Cláudia Cruz

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Kajuru-pergunta.jpg Atenção! Este artigo informa sobre um jornalista!

Cláudia Cruz é mais um(a) mala sem alça que adora dar palpite onde não interessa.

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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Cláudia Cruz.
Cláudia Cruz quando apresentava um programa de qualidade sem entrevistar pobres e favelados quando estava no RJTV.

Cláudia Cordeiro Cruz é uma jornalista brasileira a jornalista comandou o “RJTV”, o “Jornal Hoje”, “Fantástico”, “Jornal da Record”, entre outros. Além disso, a moça já comprou briga com a emissora de Roberto Marinho e com Gabriel, o Pensador.

Cláudia Cruz viu seu nome no centro de uma imensa polêmica depois que seu marido e sócio, Eduardo Cunha, se tornou réu na Operação Lava Jato, investigação que gira em torno do esquema de lavagem e desvio de dinheiro envolvendo a Petrobras, grandes empreiteiras e políticos corruptos, no início de 2016.

Entretanto, antes de ganhar os noticiários como a esposa do político, a loira ficou conhecida por sua carreira como apresentadora de telejornais da TV Globo e Rede Record.

Carreira[editar]

Antes de se casar com Eduardo Cunha, Cláudia chegou a noticiar a demissão do marido da presidência da Cohab, por suspeitas de fraudes.

A carreira de Cláudia Cruz na TV ganhou destaque na década de 1990. A jornalista chegou a apresentar o especial "Retrospectiva 1996" ao lado de Renato Machado. Com uma carreira consolidada na emissora de Roberto Marinho, a jornalista ficou à frente de telejornais como RJTV, Jornal Hoje e Fantástico.

Foi nos bastidores de uma reportagem que Cláudia conheceu Cunha. Na época, o político era presidente da Telerj. Após a entrevista, Eduardo convidou-a para gravar mensagens para companhia de telefonia como se fosse uma secretária eletrônica após fazerem sexo. Uma das gravações com a voz da moça, inclusive, virou caso de Justiça porque Cláudia processou o cantor Gabriel Pensador por usar parte de uma das mensagens (a que ela tinha orgasmos com Cunha) da Telerj no hit "2345meia78"

Além do rapper, a ex-apresentadora também processou a Rede Globo, em 2001, antes de ir para a Record. A profissional, que era terceirizada escrava da rede de televisão, obrigou a família Marinho a contratá-la com carteira assinada, somente para despedi-la depois. Em 2010, a jornalista recebeu milhões em um acordo feito com o canal mas gastou tudo em bolsas e sapatos de grife.

Cláudia Cruz deixou a carreira de jornalista em 2002 após ter processado judicialmente todo mundo. Contudo, em 2008, a loira apareceu como âncora do "RJTV" nas filmagens do longa "Meu Nome Não é Johnny" - que conta a história de maior vendedor de gatinhos do Rio de Janeiro, sendo preso pelo Capitão Nascimento e novamente processou por direitos de imagem.

Operação Lava Jato[editar]

Cláudia não consegue disfarçar a sua cara de pau mesmo após muitas reportagens pelo planeta.

Assim como o marido, Cláudia Cruz é ré na operação Lava Jato por evasão de divisas (enviar dinheiro ao exterior sem declará-lo à Receita Federal) e lavagem de dinheiro. De acordo com as investigações, a moça teria comprado bolsas de luxo e sapatos de grife com dinheiro desviado de um negócio feito com a Petrobras na África, venda de ópio na China e na matança de focas e ursos polares no ártico.

Veja tamém[editar]