Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União

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Ministério da Falta de Transparência, Vistas Grossas na Fiscalização e Descontrole-Geral da União
Setor de Autarquias Sul, Quadra 01, Bloco A, Edifício Darcy Ribeiro – CEP: 70070-905, Brasília, Detrito Federal
www.CaGuetaUm.gov.br
Sede-cgu-brasil-gov.jpg
Sede da antiga CGU
Criado em 28 de maio de 2003
Anterior Controladoria-Geral da União
Orçamento R$ 73,4 bilhões (2018)
Ministro Taquara de Jardim
® Desciclopédia

O Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle e Controladoria-Geral da União (TraFiCo-Geral da União), é um ministério brasileiro cuja a função é fiscalizar os dedinhos nervosos do poder executivo do Brasil.

O órgão deveria ser responsável pela realização de auditorias nos órgãos, cargos e programas do governo federal e tentar prevenir a prática da corrupção na referência mundial dessa modalidade criminosa, mas mesmo assim casos como os revelados na Operação Lava Jato continuaram a acontecer, o que nos leva a refletir sobre a real eficácia desse órgão tido como "fiscalizador". Nesse caso, o órgão que deveria funcionar como um cagueta na verdade estava a acobertar os crimes e prestando o mesmo papel que a milicia costuma fazer nas favelas comunidades latino-americanas.

História do TraFiCo como CGU[editar]

O órgão criado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva assim que ele invadiu o palácio dos despachos presidenciais. O órgão foi criado para fins de auto-controle do então presidente da república. Como aquele trambiqueiro armava muitas arapucas financeiras para sair ganhando por fora, foi necessário criar um ministério com "guaritas" treinados apenas para fiscalizar o dinheiro público. A criação do ministério foi como por um porteiro em um condomínio residencial, não adiantou nada.

Servidores do ministério trabalhando

A criação do ministério não coibiu a realização de crimes do colarinho branco na esfera federal, pelo contrário. Foi como remédio ruim, não cura e ainda causa alguns efeitos colaterais como a chuva de empreiteiras que surgiram durante a primeira década de vida do ministério. Além do mais, dois anos depois da "efetivação" da CGU como um cabide análogo ao ministério começam a surgir vários e mais vários casos de corrupção como uso de cartões corporativos, este aliás, com participação inclusive desse suposto "órgão fiscalizador" e seu "portal da transparência".

Funcionários da CGU um pouco arrependidos da escolha que fizeram.

Mesmo assim, ao longo do tempo o ministério foi aprimorando um pouco seu modus operandis, a ponto de conseguir atrapalhar alguns esquemas de desvio de dinheiro, mas ainda é muito pouco se for levar em consideração o quando esse cabide custa aos cofres públicos, fora que a denúncia, em 99% das vezes parte de algum cidadão inconformado ou candidato que perdeu para o atual mandatário nas últimas eleições.

Ao ver a cagada que fez ao promover esse órgão dedurador ao mesmo nível de um ministério, o ex-presidente Lula tentou sufocar o órgão ao máximo para que depois pudesse tentar extraí-lo das entranhas governamentais e fez isso usando um suckerpuppet dele, a então presidente Dilma Rousseff. A façanha quase deu certo a ponto de um ex-ministro ter de pedir arrego[1], porque não aguentava mais ficar emcuralado.

Mudança de nome[editar]

Ao fim do período de governo petista, vários servidores do ministério protestaram contra o antigo governo, pedindo o impedimento do governo a arbitragem brasileira e também o restabelecimento dos poderes que nunca tiveram. Como prêmio, tiveram as solicitações atendidas depois que o novo governo secular da Nova Ordem Mundiel Temer fez do Palácio do Planalto um grande centro de macumba e culto ao tinhoso. Depois disso os servidores públicos, não satisfeitos, pediram a volta da antiga presidente. Vai entender...

O ministério[editar]

Para a pasta, o importante é mostrar denuncias relacionadas a pequenas prefeituras situadas lá no cu de judas, pois assim passa a impressão de que o órgão está trabalhando em pleno vapor. Já casos que poderiam trazer dor de cabeça, as Corregedorias Gerais (CRG) não precisam se preocupar, primeiro porque pode dar muita dor de cabeça mexer com cachorro grande, depois porque são casos que levam mais de 30 anos para serem resolvidas e mesmo assim o caso sempre termina a favor do governo corrupto. O melhor mesmo é manter do jeito que está, o melhor, não mexer com ninguém e deixar eles desviarem os recursos em paz.

Ministros[editar]

Para assumir o comando desse ministério, pelo visto não é necessária lisura já que de cara um crítico da lava-jato foi indicado ao comando dessa pasta. Para ser um indicado como ministro da CGU o indivíduo precisa ser amigo pessoal do presidente e saber identificar os podres dele. Isso é para que o órgão quando receber denúncias relacionados ao executivo, poder usar da miopia para evitar uma possível dor de cabeça ao presidenciável.

Entre os desocupados que assumiram o comando desse ministério foram o embuste Waldir Pires, o longínquo Jorge Hage e o declaradamente anti Lava Jato, Fabiano Silveira, também conhecido como capanga de Renan Calheiros[2], pelo menos enquanto esteve a frente do ministério.

Ver também[editar]

Referências