Clichês das Creepypastas

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Cquote1.png Aff, que merda! Lá vem mais uma de joguinho hackeado Cquote2.png
Você sobre Alguma Creepypasta que lê em algum site
Cquote1.png Tudo começou quando eu fui em um site de compras e vi uma fita do jogo tal bem barata, e então comprei. Ela não era original, mas quando botei no meu Nintendo rodou normal, apenas com pequenos bugs Cquote2.png
Começo comum de toda creepypasta sobre jogos
Cquote1.png Eu estava com tanta saudade do jogo que quando cheguei em casa fui logo ligando o videogame para jogar Cquote2.png
Outra frase típica na introdução dessas histórias
Cquote1.png Foi uma péssima experiência, nunca mais jogo esse jogo! Cquote2.png
Final Clichê das Creepypastas gamísticas (isso é, quando o aterrorizado não morre)

Você já leu alguma creepypasta sobre jogos? Ou melhor, você sabe o que é creepypasta, pelo menos? Bom, se já, com certeza deve ter percebido que elas sempre começam com as frases citadas acima, que sempre tratam dos mesmos assuntos, e que o autor sempre termina morrendo traumatizado e vira emo. Se você já leu mais de trocentas historinhas de terror sobre jogos, com certeza já deve ter percebido os Clichês das Creepypastas.

Mas eu nem sei o que é isso, tio![editar]

Bom, já que você é burro não sabe, não se preocupe, eu vou lhe explicar. Creepypastas são historinhas de terror (que em 99,9% dos casos não assustam ninguém) publicadas na internet. Na maioria das vezes, elas são inventadas por algum nerd desocupado sem vida social, mas também existem, em minoria, as que são reais [carece de fontes]. Estas normalmente são as que mais fazem os gurizinhos se cagarem de medo. Como eu já disse acima, as creepypastas, principalmente falando de jogos, sempre tem as mesmas merdas no início e no fim.

Tipos de Creepypastas[editar]

Animais[editar]

Tema o sucessor de Smile.dog: um pequinês que veio do quinto dos infernos apenas para tirar uma foto que faz as pessoas arrancarem seus olhos e enfiarem no bolso.
  • Maior clichê do gênero: coisas relacionadas ao Smile.dog, a única creepypasta de animal que deu certo.
  • Títulos clichês do gênero: "O verdadeiro segredo do Smile.dog", "A verdade verdadeira do segredo verdadeiro do Smile.dog", "O Smile.dog secreto", "As vadias do Smile.dog", "O que os cachorros não fazem" e coisas do tipo.

Creepypastas de animais são cheias de clichês malucos, falando sobre o olhar de um gato de rua atropelado até mesmo a um inocente cachorro que come tripas que acha na rua.

Creepypastas de animais tem poucos clichês manjados, pois também são raras e ninguém iria perder tempo lendo sobre um hamster assassino chamado Hamtaro. Geralmente usam fotos bizarras do tipo Zalgo com gatinhos fofinhos, sendo que essas fotos estão quase que escancaradamente dizendo "feita no photoshópi".

E como se não bastasse, a maioria dos animais abordados nessas creepypastas são cachorros e coisas relacionadas a cachorros sorrindo. Algumas apelam tanto a montagens de cachorros sorrindo que parecem mais piada do que para uma história assustadora.

Gamísticas[editar]

Essas aí são as que mais tem clichês, e, como o próprio nome já diz, falam de jogos. Esse gênero possui tantos clichês que, mesmo antes de terem lido, os leitores já sabem como a creepypasta vai começar, como vai se desenvolver, e como vai acabar. Ou seja, as creepypastas desse tipo são praticamente uma novela das 8 da Rede Globo: Uma porcaria manjada, que ninguém aguenta mais ver.

A maioria dessas creepypastas falam de jogos do Ñ Intendo 64 ou outras antiguidades do tempo da tua avó. Geralmente, elas começam quando o otário compra jogos piratas em qualquer camelô por dois reais achando que vai se dar bem e cai numa Bilada, Cino. E na maioria dos casos, também, o jogo quando não é comprado em camelôs, é comprado de alguma alma penada que aterroriza o jogador e no final ele morre junto com a família.

Em alguns casos (90% do total), os otários compram o determinado cartucho na internet, em sites de legalidade questionável, como o EBay. O interessante é que eles nunca acham estranho que um cartucho raro esteja sendo vendido por 2 reais, e que o cara que quer vender não disponibiliza nenhuma informação em seu perfil.

Quando recebem o tal cartucho, os otários também nunca acham estranho que o determinado cartucho não tenha nenhuma marcação, e que a face esteja completamente branca.

O pior de tudo é que, logo após ter sido iniciado, o jogo sempre avisa que o jogador irá se arrepender de estar jogando aquilo. Mas o otário não está nem aí, e, como é muito CUrioso, continua jogando, achando que aquilo é apenas mais um dos milhares e milhares de bugs que existem nos video-games. Como a curiosidade matou o gato pelo cu, obviamente, no fim, eles acabam morrendo de maneira cruel e inexplicável.

Ou então eles ganham o jogo, compram em 12x no cartão ou começam a jogar para "relembrar a infância" (gay) e desbloqueiam um lugar secreto em que algum personagem inocente mata todo mundo ou todos os inimigos estão mortos ou o protagonista é estuprado e outras bichices...

Desenhos[editar]

  • Maior Clichê do gênero: Além dos jogos, as de desenhos, na maioria dos casos também são relacionadas à Pokemon, falando sempre sobre O seu lado negro, ou seja, histórias ou teorias inventadas por desocupados para dizer que Pokemon é criação do Cramunhão e que tem sempre alguma morte, sangue, violência e outras coisas que deixam nerds virgens de cu cabelo em pé ou acabam com a infância de alguém que era fã do desenho.
  • Títulos clichês do gênero: "O Lado Negro de <inserir nome do Pokemon aqui>, "O Lado Negro de Ash e Misty (Ash come a Misty sem preservativo e morre de AIDS)", "Episódio perdido de <inserir nome do desenho>" e outros. Outras Creepypastas famosas do gênero são as do Bob Esponja, como a que o Lula Molusco vira emo e corta os pulsos, e o estagiário sensível que viu a cena também peida pra muzenga.

Como todos os nerds que lêem creepypastas sabem, Pokémon é o líder absoluto de creepypastas. Os desocupados inventam creepypastas sobre o assunto a todo instante, explorando fatos banais que ninguém nunca tinha percebido. O problema é que todas essas creepypastas possuem clichês grotescos, o que faz os leitores pensarem que um autor usou Ctrl-C + Ctrl-V no outro.

As creepypastas de Bob Esponja também existem em quantidade significativa, e possuem alguns clichês tão idiotas que até faz cair o pinto do leitor. Nesse tipo de creepypasta, em 99% das vezes, a merda toda começa quando algum personagem acaba passando por uma situação difícil, e fica na miséria. A tristeza dos personagens é tão grande que seus olhos começam a emitir uma energia estranha, que possui a capacidade de matar qualquer um em apenas 7 dias minutos. No fim, o personagem morre, todos os seus amigos morrem e o leitor que perdeu tempo lendo toda aquela clichêzada também morre... De tédio.

Fantasmas/Espíritos[editar]

Tua mãe, a sucessora da Loira do Banheiro nas creepypastas. Apesar de ser bem clichê, tenho que admitir que ficou bem mais assustador...
  • Maior Clichê do Gênero: Seria a "Loira do Banheiro", já que é a mais manjada e todo mundo já conhece essa lenda, sendo que deixa alguns bobões se cagando (literalmente) quando entram no banheiro que estão sozinhos em casa já que vão dar a cagada diária ou bater punheta, que também é um hábito muito comum entre nerds tetudos como você.
  • Títulos de Clichês do Gênero: "Aparições na minha casa", "Aparições em <inserir nome do lugar>", "AAAAAAAAAAAAAH! OLHA O GASPARZINHO!", "A Casa mal-assombrada em <inserir nome do lugar, que geralmente fica no meio de uma floresta ou no Texas na roça>".

Essa são contadas por guris retardados que gostam de assustar outros guris retardados menores que eles (ou até maiores, se for um cagão como o Anônimo) e são umas das mais manjadas, tanto na Internet como na vida real.

Espíritos das Estradas[editar]

  • Maior Clichê do Gênero: O saudoso Fantasma Caroneiro, que todo mundo diz que viu, mas ninguém prova nada. Todos os caminhoneiros que rodam pelas estradas brasileiras tem medo desse caboclo. Ou seja, além de terem que se preocupar em não foder com o caminhão nas buraqueiras, eles também tem que se preocupar com essa tal assombração pedindo carona. Depois desse cara, surgiram diversos clichês assombrando as estradas brasileiras, como a Loira do Caminhoneiro (que até apareceu no Programa do Ratinho), o E.T. Pedestre (irmão do E.T. do Panamá), o Fantasma da Marginal Pinheiros, entre outros menores que não merecem menção na Desciclopédia.
  • Títulos de Clichês do Gênero: "Estrada macabra", "Eu vi o <insira aqui o nome da assombração estradística>", "Aparição na estrada".

Essa é uma variante do gênero acima. As "assombrações de estrada" possuem uma categoria própria porque elas são muitas, e fazem extremo sucesso nos botecos, restaurantes, banheiros públicos e todos os lugares onde os caminhoneiros se reúnem para contar causos, tomar umas cervejas e depois sair dirigindo bêbados por aí.

Apesar do grande sucesso, essas creepypastas são as mais desacreditadas de todas, afinal, apenas caminhoneiros afirmam que viram tais assombrações, e, como todos sabem, quando caminhoneiro não está bêbado, está caindo de sono e tendo alucinações.

Japoneses[editar]

  • Maior Clichê do Gênero: São todas iguais (afinal, japonês é tudo igual).
  • Títulos de Clichês do Gênero: Tsuka Yamazaki, o espírito do hospital, <inserir nome de japonesa aqui>, a assassina.

Ahhh, os japoneses... Lá também adoram essas historinhas de terror de bichinha, e a maioria são mangás para nerds otakus lerem e se cagarem de medo. As historinhas de terror japonesas assustam muita gente[carece de fontes] e sempre falam de mulheres bonitinhas que apanham do marido, são estupradas, etc, e depois os assombram. Elas sempre são branquelas, andam pelos lugares com uma roupinha de dormir e com o cabelo na cara, e causam uma caganeira instantânea em quem cruzar (no bom sentido) com elas.

Frases cliches[editar]

  • Não olhe para trás: Essa frase final sempre se coloca quando se trata de alguma história sobre monstros asqueroso ou um maniaco gay extuprador. Apesar de que 96% dos que olharam para trás ficaram horrorosamente assustados após se ver no espelho e pensar que era algum monstro cujo dito na Creepypasta.
  • Ficar sozinho em sua casa com as luzes apagadas e com apenas a vela acesa: Sim, estão te ensinando um ritual para ver a sua avó morta pelada, ou não.

Veja também[editar]

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v d e h
Lendas Urbanas