Crash of the Titans

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Virtualgame.jpg Crash of the Titans é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, alguém colhe verduras e azara umas meninas

Crash e os Tantãs
COTT capa.png

Capa do jogo.

Informações
Desenvolvedor Radical Entertainment
Publicador Sierra Entertainment
Ano 2007
Gênero Plataforma
Plataformas PS2, DS, XBox 360 e Nintendo Ui! Wii
Avaliação 24%
Idade para jogar Maiores de 15 anos

Crash of the Titans (português: Crash dos Tantãs) é um jogo da série de PlayStation 2 da franquia Crash Bandicoot, aquela que "traiu" a Sony ao deixar ser vendida para outros consoles, sendo o primeiro a aparecer no Xbox 360 e o primeiro produzido pela infame dupla José Serra e Nescau, o cereal radical, aquela saga que todo fã de Crash sente vergonha de jogar, sendo tão odiado quanto a Trilogia Final de Star Wars ou a última temporada de Game of Thrones.

Se você acha a versão de consoles uma vergonha imensa, isso por que não viu a versão deste jogo para portáteis, como a versão de Nintendo DS, que consegue a proeza de ser pior ainda.

Enredo[editar]

Nosso querido e amado (só que não) cientista cabeça de martelo, Dr. Neo Cortex, por motivos de pura conveniência, deu um jeito de sair do cérebro do Crash e ficou anos em um lugar desconhecido e provavelmente inóspito, se tratando aos poucos do estresse pós-traumático que criou ao ver mais de 8000 cópias igualmente retardadas de seu nêmesis fazendo a coreografia de Madagascar por sabe-se lá quanto tempo.

Rodeado de cobras, aranhas e revendedoras da Avon, ele reatou sua parceria com Uka Uka, que mandou uma info a respeito de uma gosma estranha com poderes ocultos que apenas ele e alguns macacos de estimação de monges tibetanos conheciam, uma gosma chamada slime mijo, quer dizer, miojo, digo, mojo. Cortex, no estado em que se encontrava, ficou sem saber o que fazer com aquilo, até Uka Uka resolver criar um corpo de cocô de passarinho, dar um peteleco na zoreia de Cortex e este recupera, assim, uma pequena parte da sanidade, acabando por resolver criar um exército de mutantes que não os traísse, como aconteceu com Crash, Coco, Crunch e possivelmente quase todos os chefes anteriores depois do fiasco do aniversário de Crash no Twinsanity. O tempo foi passando e Cortex ia melhorando os sintomas do trauma enquanto criava (no papel, por enquanto) mais e mais mutantes, se baseando nos aliados mais fiéis ou que nunca peidaram quando estavam com ele no elevador.

Parte 1: lavando a mesma roupa suja[editar]

Cena inicial do jogo: Coco observando Crash viajando na maionese com um objeto roxo fálico, note o ciúme na cara.

Unindo-se novamente com seus amigos de esfíncter educado, o cientista partiu rumo ao encontro de Crash, que estava brincando de 11 de setembro com as ferramentas que a Coco usa pra tirar cera do ouvido enquanto ela construía um motor movido a suco de laranja para viajar pra décima dimensão, encontrar a Evil Coco e convidá-la pra uma suruba com os nativos. Crunch estava tentando empurrar o chão pagando flexões pra continuar monxtrão, mas, claro, ninguém liga. Ostentando seu zepelin-mansão do mal, Cortex anunciou seu retorno em grande estilo, sendo interrompido por Crunch, que fala algo absurdamente incompreensível e é rapidamente neutralizado com um raio congelante, ficando tão inútil quanto no jogo anterior. Aku-Aku resolve bancar o herói e é sequestrado junto com Coco, porém apenas esta é levada como refém, já que Crash descobre que possui superforça para lançar um objeto (no caso, o motor da Coco) a vários metros de altura e consegue acertar a jaula de Aku-Aku. Crash o encontra no cu de uma floresta qualquer da Wumpa Island e se depara com vários mutantes e gatos técnicos de laboratório que pareciam estar morrendo de infarto e hepatite ao mesmo tempo, todos querendo se apossar de seu toba e de seu clone branco.

Após passar por cavernas, cogumelos alucinógenos, pilastras gigantes a cair, pedaços de pedra flutuantes e outras merdas as quais já estava acostumado, além usar Aku-aku como prancha várias vezes, Crash invade o Templo do Miojo e acaba se deparando com a aeronave de Cortex, que estava sugando todo o slime daquele lugar com uma mangueira gigante muito tosca. Aproveitando o momento, Cortex se empolga e começa o clichê barato de contar seu plano macabro, que é usar o mojo para tirar os mutantes que faltavam do papel e criar um robozão chamado "Doominator", homenageando o Dr. Robotnik e infringindo direitos autorais do Dr. Heinz Doofenshmirtz, para destruir Wumpa Island de pirraça e dominar o resto quando desse tempo. Ele inclusive mostra Coco como um troféu, amarrada igual a uma hentai girl, e sua nova máscara do mal... Ah, não, era só o Uka-Uka, mesmo credo... Enfim, a mangueira de Cortex suga o mijo numa golada só e gorfa o titã mais escroto possível para lutar contra Crash, porém acaba perdendo quando descobre que Aku-Aku possuía o poder de possessão demoníaca e resolve fugir dali.

Parte 2: a revolução pré-púbere[editar]

Tiny triste por ser o personagem mais adorado do jogo.

Uka-Uka, putasso porque Cortex não deixou um oco de uma vez em Crash e preferiu fugir pra tocar Bohemian Rhapsody em seu pianinho de nove caudas, resolve DEMITI-LO de seu próprio plano, sendo substituído por Nina Cortex, que toma o puteiro inteiro para ela e transforma Coco em sua putinha. Nem mesmo o N. Gin (que virou a putinha-mor, puxassaqueando o Cortex ao infinito e além) querendo colocar uma liminar para fazer uma virada de mesa não pôde evitar que seu mestre acabasse na geladeira. Sem Cortex para guiar os planos, uma nova tropa de mutantes teve que ser feita para encher o saco, o que ficou a cargo de Tiny Tiger, que trocou os minions exóticos nerds de Cortex por seus próprios: coalas caipiras que comem frango empanado, não tomam banho e imitam a voz do Naruto, bem a cara dele...

Crash se depara com uma falha geológica cheia de caco de vidro, farpas e pedras pontudas separando a floresta de um deserto, que só não surgiu totalmente do nada porque metade da Austrália já é deserto. Nesse monte de areia, vento e morte, ele encontra uma fábrica zoada pra porra, cheia desses coalas cuzões, mais mutantes e ainda ao lado de um vulcão infestado de tartarugas e elefantes comedores de pimenta da Jamaica. Tem ainda uns carrapatos gigantes de aço movidos a ódio. Em frente ao portão de rocha que protege o portal para o submundo de Chaotic, Tiny chega botando banca, mas após Crash se apossar de um elefante, sai correndo até onde não pode mais. Completamente cercado e acovardado, Tiny desiste de lutar, afinal ele nem queria mesmo, e resolve dar uma de X9, revelando o esconderijo secreto de Nina (agora que ela é a dona da mansão, do plano e do piano) ao nosso imitador de galinha favorito, que ficou apavorado ao ver o novo visual todo cagado do Tiny: de um guerreiro espartano usando All Stars a um milico baitola. O tigre não-mais da Tasmânia, pelo visto, se manda, pra nunca mais aterrorizar nossos olhos e ouvidos boca e nariz.

Parte 3: hora de sangrar pelas orelhas[editar]

Cquote1.png Cara, jogue esse jogo, não... Cquote2.png
N. Gin dando um conselho ao jogador.

Com a informação de Tiny, Crash volta para a floresta. Não, ele não entendeu errado e fez cagada, ele captou a mensagem do nosso afeminado guru, o retardo de Crash neste jogo tá só na incapacidade de falar direito não que fosse lá essas coisas, mas agora dá raiva. A entrada para a base ficava numa praia, com vegetação, então não dava pra chegar lá pelo deserto, muito menos por um mar de lava, mas enfim, haviam 3 entradas na floresta que terminavam na costa: na entrada 1, RÁ. Na entrada 2, IÉ IÉ. Na entrada 3... nada... vazio total...

Sem o menor nenhum pingo de cuidado, mas pelo menos sem gritar malakoi, Crash corre por uns 10 segundos até encontrar uma cópia monstruosa da Estátua da Liberdade e descobrir que a humanidade foi extinta e substituída por um exército de MACAAACOS suicidas parecidos com o N. Gin e armados com chaves grifos (aquilo que parece o cruzamento de uma chave inglesa com um alossauro). Não bastando isso, em um templo dedicado ao Grande Nappa, aparece um puta de um gorila ROXO com rabo de escorpião. Atrás desse templo, ficava a saída de esgoto da base, que não poupou esforços pra lançar o máximo de lixo radioativo já que "tóxico" dá "gatilho" possível, provavelmente porque só assim pra conseguir criar um gorila com rabo de escorpião ou coisa pior: um cangambá com bico de águia (não é possível que Cortex não tenha tomado um chá de fita nervoso enquanto desenhava esses titãs).

Depois de passar por uma alfândega, um escritório, um laboratório de bombas, um precipício, um incinerador, um banheiro (isso em uma fase), um depósito de caixas e não uma, mas três esteiras rolantes da morte, Crash encontra um N. Gin no auge da insanidade: sofrendo de dupla personalidade ao melhor estilo Smeagol/Gollum, completamente drogado com os remédios para o tratamento (sem sucesso) e ainda inspirado por Lord Vinheteiro e Dhalsim ao mesmo tempo, o cientista decidiu tocar o terror, literalmente. Sem surpresa nenhuma, deu muito errado, N. Gin foi derrotado, interrogado, levou um peteleco na zoreia, gritou feito menininha e ainda mostrou que odiava mulher e o local onde Uka-Uka e Nina estavam criando mutantes e (por algum caralho de motivo) se gabando do sucesso de seu plano maligno na frente da Coco sem o capacete de controle mental, provavelmente pelo mesmo motivo, ou não, ninguém se importa, mesmo.

Parte 4: o jardineiro não é Jesus[editar]

No barranco de uma montanha de gesso estrangulada pelas raízes de uma falsificação tailandesa da Yggdrasil, Aku-Aku deixou Crash onde provavelmente é o laboratório do Uka-Uka. Sim, a própria árvore... porque Uka-Uka é coisa de índio... e natureza... Bom, na verdade, o lugar tem vários equipamentos de laboratório incompatíveis com uma árvore, assim um monte de barris daquela mesma gosma radioativa flutuando em um lago enorme com mais gosma, mostrando a origem desse lixo. Pra piorar, uma horda de coelhos macumbeiros estava usando uma magia ancestral criada para impedir o sacrifício dos pica-paus (vulgo: dança da chuva) para proteger o local contra invasores, pedintes de esmolas e vendedores de shake diet gluten-free sabor pupunha com lichia. Bom, pelo menos acabou os titãs novos... Errou! Nas várias cavernas filhadaputamente grandes de dentro da árvore e da montanha, haviam morcegos gigantes mestres do estilo de luta da Kitana e umas enguias que evoluíram para animais com patas.

Crash quase morre, de tédio pela mesmice do lugar, de diarreia explosiva, devido ao cagão que dava só de olhar a paisagem ao redor, e derretido pela gosma radioativa corrosiva que saía da árvore, mas finalmente alcança o centro do laboratório, onde Uka-Uka faz uma recepção super amistosa. Como não podia lutar por não possuir mãos ou pernas, o que, segundo Crunch, também vale para Aku-Aku, ao invés de ressuscitar o embate épico do Crash 3, com disputas de ki, tornados e explosões, prefere usar a mesma engenhoca que criou o Crash e as outras aberrações da Naughty Dog, o Evolvo-Raio, nele mesmo, virando um pokémon gigantesco, maior que um slowpoke, com corpo de troncos de árvores, garras enormes e uma catinga demoníaca no sovaco. Ah, também tem uma metralhadora na testa que solta tirinhos vermelhos que te matam em um segundo. 8 horas sofridas de luta depois, o laboratório de Uka-Uka é destruído e aí sim a produção de novos titãs é mandada pro colo do capeta, restando apenas destruir aquele robô gigante que todos se amarram e as gatas também.

Parte 5: dominando o Doominator[editar]

Crash é deixado numa varanda da mansão de Cortex por ser o mais longe que Aku-Aku poderia deixá-lo sem sofrer com pesadelos macabros com a cara feia do Doominator, que diga-se de passagem, é a mesma que a do Cortex, se fosse desenhado pelo Tim Burton. Enfim, Crash agora tem que se virar pra encontrar Nina pra dar um sacode nela, passando por molduras com cabeças de titãs (que doentio) e até pela sala de estar onde fica o infame piano de nove caudas de Cortex, aliás, ficava: ele foi destruído para encher a barra de mojo, assim como quase tudo ao redor. Antes de chegar ao robô, era necessário invadir uma baita usina de energia cheia de lava e encanamentos que iria alimentar o Doominator na fase larval, até ele virar mocinho e se alimentar, por conta própria, do medo dos animais selvagens que habitam a ilha.

Dentro do robô, não tinha muito o que fazer, além de chegar à cabine principal, a mesma onde Coco ficou fingindo apertar botões, onde estavam todos os reféns (só 2) e a Nina, completamente fula da vida porque Coco começou a falar em panquecas mais que a Rede Globo falando a palavra Flamengo em 2019, e por ter que sujar suas lindas e delicadas mãos de ferro fudido para matar Crash com um robô-tarântula gigante, o que até deu certo, mas não tanto quanto Uka-Uka boladão tipo planta. A luta até levou menos tempo! No final, Nina foi jogada pra fora de seu robô aracnídeo, mas o Doominator ainda estava prestes a virar tudo do avesso, ponto para Cortex que teve a ideia genial de não colocar um botão de autodestruição. Como derrotar aquela aberração? Adivinha: com o dildo roxo do primeiro capítulo que Crash manteve em sua bunda todo esse tempo! O robô entrou em colapso, se contorcendo como lagartixa com cãibra, e caiu na ilha. Esmagou? Nem fodendo, mal deu pra fazer Crunch peidar de susto. É, ele ainda tava congelado, se livrando de sua prisão cristalina uns 2 ou 3 segundos antes da queda. Crunch recebeu Crash e Coco com um abraço de urso grande, peludo e manso, e Coco resolveu que era hora de fazer as panquecas de Oreo com Nutella que ela viu no Tasty Demais. Nina foi "resgatada" por Cortex, que estava todo orgulhoso pela punhalada nas costas, e motivado a fazer certas coisas que você nunca ia imaginar que ele teria coragem de fazer, mas isso fica pra próxima...

Gameplay[editar]

Embora seja um jogo de Crash Bandicoot, a jogabilidade deste game é a mesma coisa que jogar God of War, se tiver nos níveis mais fáceis, ficar combando e abusando do botão quadrado (ou X se for caixista) dá conta de quase todos inimigos neste jogo e usar especial nos chefões, que por preguiça do jogo apenas possui 3 (ou 5, caso for querer defender esse jogo e incluir Tiny e N. Gin como chefes).

Porém no nível Difícil, pois é ai que o game fica interessante (ou não), no começo é a mesma coisa e apenas mutantes pseudo-apelões como Magmadon (apenas contra) e Sludge irão lhe dar trabalho, além dos chefões, onde você aprende que dá para usar outros botões para jogar esse jogo e derrotar qualquer um neste jogo, como o de usar ataques demorados, porém fortes ou até de fazer possessão demoníaca nos Titans.

Itens[editar]

Nesse jogo só existe os mojos, por ser em uma época pós-apocalíptica em Wumpa Island em que a produção da fruta Wumpa foi parada e por isso só se vê mojo naquilo, além do fato do Crash ter destruído todas as caixas em que elas são armazenadas. O estranho é que em outros jogos você nem ouve (muito menos vê) falar de mojo. Por conta disso, também NÃO HÁ gemas, cristais e relíquias, mas estas ninguém se importa, mesmo. Em compensação, tem vários bonecos de vodu confeccionados pela Bruxa Onilda.

Modificações[editar]

Coco com cara de drogada, após comer várias panquecas.
O novo visual de Nina Cortex em Crash of the Titans. Mais puta do que nunca.

Cquote1.svg Você quis dizer: Crimes contra a humanidade? Cquote2.svg
Google sobre as modificações.

  • Aku-Aku - Começou a mostrar sinais de amnésia ao se gabar que enfrentava as forças do mal, se esquecendo que os outros 3 tavam junto nas últimas vezes que isso aconteceu. Não apenas isso, mas também se esqueceu de falar buldega a cada aparição e de fazer um riff de bongô nervoso durante a invencibilidade. Aqui já vai uma denúncia: o novo dublador, que também é o narrador dessa joça, é negro, inclusive parece ser pai do Bruno Mars, e Aku-Aku ganhou uma cara de macaco. Dica da Desciclopédia: racismo é crime, não reproduzam ninguém merece uma criança com a tua cara. Não façam piadas de negros, façam piadas de gordos, eles não morrem ao levar tiro de PM na barriga...
  • Neo Cortex - O nariz cresceu, a cabeça encolheu um pouco, ganhou roupas de grife (uma das pouquíssimas mudanças que prestou) e tingiu os cabelos de azul. Bom, não foi a primeira vez que isso aconteceu, no Crash 3 ele já tinha, mas dessa vez a tinta tinha boa procedência. Neste jogo, Cortex é um verdadeiro fracassado e foi torturado pela sobrinha quase o jogo inteiro pelo vacilo, inclusive quase se afogando no próprio vômito, felizmente, isso não foi mostrado no jogo. É o chefe mais fácil do jogo excluindo o N. Gin.
  • Tiny Tiger - Juntamente com a ausência das gemas e a nerfada do spin attack, o que fizeram com o Tiny forma o Eixo do Mal, ou melhor, da decepção com Crash of the Titans. Tá certo que a maioria dos designs ficou uma desgraça, mas o do Tiny foi tão mórbido que se criou uma hipótese de que esse Tiny não é mesmo dos outros jogos: pra começar, ele teve os pés cortados pela katana da Kill Bill e substituídos por próteses de galinha. Em seguida, ele disse que ficou magoadinho por não participar do jogo anterior, sendo que ele participa direto desde o Crash 2! O mais absurdo é que ele nem é mais um marsupial, mas um tigre-de-bengala... atochada no rabo.
  • N. Gin - Outro que teve um novo design decente, se bem que não é novo, foi tirado do CTTR na cara dura, mas enfim, a aparência não é um completo desastre, mesmo com uma roupinha mucho loka toda remendada, mas a personalidade, pelamor de Odin... Aliás, personalidadeSSS: N. Gin conseguiu retirar o foguete de sua cabeça, porém ele explodiu e destruiu parte do cérebro, forçando-o a colocar uma prótese de foguete (WTF?!). O dano mental criou duas personalidades ao maior estilo Gollum/Smeagol: uma tagarela irritante que parece um gamer porque não para de falar, gritando e xingando meio mundo, e outra bichona masoquista que é certeza que usaria cadeado de castidade no saco. As duas chamam Neo Cortex de mestre, mas enquanto a primeira o admira como gênio do mal, isto é, mestre no verbo "garçom", a segunda está completamente apaixonada e o chama no verbo daddy.
  • Uka-Uka - A mudança mais bizonha, porém não patética: adquiriu cárie e hemorroida, o que resultou na nova voz, e tingiu a cara com spray de maconha de chernobyl, por isso ficou vermelho, careca, o queixo caiu e cresceram chifres na cabeça. Foi o responsável por substituir o tiozão do Neo Cortex pela guria retardada da Nina para que o plano seja a prova de falhas causadas por compartilhar fake news, mas deixando-o vulnerável a testes do BuzzFeed. É o chefe mais apelão do jogo e um dos mais insanos e insuportáveis da franquia inteira, responsável por crises de choro de mais de 100 adolescentes que não aguentariam jogar Battletoads.