Claustrofilia

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O lugar ideal para um claustrofílico fazer amor.

Claustrofilia é o contrário exato da palavra Claustrofobia e o inverso da Agorafilia, mas não tem nada a ver com a Agorafobia. A claustrofilia nada mais é do que sentir prazer em estar em lugares muito apertados. Todos os claustrofílicos têm uma tara em comum: fazer sexo em lugares superapertados. Não confundir com sexo anal. E isso não é apenas uma fantasia, é uma tara um desejo patológico, chegando-se ao cúmulo de deixar de traçar aquela gostosa pelo simples fato de ela não caber em uma caixinha de fósforo.

A Origem[editar]

Há duas versões mais aceitas para essa parafilia:

  • Etmológicamente, a origem vem do latim: claustro que quer dizer preso, e filia que significa desejo, podendo ser literalmente traduzida por desejo de estar preso. Esse ato era imensamente praticado pelos mais diversos tipos de meliante, apenas para poder ir para cadeia.
    Além de ideal, aqui dá para rolar até um swing.
    Lá, quando a seca apertava, eles acabavam recebendo suas visitas íntimas nesses lugares pequenos e apertados e quando se davam conta estavam até gostando dessa putaria. Assim, quando eram posto em liberdade acabavam por procurar lugares que fossem capazes de lhes transmitir a mesma sensação de aperto. Conforme o mundo foi se modernizando, esse termo e essas atitudes também foram chegando a concepção moderna da palavra.
  • Mas uma versão controversa dessa palavra vem do fato de ninguém acreditar que as freiras e as noviças sejam realmente tão puras e sim acharem que elas mandam ver no séquiço dentro dos seus claustros, sendo até mesmo bem taradas. .
    Legítimos praticantes de claustrofilia pegos no ato.
    Tão taradas que tinham que trazer alguns homens de fora (já que em convento só tem mulher). Como o sigilo tinha que ser absoluto, esses homens fora dali se referiam ao ato como claustrofilia. Diziam um para o outro: e aí, vamos na claustrofilia hoje?. Acontece que os caras ficavam taradões em pegar aquels novinhas noviças e também querendo expandir essa prática para fora dos muros dos conventos, simulavam situações em que pudessem fantasiar aquele mesmo lugar. E assim sua prática acabou na boca do povo.

Lugares mais procurados pelos Claustrofílicos[editar]

  • Fusca da sua vizinha
  • Fiat 147 da sua mãe
  • apart-hotel lá de beira de esquina,
  • Elevadores
  • Casinhas de cachorro (também muito apreciadas por Zoófilos)
  • Colchãozinho de solteiro
  • Provadores de roupa
  • Celas de prisão
  • Celas de conventos

Principais praticantes[editar]

Normalmente, os praticantes mais entusiastas dessa prática soberbamente estranha maluca impressionante são os praticantes de ioga. Sua incrível prática de contorcionismo, que derruba até mesmo aquelas atrizes pornôs que têm que fazer o serviço sujo até mesmo que nem uma mola enrolada, os fazem perfeitos usuários da técnica claustrofóbica.

Apesar disso, pessoas como Rita Cadillac, que ao contrário do nome jamais faz amor em Cadillacs e sim em Fiats 147 com certeza é no mínimo uma praticante muito empolgada e com certeza irá se aperfeiçoar cada dia mais, até o dia em que fará sexo para o Brasileirinhas num carrinho de mão. E com o Kid Bengala!

Há grupos de pessoas mais tendenciosas a essa prática. São eles:

  • Freiras e Noviças
  • Presidiários e ex-presidiários
  • Contorcionistas
  • Praticantes de Ioga
  • Muleques sem dinheiro para o motel, que encaram um fusquqinha na boa.
  • Putas pobres, que tem que dar, mesmo que seja no aperto
  • Praticantes frequentes de sexo anal

Vantagens[editar]

Em um espaço reduzido, há certas vantagens a se considerar, como por exemplo:

  1. Ela não notar que “ele” é bem pequeno, afinal ela não vai ter como se mexer muito.
  2. A chance de consumar Sexo anal é bem maior, já que você não vai ver direito onde está se metendo.
  3. O seu fraco desempenho não será muito importante (ela estará rezando para acabar logo).