Coxinha FootBall Club

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Nota: Se procure pela cidade, veja Curitiba Não pode faltar nas aulas do Professor Pasquale
Aviso importante: Clubismo aqui NÃO, cazzo!
A Desciclopédia é um site de humor, logo, NINGUÉM aqui se importa pra quem você torce, seja o Bahia de Feira, o Fluminense de Feira ou o Sergipe. Seja engraçado e não apenas idiota.


Coritiba Foot Ball Club
Escudo do Coritiba.png
Brasão
Hino Coritiba über alles!
Nome Oficial Cocoritiba Fußball Club
Origem link={{{3}}} Paraná- CUritiba
Apelidos Porco, Coxinha, Alface
Torcedores Paquitas
Torcidas KKK!
Fatos Inúteis
Mascote Xuxa
Torcedor Ilustre Alborghetti
Jailson Mendes
Estádio Xuxa Park Stadium
Capacidade 36.457 ervilhas
Sede Curitiba
Presidente Jair Cirilo
Coisas do Time
Treinador Indefinido
Pior Jogador Nuvola apps core.png
Melhor Jogador Crystal Clear action bookmark.svg.png
Patrocinador Cláudia Leitte
Time
Material Esportivo Omo
Liga Campeonato Brasileiro
Divisão Série A
Títulos Um Brasileiro de algum ano muito antigo
Ranking Nacional  ?º
Uniformes



Cquote1.png Você quis dizer: categoria de base do Palmeiras Cquote2.png
Google sobre Coxa
Cquote1.png Você quis dizer: Único BI-VICE da Copa do Brasil Cquote2.png
Google sobre Coxa
Cquote1.png Quem? Cquote2.png
Você sobre Coritiba
Cquote1.png Afinal, é Coritiba ou Curitiba? Cquote2.png
Você sobre Coritiba
Cquote1.png Coxa é aquela parte da perna em cima do joelho! Cquote2.png
Anônimo sobre Coritiba e anatomia
Cquote1.png Torcida se mede no estádio. Cquote2.png
Torcedor Coxa esquecendo que é o Atlético que possui o recorde de público do estádio alviverde
Cquote1.png A pipa do vovô não sobe mais!. Cquote2.png
Silvio Santos sobre Vô Coxa
Cquote1.png Eu torço contra o Atlético! Cquote2.png
Torcedor do Coxa, respondendo a pergunta: "Para qual time você torce?"
Cquote1.png O estádio (Couto Pereira) está sólido, mas superado, antigo, obsoleto. Jamais poderia ser adaptado à Fifa. Cquote2.png
Marcos Hauer, vice-presidente do Coritiba, à rádio CBN
Cquote1.png Estou focado em tirar o Coxa dessa situação, mas meu sonho é voltar a jogar por um grande clube. Cquote2.png
Marcelinho Paraíba, craque do Coritiba em 2009, à rádio CBN
Cquote1.png Não acredito! A matemática nos enganou! O Fluminense tinha 99% de cair! Cquote2.png
Torcedores do Coritiba sobre matemática do Campeonato Brasileiro de Futebol de 2009
Cquote1.png Torço para essa delícia Cquote2.png
Jailson Mendes sobre o Coritiba

Coritiba Footeball Clube é um time brasileiro de Série B que ocasionalmente participa da Série A, sendo o time de série B que mais vezes participou da série A, campeão indiscutível de uma infinidade de títulos imaginários, todos na primeira metade do século retrasado. Tem também forte influência nazista e surgiu de uma fusão de agremiações desportivas, não admitida por sua diretoria e torcedores. Sua torcida é conhecida por compor músicas de autoconsolação. É o clube paranaense que mais disputou a série B (12 vezes - e contagem aumentando -, incluindo aquela que deveria jogar a série C).

Nome

Depois falam dos Bambis...

De acordo com o ensaio histórico linguístico do Professor e Pesquisador Francisco Filipak, membro da Academia Paranaense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, o nome do bando deriva da expressão indígena "coré' ti(b) ba", que em língua guarani significa "abundância de porcos".

Mais precisamente, "coré" significa "porco", ou talvez "suíno", e itiba é um sufixo que indica ajuntamento, portanto seria algo como "ajuntamento de porcos", ou conforme traduz o professor, "abundância de porcos".

Também recebe a alcunha de "Coxa-Branca". A versão oficial sustentada pelo própria agremiação, alega que o apelido advém das coxas-brancas de seus atletas alemães ou ingleses (nacionalidade oficial ainda em discussão pela diretoria do clube) que praticavam o másculo costume de deixá-las a amostra e depiladas para demonstrar sua arianidade tupiniquim.

Atacante Alvi-Verde.

Alguns estudiosos do futebol paranaense(?), argumentam que a provável verdade é de que o apelido "coxa-branca" é uma abreviação seguida de uma variação do português brasileiro para o português coxa-branca do termo "cocheiras-brancas", por tratar-se na verdade de uma tradição do time: manter pangarés em seu elenco, como já anunciado pelo ex-presidente do clube, Giovani Gionédis, e como se verifica na imagem ao lado.

A alcunha mais comum atribuída ao clube é a de “Paquitas”. Este termo é na verdade uma adequação mais contemporânea do seu antigo apelido “bonecas”, como se verifica inclusive em matéria da revista Placar (dir.)

Os hábitos coxa-branca sempre foram bastante alinhados a vaidade feminina, e como se verifica em décadas passadas já era grande o número de cabeleireiros e estilistas em sua torcida e direção. Quando do surgimento do grupo das “Paquitas” no programa Show da Xuxa, em meados da década de 80, a associação do nome desse belo conjunto de loiras que exaltavam a “rainha dos baixinhos” em meio a duendes, foi imediata, uma vez que tratava-se de uma torcida que comemora seu aniversário de seu time no dia das crianças, sustenta imagens de uma duende com coroa de rainha, e grita “xoxa eu te amo”.

História

Fundação

A mascote oficial do Coxa

O Xoxa Futeball Clube, foi oficialmente fundado em 1909 (e afundado em 2005) da fusão do Clube de Ginástica Turnverein com o Coritibano Foot Ball Club. por um grupo de bailarinos alemães provindos da Europa em busca de novos ares, novos romances, novas experiências e um novo lar para se divertirem com seus populares salsichões. Evento formalizado em ocasião do convite para a primeira pelada (categoria de jogo em que o Coxitiba detém proficiência) oficial do estado do Paraná, frente ao renomado time de Ponta Grossa, composto principalmente por recrutas do Exercito Brasileiro. Partida aceita de imediato, pois para soldados de Ponta Grossa os "coxas" nunca dizem não. A duração da partida foi de 80 minutos e terminou com a vitória dos locais por 1x0, gol marcado por Charles Wright. O nome de origem Tupi guarani, e diferente de Curitiba por apenas 1 letra, torna sua tradução diferente do nome que a querida cidade leva; Do tupi-guarani: CURI=Pinheiro, CORI=Porco, TIBA=Muito. Essa tradução ficou longe, portanto, da resultante Coritiba (coré = porco + tiba = abundância), criada supostamente pelo cacique tingui - Coré-etuba, forma atual apenas do nome da sociedade Coritiba Football Club.

Década de 30

É um dos clubes da chamada era "pau-brasil" - clubes fundados a partir da admiração de alguns bailarinos por este tipo de pau. A origem germânica sempre foi a marca registrada do Coritiba. Na década de 30, época do NAZISMO, muitos descendentes de alemães ainda jogavam no time que não admitia negros. O time era sempre acusado de racismo. Em 1939, durante um Atletiba, o futuro presidente do Atlético Paranaense indignado com esta situação, chamou os jogadores do Coritiba de “coxas-branca”.

Verifica-se na obscura história do futebol paranaense que o “vovô” já arrastava suas pernas mesmo antes disso. O clube divulga em seu website oficial que já possuía um time de futebol invicto em períodos anteriores, detentor de todos os títulos estaduais daqueles anos, contra o qual nenhum time da capital paranaense fazia frente, até porque, naquela época ainda não haviam sido criados outros times contra os quais jogar, o que fez do Coxitiba time campeão, detentor de inúmeras glórias, sempre lembradas por seus torcedores nascidos décadas após aqueles distantes anos, até os dias de hoje.

Diz-se também, que nos períodos imediatamente posteriores a sua fundação, alguns pervertidos dotados de bom-senso, rejeitados pelo clube por saberem jogar futebol, abandonaram a agremiação para fundar as suas próprias. Essa agremiações participariam então a disputar o Campeonato Paranaense e "supreendentemente" até a derrotar o "glorioso". Derrotar o "glorioso" era prazer tão acentuado naquelas agremiações, que mesmo após décadas de fusões e mudanças continuam a fazer isso até os dias de hoje.

Fita Azul de 1975

Só uma brotheragenzinha

O Coxitiba faz parte do seleto grupo de times que já foram campeões da gloriosa Fita Azul. Trata-se do único troféu que não é um troféu (é uma fita), assim como se trata do único título que não é título, afinal, não foi disputado. Na verdade é um “título” mundial de tão grande magnitude que nenhum campeão mundial autêntico conseguiu pôr as mãos. Somente os times gigantes do Brasil possuem este grandioso “título”. São eles: Portuguesa Santista (timaço), Santa Cruz (atual série D do campeonato brasileiro), Portuguesa (sabor de pizza?) e, obviamente, o grandioso Coritiba! Os jogos do Coritiba foram realizados nos lugares onde o melhor futebol mundial é disputado: Turquia e Norte da África.

Campeonato Brasileiro de 1985

Segundo arqueólogos, o Coxitiba foi o glorioso campeão do derrotado Campeonato Brasileiro de Não-Futebol no glorioso ano de 1985. O Alex já era nascido, mas o Zagalo ainda não. O time do Alto da “Glória” glorifica-se desde então de ser o único Campeão Brasileiro com o saldo negativo de gols, após a empolgante (?) partida final do “quase-campeonato” contra o poderoso time do Bangu.

Após anos no ostracismo do futebol nacional, esquecido como sempre, o Coritiba aparece do nada como campeão brasileiro de 1985... Como pode isso?

Pensa numa fórmula de campeonato absurdamente esdrúxula, sem sentido e de critérios absolutamente aleatórios... esta foi a versão de 1985 do Campeonato Brasileiro, nem os estudiosos matemáticos mais aficionados compreendem qual era a lógica daquele torneio repletos de mil times divididos em grupos sem o menor critério.

De maneira resumida o Coritiba teve que passar por Joinville e Atlético Mineiro antes de fazer a final com o... Bangu... SIM! Bangu! A CBF estuda seriamente a possibilidade de desconsiderar o campeonato brasileiro daquele ano, devido a falta de credibilidade da final.

A torcida do Coxa costuma ter memória fraca, pois não se lembram que ganharam o Peladão de 1985 em cima do Bangu e encerrarem a competição com um saldo negativo de 2 gols, inédito na história do futebol brasileiro, quiçá mundial. Também ignoram que no ano seguinte fizeram uma campanha vexatória na Libertadores, perdendo pra times da Venezuela, Guiana Francesa e Suriname.

Campeonato Paranaense de 1988

Time de terceira.

Em situações normais, temos como exemplo o campeonato estadual de 1988, quando o Coritiba já foi vice-lanterna do Campeonato Paranaense.

Série B de 1990

Acostumados a serem campeões sobre times do nível do Bangu, o Coritiba não tardou em ser assíduo participante da Série B do Campeonato Brasileiro, onde poderia encontrar times à altura. Foi porém na série B de 1990 que atingiu o auge de sua ruindade ao cair para a série C do brasileiro ficando atrás de Grêmio Maringá e Operário Ferroviário, mas ser salvo pela CBF nas maracutaias que rolavam soltas naquela época.

Neste ano o Coritiba inaugurou uma tendência que se tornaria nacional, a negociação de jogadores para saldar dívidas de IPTU. Mesmo assim, o Coritiba não conseguiu saldar o IPTU.

Série B de 2007

Ainda em suas aventuras pela Série B, a temporada de 2007 foi memorável para o Coxa. Foi nesta edição que recebeu o troféu da pior cobrança de escanteio da história do futebol brasileiro, em jogo contra Criciúma.[1]

O Coritiba poderia ter ganho o Campeonato Brasileiro da série B em 2007 com uma rodada de antecedência, mas perdeu por 3x2 para o poderoso Marília jogando em casa, e precisou ir comemorar o título no estádio dos outros. E isso porque o Coritiba precisou bater 4 pênaltis para ganhar de 1x0 do Ipatinga na rodada anterior, o poderoso time do interior do Acre com quem disputou diretamente o título até a última rodada.

Após 12 longos anos alegando que o título conquistado pelo clube arquirrival-inimigo de Campeão Brasileiro da Série B não tinha qualquer valor, o Coxitiba o considerou insignificante o bastante para disputá-lo e conquistá-lo, senso ovacionado então com a maior festa que sua torcida já havia feito desde o período jurássico.

Essa grandiosa conquista rendeu também o famosíssimo documentário “Da Queda ao Alto da Glória”, que narra como o glorioso time do Preto-e-Cinza Paranaense retornou a Série B do campeonato brasileiro, foi campeão na segunda tentativa, e no ano seguinte conseguiu o importantíssimo título de Campeão Paranaense do ano de 2008 sendo derrotado por 2×1 na final do campeonato por seu arquirrival-inimigo.

2009, o ano do Centenário

Nova versão do CS lançada após o rebaixamento do Coxa em 2009

2009 foi o ano do centernada centenário do Coxa, onde os coxinhas sonharam com show do AC/DC mas tiveram que aguentar a Cláudia Leitte. O ano começou com o estadual, onde terminou 7 pontos atrás do campeão Atlético Paranaense.

Depois foi a vez de tentar fazer bonito na Copa do Brasil, e devido a uma tabela favorável que os fizeram enfrentar galinhas mortas do futebol brasileiro como Holanda (não a seleção, mas um time do Amazonas), CSA e Ponte Preta, foi até longe demais pra qualidade duvidosa do time, sendo eliminado pelo Internacional antes das finais.

Já na Copa Sul-Americana. os torcedores nem souberam que o Coritiba participou de tal torneio, pois já foi eliminado pro inexpressivo Vitória da Bahia logo no primeiro jogo.

Cláudia Leitte anunciando na camisa, após vencer a concorrência com as Faculdades Radial, Azeitonas Vale Fértil e Positivo Informática.

Após tantos fracassos, o ano de 2009 reservava ainda mais uma surpresa para o Coxa. Faltando 5 rodadas para o fim do campeonato, o Fluminense era considerado com 98% de chances de ser rebaixado, enquanto o Coritiba era considerado com apenas 1% de chances de rebaixamento, mas após quatro vitórias consecutivas do Fluminente e 4 derrotas consecutivas do Coritiba, a tabela reservou o último jogo decisivo entre Fluminense e Coritiba para o Couto Pereira lotado. Obviamente o Coritiba arregou e rebaixou no lugar dos cariocas que rebaixam só uma vez ou outra na vida, e não tem o hábito e sagacidade rotineira do Coritiba em rebaixamentos para a Série B. No final do jogo, a eufórica torcida invadiu o campo para comemorar com os jogadores o heroico acesso à Série B, vandalizando o próprio estádio depredando-o, queimando-o e batendo em policiais até os mesmos entrarem em coma de tanta surra, uma festa transmitida ao vivo para todo país.

Copa do Brasil de 2011

Em 2011, pelas quartas-de-final da Copa do Brasil o Coritiba enfrentou o Palmeiras, que após sofrer um assalto uma derrota para o Time de Fernandinho Beira-Mar, reuniu-se no primeiro chiqueiro que acharam na concentração do time e decidiram fazer a melhor partida de sua história e encher de orgulho o torcedor alviverde. Felipão então colocou como goleiro Marcos, que estava velho e acabado em boa-forma e foi à guerra. O resultado foi uma goleada histórica do Coritiba sobre A porcaiada por 6x0.

Pena que este expressivo resultado de nada adiantou, pois perder uma final para o Vasco ofusca qualquer campanha.

Copa do Brasil de 2012

No ano seguinte o Coritiba conquistaria o Bi-vice da Copa do Brasil, provando que quando o jogo é valendo título não goleia os outros por 6 x 0, perdendo a final para o Palmeiras.

Após o desperdício dessas duas chances na Copa do Brasil, o Coritiba jamais conseguirá tal façanha novamente, uma vez que depois deste ano os times brasileiros que disputam a Libertadores (ou seja, os realmente bons), vão disputar também a Copa do Brasil, o que tornará um tri-vice muito difícil de ser alcançado.

Temporada 2013

O começo do ano parecia promissor, pois o time foi incontestavelmente campeão estadual, mas então vem o banho de realidade da fraqueza do torneio estadual paranaense. A eliminação para o inexpressivo Nacional do Amazonas teve a desculpa esfarrapada perfeita de que o clube desejava competir na Copa Sul-Americana, mas esqueceram de avisar o Coritiba que na competição continental enfrentaria potências mundiais do futebol como o... o... Itagüí que venceria os dois jogos sobre o Coritiba, encerrando qualquer pretensão do time no ano.

Na Série A, fez sua grande especialidade quando não está rebaixando, foi mero coadjuvante e passou o torneio inteiro no meio da tabela.

Temporada 2014

Dessa vez, nem o estadual o Coritiba pode ter para se contentar, eliminado na semi-final para uma porcaria secundária qualquer, o Maringá FC, teve como único alento o fato do Atlético ter perdido a outra semi-final (aliás, a maior alegria dos coritibanos é torcer contra o Atlético Paranaense, o que convenhamos é muito mais fácil do que torcer para o Coritiba).

Na Copa do Brasil, após superar a fase café-com-leite da competição, parecia com vaga garantida após vitória por 3x0 sobre Flamengo, mas não seria o Coritiba se não decepcionasse todos e perdesse o segundo jogo por 3x0 e fosse eliminado ridiculamente da competição.

Na Série A, fez sua grande especialidade quando não está rebaixando, foi mero coadjuvante e passou o torneio inteiro no meio da tabela.

Temporada 2015

Tudo parecia indicar mais um título estadual para o Coritiba em 2015. Os torcedores estavam em polvorosa, pois como sempre ao invés de se importarem com o próprio time, preferiam perder tempo zoando os atleticanos que sequer chegaram à final do estadual. Na final enfrentou o Operário FEC em pleno Couto Pereira, quando o Coritiba superou todas expectativas e foi derrotado. Não foi aquela derrota cagada por 1x0, nem uma derrota aguerrida por 2x0, foi um vexaminoso 3x0 para um time que depois sequer passaria da primeira fase da Série D e rebaixaria no estadual de 2016, o falido Operário de FEZES.

Na Copa do Brasil, precisou de muita cagada para sequer superar a fase café-com-leite da competição, onde precisou vencer por 11x10 o Fortaleza nos pênaltis e a Ponte Preta também nos pênaltis, antes de ser facilmente eliminado pelo Grêmio quando a competição começou de verdade.

Na Série A, passou 99% da competição afogado na zona de rebaixamento, e só não caiu porque haviam concorrentes fortíssimos querendo rebaixar naquele ano e fizeram o favor de salvar o Coritiba, que mais uma vez não passou de figurante que foi derrotado por quase todo mundo.

Hino

Lá em baixo onde não há glórias,
Se apagou, o nosso sol!
Acabando com a torcida sofredora,
E livrando o país do futebol!

Um time de vices, jogadores,
Sem nunca brilhar!

O clube envergonha os sofredores,
Derrotado uma vez, sempre será!

Coritiba! Coritiba!
É o vice do Paraná!
Tomou um pau do Vasco,
E a Copa do Brasil deixou pra lá!

Perdendo pelos campos brasileiros,
Fazendo os sofredores chorarem de montão!

Coritiba, é o vice do povo!
Sofrimento pro meu coração!

Coxa! Coxa!
Sofrendo, que time ruinzão!

Coxa! Coxa!
Sofre, coração!

Uniforme

O Coxa é o único "verdão" que possui mais branco, preto e cinza no uniforme do que o verde. Afinal, o grupo de bailarinos fundador do time teve como ideia unir o verde e o branco como cores do clube. Porém, com interferências das Faculdades Radial e do inesquecível presidente Beiçola, adotou-se o cinza e o preto como cores oficiais. Pensa-se na adoção do laranja como quinta cor.

Estádio

Projeto arquitetônico arrojado baseado no estádio da Fonte Nova.

Conhecido como a maior estufa de boteco do Brasil, com capacidade para milhares de Coxinhas, recentemente foi apelidado de "Azeitonão". Porém, os mais antigos ainda preferem chamar de "Tremendão" (Estádio Erasmo Carlos) ou pelo apelido carinhoso de "Pinga-Mijo".

O início de sua construção se deu no ano de 1915 (inaugurado no curtíssimo prazo de 17 anos), é celebrado por toda a “nação” preto-e-cinza como o dia em que o Coxitiba adquiriu suas duas posses de maior estima: o próprio Pinga-Mijo e a sua primeira dívida junto a Caixa Econômica (na época no valor de 120 mil contos de réis. Considerando a inflação do último séculos mais o período de super-inflação da década de 80 é com certeza o número mais expressivo do patrimônio coxa-branca).

Em 1956, o Coxitiba investe seus esforços na elegante atividade de organização de “bingão” para arrecadar fundos para recriar seu estádio(?). Inspirado em um vidro de conserva de rollmops, seu projeto ousado e inovador conseguiu preservar até os tempos atuais o cheiro da urina coleta de seus torcedores desde os primeiros fundadores até as atuais gerações. É um exponencial de engenharia que permite manter-se em construção perpétua para garantir ao torcedor coxa-branca a satisfação de sonhar eternamente com um estádio maior.

O maior público da história do futebol paranaense foi na partida entre Atlético Paranaense e Flamengo no dia 15 de maio de 1983, no Couto Pereira, quando 65493 pessoas foram apoiar o time paranaense (rival do Coxitiba) na sua vitória por 2x0.

Primeiro Anel

Completo.

Se encontra a 10 metros abaixo do nível do fosso. Ou seja, sem visão do campo.

Melhor assim, pelo menos a torcida não vê a merda de time e pensa que está ganhando o jogo.

Segundo Anel

Torcida coxa branca manifesta sua satisfação com o "Abacatão"

Completo.

Local do único abalo sísmico da história de Curitiba (a cidade, não a desgraça). Ocorreu em 1983 e foi provocado pela torcida do Clube Atlético Paranaense, quando da quebra de recorde de público no estádio Pinga-Mijo. Uma vergonha para a história da enCOXAda torcida alviverde! O recorde de público do seu estádio pertence ao rival.

Terceiro Anel

Incompleto. Eternamente Incompleto. Por conta disso, a torcida é conhecida como "torcida do anel aberto".

Apesar de ser uma eterna promessa, a conclusão do terceiro anel do Pinga-Mijo foi penhorada pelo Bradesco, assim como a grana da venda do passe do Alex e a taça do Peladão 1985.

Torcida

Torcedor Típico
Torcedor Coxa-Branca

Os torcedores do Coritiba são conhecidos como "Coxas Brancas" (apelido extremamente másculo). A torcida, muito semelhante a uma horta de alface, é conhecida por todo ano aparecer chorando em rede nacional. No estádio, prefere virar as costas pro time -numa alusão a sua principal característica, o homossexualismo- e gemer 'coxa' como se fossem uns zumbis.

São conhecidos nacionalmente pelo fato de não viajar pra apoiar o time, de maneira que ninguém nem precisa reservar espaço para visitantes quando o adversário é o Coritiba.

Morrem de inveja da Baixada e da Vila Capanema. Estão a espera do tal 'investidor milagroso', também conhecido como Papai Noel ou Coelhinho da Páscoa, que vai derrubar o Pinga-Mijo e transformar numa grande churrascaria. Futuramente vai construir o segundo estádio mais moderno do Brasil no lugar do Pinheirão com a ajuda do Severiano. Sim, eles acreditam nisso (não poderia se esperar outra coisa de uma torcida que acredita até em duende)...

Realizam semanalmente a Parada Gay na sede da Império, com objetivo de levantar fundos para pagar os precatórios com o Bradesco e impedir que o banco confisque também a memória dos azeitonas, já que a honra dos torcedores e todo o patrimônio do clube foi penhorado e doado para asilos (onde se encontra boa parte da caquética torcida coxa-branca e o seu "mascóte").

Está a mais de 20 anos a espera de um título expressivo, já que o Festival Brasileiro de Futebol Pebolim em que foi campeão nos anos 90 não é reconhecido pela FIFA.

Títulos

  • Fita Azul: 1 vez (1975)
  • Um punhado de estaduais que ninguém se importa
  • Campeonato Brasileiro: 1 vez e nunca mais (1985)
  • Mortes na praia na Copa do Brasil: 2 vezes (2011, 2012)
  • Recordista mundial de vitórias consecutivas sobre timecos podres paranaense (24 vitórias em 2011)
  • Série B: 2 vezes (2007 e 2010)

Notas

  1. https://www.youtube.com/watch?v=XMuG8RWTmKg]