Comic Party

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Smb-nes mario walk.gif
Comic Party é da época da Velha Guarda dos Games

e só é conhecido por gamer raiz

Parto Cômico
Comic party boxset.jpg

Tem playboy que torra 500 pila nesse box inútil

Informações
Desenvolvedor Leaf
Publicador Aquaplus
Ano 1999
Gênero Romance
Plataformas PC, Dreamcast, PSP
Avaliação De 10 para baixo
Idade para jogar 18, mas quem respeita?

Comic Party é um jogo originalmente erótico de computador lançado por empresas japonesas desconhecidas para lucrar em cima da otakuzada virjona. Porém, como tem gráficos bonitinhos de anime, quem realmente comprou foram as crianças, o que fez com que o jogo fosse posteriormente relançado para outras plataformas sem o conteúdo pornográfico.

História[editar]

Screenshot de Comic Party, eu acho.

O enredo foi inspirado em uma convenção nerd de grande sucesso no Japão, a Comiket, famosa por ser focada principalmente na divulgaço de doujinshi, espécie de revista em quadrinhos amadora que pode ser tanto um trabalho original como também um plágio de alguma obra já existente (o que é o mais comum). No jogo, Comic Party é um evento mensal exatamente igual à Comiket, que apenas teve seu nome alterado para não rolar nenhum tipo de processo judicial por inflação de direitos autorais.

O personagem principal é um n00b chamado Kazumi Sendo, que um belo dia é convidado por seu amigo otaku de carteirinha Taishi Kuhonbutsu para conhecer a Comic Party, e aceita o convite mesmo sem fazer a mínima ideia de que porra seria isso. Ao chegar no local da convenção, ambos se deparam com uma fila quilométrica cheia de gente esquisita aguardando a liberação da entrada. Se fosse no Brasil, Kazuki provavelmente nem teria dado bola para isso, já que aqui o que não falta é fila para entrar em qualquer lugar, mas como é no Japão, ele ficou surpreso.

Frequentando a Comic Party, Kazuki fica maravilhado com o universo doujinshiano e torna-se um nerd em estado terminal assim como Taishi, que incentiva o amigo a criar sua própria obra e divulgá-la no próximo evento. Ele curte muito a ideia e começa a trabalhar em seu próprio doujinshi, mas sua amiga de infância Mizuki não gosta nem um pouco disso, já que é "secretamente" apaixonada por ele e sabe que não terá a mínima chance de namorá-lo agora que ele faz parte do mundo geek, porque pessoas assim não possuem vida social e tampouco interesse em tê-la.

Jogabilidade[editar]

Embora não pareça, Comic Party é um simulador de romance, então o principal objetivo do jogador é fazer com que Kazuki se relacione com a maior quantidade possível de personagens femininas. Seria apenas mais um jogo padrão do gênero, mas lembre-se que agora o protagonista é otaku e fica ocupado na maior parte do tempo criando seu doujinshi, simplesmente cagando e andando para a mulherada. Cabe ao infeliz que está jogando isso organizar uma agenda planejada para Kazuki, conciliando sua nova vida de pseudoartista com as tarefas e compromissos de um ser humano normal. Ou seja, além de trabalhar duro para garantir qualidade ao doujinshi, ele ainda precisa continuar indo à faculdade e convivendo com outras pessoas, no caso garotas.

Recepção[editar]

O jogo foi lançado como um eroge, ou seja, tinha um monte de cenas de putaria explícita entre Kazuki e a mulherada. Porém, as ilustrações fofinhas no estilo mangá usadas na embalagem e para divulgação enganou um monte de pais japoneses desavisados, que compraram para seus filhinhos impúberes jogarem. Logo, o crescimento de pelos exagerado e precoce nas mãos dos pequenos jogadores fez com que as famílias desconfiassem e checassem o conteúdo de Comic Party, ficando horrorizados com o que viram. Afinal, criancinhas se masturbando para hentai girls é considerado algo imoral e inadmissível no Japão. Agora, se for um tiozão velho e gordo com tendências pedófilas, tudo bem.

Em seus lançamentos seguintes, Comic Party teve as partes hentai retiradas e foi transformado naquilo que realmente aparentava ser, um jogo tosco e sem graça destinado a menores de idade. Além disso, também foi adaptado para outras mídias, virando uma comédia romântica cheia de clichês e bem sem sal.