Trivia[editar]

Chiqunha Gozada em momento de inspiração
  1. No submundo carioca dos morros, Chiquinha Gonzaga era conhecida como Chiquinha Gozada por sua excessiva promiscuidade.