Crise Infinita

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Spoiler5.JPG ATENÇÃO! O texto abaixo pode conter (ou não) um ou mais SPOILERS!

Ou seja, além de deixar o artigo com mais pressão aerodinâmica nas retas e mais estável nas curvas de alta, ele pode revelar, por exemplo, que a Marin não é irmã do Seiya e sim do Apolo, ou que o Capitão América morre após a Guerra Civil.

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Cquote1.png Oh, não! Achamos o cu do universo, mas agora ele está sugando a todos nós!! AAAAAAAH!!! Cquote2.png

Cquote1.png Você quis dizer: Crise na Infinitas Terras II: A missão Cquote2.png
Google sobre Crise Infinita

Cquote1.png FFFffuuuuuuuuuuuuu... Cquote2.png
nerds sobre tentarem entender o enredo da saga

Cquote1.png Minha mais terrível travessura! MWAHAHAHAHAHA! Cquote2.png
Geoff Jonns sobre Crise Infinita

Cquote1.png Quantos personagens morreram nessa história? Cquote2.png
nerd noob sobre Crise Infinita

Cquote1.png MAIS DE 8000!!!! Cquote2.png
outro nerd sobre citação acima

Cquote1.png Opa! Foi sem querer querendo.... Cquote2.png
Superboy Primordial sobre decepar a cabeça de Phanta

Cquote1.png BUAAAAAAAAAA!!! SEUS FEIOS!!! VOU MATAR TODOS VOCÊS!!! Cquote2.png
Superboy Primordial sobre sua terrível crise emo

Crise Infinita foi uma mega-saga ocorrida em 2006, cujo único objetivo era, basicamente arrancar o dinheiro de centenas de nerds com uma história de várias edições e com centenas de tie-ins, todos propositalmente mal-desenhados para deixar os nerds tristes e cedentos por mais e mais revistas.

Trama[editar]

Mecânica Quântica
Princípio da Incerteza
Murphydinâmica Quântica

Formulação matemática


A trama é... bom... é meio confusa. Envolve o multiverso indo e voltando, passsados misteriosos sendo feitos e desfeitos, leves alterações desnecessárias na realidade aqui e ali, trezendo quadjuvantes mortos... enfim, é complicado, e diferente da Crise Final, aqui não é uma questão de usar cogumelos alucinógenos para entender o enredo.

Contagem Regressiva para a Crise Infinita[editar]

Disambig grey.svg Nota: Não confundir com Contagem Regressiva

Ocorrida uns 6 meses antes do evento em si só para chamar mais a atenção para ele e deixar os nerds se babando ainda mais, nessa história, vemos o Besouro Azul apronta altas confusões com uma turminha do barulho! Em outras palavras, ele more. Leva um tiro na cara do vilão Maxwell Lord que achou que seria bacana treinar tiro ao alvo com a cabecinha rechonchuda e azulada de seu amigo besouro. Curiosamente Max era só um empresário bobalhão antes de aparecer nessa saga e virar um inimigo perverso, ninguém soube como, provavelmente culpa do Ruivo Herring.

Depois dessa história se iniciam 4 mini-séries, cada uma focada num assunto totalmente diferente e que iriam desembocar direto na Crise. A maioria dleas nem tinha nada a ver com a história de Crise Infinita, mas como sempre que diziam isso as vendas aumentavam decidiram "conectar" todas elas numa saga só.

Projeto Omac[editar]

A principal das sagas, já que era a única que tinha algum personagem realmente relevante lá no meio. Na história todos os super-herois, super-vilões e super-mercados do mundo são atacados por OMACs, peudo-robôs-ciborgues-mutantes-orgânicos-cósmicos-baseados-num-personagem-dos-anos-70, cujo único objetivo era completarem a cota mensal de matar mais de 1000 super seres por aí. Eles eram controlados por Max Lord, que depois de matar o Besouro começou a achar que tinha moral e decidiu fazer o mesmo com o Superman, o Batman e a Mulher-Maravilha, mas tem um problema: o Batman nasceu com o gene da fodicitude, mutação genetica rara que torna a pessoa num ser incrívelmente foda e quase impossível de ser morto. Assim, justo quando o pobre Max achava que tinha ganhado, decidiu chamar a Mulher Maravilha de gorda, o que a ofendeu tanto que ela quebrou seu pescoço.

Mas a ameaça não parou por aí, pois o satelite que controlava os OMACs, o Irmão Olho (um plágio de Hal da Odisséia no Espaço), magicamente ganhou vida própria quando fez um pedido pra fada madrinha. Ele assumiu como o vilãozão-mor da saga e quando achavamos que haveria a luta derradeira contra ele...... corta para a Crise Infinita que a história continua lá.

Mortes dessa história[editar]

Vilões Unidos[editar]

História focada nos super-vilões, todos mals que nem o pica-paussss. Nessa mini, o Lex Luthor criou uma sociedade com mais de 8000 vilões de todos os tamanhos e formas possíveis, e saiu esculhambando com quem não quisesse se unir a eles. Mas um grupelho com seis dos mais fracos e inúteis desses vilões decidiu se rebelar e formar o Sexteto Secreto. No começo eles eram Pistoleiro, Lince, Boneco de Pano, um Parademônio consideravelmente burro, Escândalo (a filha sapata do Vandal Savage) e Violinista mas esse último morre com um tiro no cu rosto depois de não corresponder às expectativas sexuais do Harpia, um vilão misteiroso e desocupado que contratou os seis para aprontar altas confusões com a galerinha do Luthor. No lugar do velho músico, entrou o Homem-Gato (sim, isso existe!).

A história é uma grande perda de tempo até a edição final, quando de uma só vez a Lince trai o grupo, o Parademônio morre todo explodido e com as tripas espalhadas pra todo canto, e o Luthor assassina um personagem chamado Pária, que apareceu na Crise nas Infinitas Terras como um coitado que foi trollado por seus próprios poderes que eram apenas ser obrigado a assistir a todas as desgraças desse e de outros mundos por toda a eternidade. Ainda por cima, descobrimos que o Harpia era na verdade.... LEX LUTHOR!!! e o Lex Luthor que convovou a sociedade na verdade não era Lex Luthor.... ERA ALEXANDER LUTHOR, O FILHO DO LEX LUTHOR DA TERRA 3!!!! AAAAAaaaaaaaaaaaaahh..... mas espere, essa última parte a gente só descobre na Crise, por enquanto sabemos apenas que há dois luthors e... bom... deixa pra lá.

Mortes dessa história[editar]

Dia de Vingança[editar]

Nessa histórinha focada no mundo mágico de Oz o Espectro fuma uns gatinhos e fica doidão, fica tão doidão que começa a atacar e destruir qualquer coisa mágica que existe por aí. Muitos seres mágicos poderosos como o Mister M lutam e são massacrados por ele. Nessa zona é formada o Pacto das Sombras, equipe de heróis mágicos de quinta categoria, que por estarem desocupados e desempregados, decidiram morrer lutando contra um ser 478946149164981469 mais forte do que eles. Os membros eram Retalho, Magia, Demônio Azul, Sombra da Noite, Senhor das Sombras e o Detetive Chimp que era o único fodão do grupo, como o próprio nome deixa claro (existe algo mais foda do que um detetive chimpanzé?). A equipe bem que tenta e com a ajuda do Vingador Fantasma até conseguem posar de imponentes e tal mas na verdade eles fracassam vergonhosamente e ainda deixam que o Espectro mate o Mago Shazam. A história termina assim mesmo, inacabada, e nem na Crise Infinita tratam de continuar ela direito. Só num especial lançado enquanto a Crise ainda estava na metade é que eles conseguem finalmente derrotar o Espectro. Como? Simples, eles deixam que um personagem conhecido como Nabu e que era parte do Senhor Destino, fosse brutalmente massacrado pelo fantasmas. Como Nabu era um Senhor da Ordem e do Caos, e esses sujeitos eram queridinhos lá do patrão lá de cima, logo uma força superior apareça e manda o Epsectro direto pro cantinho da disciplina. Sim, acaba assim mesmo.... pode se matar agora.

Mortes dessa história[editar]

Guerra Rann-Thanagar[editar]

Talvez a mais inútil de todas as minis, essa história foca a guerra entre o planeta Rann, lar do Doutor Estranho heroi Adam Strange, contra o planeta Thanagar, lar do Gavião Negro, da Mulher-Gavião e de todos os heróis que pra voar precisam ter asinhas de pardal anexadas nas costas. A briga esquentou por causa de uma discussão entre Rannianos e Thanagarianos sobre o fato do ovo ser redondo e ser oval, e acabou com todo mundo papanhando feio para um monstro conhecido como O Devorador de Pecados. No final a guerra é parada a força já que um buraco maluco no continuum espaço-tempo é aberto do nada, bem no meio da briga fazendo com que muitos fossem sugados e mandados para dimensões alternativas perturbadoras, como o Mundo do Contra, a Terra-Media e a Fofosfera.

Nunca confie no cara do colante dourado.

Crise Infinita #1[editar]

Agora a saga começou para valer, finalmente a trama vai começar a correr... só que não. Temos várias páginas duplas cheias de personagens lutando para todo lado, algumas mortes e... é isso. No final, os exilados e esquecidos Superman da Terra-2, Lois Lane da Terra-2, Alexander Luthor da Terra-3 e Superboy Prime retornam para a Terra, para aprontar altas confusões do barulho!!!

Mortes dessa edição[editar]

Crise Infinita #2[editar]

Basicamente a edição toda, ou ao menos as partes que não envolvem páginas duplas cheias de explosões, focam na Poderosa, seus poderosos peitos, e a reação dela ao conhecer o Superman da Terra-2 e descobrir que ela veio de lá também, e que todas as novas origens que recebera depois disso foram só para esconder um pouco a bagunça editorial.

Mortes dessa edição[editar]

  • Gangue de Espadas

Crise Infinita #3[editar]

Nada demais acontece aqui. Mais algumas mortes, mais explosões, mais um pouquinho mais de mortes, Espectro pisa em Atlantis como se fosse brinquedo, mas no fim vemos que Alexander Luthor era o vilão manipulador por trás de tudo (com Super Primordial servindo de super-capanga emo) e que ele era o "segundo Luthor" que juntou os vilões entre outras bizarrices. Enfim, ele prende a Poderosa e droga ela dizendo que é para usar numa torre dimensional... é boa desculpa, tá bom que foi por isso que ele prendeu justo ela.

Mortes dessa edição[editar]

Crise Infinita #4[editar]

Edição especial de massacre: metade dos personagens que aparecem nessa edição acabam com membros dilacerados, tripas arrancadas e mais mortos que a tua avó. Tudo porque Superboy, ou como é melhor conhecido, Emoboy, teve uma crise emo, brigou com o Superboy por ele ser feio, bobo, chato e cara de mamão, e depois quis descontar sua raivinha no elenco de secundários inúteis dos Novos Titãs.

Mortes dessa edição[editar]

Crise Infinita #5[editar]

Superman da Terra-2 acha que voltou para a Terra-2, mas o lugar está vazio (já que ninguém liga para a Terra-2 mesmo). Tendo um piti por causa disso (e a morte da esposa, diga-se de passagem), ele briga com o Superman normal, mas como brigar contra si mesmo é o mesmo que ficar se socando feito um retardado, logo eles param e viram bffs.

Mortes dessa edição[editar]

  • A Lois Lane velha e caquética da Terra-2

Crise Infinita #6[editar]

O verdadeiro fazedor de merda da saga: Emoboy Prime

Agora a vaca vai pro brejo. uperboy, Asa Noturna e Moça Maravilha, decidem que querem fazer alguma coisa para não serem esquecidos no meio dessa budega e vão lutar contra o Emoboy e Alex Luthor. Tudo ia mal, mal, maaaaaaaaaaal, tão mal quanto o Pica-pau, até que eles libertam alguns herois que estavam de reféns na torre mágica multidimensional (nem pergunte) e os caras se ajudam na porradaria. Menção honrosa ao Adão Negro atravessando a cara do Pirata Psíquico a dedadas, para mostrar que sabe usar a cabeça... dos outros.

Mortes dessa edição[editar]

Crise Infinita #7[editar]

A mais mal-desenhada edição de todas, essa termina de um jeito tosquíssimo o que vinha sendo feito nos outros capítulos. Já de cara temos uma zona que se formou em Metropolis, aonde os usper-vilões iniciaram uma verdadeira guera, tudo por pura raivinha por terem sido deixados de lado nas outras edições. Os desenhos da revista inteira são mal-feitos e corridos, parecendo até que foram feitos por uma criança de cinco anos, cega e sem braços, que foi possuida pelo demo. Em muitos momentos, os herois desenhados parecem ser uma cruza de homens-palito com borrões de tinta.

Mortes dessa edição[editar]

Depois da Saga[editar]

Terminada toda essa bagunça mal-desenhada e sem sentido algum, todsas as histórias dão um pulo de um ano em sua cronologia, servindo assim de desculpa para poderem fazer mudanças completas nos personagens sem explicar como raios essas mudanças aconteceram. Nesse evento, conhecido como Um Ânus Depois, os personagens mais importantes da DC também aproveitaram e tiraram umas férias durante esse ano para que assim, quando as histórias voltassem eles pudessem fazer seus retornos "triunfais".


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