Cordofone

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Cordofones são uma classe de instrumentos musicais que o som provém de uma ou mais cordinhas que fazem zuada quando espremidas, esfregadas, beliscadas, esmurradas (vide uns baixistas loucos do metal) e até mesmo perfuradas (vide Eddie Van Halen e os malucos do Mr. Big). No código de Hornbostel-Sachs eles são o número 3 na classificação, por isso ficam no terceiro cantinho da orquestra quando você vai lá ver... esquece, lembrei agora que você provavelmente só assiste baile funk e roda de samba, seu sem cultura!

Nomenclatura e origem[editar]

Tudo começou quando algum primo do macaco a uns 35 ou 15 mil anos atrás percebeu que uma corda presa num pedaço de madeira fazia um barulhinho bom. Daí surgiu o arco musical, o primeiro dos corda (qualquer pedaço de fio, barbante, corda mesmo ou seu fio dental - o da boca, não o que a tua irmã usa pra dar pra mim) + fone (de falar, barulho, som, zuada). Depois veio o telefone de coco, o precursor do telefone propriamente dito, em que dois aborígenes se conversavam cada um falando num pedaço do coco e o outro com o outro pedaço na zureia.

Daí pra frente foram surgindo outros, com a lira grega (usada por Orfeu pra chorar sua viuvez, criando o gênero "sofrência" antes de Cristo, e por Nero enquanto assistia Roma pegar fogo), o saltério hebreu (usado por Davi pra louvar ao Monstro de Espaguete Voador e por Salomão pra traçar suas mil mulheres), a harpa egípcia (usada pelos faraós pra tentar comer suas irmãs), entre outros.

Com o passar dos anos foram surgindo em outras culturas versões mais aperfeiçoadas, com o uso de divisões de notas, trastes (não me refiro aos cunhados da tua mãe - ou aos teus), cavidades acústicas e mais um monte de badulaques pra tornar o som mais audível (e desesperador, quando um ser desafinado que só sabe tocar a música de Belém pega num violão na tua frente).

Princípio do funcionamento[editar]

Basicamente funcionam por um troço que a física chama de "ondas estacionárias", ou seja, ondas que ficam paradinhas no trânsito de São Paulo ou de Shangai ou da Cidade do México (entre outros exemplos de lugares infernais do cacete pra ter carro), e daí foram circulando devido a vibração com o ar causada por qualquer acéfalo que porventura toca. Alguns são chamados de cordofones simples, pois são apenas uma ou um monte de cordas que tão presas num bagulho qualquer. Já outros são chamados de compostos, pois só funcionam direito se tiverem uma caixa de ressonância ou alguma parte oca que seja no instrumento, senão o som nem sai direito ou ninguém nem ouve. Em alguns casos é necessário uma caixa de som elétrica mesmo, como as guitarras e baixos elétricos, senão só um ouvido de tuberculoso vai conseguir ouvir.