Cláudia Alencar

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ESTE ARTIGO É SOBRE UMA EX-GOSTOSA!!

Se você acha que ela está enrugada, gorda ou morta e enterrada, é porque o Tempo, o grande comedor, também traçou esta. Respeite os veteranos e não vandalize este artigo! Gerações passadas já homenagearam na intimidade do banheiro esta

EX-GOSTOSA

Claudia raia manchete 1987.jpg
Cláudia Gomes de Alencar
Claudia-alencar.jpg
Coçando o sovaco
Nascimento 12 de julho de 1950
São Paulo Bandeira do Brasil Brasil
Ocupação De tudo um pouco

Cláudia Alencar é uma milf e nerd gostosa brasileira, um fenômeno de mulher. No auge dos seus quase setenta anos de idade, ainda consegue ser mais bonita e sensual que muita novinha de vinte e poucos. Duvida? É, eu também.

Biografia da tiazona[editar]

Pasme, mas Cláudia Alencar começou a carreira sendo escritora. Em 1964, quando tinha apenas quatorze anos, ela tirou o primeiro lugar em um concurso de contos do jornal Correio da Manhã. Desde então, já publicou cinco livros, sendo o mais famoso deles Sutil Felicidade, lançado em 2001, uma coletânea de poemas e aquarelas de sua autoria. Ou seja, ela também pode ser considerada poeta e artista plástica, enquanto você aí é um fracassado metido a intelectual que fica perdendo tempo lendo essas merdas que a gente escreve aqui na Desciclopédia.

Toda molhadinha...

É formada em artes cênicas pela USP e também iniciou o curso superior de ciências sociais, mas abandonou para dedicar-se a dar aulas de teatro, virando a típica professora gostosa que povoa as fantasias sexuais de seus alunos. Porém, apesar de ter diploma, Alencar não exercia profissionalmente a função de atriz, então suas aulas eram consideradas meio fajutas. Mesmo assim, as turmas estavam sempre lotadas, pois ela era uma educadora de mão cheia.

Em 1971, cometeu a cagada de se meter com política e filiou-se à Aliança Nacional Libertadora, lutando contra a censura e a tortura do regime militar. Assim como Sara Winter e outras revolucionárias de araque, seus protestos consistiam em ficar pelada em público incentivando a putaria, o que segundo ela era uma forma de expressão artística. No ano seguinte, a mando do presidente Emílio Garrastazu Médici, teve a sala de aula em que lecionava invadida e foi presa por promover orgias teatrais entre seus alunos. Passou vinte dias na cadeia e foi estuprada em rodízio pelos militares. Esta sua trajetória inspiraria mais tarde movimentos sociais respeitáveis como a Marcha das Vadias e o espetáculo cênico Macaquinhos.

Sua estreia oficial como atriz finalmente aconteceu em 1975, quando se uniu a uma trupe de artistas de circo teatro profissionais. Dentre os membros daquela joça estavam atores renomados como Paulo Autran, Marco Nanini e Miguel Falabella, todos seus futuros amantes que lhe serviriam de conchavo para depois trabalhar na televisão, o que aconteceu já no ano seguinte. A primeira novela em que atuou foi Canção para Isabel, na jurássica Rede Tupi, um plágio muito do sem vergonha de Romeu e Julieta. A partir dali, não parou mais e atuou na Band, SBT, Globo, Manchete, Record... enfim, quase todas as emissoras possíveis, além de ganhar uma caralhada de prêmios por seu belo desempenho sexual.

Além dos vários papéis que já interpretou na televisão brasileira, Alencar também possui uma filmografia de respeito no cinema nacional, fazendo parte do grande elenco de pérolas como Inspetor Faustão e o Mallandro e Xuxa e os Duendes, sem mencionar as milhares de pornochanchadas que a transformaram em uma diva onanista.

Como toda atriz gostosa de antigamente, seu sucesso rendeu a ela diversos bicos de modelo em revistas masculinas, incluindo um ensaio de capa para a saudosa Playboy em março de 1987, que certamente fez a alegria do teu pai e do teu avô.

Ver também[editar]