Corumbá de Goiás

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Cquote1.png Vixe maria!Que vendona danada de grande sô!!! Cquote2.png
Corumbaense entrando pela primeira vez numa unidade do Carrefour de Anapolis.
Cquote1.png Cruz credo!, essa juventude está perdida Cquote2.png
Senhora corumbaense com o terço na mão vendo dois meninos de mão dadas na praça do dilsinho.
Cquote1.png Tá sabendo da novidade ?!, A maria do joão flor largou do zé da igreja Cquote2.png
9000 corumbaenses comentando depois de 2 minutos que a maria largou do zé.

Cquote1.png Nossa senhora da Penha, cruz credo!!!Que muié mais linda cumpadi.Óia lá procê vê que formozura!Só tem o gogó mêi avantajado, mas fora isso, é uma franguinha carijó! Cquote2.png
Dois corumbaense de carro, em Goiânia, passando por um conhecido ponto de travestis.


Corumbá de Goiás é uma cópia mal feita de Pirenópolis e uma tradicional pequena pacata tediosa cidade do interior goiano que fica em algum lugar desconhecido entre Goiânia e Brasília no meio daquele monte de plantação de soja e milho.

História[editar]

Cidadão encenando Darth Vader no tradicional Festival de Cavalhadas de Corumbá de Goiás.

Cidade fundada a muito tempo atrás, numa galáxia muito distante, em 1730, quando um monte de portugas foram de suicidar no interior do Brasil ao lado de seus fieis escravos a procura de ouro, Corumbá foi criada próximo ao Rio Corumbá, que no dialeto Tupi-Guarani significa Rio de Cascalho, ou seja, os caras andaram quilômetros com fome e calor no interior do Brasil, para encontrar porra nenhuma. Essa legião de infelizes criaram a tragédia que conhecemos atualmente como corumbaense goiano.

Em 1840 é criada a primeira paróquia da cidade, criada pelo vigário vigarista Padre Manoel Inocente, o primeiro jesuíta de Coirumbá de Goiás, que trouxe falsa fé para esse povo miserável em troca de dízimo.

Durante todo século XIX, Corumbá de Goiás lutou contra o imperialismo de Pirenópolis, tornando-se município mais de 10 vezes, e a todo instante sendo re-anexado à Pirenópolis, até que em 1870 garante independência, que dura pouco. Todavia, certo dia, brota do nada em 1960 uma cidade chamada Brasília nas "proximidades", e assim mais de 150% da população vai ir trabalhar de flanelinha na capital da República das Bananas e Corumbá de Goiás finalmente é aceita como município em definitivo.

Hoje, não passa de um pseudo-centro turístico tombado pelo patrimônio histórico (que está fodendo com o lugar) e com um bando de casas velhas caindo aos pedaços.

População[editar]

Com fortes raízes culturais, a população local faz questão de relembrar seus antepassados comportando-se como autênticos caipiras. Não estudam, trabalham na roça o dia inteiro por um salário pífio, tem um fusca e nunca aparece em público sem aquele matinho na boca.

Recentemente a cidade tem uma nova geração. Em Corumbá de Goiás, no último século, nasce mais anapolinos do que Anápolis, o sonho da maioria é voltar para cidade natal depois de terminar a faculdade, trabalhar no Daia ou no centro de Anápolis.

Turismo[editar]

A cidade é conhecida apenas pela Cavalhadas, o nome de uma tradicional comemoração corumbaense, que ocorre entre 5 e 8 de setembro. A celebração homenageia a vitória de Luke Skywalker sobre as forças imperiais, festejando como uma espécie de passeata carnavalesca caipira misturada com peregrinação de cavalo ao Inferno.

Cidades Irmãs[editar]