Coluna Prestes

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Nota: Para outros significados de Coluna, ver Coluna (desambiguação).


Cheilson Mendes.jpg ATENÇÃO, CAMARADA

Este artigo é comunista, e portanto, foi escrito por um Comunista, ou por um torcedor do Liverpool, ou do Manchester United, ou de qualquer torcedor de um time vermelho ou ainda, por fãs da Ferrari.
Se você vier com piadinha de iPhone, levará uma picaretada.


A queda da Coluna Prestes, que ficou rapidamente desmoralizada na sociedade

A Coluna Prestes era coisa de comunista. Isso fica posto, portanto é coisa do capeta.

Nos anos 20, um capitão chamado de Luís Carlos Prestes, que não é Júlio Prestes, e apesar do nome dos dois, não há nada que preste... Cansado de viajar com seu circo marxista pelo Brasil resolve fazer um exército e lutar pela revolução leninista brasileira.

Outros dizem que o tal de comunismo era só para fazer marketing de seu circo. Mas as cores vermelhas dos colãs dos malabaristas entregavam o jogo.

Outros estudiosos afirmam que Prestes ficou revoltado com o Marechal Rondon por não ter sido convidado para o descobrimento de Rondônia, portanto ele resolveu fazer sua própria expedição para descobrir um estado perdido entre Goiás e o Pará, um tal de Tocantins.

A coluna deu voltas e voltas e voltas pelo Brasil. Tendo acumulado milhas suficientes pela Varig, Prestes em mil novecentos e trinta e poucos pegou sua esposa Olga Benário e foi viajar para Berlim, o que infelizmente foi uma péssima ideia, porque Hitler não costumava ser muito simpático com judias como Olga. De qualquer forma, tendo a mocreia da Olga sido adequadamente gaseificada, Prestes retornou ao Brasil onde se casou com sua secretária de 19 anos e se elegeu senador em 1946, quando já não tinha uma coluna que peste.

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