Claro dos Poções

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Você que não conhece Claro dos Poções querendo ir pra lá

Claro das poções contra o Caxias, o maior clássico da divisão especial do interior mineiro

Claro dos Poções (ou Claros dos Porcões) é um lugarzinho no meio do nada, mais perdido do que a Ilha de Lost. É onde se encontra a maior quantidade jecas por metro quadrado do mundo.

O lugar está acabando, e só não bateu as botas porque os bravos velhinhos ainda resistem, à base de muito amendoim torrado, fazendo filhos para estudarem e irem embora para Moc Hell City.

Os únicos habitantes pensantes deste fim de mundo ainda não foram capazes de completar este artigo, adicionando dados relevantes sobre - por exemplo - a maneira inovadora de se vender e consumir um baseado de cinco real.

Política[editar]

O povoado que se diz cidade independente é dividido e dominado por duas facções extremamente rivais. Por um lado, a família pé...embedebista e, do outro, os demo... cratas.

Essa rivalidade começou quando a cidade teria sido emancipada, em 1962. De lá para cá, a cada quatro anos (se bem que de vez em quando o pau quebra a qualquer hora e em qualquer lugar), o lugarejo inóspito se transforma num verdadeiro Anfiteatro Flaviano. As disputas pelo trono soberano duram meses. Alguns chamam essa luta sangrenta de eleição, já a maioria dos moradores espalhados pela roças e buracos nos pés-de-serra preferem dizer que "isso é qui é inleição da boa, sô".

Os ditadores, ao assumirem o poder, implantam diversificados métodos para não largarem as tetas do poder. Um exemplo clássico é a perseguição.

Se, por acaso, algum soldado da facção dominante for pego literalmente dormindo em serviço, a degola é garantida. Centenas de curiosos vão para praça pública ver o extermínio do eleitor contrário, digo, do soldado dorminhoco.

E quando o povoado tem a chance de se libertar dos ditadores acambam trocando o progresso do povoado por migalhas que os coroneis dão e o povo fica quatro anos comendo capim.

Mas os caipiras claro pocence estao deixando de ser burros, so votam se os politicos derem a eles um saco de cimeto ou um botijao de gas e tem os que ja estao espertos os que fizerao segundo grau compreto uai que ja estao pedindo ate trator.

Turismo[editar]

O único ponto turístico, se é que se pode utilizar essa palavra, é uma cachoeira de pouco mais de 50 centímetros de altura. Ao longo do tempo, fizeram uma lavagem cerebral no povo do lugarejo e, assim, eles passaram a acreditar que a tal queda d'água é um ponto turístico mais importante do que as Cataratas do Iguaçu. A poça d'água aonde os embasbacados visitantes se banham está assoreada e o nível da água alcança os joelhos.

Cachoeira de Claro dos Poções

Até dizem que há um lugar onde os políticos poderiam arrecadar dinheiro dos visitantes: uma gruta. O problema é que o buracão, chamado de Gruta dos Encantos, fica no município de Montes Claros e portanto, oficialmente, só quem pode arrecadar dinheiro dos turistas é o município de Moc Hell City. Como eles não sabem disso (ainda), os Poções costumam dizer que têm uma gruta para explorar os forasteiros.

Economia[editar]

A cidade de Claro dos Poções é um polo nuncaindustrial, contando com a ausência de empresas como Alprino, Cibratex, Transnorte, Café Letícia, Coteminas, Nestlé, Vallée, Novo Nordisk, Petrobrás Biocombustíveis, Lafarge, dentre outras.

O município não possui grande vocação agropecuária, sendo um dos raros municípios mineiros que quase precisa importar carne-de-sol para sustentar a cidade. Conta com um shopping: Louis Caetanium onde são encontrados desde artigos de necessidade alcoolatranarcotica até linguiça, prestobarba, Trident, dentro inúmeros outros.

O município possui um grande cassino: Ramon Royale onde todos os vagabundos (jogadores) passam o dia todo apostando quantias milionárias - R$ 0,10 - e bebendo pinga com cachaça.

Não conta também com empresas de cinema, só com o telão escuro colocado no meio da avenida Tão-esburacada Neves. O telão fica pendurado numa árvore e, o povo, sentado na rua para assistir, disputa espaço com o pesado tráfico, digo, tráfego de jumentos e suas caroças.

Infra-estrutura[editar]

A cidade conta com água encanada... ela sempre está dando o cano nos moradores na hora do banho. Ela vem das barrocas próximas ao Ribeirão Traíras, que de traíra só tem mesmo o nome.

A rede de desgosto está instalada há anos, mas ninguém usa. O povo prefere esperar as fossas encherem de bosta para começar a pensar em usar o serviço. A propósito, foi construído um PF (Postinho Fuleiro), que os políticos chamam de Unidade Básica de Saúde, bem ao lado da ETMS (Estação de Tratamento de Merdas Sólidas). Dessa forma, pretende-se lembrar aos usuários do lugar que posto de saúde não é tão ruim quanto parece, embora fique do lado de um monte de bosta.

E claro que os CLARO não podia deixar de ser a cidade que mais produz,de dia falta água,e "dinoite" falta luz.hahahaha

Transporte[editar]

Não tem aeroporto, nem rodoviária. No máximo uma empresa de ônibus que disputa os poucos passageiros com os perueiros, que também fazem o transporte de maconha, cocaína, bandido e etc.

Cultura[editar]

Não se pode negar que é um lugar de gente artista. Tem muitos cantores (um tal de Rabo de Foguete), poetas, atores, dançarinos. Mas, e daí? A prefeitura não investe, o comércio não investe. Aí quando chega a Festa de Agosto (Maior Festa afolclórica da cidade) e os pivetes começam a pivetar, o poder executivo ainda tem coragem de passar propaganda no telão (que dura mais de 2 horas) falando que investe em arte. Dizem que na cidade só há uma pessoa capaz de organizar um grande evento com primazia; mas, mesmo assim, as coisas já não estão mais tão claras como algodão.

Existe o "Social clube" que de clube só tem as cadeiras, não tem piscina, não tem água (com exceção das goteiras, quando chove), em tempos remotos era usado como boate, mas agora o "Point" é a "Halls Night"(também conhecida como "Hell's Night") la se encontram todas as tribos, as patys, piriguetes e jecas metidos a play boys nativos, além de toda a favelada aba reta de Belo Horizonte que pega o Busão sexta à noite na capital e baixa na cidade em datas comemorativas.

Educação[editar]

Jamais será considerada um polo universitário; isso porque os poucos pensantes do fim de mundo deslocam-se diariamente, no lombo de secos jegues, para irem farrear, ou melhor, estudar em Montes Claros, a cidade aonde o capeta ia construir o inferno e desistiu por causa do calor excessivo. Uma vez que na cidade falta investimento das autoridades que estão interessadas mais em enriquecer sua própria dinastia.

Quem não quer passar longas horas andando de jegue para estudar, tem a opção de fazer uns cursinhos vagabundas e que custam os olhos da cara na própria cidade. Ninguém sabe até quando, mas o lugar ainda conta com duas universidades (particulares, claro) - ULBRA e UNIPAC.

Esporte[editar]

Fora Mazim Gato com os meninos do futsal, o esporte mais praticado é aliciamento de menores.

Nikos Ese artigo é um esboço.
Se vozê aumentar ele, Patronzinho vai ficar feliz.