Clemilda

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Clemilda
é boca sujammm! Sem vergonhammmm! Sem vergonhammmm!

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Clemilda já morreu!

Vai zoando, o próximo pode ser você!

Clique aqui pra ver quem te espera no inferno


Cquote1.png Minha senhora, por favor, modere o linguajar, ou vou ter que mandá-la para o asilo interno Cquote2.png
Batimã sobre Clemilda

Clemilda é uma aposentada cantora brasileira de forró que se destaca pelas suas músicas, que possuem um vocabulário rico e de alto teor cultural. A letra das músicas de Clemilda são tão formais que, de acordo com algumas testemunhas, inspirou todo o vocabulário presente no Filme do Batimã.

História[editar]

A capa do CD de Clemilda, que foi sucesso absoluto em mais de 8000 cidades brasileiras.

Ninguém sabe ao certo como foi a infância de Clemilda, até porque ninguém estava vivo na época. A única coisa que sabemos é que, quando Clemilda era adolescente, ela, que morava em Palmeira dos Índios, resolveu ir tentar a sorte em algum cidade grande, afinal, se ela continuasse no meio do mato, o máximo que ela iria conseguir na vida era uma oca confortável e uma bela rede feita manualmente pelos índios da região.

Com esse pensamento, Clemilda viajou para o Rio de Janeiro, afinal, esse era o estado para onde iam todos os artistas. Quando começou a viagem, Clemilda estava confiante de que ia conseguir vencer na vida, mesmo naquele momento estando pendurada no pau-de-arara, que tinha uma lotação de, aproximadamente, 666 nordestinos.

Quando chegou no Rio de Janeiro, Clemilda começou a procurar emprego em todos os lugares, sendo que ela estava topando tudo por dinheiro. Então, após muito procurar, ela conseguiu o emprego de garçonete. O salário era mais pior de ruim, porém, já era o suficiente para não morrer de fome.

Com esse emprego, Clemilda conseguiu uma certa estabilidade, pois, mesmo comendo o pão que o diabo amassou, ela tinha uma casinha para viver, e sempre podia compôr músicas sossegadamente (ou, pelo menos, quando não acontecia um tiroteio).

Depois de algum tempo, ela foi cantar em uma rádio que ninguém nunca ouviu, que se chama Rádio Mayrink Veiga. Nessa rádio, enquanto cantava, Clemilda mostrou o seu extenso vocabulário, o que causou um ataque de risos no apresentador. Dizem as boas e más línguas que esse efeito de risos que o vocabulário de Clemilda causou no apresentador foi usado no Filme do Batimã.

Bom, seja como for, Clemilda já fez muito sucesso entre todo o público que estava escutando a rádio, o que não significa muita coisa, afinal, a rádio tinha apenas três ouvintes (contando com a mãe do apresentador).

Mas isso já foi o suficiente. Após essa apresentação, ela conseguiu agendar alguns shows lá nos confins da Terra, em lugares que apenas os índios acham. Após fazer esses shows, todos os expectadores índios gostaram muito das letras de alto teor cultural que eram cantadas por Clemilda, e, para espalhar a fama da cantora, esses índios usaram sinais de fumaça, que se espalhavam por todo o país.

Sucesso[editar]

Após ter o nome espalhado pelos quatro cantos do Brasil, Clemilda começou a fazer apresentações em todos o país, sendo que por esses shows, ela recebia uma quantia de, aproximadamente, 2 barras de ouro que valem mais do que dinheiro. Isso parece pouco, porém, como as barras se valorizam a cada dia, em poucos meses, ela já era praticamente milionária.

Tendo o dinheiro no bolso, Clemilda começou a compôr letras cada vez mais ricas culturalmente, como por exemplo, "Forró Cheiroso". Com essas letras de alto teor cultural, em pouco tempo, Clemilda se tornou uma das maiores cantoras do país, deixando até mesmo grandes merdas nomes como Rei Roberto Carlos e Wando no chinelo.

E assim os anos foram passando, sendo que o seu sucesso apenas ia aumentando. Porém, assim como todos os cantores, após passar alguns anos, Clemilda, dando lugar aos músicos mais novos. Ou seja, o velho vocabulário rico e extenso de Clemilda acabou sendo substituído por letras tão valiosas quanto bosta de porco, que são cantadas pela Banda Restart, Fresno e outras merdas similares.