Ciência sem Fronteiras

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Logo oficial do programa

Turismo sem Fronteiras é um programa do governo federal que visa oferecer a jovens e aborrecentes brasileiros, viagens a custo zero, ou seja, totalmente custeado pelo estado, 0800, de grátis, para qualquer lugar do mundo, para visitas ao Central Park ou Times Square em Nova Iorque, ou ir comer alguns lagostas suculentas no Camboja.

Até 21 de julho de 2016 o governo oferecia viagens gratuitas a estudantes do ensino médio'cre e ensino super-inferior. Depois disso o governo oferece translado somente as crianças top do ençino mehdiu brejoileiro.

O programa[editar]

Cquote1.png Você quis dizer: Você quis dizer bolsa família da classe média? Cquote2.png
Google sobre o Ciência sem Fronteiras

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O programa foi criado em 2011 durante o governo Dilva visando acabar com o problema da falta de votos pela classe média. Isso pois graduandos brasileiros medianos que não conseguiam postar selfies de viagens para fora do país, apenas as feitas em Cabrobró, Aquidauanús, Brejo azedo do Norte, Cabaçu e alguns pobres mais "ricos" ainda conseguiam tirar um autorretrato no teleférico da Urca, no meio do fogo cruzado do Rio de Janeiro. Antes do lançamento do programa, era comum jovens estrangeiros postarem autorretratos em dezembro rodeados de neve para dar aquele [[gourmetização|ar gourmet, igual aqueles descabaçados do cú que moram no Rio Grande do Sul. Como o governo estava com dinheiro sobrando, resolveu jogar nesse buraco de projeto e ajudar os mais dih pobry a realizar o sonho deles de ir conhecer azoropas.

Os primeiros estudantes foram agraciados apenas com bolsas para ir estudar em portugal, mas com o tempo o governo foi aumentando a arrecadação (por causa dos turistas brasileiros da copa), o que lhe permitiu pagar estadia + open bar aos pseudo-estudantes nos quatro cantos do mundo.

Com a meta alcançada, o governo resolveu dobrá-la criando meios de transformar a pequena viagem dos brasileiros em grandes festas universitárias, regadas por muita maconha, vodka e a noite era totalmente dedicada ao bacanal onde eram encorajadas prática do sadismo, o que acabava transformando as repúblicas de estudantes num imenso puteiro.

Depois que os felizardos retornavam, contavam com um grande aumento de status social que só existe na república banânica, quando alguém retorna de algum país que não seja africano ou latrinoamericano. Depois da experiência, vários dos viajantes colocavam apenas "pasçei dôs anús nu estadozunidos, tbm çei un poco d'ingres" no currículo que nem pelo processo seletivo precisavam passar, já começavam trabalhando direto. Só com este exemplo vemos que o programa facilitou muito a entrada de alguns jovens no mercado de trabalho (mesmo que seja em detrimento de outros.

Objetivos[editar]

Além de oferecer as melhores estadias que as oferecidas pelo CVC, Decolar e Hotel Urbano, o programa também propõe ser o hack dos filhinhos de papai que não desejam perder tempo na fila de entrevista. Quando muitos graduandos não desejam trabalhar na empresa do papai, cabe ao programa dar o "ar qualificativo" ao recém-formado, mesmo que estes candidatos tenham passado o tempo todo lá fora frequentando festas e outras baldeações que jovens gringos costumam frequentar.

O projeto também contava montar uma base militante pró governo no exterior, por meio desta ajuda a quem não precisa e também por meio da propaganda "sem nós, você seria merda nenhuma!" e "nós, bolsistas, contra todos eles" que acabou dando certo. A prova disso é o número de passeatas e manifestações pós-impeachment da Dilma no exterior, feitos em grande parte por gente que não vive na selva brasileira a mais de bilhões de anos e principalmente, por cosplays de estudantes que fingiram estudar lá fora mas que não passaram de massa-de-manobra de propaganda terrorista psicológica do (ex-)governo.

Metas dobráveis[editar]

A ex-presidanta De uma, Rouba pra self no principio desejava conceder passagens aéreas apenas aos estudantes de humanas, mas pensou melhor não porque quando o programa estava sendo concebido o país já estava entrando no buraco econômica qual se encontra agora. Então pensou melhor também oferecer viagens os bacharéis economistas, futuros Zélias de Mello que nossas faculdades estavam formando, os mesmos economistas que acreditam ser possível a existência de uma "anarquia capitalista" — veja que o buraco que o Brasil está metido parece ser bem mais fundo —, para que eles um dia pudessem salvar o país com de algum plano que envolva estocagem de vento e plantação de mandioca para nossos Homens e Mulheres Sapiens.

Veja também[editar]

Outras idéias de jerico criadas por nossa ex-presidanta. Que ela descanse em paz com sua aposentadoria integral e vitalícia.