Ciclo da Herança
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Ei, eu ja vi isso em algum lugar... ![]()
J.R.R Tolkien
Eu também... ![]()
George Lucas
A Herança de Eragon é um livrinho de merda (mas eu gosto), escrito por um garoto punheteiro de quinze anos de idade (idolatro ele), que consiste no seguinte, "Copy 'n paste" de O Senhor dos Anéis, "Copy 'n paste" de Harry Potter.
Já foi "A Trilogia Herança", mas o autor resolveu colocar mais um livro na série porque viu que tava dando grana achou que a história não caberia em apenas três.
O pior é que teve um bando de idiotas que engoliram essa cópia mal acabada (ah... eu engoli...), onde praticamente todos os personagens possuem algum tipo de distúrbio sexual.
Tabela de conteúdo |
[editar] No Princípio, Era o Início
Não se faz um (bom) herói e nem uma (boa) narrativa sem que haja uma história por trás, excetuando Tom e Jerry e Sítio do Pica-pau Amarelo que o pessoal adora. Pelo menos em uma coisa o autor dos livros acertou, e assim acoberta a mancada que fez com o resto de longas 100 páginas. Quer dizer... existem sim alguns clichês, como o dos Elfos virem de um continente estranho pelo mar e diversas alusões ao Senhor dos Anéis.
[editar] O caos inicial
Em Alagaësia viviam duas raças em harmonia: os Anões e os dragões. Os anões cultivavam a terra, cavavam túneis e criavam rebanhos. Os dragões voavam desvairadamente por todo lado, incendiando florestas e comendo os rebanhos dos anões. Nesse tempo a Magia era louca, pipocava por todos os lados.
Em um belo dia, navios estranhos sem velas nem remos aportaram ao oeste de Alagaësia. Eram os elfos vindos de sua estranha terra, desbravando os mares. Escolheram como base sexual uma floresta bem ao norte do Continente, e a chamaram de Du Weldenvarden (Floresta Protetora) Eles também fizeram um posto avançado fora da Floresta e chamaram de Iliera (Porque os elfos estavam na Era Ili do seu calendário).
Dizem-se que esses elfos antigos eram tão burros quanto os humanos.
[editar] A grande magia
O Povo Pardo (uma raça estranha vinda de não-se-sabe-onde) viu que aquela magia louca não era nada boa. Como ela não era falada, era só pensar em tocar fogo em algo para “magicar” as coisas. Os caras tentavam acender o fogão com magia, olhavam distraidamente para o filhinho de 3 anos, e ao invés de tocar fogo na trempa incendiavam o moleque. Então, como a mortalidade estava ficando meio alta e para facilitar o uso da magia, eles criaram uma grande mágica. Essa mágica iria se concentrar em uma língua (a “Língua Antiga”), cada palavra dessa língua seria poderosa, e assim era só falar algo e se concentrar um pouco para magicar o que você quiser sem tocar fogo em nada. É só dizer “terra, transforme-se”, para fazer o chão ondular, e não a pessoa que está a seu lado.
Foi um sucesso, o Povo Pardo virou celebridade momentânea e lucraram muito com sua mágica, ensinando anões e elfos desajeitados a magicar as coisas. Acabou que o Povo Pardo, assim como muitas celebridades, foi esquecido.
[editar] A guerra do dragão
Tudo começou quando um elfo, pensando que os dragões eram seres estúpidos e irracionais, caçou um dragão como se fosse uma gazela e o matou com requintes de crueldade (tá bom, corta essas quatro últimas palavras). Os dragões ficaram putos e assim se iniciou a Guerra do Dragão, que durou séculos e séculos, e os anões assistiam tudo de camarote.
Nesse cenário nasceu um elfo chamado Eragon, que encontrou um ovo de dragão branco abandonado no matagal. Eragon o criou, e quando cresceu os dois juntos acabaram com a Guerra do Dragão forjando um acordo entre elfos e dragões. Alguns ovos de dragão seriam enfeitiçados, iriam escolher um elfo como porta-voz e iriam zelar pela paz sexual ou não das duas raças. Os elfos escolhidos seriam marcados com uma cicatriz, sendo reconhecidos como Cavaleiros de Dragões. Eragon se tornou o Primeiro Cavaleiro, com seu dragão Bid'daum (na Língua Antiga, "Aquele Que Dá E Também Recebe"), e seu nome só foi dado a outras pessoas em ocasiões muito especiais (tipo, quando o cara traçou a própria avó, etc, etc). Depois do Primeiro Cavaleiro só existiram mais quatro pessoas chamadas de Eragon.
Posteriormente a esse evento, foram distribuídas moedas gigantes entre os dragões chamadas de "Dragon Coins" (vide o final artigo Mário Brós para mais informações), como presentes. Acabou que os dragões usaram as moedas para comprar carne no supermercado.
[editar] A queda dos Cavaleiros
Muitos séculos de passaram depois da Guerra dos Dragões, foi criada a Ordem dos Cavaleiros, sediada na ilha de Vroengard, e zelava pelo Continente. Depois que o rei Palancar (um humano) tentou fazer guerra com os elfos (e foi derrotado), os humanos foram incluídos na magia dos Cavaleiros para não sentirem-se sós e ficassem sob os olhares vigilantes dos Cavaleiros, mas como a magia não teve muito tempo para fazer efeito os humanos continuaram ignorantes, vida-curta e não-mágicos.
Um desses cavaleiros humanos, chamado Galbatorix, ficou com o ego inchado: ele tinha muito poder, força, conhecimento élfico, magia e um dragão maneiro. E de tanto exibir a carcaça do bichão pra todo lado os urgals acabaram matando o dragão. Galbatorix voltou a pé (e nado) para Vroengard e exigiu um ovo de dragão novo pra traçar, mas seus mestres não deixaram.
Puto da vida, Galbatorix dopou um colega de sala e roubou o bebê-dragão dele. Como ele era um valentão, tinha sempre um grupo de panacas amigos fiéis atrás. Galbatorix juntou uns 12 desses amigos e criou o clube do bolinha uma panelinha escrota os Renegados, Cavaleiros traidores da pátria, e os ensinou artes malignas tais como o puxão de cueca. Junto com os panacas, Galbatorix invadiu Vroengard e Iliera, e matou todos os Cavaleiros de Dragão. A luta final foi contra o líder da Ordem, Vrael, derrotado com um chute do saco.
Resultados da revolução:
- Extinção da Ordem dos Cavaleiros, substituída pelos Cavaleiros Renegados;
- Substituição do Reino Broddring pelo Império, mas tecnicamente o Reino ainda existe no papel;
- 2 Cavaleiros da Ordem dos Dragões remanescentes;
- 1 dragão vivo (fora os dragões de Galbatorix e dos ,
panacasMigUXxXos); - 3 ovos de dragão que teimam em não nascer;
- 1 clãn anão massacrado;
- 1 rei elfo morto;
- 549583907 casos de zoofilia
[editar] A nova era dos dragões
Galbatorix governa a Alagaësia. Os elfos se enfurnam em sua floresta. Surge um grupo revoltadinhos chamados de Varden, criados por humanos vida-curta, apoiados pelos elfos gays e baseados nos territórios dos anões baixinhos. Os Varden ("gardiões do harém"), com a ajuda de um dos remanescentes da Ordem, matam todos os panacas e roubam o ovo de dragão azul das garras de Galbatorix. Mas, porém, contudo, todavia... os Vardem perdem o ovo na alfândega! O ovo é achado no matagal por um camponês órfão chamado Eragon (outro Eragon).
E assim começa a história do quinto, e ,espero, último, Eragon.
[editar] A Língua Antiga
É definida por um verso de caixa de cereal como a “língua que faz a magia acontecer”. Não se sabe o nome dessa língua, porque o Povo Pardo garantiu que é uma coisa de extremo mal gosto (mas a “versão oficial” nega a existência desse nome).
Teoricamente “a magia pode fazer qualquer coisa” (outra definição de verso de caixa de cereal) desde que o usuário tenha energia suficiente em seu corpo. Ele pode, sei lá, fazer 1+1 dar peixe, transformar o sol num teletubbie, fazer o seu bilau produzir uma quantidade infinita de espermatozóides ou fazer Elke/Michael Jackson se apaixonar por você. Poderia até ressuscitar Sirius Black. Teoricamente, é claro.
Algumas curiosidades sobre a Língua Antiga:
- Ela possui 73987 termos diferentes para designar sexo;
- Não é possível falar mentiras nessa língua, mas ainda é possível enrolar o interlocutor;
- Os elementos fogo, água, terra e ar são chamados nessa língua de Brisingr, Adurna, Deloi e Vindr, respectivamente;
- O Roteiro Poético (Liduen Kvaedhí) é o equivalente élfico do Kama Sutra hindu;
- A Língua Antiga ainda é falada na Terra (acho que é uma daquelas línguas nórdicas malucas), mas foi tão deturpada que nem se pode dizer que já foi falada por elfos..
[editar] Livros
Breve resumo de todas as obras:
[editar] Eragon
O camponês Eragon analfabeto de roupas sujas encontra um ovo de dragão no matagal. Como dragões são muito raros em Alagaësia, os Varden e o Império lutam entre si para assumir o controle de Eragon e forçá-lo a colocar seu dragão em um zoológico.
[editar] Eldest
Eragon fica o livro inteiro fazendo porra nenhuma pois tinha tidouma dor nas costas causada por relações sexuais com Durza, o espectro.Quando Eragon finalmente se recupera ,com a ajuda de seu treinador maconheiromas mais conhecido como Gabeira, acha que ficou um pouco mais forte leva porrada de seu irmão Murtagh (isu msm ele e irmao de eragon q tinha uma mae prostituta )resumindo Eragon n fez nada a principal da historia é uma ripong q envenenou o exercito de Galbatorix
Nota: traduzir essa parte para o português claro
[editar] Brisingr
As sete promessas de Eragon Shadeslayer e Saphira Bjartskular. Eragon, no último livro fez impulsivamente promessas que acha que não pode cumprir. E agora tem que provar sua lealdade cumprindo as sete promessas.
[editar] 4º livro
Eragon mata todos os seus inimigos (só não me pergunte como ele faz isso) e parte de Alagaësia para nunca mais voltar, porque a elfa Arya não quer nada com ele. Termina a linhagem dos Eragon. Os dragões se multiplicam como coelhos no continente élfico além do mar. Fim da história.
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►Personagens: Eragon • Arya • Roran • Murtagh • Mocinhos • Vilões ►Organizações: Shur'tugals • Renegados • Varden • Du Vangr Gata • Mão Negra ►Outros: Alagaësia • Raças • Dragon-diving |








