Comitê Internacional da Cruz Vermelha

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"Um por todos e todos por um!"

Este artigo é suíço! Ele vive em cima do muro, come fondue de queijo, usa Rolex, produz canivetes, pratica esqui e tênis, além de ter a melhor qualidade de vida do mundo.

Aproveite nosso ex-melhor chocolate do mundo.

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Chaves sobre Cruz Vermelha

Cquote1.png Livre de impostos Cquote2.png
Suíça sobre Cruz Vermelha

Cquote1.png Você quis dizer neonazistas atacam grávida? Cquote2.png
Suíça sobre Google, sobre Suíça

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha, ou SUS do Mundo, é uma mistura de Greenpeace com FMI, mas lavando dinheiro em prol da saúde.

História[editar]

Cruz Vermelha em território árabe. Explodida lógico.

Criação[editar]

A organização Cruz Vermelha foi criada em 1859 por um velho com senso de humor chamado Henry Dunant. Ele tinha viajado para a França e se encontrou com Napoleão III que havia perdido a trecentésima derrota da história do exército francês e estava com um monte de soldados moribundos.

Henry teve uma ideia de criar o que idealizou como hospital mundial, para assim poder ganhar muito dinheiro, além de ajudar a todo mundo.

Como o planeta estava em um caos, muita gente atirando uns nos outros, a Cruz Vermelha fez sucesso rapidamente, principalmente na Europa. O Hospital Mundial da Cruz Vermelha foi fundado oficialmente em 1864, quando presidentes de todos os países do mundo cortaram os pulsos e assinaram com o próprio sangue o Tratado de Gengibre que oficializou a Cruz Vermelha como organização neutra que deve socorrer e ressuscitar qualquer cidadão por mais desgraçado e imbecil que este seja.

Durante a Primeira Guerra Mundial[editar]

Quando começou o quebra-pau generalizado no mundo inteiro por volta de 1914, os médicos do mundo resolveram se unir e comprar um país para alocar a Cruz Vermelha e ficarem em paz sem risco de serem atingidos. Compraram e fundaram a Suíça e baixaram um decreto de que se algum país explodisse ou invadisse a Suíça, não ia receber suprimentos de endorfina, sangue e próteses mecânicas de braços.

Durante a Segunda Guerra Mundial[editar]

Enfermeira da Cruz Vermelha, após uma operação bem-sucedida de doação (in)voluntária de rim.

A Cruz Vermelha durante a Segunda Guerra Mundial serviu como enorme hospital para toda a matança que assolava o mundo. Nem nazistas, nem soviéticos invadiram a Suíça. Até em jogos de war a Suíça aparece ininvadível.

Nessa época surgiram armas químicas, biológicas e nucleares. A Cruz Vermelha fingiu que não viu isso e continuou a tratar apenas dos feridos a bala.

Os japoneses adoraram a Cruz Vermelha, esse povo que se amarra em fetiches com mulheres foi o maior exportador de enfermeiras na época e até hoje.

Atualmente[editar]

Mantem sede em Gengibre (Suíça) e governa este país, fazendo dele a coisa mais neutra do mundo.

A estrutura da Cruz Vermelha é ampla, manda para todos os países associados desde olhos de vidro e perna de pau, a desfribiladores, ambulâncias, braços biônicos e vacinas contra a AIDS. A Cruz Vermelha atua em qualquer buraco que se possa imaginar, salva gente seja em minas chinesas, seja na Sibéria, basta ser conveniado.

A Cruz Vermelha possui atualmente espalhadas pelo mundo, 30.000 enfermeiras gostosas, 10.000 enfermeiras gordas e 5.000 cães labrador.

Atualmente, a maior missão da Cruz Vermelha é precisamente no Brasil para erradicar a Síndrome de Inveja de Argentinos.

Doações e Filantropia[editar]

A Cruz Vermelha não possui fins lucrativos. Todo o dinheiro arrecadado é imediatamente torrado, geralmente para comprar um apartamento novo para o presidente da Cruz Vermelha ou então para comprar muletas novas para o Hospital Municipal de Recife.

Outra manobra eficaz que a Cruz Vermelha usa para conseguir arrecadar tanto sangue e órgãos é usar enfermeiras sexys que flertam com otários. Após drogá-los é feita a retirada dos órgãos.

Símbolos[editar]

Ambulância da Cruz Vermelha adaptada para regiões como Ruanda, Sérvia, Rio de Janeiro, Haiti, selvas colombianas e Iraque.

A Cruz Vermelha possui diversos símbolos. Todos vermelhos, pois é a cor que se vê quando se cai na faca, o instrumento primordial da Cruz Vermelha.

Cruz Vermelha

O símbolo tradicional, tenta representar neutralidade, mas é claramente uma alusão à Suíça e ao catolicismo.

Crescente Vermelho (Lua Vermelha)

O símbolo é este pois os países árabes acusavam a Cruz Vermelha de fascista, pois seu símbolo, um crucifixo, lembrava a religião ocidental. Ficou acertado então a criação da Lua Vermelha, como árabes gostam de lua, não houve problemas.

A Lua Vermelha é especializada no socorro de árabes, então consegue com 60% de sucesso reviver pessoas explodidas.

Losângulo Vermelho

Representa a facção da Cruz Vermelha especializada a atender pacientes feridos, escoriados ou semi-mortos que enfrentaram Lindomar, o Sub-Zero brasileiro. O nome é Losangulo em função do nome do golpe de Lindomar.

Leão Vermelho com um sol nas costas

Peculiar criação de Reza Pahlevi, da Pérsia, que queria algo que tornasse distinta a cruz vermelha em seu país. Resolveu, de maneira humilde e desinteressada, estampar o ícone de sua dinastia pintado de vermelho nas ambulâncias. Depois que foi deposto, ninguém nunca mais ouviu falar dessa coisa, que nunca teve utilidade mesmo.

Estrela de David Vermelha

Parte da Cruz Vermelha especializada em atuação em Israel e arredores. Os atuantes da Estrela de David Vermelha na verdade nem são médicos direito, são soldados mesmo e querem é atirar em palestinos.

Ver também[editar]

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Organizações Internacionais
v d e h

Blocos económicos: AECALBAALCAAPECASEANCAFTA-DRCANCAOCARICOMCEDEAOCEEACEEACCEIMercosulNAFTAOCDESADCUAUEUMAUNASUL

Outras panelas: BRICSCOICommonwealthCPLPCruz VermelhaEixo do MalFIFAFrancofoniaG1G3G4G5G8G20G42GAAAAALiga ÁrabeOPEPOTAN