Crisólita

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Você sabia que...
  • ...O site da prefeitura de Crisólita não disponibiliza nada sobre a história da cidade?
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Você sabia que...
  • ...Isso talvez porque esse buraco não tenha uma história?

Crisólita é apenas um latifúndio inútil, improdutivo e de nome esquisito localizado em Minas Gerais. Ninguém sabe a razão da existência dessa desgraça conhecida como Crisólita, visto que, se deixasse de existir, ninguém sentiria falta. Mas acredita-se que Crisólita exista apenas para fazer com que lugarejos como Araponga se sintam como verdadeiras megalópoles modernas e populosas.

História[editar]

O morador mais ilustre de Crisólita atravessando a rua.

Ninguém sabe a história de Crisólita, nem mesmo os próprios moradores da cidade. Dizem os fofoqueiros da região que a cidade foi fundada no século XVIII, por um grupo de exploradores que estavam procurando por ouro ou qualquer outra pedra preciosa que valesse mais do que 25 centavos em toda a região de Minas Gerais.

Como após muito procurarem esses exploradores não acharam nada mais do que duas tampinhas de garrafa provenientes do antecessor do Guaraná Dolly, eles resolveram se aposentar, pois achavam que essa história de ouro tinha sido puro papo-furado inventado pelo governo brasileiro, para atrair mais turistas para o Brasil.

Como já tinham investido todo o seu dinheiro na viagem da Europa para o Brasil, além de terem gasto em equipamentos para uma busca mais eficaz de ouro, os exploradores ficaram extremamente duros, bem do jeito que a Alexis Texas gosta, e resolveram que iriam encontrar um terreninho no Brasil mesmo para morar. Porém, como todos os terrenos que prestavam já tinham sido invadidos pelo MST, os exploradores resolveram caminhar até um pouco depois do cu do mundo para encontrar um terreninho desocupado.

A celestial e agradável prefeitura de Crisólita.

Após terem andado até depois do cu do mundo, e de terem virado à esquerda da casa do caralho, os exploradores finalmente chegaram em um terreninho minúsculo e vazio, que eles batizaram de Crisólita. Apesar de não ser grande coisa, o terreno serviria para morar tranquilamente. O único problema seria conseguir comida, visto que em Crisólita não nasce sequer um mísero broto de bambu. Porém, esse problema foi facilmente resolvido, quando os exploradores colocaram a sua mula de nome Carla Perez para puxar uma carroça e ir buscar comida na cidade vizinha, que ficava pra lá de onde o vento faz a curva.

Atualmente, a cidade de Crisólita está indo da mesma maneira que os antigos exploradores deixaram: Os moradores locais são obrigados a, todo mês, enviar uma mula, dessa vez nomeada como Luciana Gimenez, até a cidade vizinha, para buscar alguns quilos de carne pra vinte comer.

Economia[editar]

Nem queira saber... A única coisa que posso dizer sem que o governo ou qualquer outra merda semelhante nos censure é que as mulheres de Crisólita trabalham extremamente duro (e bota duro nisso) para conseguir botar o prato de arroz na mesa todos os dias. Não esquecendo que esta belicssima cidade foi apelidada de Pixeu caro, devido a existencia de mulheres que sempre valorizaram suas belissimas curvas.

Lazer[editar]

Não se tem muita coisa para fazer em Crisólita, até porque os sinais de televisão ainda não chegam em fins de mundo. Porém, os moradores da cidade nem ligam para isso, e se divertem ouvindo as animadas e divertidas músicas da Inezita Barroso em seus modernos radinhos de pilha.

Turismo[editar]

O turismo em Crisólita é muito bom. Todos os dias, a cidade recepciona calorosamente milhares e milhares de mosquitos transmissores da malária.