Cuiabá

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Município de Cuébão
"O Inferno nem é tão quente"
Bandeira de Cuiabá.png
Bandeira
Aniversário
Fundação Não disponível
Gentílico Cuiabano
Lema Não deixe para amanhã, o que se pode deixar para depois de amanhã
Prefeito(a) Uma merda
Localização
Localização de Cuébão
Estado link={{{3}}} Mato Grosso
Mesorregião Cratera Mato-Grossense
Microrregião Fazenda Metropolitana de Cuiabá
Região metropolitana Cuiabá e suas favelas
Municípios limítrofes Rosário Oeste, Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Santo Antônio do Leverger, Várzea Grande, Acorizal, Rondonópolis
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área Não disponível
População Não disponível
Idioma Cuiabanês
Densidade hab./km²
Altitude metros
Clima Semelhante ao do Inferno
Fuso horário UTC
Indicadores
IDH
PIB R$ Jacarés e pequis
PIB per capita R$

Cquote1.png Você quis dizer: Caldeira do Inferno Cquote2.png
Google sobre Cuiabá
Cquote1.png Experimente também: Porto Velho Cquote2.png
Sugestão do Google para Cuiabá
Cquote1.png Volta para a caverna, dragão! Cquote2.png
Você avistando uma nativa cuiabana
Cquote1.png Atira se você é homem poh!!!!!! Cquote2.png
Cuiabano discutindo no trânsito em São Paulo
Cquote1.png ...Num dia agradável em Cuiabá, com a temperatura em torno dos 38º... Cquote2.png
Vestibular do Cefet-MT sobre Cuiabá
Cquote1.png Nóis divia di cê a capitar pur qui somo mió e mai desenvulvido sô!!! Cquote2.png
Rondonopolitano sobre Cu-iaba
Cquote1.png "Iabá" significa "do mundo". Cquote2.png
Índio sobre Cuiabá
Cquote1.png Minha melhor franquia! Cquote2.png
Satã sobre Cuiabá
Cquote1.png Cuiabá é tão quente que galinha come milho e caga pipoca! Cquote2.png
Biólogo sobre Cuiabá
Cquote1.png Onde estão os prédios da cidade? Cquote2.png
Alguém sobre Cuiabá
Cquote1.png É a cidade onde os jacaré anda na rua.. Cquote2.png
Qualquer um sobre Cuiabá
Cquote1.png Por que que lá os shoppings são pequenos? Cquote2.png
Paulistano sobre os shoppings de Cuiabá
Cquote1.png Vou estar sentindo calor em Cuiabá Cquote2.png
Atendente de telemarking sobre Cuiabá
Cquote1.png Calor faz em Corumbá, em Cuiabá FRITA! Cquote2.png
Cuiabano discutindo com um corumbaense
Cquote1.png Se fosse boa não começaria com CU Cquote2.png
Didí Mocó sobre Cuiabá
Cquote1.png Vôte, ansim num tem cudjabanho que resista Cquote2.png
Cuiabano ao ver uma Boliviana
Cquote1.png Vámo Cumê um pêtxe com matxitxe na ponte do Rio Cotxipô? Cquote2.png
Cuiabano para turista bonita com cara de nojo
Cquote1.png A deferênça do dia prá note cá em Cuidjabá é que de noite tá escuro ê á Cquote2.png
Cuiabano explicando clima para turista
Cquote1.png Cadê as Avenidas de Cuiabá? Cquote2.png
Campo-grandense comparando as cidades
Cquote1.png Cuiabano vai no nosso aeroporto dar milho aos aviões Cquote2.png
Varzeano falando de seus vizinhos
Cquote1.png Cuiabano vê avião e joga flecha Cquote2.png
Goiano sobre Cuiabá
Cquote1.png Sai Baranga!! Cquote2.png
Turista durante um lambadão
Cquote1.png Para que tomar guaraná ralado se eu não sou broxa? Cquote2.png
Turista sobre a insistência dos cuiabanos para provar a bebida
Cquote1.png Tchupa esta manga! Cquote2.png
Cuiabanos para campograndenses
Cquote1.png Óia! Bámu levá sásh pránta pa xô Dito vendê! Cquote2.png
Comerciante cuiabano sobre vender plantas com o Sr. Dito

Cuiabá é a capital, simultaneamente, dos estados de Mato Grosso do Meio, Mato Grosso do Norte, Rondônia, Inferno e, eventualmente, nos telejornais da Globo, do Mato Grosso do Sul. Existe uma Região Metropolitana que é formada por Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães e por outras 20 cidadezinhas velhas históricas e falidas que nunca se desenvolveram e que dependem de Cuiabá para tudo.

Foi elevada a categoria de capital do Estado de Mato Grosso depois que Ney Matogrosso se cansou de tanto tédio em Vila Rica da Santíssima Trindade.

A depressão cuiabana (mais conhecida como baixada), não é nada mais nada menos que uma cratera causada por um meteorito onde algumas espécies de dinossauros se refugiaram e conforme a evolução, formaram a tribo cuiabana, que por acaso não tem algum tipo de elo com o resto dos humanos, por isso a grande diferença na aparência das pessoas locais e a alma preguiçosa.

É a menor capital do Centro-Oeste brasileiro mesmo sendo mais de 200 anos mais antiga que as demais capitais da região. Não se conhece o real motivo que deixou Cuiabá tão atrasada em relação às outras cidades, mas pesquisas apontam para a deficiência intelectual da maioria de seus moradores ou simplesmente o hábito de passar o dia em botecos que eles chamam de "boates" (só porque tem puta e bebida).

Cuiabá se apresenta como uma das cidades mais quentes do país. E também podemos atribuir esse fogo todo às mulheres locais, que embora sejam barangas, são famosas por saberem se divertir e por divertem homens da cidade e turistas em busca de sexo macabro ou com desvios sérios acerca da sexualidade, pois a cidade é conhecida por ter uma das mais altas densidades de barangas e cocotas por quilômetro quadrado.

Apesar de tudo contra, a cidade conta com uma entidade defensora, a ABRACU - Associação Brasileira dos Amigos de Cuiaba, que ainda tem um braço (uia!) comercial, a COMICU - Comercial e Importação Cuiabá, que importa e vende produtos dito sexualmente pouco ortodoxos para Rio Preto e Campo Grande.

História

Época pré-colonial

Cândido Rondon aos sete anos, com o uniforme da escola. Sua extrema feiura fazia com que parecesse bem mais velho do que realmente era

A civilização cuiabana existiu antes mesmo de Pedro Álvares Cabral pensar que alguma coisa pudesse existir além de Portugal. A civilização cuiabana teve sua origem na miscigenação (leia-se suruba) entre maias, astecas, incas e um povinho indígena canibal que acabou se sobressaindo em cima dos três primeiros (e engordando também). Dessa mistura, nasceu Cândido Rondon, um bugre bairrista fascinado pelo local onde nascera.

Chegada dos bandeirantes

Rondon fora o primeiro de sua espécie. Tão feio e tão diferente dos demais, o pobre garoto resolveu descobrir qual seria o centro do continente sul-americano. Como podemos observar, A região onde a civilização cuiabana se desenvolvera era tão tediosa que levava garotinhos de 10 anos a pensarem asneiras grotescas como descobrir o centro geográfico do subcontinente sul-americano. Rondon cresceu e, com sua régua feita de folhas de buritis, começou a medir o comprimento do continente e calcular o local de seu meio. Numa de suas viagens, Rondon, já rapaz, conheceu uma outra civilização, conhecida na época como civilização acriana (que, hoje em dia, se sabe que habitou o atual estado inexistente do Acre). Apesar de cuiabano, Rondon não era muito burro. Para prover o desenvolvimento da civilização cuiabana e, que esta não fosse destruída pela civilização acriana, Rondon, príncipe de Cuiabá, casou-se com Ubaca, princesa de Rio Branco. Desse casamento estranho nasceu Júlio Campos, que seria precursor da real beleza cuiabana que conhecemos hoje em dia e deu origem à família Campos, que passaria a governar a cidade por séculos.

No final do século XIX, Júlio Campos criou naquela região onde não havia nada um estado inteiro, para garantir que o ouro descoberto por paulistas pobres num córrego de Cuiabá fosse considerado propriedade local. Estava criado então o estado do Mato Grosso, do qual Júlio Campos se tornou automaticamente governador vitalício. A aldeia onde vivia, que na época ficava numa montanha e era conhecida por seu clima frio, tornou-se a capital Cuiabá. Apesar de passivo, Júlio Campos era ladrão. Adorava surrupiar dinheiro dos outros. Não por coincidência, quando foi governador do estado do Mato Grosso, continuou a brincar com dinheiro público.

Século XX

Antiga Cuiabá
Atual Cuiabá

A história seguiu seu curso e um cometa caiu em cima da então capital do Mato Grosso, abrindo uma cratera de vários quilômetros de diâmetro, que engoliu a montanha sobre a qual a aldeia ficava, criando a cidade vizinha da Chapada dos Guimarães. Na época, ainda no começo do século XX, ainda existiam dinossauros na região, que foram extintos ao morrerem carbonizados com o grande incêndio que se seguiu. Seguiu-se também uma violenta mudança climática e topográfica, vitimando a região com uma grande onda de calor e gigantescas tempestades de raios. A região, um buraco vitimado por raios em um lugar seco, em pouco tempo se transformou em uma pira olímpica, deixando todos os pobres dinossauros torrados, queimados e tostados pelas labaredas.

Os habitantes da aldeia, no entanto, uma bugrada valente, resistiram à calamidade. Apenas dois burros e sete cavalos morreram na catástrofe. Em homenagem à memória desses valorosos moradores, o governador Júlio Campos Neto decidiu reconstruir a cidade no fundo da cratera. Seguindo as tradições indígenas, ela foi batizada de Cuiabá, devido ao formado proctológico que tomara depois do incidente com o cometa.

A palavra Cuiabá é um termo originado do tupi, idioma dos nativos, e seu significado nada convencional é derivado das palavra "iabá" (do mundo) e cu (palavra universal para "ânus") que resulta em "cu do mundo". Alguns deduzem que o nome Cuiabá é na verdade uma piada de mau gosto dos bandeirantes da época (comumente atribuída a Pascoal Moreira Cabral). Por ignorância e comodismo da população, o nome acabou permanecendo assim mesmo depois da descoberta da origem etimológica na década de 1970.

Para não dizer que um cometa caíra sobre a cidade e gerar todo aquele fuzuê de curiosos, o buraco feito pelo corpo celeste foi chamado de Depressão Cuiabana, e consta assim até hoje nos livros de geografia. E dentro dessa depressão, surgiu a nova Cuiabá que todos (ou ninguém, tanto faz) conhecemos, dois quilômetros abaixo do nível do mar.

Até então, Cândido Rondon ainda procurava o exato meio do subcontinente da América do Sul. Já tinha usado trenas, réguas, GPS, mas até agora não entendera o inglês direito do equipamento ou os números que demarcavam os centímetros das réguas. Cansado de tanto procurar, Rondon resolve contar seus passos desde Ushuaia, no extremo sul, até Miami, no extremo norte da América do Sul. E então, Rondon encontrou o suposto meio da América do Sul: no centro da atual cidade de Cuiabá. Infelizmente, ele errou o epicentro do subcontinente por 20 centímetros. Mas por não saber o que significa "centímetro", deixou por isso mesmo.

Século XX

Imagine uma cidade que não deu certo. Imagine uma cidade em que se desconhece sua real posição e que, quem pra lá vai, não volta mais. Imagine uma cidade onde motoristas se digladiam com pedestres para ver quem domina a ruela torta e inclinada da capital de vários estados (uma hora é capital do Mato Grosso, outra hora de Rondônia, e tem hora em que se cria um estado inexistente Mato Grosso do Norte e se coloca Cuiabá como capital.

Bem como a antiga, a atual Cuiabá não dava e nem nunca deu certo. Seu povo sempre fora rejeitado pela Rede Globo, que só procurava mostrar o bom do Brasil (ou do Rio de Janeiro, é a mesma coisa). Então, isso já demonstrava que Cuiabá nunca sairia nos jornais televisivos ou novelas, mas em contrapartida a afiliada da Rede Globo no estado, a TV Centro América, é a maior puxa-saco da capital mato-grossense.

Apesar de todas mazelas inerentes a esta cidade, a partir dos anos 2000 um curioso fenômeno passou a ocorrer, que é a estranha chegada de paulistas e gaúchos na cidade, uma população que não conseguia emprego nem de lixeiro na capital de seu estado nativo, que se mudam para Cuiabá com a expectativa de conseguirem algum bom trabalho na roça, e como o cuiabano típico é preguiçoso, os forasteiros facilmente conseguem trabalho por lá.

Sede da Copa do Mundo de 2014

Cuiabá, depois de todas as obras da Copa do Pantanal.

Em 2009, por um motivo que não se sabe explicar, Cuiabá foi escolhida para ser ser uma das sub-sedes da Copa do Mundo de 2014, certamente devido a algum tipo de propina, pois essa escolha não fez o menor sentido. Desde então, iniciou-se uma série de obras que nunca começaram e jamais terminarão, tudo para deixar a cidade bonita e pronta para a "Copa do Pantanal". O Governo do Estado anunciou que iria derrubar tudo e construir uma cidade nova. Os projetos para a nova Cuiabá incluíram a extinção da preguiça do povo cuiabano, a construção de uma Nave da Xuxa para transportar a população de um lado para o outro, a extinção do município de Várzea Grande, transformando-o novamente em distrito de Cuiabá e a consequente nacionalização de seu aeroporto, a construção de avenidas e viadutos, já que em Cuiabá isso até então não existia, e a explosão de Brasília, Campo Grande e Goiânia, para que assim Cuiabá não seja mais comparada a nenhuma cidade planejada do Centro-Oeste.

Obviamente nada disso foi concluído e a Copa do Mundo foi um fiasco total, jogando em Cuiabá apenas seleções do nível de Nigéria e Bósnia e Herzegovina. A Arena Pantanal tornou-se um monumento inútil, pois o futebol cuiabano é mais depressivo que a depressão de 2Km abaixo do nível do mar onde Cuiabá se encontra.

Se um dos times grandes por alguma propina vão jogar na Arena Pantanal, eles vão de reservas.

Economia

O McDonald's de Cuiabá.

Para algumas pessoas a história econômica de Cuiabá se divide em antes e depois da chegada do McDonald's.

Indústria é um termo novo para a cidade que nunca deu certo. Recentemente, Cuiabá tem se destacado no ramo de produtos hospitalares (em especial, produção de ambulâncias). As ambulâncias cuiabanas estão entre as melhores do país, motivo que levou a gangue equipe de funcionários da saúde estadual a se destacar no ramo e projetar-se nacionalmente.

Apesar dos cuiabanos se vangloriarem da soja e dos bois, todos sabem que os gaúchos e paranaenses é quem são os responsáveis pelo crescimento de Mato Grosso na economia, pois se depende-se dos próprios cuiabanos, o estado viveria de artesanato indígena, venda de bebidas alcoólicas, corrupção, pacu e mandioca.

Outros produtos que a cidade consegue produzir são os carrinhos de bate-bate. Eles são amplamente utilizados nas ruas e avenidas locais. Os cuiabanos adoram, e os pedestres que ainda estão vivos, também.

Geografia

Sol brilhando feliz e quente em Cuiabá, num dia típico com temperatura 40 graus.

O município está localizado a caminho do Acre, na margem esquerda do Rio Cuiabá, que diariamente recebe merda dos cuiabanos esgoto in-natura da maior cidade do estado, Várzea Grande (a única que possui um aeroporto).

O relevo cuiabano é caracterizado pelo morros onde os garimpeiros construíram suas casas. A cidade está localizada na famosa Depressão Cuiabana, característica esta que impede qualquer tipo de vento ou brisa chegar na cidade que se encontra eternamente abafada.

A vegetação em Cuiabá se resume ao Parque Mãe Bonifácia e as margens fétidas do Rio Cuiabá. Por localizar-se relativamente próximo ao pantanal é muito fácil encontrar animais silvestres andando soltos pelas ruas. O mais perigoso de todos e o que faz o maior número de vítimas todos os anos é o mosquito da dengue, o bicho é tão feroz que ataca em três versões diferentes, tipo 1, tipo 2 e tipo 3. A Onça perto desse mosquito é fichinha. Todo cuiabano, naturalizados e turistas já tiveram ou terão um encontro com o bicho e é feia a coisa, afinal ele não respeita nem teme ninguém, ataca todo mundo independente de classe social, credo, raça, partido politico etc.

Clima

Verão em Cuiabá.
Inferno Inverno em Cuiabá.

Entre outras coisas, a cidade é muito conhecida no Brasil pelas suas altas temperaturas durante o dia, sendo frequentemente citada nas previsões do tempo dos telejornais nacionais como a região de máxima temperatura no país. Por esse motivo, Cuiabá recebeu o carinhoso apelido de "Inferno" ou "Hell City", como alguns mais extravagantes têm por preferência. Assim, ar-condicionado não é considerado luxo, mas essencial para a sobrevivência no local.

Cuiabá possui três climas bem distintos: Verão, Inferno e Primavera Árabe. Geólogos especulam que o buraco gerado pela queda do cometa tenha feito com que a cidade se aproximasse mais do centro da Terra, o que tornaria a viagem do capeta à superfície muito mais rápida que o normal. Essa proximidade pode ter despertado interesses satânicos em criar uma franquia do inferno em Cuiabá. E deu certo.

Se o termômetro marcar 30 graus aproveite para estrear a jaqueta nova. Pode ser a única oportunidade do ano.

Política

A política cuiabana sustenta-se pelas verbas advindas para o combate aos mosquitos da dengue e da febre amarela, por isso jamais toma qualquer providência para combater essa praga, afinal se ela não houve o dinheiro pararia de chegar.

População

O povo de Cuiabá tem mania de grandeza: se a cidade tem 500 mil habitantes, arredondam para 1 milhão e quando a cidade tiver 1 milhão de habitantes, provavelmente vão arrendondar a população para 2 milhões.

Segundo relatos datados em folhas de mangueira por um dialeto rebuscado e primitivo, os antropólogos e qualquer gentílico dessa espécie de gente que mais nada faz a não ser roer ossos primitivos e mexer com coisa velha, conseguiram ao menos estimar a localização imprecisa, mas próxima de onde se desenvolveu (e acredita-se que ainda exista) uma das civilizações mais preguiçosas que o mundo oci-oriental já presenciou: A civilização cuiabana.

Segurança

Enquanto no interior de Mato Grosso a única coisa que cresce é a área degradada para a produção de soja, em Cuiabá o que cresce a ritmo chinês é a violência. Não passa um dia sequer em que não sejam contabilizados assaltos, mortes, estupros, cheirada de cocaína, etc. Um verdadeiro prato cheio para os programas policiais sensacionalistas locais.

Comunicação

Cuiabá figura entre as cidades brasileiras onde a comunicação mais está presente. Claro que não estamos falando de celulares ou de internet banda-larga, mas de fofocas. Por falta de notícia, os jornais de televisão tem que se virar, e acabam vinculando diversas matérias sobre fofocas em geral. Cuiabá é uma das cidades onde a fofoca só não rola solta porque sequer corpo físico possui. Mas se você der um peido em qualquer rua da cidade, no dia seguinte, estará estampado nos jornais locais o seu feito.

Este método comunicativo amplamente desenvolvido conseguiu fechar a grande maioria das operadoras de telefone e celular da cidade. Afinal, pra que usar um celular se a fofoca da cidade corre mais rápido?

Não se estranhe se um nativo se aproximar de ti e pedir: "você tem um papêlotê de cotchitchá para emprestá?" Ele está pedindo um cartão telefônico.

Transporte

A sinalização de Cuiabá é a melhor da Região Centro-Oeste. Isso explica a maravilha que é o trânsito da cidade.

Cuiabá não tem motoristas. Tem GTA da vida real. Basicamente você rouba carros, atropela pessoas, enfrenta policiais e ganha pontos por isso. O próprio Detran da capital mato-grossense utiliza GTA como simulador para aprovar os novos condutores nos testes teóricos e analisa a prática dos condutores nos testes práticos. Quem atropelar mais gente, furar mais sinais e causar tumulto no trânsito, é aprovado pelo Departamento de Trânsito. Se qualquer cuiabano ainda não bateu em um dos cruzamentos da cidade, ele deve renovar o seu seguro, pois ele vai bater.

Cuiabá possui um código de trânsito próprio, diferente do brasileiro. O código legitimado por Dom Pedro I para confundir os astecas que dominavam a região foi elaborado a fim de permitir um melhor fluxo de carroças, índios a pé e jegues. Devido a isto até hoje a via de fluxo lento é a esquerda e a via de fluxo rápido é a da direita em cima da calçada, devendo, portanto, a ultrapassagem ser feita pela calçada ou acostamento. Também é herança deste código o parar nos cruzamentos. Naquela época era necessário parar nos cruzamentos para trocar as mercadorias de uma carroça para outra. Este arquétipo cultural foi imortalizado no atual código de trânsito cuiabano. Esperava-se que estas diferenças trouxessem muitos turistas a Cuiabá, só que isto apenas promoveu a maior mortalidade de estrangeiros que tentavam atravessar as ruas nas faixas de pedestre, o que deu origem ao grande festival de cultura regional do Brasil chamado Farra do Turista.

Outra característica dos motoristas cuiabanos é que eles não sabem dirigir na chuva, provavelmente devido a falta desta desde tempos imemoriais. Um exemplo é que, caso alguém cuspa no asfalto, a pista é então considerada molhada, e os motoristas de toda capital começam a capotar seus carros.

Se o relógio estiver marcando 18:20, com certeza o motorista está com raiva num engarrafamento, pois a ausência de planejamento das ruas cuiabanas travam a cidade. Se o relógio estiver marcando 18:20 e o carro não tiver ar condicionado, o condutor provavelmente já se enforcou com o cinto, aumentando ainda mais o congestionamento.

Quanto ao Aeroporto Internacional de Cuiabá, ele simplesmente não existe. Os cuiabanos usam o aeroporto da cidade vizinha de Várzea Grande.

Cultura

Cuiabá tem uma cultura marcante e degradante. Não se sabe ao certo porque a Globo construiu uma torre de transmissão na capital (vista ser a maior e mais alta obra da cidade), mas se sabe que não é para divulgar a decepcionante mescla cafona e erótica da cultura regional.

A cidade conta com três danças típicas: o Siriri, o Cururu e o Lambadão. É uma mistura de frevo (a dança dos guarda-chuvas), Calypso, dança do quadrado entre outras danças exóticas. Não entremos em detalhes pois a questão em si não é apropriada para o horário local da cidade, que nunca é o mesmo da capital do país.

Culinária

O povo cuiabano adora servir aos turistas o famoso Arroz com Pequi, também conhecido como "Mata Sogra".

Cuiabá tem uma culinária rica em coisas que não se encontram no local. Basicamente, um dos pratos típicos da cidade é a Maria Isabel. Um tipo de arroz importado da China misturado com carne bovina do estado. Outro prato típico da cidade é a Farofa de Banana, com farinha do Nordeste e banana de Rondônia.

Outro prato típico é o famoso arroz com pequi, que na verdade é uma especiaria goiana mas que os cuiabanos juram ser algo típico deles. O pequi é uma fruta levemente adocicada utilizada pelos nativos para eliminar os viajantes indesejados (todos os que não nasceram em Cuiabá). A técnica consiste em recepcionar os indesejados com alegria e estimula-los a provar da fruta com uma grande mordida. O incauto dá uma leve mordida e sente o sabor diferente, uma mistura de batata doce com manga, ao perceber que não é de todo desagradável e para agradar o simpático e receptivo nativo o pau-rodado (migrante) morde fortemente o pequi. Como a fruta é apenas uma fina camada de massa carnosa externa e terríveis e venenosos espinhos internos o que faz com que a vítima seja sufocada com espinhos cravados em sua boca e traqueia. Se o miserável conseguir sobreviver aos espinhos será acometido de paralisia muscular respiratória aproximadamente 12 a 24 horas depois a semelhança do efeito do Clostridium Botulinicum. Daí então, os malvados silvicultores se aproveitam do estado de total indefesa do pobre diabo e carcam os mesmos. Decorrente deste efeito o departamento de biologia da UFMT está desenvolvendo o Peqtox, um Botox pantaneiro que consiste simplesmente em comercializar os espinhos do pequi. Já existem clínicas na cidade fazendo tratamento de rugas com espinhos de pequi.

Idioma

O cuiabanês é um idioma próprio falado em Cuiabá que não possui qualquer ligação direta com o português, embora algumas semelhanças sejam notadas. A principal característica dessa língua é o total não uso da letra "l", falando-se por lá: "pobrema", "Frávio", "fruvial".

Cuiabá possui uma peculiaridade em seu sotaque, conhecido e zoado pelo país inteiro, com uma feia mania de trocar as letras e falar como se tivesse um caralho na boca.


Comparativo entre Português e Cuiabanês
Português Cuiabanês
O quê? Agora que qué esse?
Por quê? Agora quáaaaandoooo?
O tuiuiú voa sobre o pantanal Lá o tuiuiú avua sob o pantanar
Vem aqui. Nhá cá!
Vem aqui agora! Nhá cá, méeeerda!
Mamãe. Máááámáe!
Ó, meu Deus! Tchá por Deus!
Crianças. Xás créansa!
Ave Maria! Fiiiiiiiga — vôoooote!
Irmão. Xománo!
Fofoqueiro. Futchiquero!
Muito bom. Tá té doce!
Chinelo. Bambolê.
Ele está bêbado. Xománo tá té no cesso!
Qual o nome dos seus pais? Povo de quem que é?
Vou te dar um soco! Vô pregá mão na txá cára!
Filho da puta! Ah, txá máe!
Vou ali cagar. Vô obrá!
Meus deus!! Crê in deuxpai!!
Vou fazer amor com aquela gata. Vô prantxá aquela disgrama!
Estou indo visitar a minha tia. Estou com muitas saudades dela. Vô na casa do titia! Ô, sôdade da disgrama!
Olá, somos da Telemat. O que o senhor deseja ? Telemat...quê que qué ?

Lazer

O lazer na cidade é extremamente diversificado. Afinal de contas, o cuiabano conta com três opções de shopping center. Se ele for ao shopping só no fim de semana, dá pra ficar quase um mês inteiro sem repetir o shopping, o que é magnânimo para os padrões mato-grossenses. Dos três shoppings, em um deles você vai ao cinema, no outro fazer compras e no terceiro só para almoçar. Além dos shoppings tem os famigerados bares (lê-se botecos).

Shopping Goiabeiras: É o mais antigo. Foi construído nos idos de 1700. À época, os projetistas tiveram uma grande preocupação com o futuro da cidade. Temerosos de que a cidade crescesse assustadoramente, fizeram um shopping bem pequeno para não ocupar muito espaço. Infelizmente, a previsão não se confirmou e o que temos hoje é um lugar em que praticamente se tem que andar de lado nos corredores, senão não cabe.E para garantir espaço hoje tem segurança que mata quem não cabe no local!

Shopping Três Américas: É um fenômeno de arquitetura. Os projetistas desenvolveram um novo estilo de construção: o estilo trepadeira. O prédio parece um pé de maracujá, que vai crescendo desordenadamente, se pendurando em tudo que é apoio. Quando há alguma obra de ampliação no prédio não dizemos que ele está "sendo ampliado". Dizemos que o prédio está se esparramando. Tem um pouco de shopping aqui, você atravessa a rua, tem mais um pouco ali, atravessa outra rua e chega no cinema.

O mais curioso do shopping são os garçons do piso de lanches. Fica um batalhão deles disputando ansiosamente as gorjetas dos clientes. Depois da maratona que é se livrar de todos eles até chegar às mesas, todos fazem um grande círculo em volta do cliente apresentando inúmeros cardápios.

Muito engraçado são alguns tipos de restaurantes em que você fica uns dez minutos de pé, faz o pedido e paga. Só daí lhe é permitido sentar. Feito isso, o garçom simplesmente pega a refeição, caminha 2 metros, te entrega o prato e... pronto: você já fica lhe devendo 10% mais gorjeta. Nunca, nunca deixe de pagar os 10% senão lhe batem!

Shopping Pantanal: é o mais novo dos três. Nota-se uma grande preocupação social por parte dos proprietários. Tanto é que agora há uma porção de vagas de estacionamento para idosos/deficientes. Faltou só um pouco de planejamento e a localização é que ficou meio ruim. Isto porque você sai do shopping, atravessa toda a imensa área coberta e protegida, onde não entram idosos e deficientes (a menos que sejam idosos e deficientes dispostos a pagar R$ 100,00 por hora de estacionamento), atravessa a rua (geralmente sob um sol muito forte), caminha, caminha, caminha (sol, sol, faz muito sol em cuiabá), daí se chega às vagas.

Apesar das vagas para deficientes, nota-se que felizmente o povo cuiabano é muito forte, resistente, se recupera facilmente de suas limitações físicas. Prova disso é que sempre que um deficiente estaciona seu carro, ele automaticamente se recupera, sai do carro vigoroso, caminhando normalmente, em plena forma física, o que certamente é muito positivo pois ele ainda vai ter que caminhar muito pra chegar ao shopping (sol, sol, muito sol).

No Shopping Pantanal encontra-se de tudo, menos nota fiscal. Lá é proibido a entrega de nota fiscal e não é conveniente que você peça nem insista. Nunca peça nota fiscal que eles te matam com um arco e flecha! É preferível não pagar os 10% lá no Três Américas que pedir a nota fiscal no pantanal.

Sem falar nos dias em que chove forte, a entrada principal do shopping (Modelo e Pet Shop) viram uma grande piscina de lama, daí o nome do shopping, vira um verdadeiro Pantanal. Mas rapidamente, gerentes, seguranças e outros tipos de empregados terceirizados se juntam com centenas de rodos para acabar com o lamaçal. Trágico...

Pra quem gosta de um escurinho, há um cinema muito bom. A qualidade é tanta que, para ficar muito escuro mesmo, eles frequentemente cortam a luz e você só pode assistir ao filme até a metade. Nesses casos, jamais peça o dinheiro de volta. Nunca faça isso! É preferível pedir nota fiscal.

Bares: todo cuiabano se orgulha de morar numa cidade boemia, tanto é que eles ficam tão felizes que acabam se embebedando e vomitando por aí.

Turismo

Cuiabá tem como grande atração a sua Exposição Agropecuária, considerada pelos peões que lá vivem mais importante que o Rock in Rio.

Dizem que a cidade também tem um zoológico. Mas todos os habitantes locais sabem que aquilo nada mais é do que um depósito de lixo.

Recentemente, a cidade inaugurou um novo ginásio de vôlei, mas habitantes locais já planejam pichá-lo e roubar algumas cadeiras das arquibancadas para mobiliarem suas casas. Também há um aquário municipal, que mais se assemelha à testes radioativos com peixes. E alguns parques também estão presentes em Cuiabá, sendo o principal deles, o Parque Mãe Bonifácia. Uma espécie de floresta cujo nenhum governador ainda não conseguiu derrubar para transformar numa fazenda de soja.

Todavia, a atração principal da cidade é seu centro histórico, repleto de gatos puxados da energia elétrica. Realmente, algo único nesse país.