Contribuição provisória sobre a movimentação ou transmissão de valores e de créditos e direitos de natureza financeira

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A Contribuição "Provisória" por Movimentação Financeira (CPMF), também chamada de Como os Políticos Metem a Faca, ou Contribuição Prorrogável para Mensalão Federal, ou ainda Contribuição Para Me Foder, foi um tributo federal criada em 1996, durante o governo Topete Ambulante.

Histórico[editar]

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A aprovação (ou não) da CPMF é um assunto de suma importância em Brasília.

No início a CPMF tinha o objetivo de arrecadar fundos para serem empregados na saúde coletiva dos cofres públicos, pois esta mostrava-se debilitada depois de tanto ser molestada pelos Collors e Sarneys que passaram pelas bandas de Brasília.

Posteriormente a bolada foi jogada pro Sistema Único de Sacanagem onde o contribuinte, ao chegar perto do caixa eletrônico, já tinha descontado em sua conta o valor ínfimo de 99,62% do dinheiro depositado.

Operações isentas da cobrança do imposto[editar]

Prorrogação e fim de jogo[editar]

Depois de sua prorrogação, o dinheiro arrecadado com a cobrança do CPMF foi destinado para contas na Suíça. A CPMF sempre desfrutou de carta branca e portanto foi prorrogada por três vezes: em 1999, 2002 e 2003. Mas teve seu fim decretado em 31 de dezembro de 2007 e quase foi re-ativada em 2016.

Pós-fim da CPMF[editar]

Atualmente é defendido pelo PT, um partido de pronfunda coerência ideológica. É mentira que o PT fosse contra. Ele sempre foi a favor. Ele apenas fez oposição porque achava que a CPMF estava muito baixa para ajudar efetivamente o Brasil, e que FHC estava sendo muito tímido. Claro que sim! Quem duvida, pergunta pro Franklin Martins. Em contrapartida, atualmente é atacada pelo PSDB também um partido de pronfunda coerência ideológica e avesso a tomar decisões eleitoreiras. O governo também criou esse pequeno imposto para que ao sacar o dinheiro da sua conta, ela fique negativa e você seja presenteado com taxas bancárias. Governo e Bancos tem uma forte ligação, o Governo adora aplicar na poupança do povo.