Cisjordânia

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
●ألمانيا النازية
●Palestina Oriental
●Ditadura Palestina do Fatah na Cisjordânia

NaziPalestine.jpg Fatah.gif
Bandeira Brasão
Lema: GOD BLESS HITLER
Hino: Fuck Jews!
Mapa-M.gif
Capital Ramalah
Maior cidade Ramalah
Língua Árabe
Tipo de Governo O que o Fatah quiser
Ditador Mahmoud Abbas
Heróis nacionais Bomberman e Saladino
Independência ?
Moeda ainda prevalece o escambo
Religião Antissemitismo
População ?
Área ? (?% de água)
Analfabetismo ?%
PIB per Capita 1.centavo anuais USD/hab.
IDH 0.110
Fuso Horário Tempo de ser usado como escudo pela ANP
Clima Paz sem voz é medo
Site do Governo {{{govsite}}}
Cquote1.png Você quis dizer: Pau comendo solto? Cquote2.png
Google sobre Cisjordânia

Cquote1.png E poderia vir algo bom da Gálileia? Cquote2.png
Alguém na Bíblia sobre Cisjordânia
Cquote1.png Vai tomar no cu Israel Cquote2.png
Cisjordânia sobre Israel
Cquote1.png Tomar no cu é caxambu, 7 pica no teu cu Cquote2.png
Israel sobre citação acima

Cisjordânia é o local onde nasceu o menino Jesus, onde ele viveu e também onde morreu. A população local por sua vez, se mantêm alheia aos ideais de pacifismo e serenidade pregados por este grande homem. Como todos sabem, Jesus era judeu, e a Cisjordânia é palestina, e embora Carlinhos Brown cante que "Jesus desde menino é Palestino", o pessoal daqui não concorda muito com isso. Como se sabe, Judeus e Árabes são irmãos, porém os laços consanguíneos aqui não quer dizer viver familiar e amigável. Cisjordânia significa Margem Oriental ao Jordão, isso é referência ao Rio Jordão, a única fonte de água pótavel da região. É limitada ao leste pela Jordânia e ao norte, oeste e sul, por Israel. Os caras desde a Guerra dos Seis Dias ficaram com problema de orientação geográfica e não sabem onde termina o país deles e começa o dos outros, e o pior, tem uma força armada poderosa e truculenta, um povo esquizôfrenico com mania de perseguição e que acha que todo mundo os quer exterminar (Ver: Cruzadas), imaginem como reagem quando eles confundem você com um invasor.

Muro da Cisjordânia[editar]

Atualmente na Cisjordânia os israelenses estão construindo um muro, 100 metros adentro do território palestino, igual ao Muro de Berlim, apelidado de "Muro da Vergonha", é uma parede de 20 metros de altura, com 8 metros de concreto reforçado por chapas de aço, vigiado 24 horas por dia por soldados da polícia especial israelense em torres, equipados com snipers como o PSG-1 e AMP DSR-1, cercado por arame farpado, minas terrestres, que tem um espaço de 40 metros posterior a ele que tem areia fina para deixar pegadas e um muro de elétrico de 2000 volts, para impedir que a ANP volte a tratar pacificamente sua população. Dizem que abaixo do muro há mais 45 metros subterrâneo e várias minas mergulhadas na terra, para que, quem tente passar por baixo morra e convenientemente seja enterrado lá mesmo. Além de tudo isso, o Muro da Cisjordânia é vigiado 24 horas por satélites espiões que estão orbitando ao redor do planeta, com mísseis intercontinentais apontados, adaptados com ogivas nucleares.

Agora na Cisjordânia as coisas funcionam de forma simples: Quem vive do lado de lá do muro não entra e quem vive do lado de cá do muro não sai. Se alguma pessoa desesperada se arriscar a pular o muro, não viverá por muito tempo. O único probleminha é que do lado de cá da Cisjordânia, por exemplo, não há hospital, então os palestinos estão proibidos de ficar doentes. Não há emrpegos, por isso os palestinos são resumidos com sua perspectiva de futuro, sendo as opções: se torna um indigente; virar homem-bomba, morrendo por sua fé islâmica esperando que talvez Alá comova o coração dos líderes políticos árabes de outros países para ajudar sua família e seu povo e dá futuro para seus filhos; ou entrando para um grupo terrorista, morra em ataques suicidas contra tropas israelenses, ou indo para o Afeganistão explodindo civis em algum lugar na Ásia ou no Iraque ou na África, ou onde tenha muitos americanos e judeus; para que o mundo compreenda seu sofrimento e se comova com eles. Ou seja, você tem uma opção: morrer do lado de lá.

Demografia[editar]

Como resultado da Guerra árabe-israelense de 1948, terminada em 1949, a população árabe que habitava o território fugiu, e cerca de 300 mil árabes se fixaram na Cisjordânia. Em 1967 durante a Guerra dos Seis Dias e a ocupação militar de Israel da Cisjordânia, novamente verificou-se um êxodo de cerca de 380 mil árabes, principalmente em direção à Jordânia, mas tarde o Rei Houssein, incursionou com o BOPE local nas favelas dos palestinos, que amavam muito a vida, e fugiram de lá, voltando para Cisjorânia. Isso contabiliza agora, que a Cisjordânia conta com uma população de 2.535.927 de habitantes, dos quais 2.171.927 são árabes palestinos e 364.000 grileiros judeus latifundiários e israelitas. Agora, pense aí que em 1947 a população da Cisjordânia era de 400 mil habitantes... A população árabe é na sua maioria muçulmana sunita, com uma minoria cristã (ortodoxa grega e católica romana).

Cerca de 17% da população da Cisjordânia é praticante do judaísmo. Cerca de metade dos habitantes da Cisjordânia têm menos de 15 anos, sendo a esperança média de vida na Cisjordânia de 73,27 anos. O árabe é a língua mais falada no território, seguido do hebraico, que é falado pela população judaica e falado por muitos árabes também, para entender os pedidos de socorro, que não usam interpretes pois a ANP os mandaram dessa pra melhor. A língua inglesa é falada por muitos, embora não entendida, a frase em inglês mais falada é: "USA is Satan!", e depois "Free Palestina" e "We are not terrorists", essa última sempre aos gritos quando algum judeu aparece, e dita tanto por crianças, mulheres e idosos, quanto por jovens de AK-47 ou com coletes entupidos de explosivos - o que nos faz pensar que não tem nada a ver com o conteúdo original da frase.

Política[editar]

Há dois partidos na palestina: o Fatah, que era na prática o único partido palestino, e assumiu a ANP (Autoridade Nacional Palestina) com Yasser Arafat e mantinha-se no poder até agora. Após o Al Fatah se tornar uma organização política reconhecida internacionalmente, por ordem do então, ditador presidente vitalício Yasser Arafat, a política local se tornou confusa, isso porque enquanto se adaptavam com a nova realidade o Fatah foi visitado por parlamentares e governadores de várias partes do mundo, inclusive brasileiros. Desde então, a prática de Mensalão, desvio de verbas públicas, custos inflacionados de obras de infra-estrutura, e confusão de patrimônio é bem difundido. Bancos suiços são bastante utilizados para arrecadar recursos, e mesmo o recolhimento de impostos é caótico, pois, os políticos não raramente usam contas particulares para colher o Imposto de Renda. Então veio o Hamas uma outra organização terrorista que se tornou partido que surgiu assim somente para concorrer a essa última eleição e dá aos palestinos outra opção, devido a todas estas coisas ditas sobre o Fatah, a população local tem preferência pelo novo partido político do Hamas, mas embora esse já seja o maior partido político do país, não foram os soldados do Hamas que compraram as novas urnas eletrônicas, e por isso, não ganharam a última eleição. Isso porém é controverso, porque segundo o Hamas e toda a população palestina, tanto na Faixa de Gaza como aqui na Cisjordânia, acha que o que houve... foi um Golpe de Estado, mas isso é falado por aqui assim, sussurrado, afinal de contas, ir contra os governantes do Fatah significa ser multado, e receber uma auditoria do Ministério da Fazenda e perder tudo que você já não têm.

O Hamas por sua vez tomou o controle da Faixa de Gaza, e assumiu o governo lá, lançando pelas janelas do prédio do governo em Gaza todos os desafetos, enquanto o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, máximo dirigente da Fatah, deu um golpe de Estado, expulsando todos os militantes do Hamas da Cisjordânia e os obrigou a rumar em direção à Jerusalém Ocidental usando coletes parecidos com de homem-bomba. É preciso ressaltar que o Hamas apesar de inexperientes com esse negócio de ser Estado, tem feito um ótimo governo para o quem nunca governou, pelo menos para os palestinos em Gaza, que nunca viram um governo. O único defeito deles é que há uma confusão entre a parte militar e política, tipo: uma escola não é uma base militar, e que hospitais por serem protegidos por leis de guerra, também não podem ser base de apoio e de artilharia, muito menos depósito de munição, zoneamento de área civil e militar é essencial justamente para evitar que seus civis morram - e que é muito feio não fazer obrigando seu inimigo matar civis. É preciso também ressaltar que o Fatah por ser um partido muito experiente, sabe o que é extamente um Estado e sabe governar muito bem principalmente para os palestinos da Cisjordânia que também nunca viram outro governo. O único defeito deles é que há uma ligeira (eufemismo) confusão entre os bens públicos e privados, tipo: o dinheiro da educação não é pra enviar seus filhos para institutos de ensino na Suíça, muito menos para ser enviados para bancos na Suiça em contas particulares, a conta marcada para "serviços básicos de saúde" são geralmente para investimento de hospitais e infra-estrutura de saúde pública e não sua, e um exército nacional tem função de defender o Estado, e não é pra você posar de general e admirar o seu vizinho jogar bomba no seu povo sem fazer nada.

Com estas duas ressalvas, podemos dizer que nem palestinos nativos de Gaza nem palestinos cisjordânios querem abrir mão do governo que têm, e que os dois tem completa razão no que dizem respeito. E Israel que se foda.

Boratasiacentral.jpg
Ásia
v d e h

Países: Afeganistão | Arábia Saudita | Armênia | Azerbaijão | Bahrein | Bangladesh | Brunei | Butão | Camboja | Cazaquistão | China | Chipre | Coreia do Norte | Coreia do Sul | Egito | Emirados Árabes | Filipinas | Geórgia | Iêmen | Índia | Indonésia | Irã | Iraque | Israel | Japão | Jordânia | Kuwait | Laos | Líbano | Malásia | Maldivas | Mongólia | Myanmar | Nepal | Omã | Paquistão | Qatar | Quirguistão | Rússia | Singapura | Síria | Sri Lanka | Tadjiquistão | Tailândia | Timor-Leste | Turcomenistão | Turquia | Uzbequistão | Vietnã

Territórios: Abecásia | Caracalpaquistão | Caxemira | Chipre do Norte | Coreia | Curdistão | Estado Islâmico do Iraque e do Levante | Goa | Hong Kong | Macau | Manchúria | Nagorno-Karabakh | Ossétia do Sul | Palestina (Cisjordânia e Faixa de Gaza) | Taiwan | Território Britânico do Oceano Índico | Tibete