Cristianópolis

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Cristianópolis é um afastado curral de Goiânia denominado não se sabe porque como um "município", tão afastado que nem é considerado região metropolitana da capital.

História[editar]

Todo o movimento da moderna Cristianópolis.

Em 1905 um padre fugiu do Rio de Janeiro acusado de batizar o vinho dos companheiros. O tal padre acabou em Catalão onde abriu uma escolinha Jedi.

Já em 1909 aquele padre se casou em Santa Cruz de Goiás, o problema é que a mulher era a namorada do prefeito. O padre jurado de morte fugiu, mas todos inimigos do corno ajudaram o padre a se esconder nos ranchos ocultos do sul goiano.

O tempo passou e em 1927 aquele oculto rancho que já tinha cara de vilarejo, recebeu o nome de Cristianópolis em homenagem ao Cristiano, o corno de Santa Cruz.

Em 1934 chegaram naquele fim de mundo freis franciscanos que decidiram construir uma capela para a maçonaria. Em 1953 aquela bostinha já era um município separando-se de Pires do Rio.

Durante essas décadas de existências, graças a seu grande grau de isolamento, é claro que a pequena cidade ficou de fora de qualquer acontecimento de relevância mundial como Segunda Guerra Mundial, Revolução Industrial e Independência do Brasil, tudo isso são coisas que o povo de Cristianópolis sequer sabe o significado.

Geografia[editar]

Cristianópolis pode ser definido como um buraco cercado de mato por todos os lados. Está localizado nas proximidades da BR-352 (a estrada do pão de queijo).

Cristianópolis tem vários rios que o povo pode tomar banho peladão, o Ribeirão Gameleira, o Ribeirão Muquém, o Rio do Peixe e o Rio Passa Quatro.

Cristianópolis é um fundamental esconderijo de foragidos de Goiânia.

Economia[editar]

Economia que se destaca pelas agro-indústrias de queijos fabricados por orangotangos.

População[editar]

Cidade de uma pequena população de pouco mais de 3000 caipiras movidos à brócolis.