Comunicação

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A comunicação em geral é uma coisa muito, mas muito sujeita a falhsdfhdfghjdas (ou melhor, a falhas). Consiste num processo nada jurídico, onde algum animal manda uma mensagem; se ela foi interpretada como devia ou não, não interessa. Se ela foi recebida, pelo menos houve comunicação, né... O receptor pode ser um ou mais de um, dependendo do tamanho da orgia. Atualmente, tem uma certa importância porque, como diria o grande filósofo Peninha: "quem não se comunica, se estrumbica". Câmbio.

Breve história da comunicação[editar]

Um raríssimo instrumento medieval de comunicação.

Alguns nerds metidos a sabichões creem piamente que o ser humano, em suas primeiras tentativas de organização, se comunicava através de grunhidos e gemidos. Ou seja, algo do tipo "hmhmhmmmm rumph", "hmraah hmmhsmm" ou simplesmente "rogan". Até hoje há controvérsias se primeiro surgiu a comunicação verbal, a escrita, ou a não-verbal mesmo, visto que nesse mesmo tempo o pessoal das cavernas já dava uma de artista no tempo livre que tinham. Neste ponto, alguns conseguiam se comunicar de maneira razoável com outros animais (e até mesmo com divindades, quando o negócio apertava de vez).

Tão obscura quanto a origem da comunicação foi a evolução da mesma. Se antes bastava levantar o porrete ou uma tábua com mandamentos pra mostrar quem é que manda, aí é que tudo ficou uma completa desgraça, quando surgiram os diversos projetos de idiomas. Fora que as versões escritas nem sempre condiziam com as más línguas, e daí então foi só ladeira abaixo. A velocidade da comunicação também não era uma coisa que se diga "nossa, mas como é ligeira hein Juvenal". Os mais antigos usavam pombos-correio, sinais de fumaça, gritavam em pleno deserto, ou então faziam como os gregos: botavam um infeliz pra correr sei lá quantos quilômetros. Tudo isso só pra ele entregar a mensagem mesmo (e morrer no fim da maratona).

Com a modernização dos serviços, das tecnologias, da esperteza e um pouco de vergonha na cara, finalmente a humanidade consegue criar bugigangas que permitem uma comunicação mais veloz que o envio de cartas (com ou sem antrax). Surgem o rádio, telefone, TV, Internet, churrasqueira controle remoto, enfim, uma série de (f)utilidades que podem ser usadas tanto para pedir arrego e chamar o SAMU nas horas mais difíceis, quanto para se exibir e mostrar ao mundo as mais diversas idiotices (seja por uma questão de "statis" ou não).

Falhas e outros desastres[editar]

Quando um pedreiro está trabalhando, nunca peça pra ele "fechar a garagem"...

Muitas vezes o problema não estava na mensagem em si, mas em outros fatores, por exemplo: um emissor fanho ou uma pessoa surda. Tais fatores poderiam levar a graves mal-entendidos; se alguém diz "Virgulino Costa, seu criado", outro alguém pode ouvir "Vire de costas, seu viado". E quando se trata da escrita, é pior ainda. Vírgulas no lugar errado, ambiguidades, cacofonias, falta de depilação... Tudo isso atrapalha a comunicação, e meio que torna a mensagem mais difícil de ser entendida por pessoas como eu e como você, por exemplo. Aliás, se aqui há um link para você, ele pode referir-se ao artigo, a você mesmo, ou às duas coisas. E a palavra "como", em itálico, parece um corno. Pois é... quando há uma falha ou mais, é difícil determinar o que seria certo ou não.

Para tentar evitar tais falhas, foram inventados tapa-buracos, tais como os tradutores e os corretores. Não os de imóveis, esses são mais inúteis, é claro. Mas já reparou que, às vezes, quando se tenta consertar algo, o negócio fede mais ainda? Google Translate que o diga. Hoje em dia, quem não nasce com um peixe de Babel dentro do ouvido precisa aprender um segundo (ou um terceiro) idioma para poder comunicar-se com quem não entende o primeiro (ou o segundo)... Ah, quanta confusão!