Cultura da Arábia Saudita

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Arábia Saudita é um país islâmico, logo 80% de todas coisas realmente legais e divertidas são terminantemente proibidas por lá, e os outros 20% de opções legais que são as permitidas culturalmente incluem menosprezar, pressionar, expulsar e matar minorias étnicas, homossexuais e mulheres. Todavia, a Arábia Saudita é o mais liberal dentre todos países islâmicos do mundo, afinal, ele tem que fazer de conta que são mais divertidos que os demais países vizinhos, do contrário, a verba mandada pelos Estados Unidos todo ano pode ser cortada, os EUA são reconhecidos por dar esmola apenas para países que consideram divertidos.

Na Arábia Saudita as mulheres tem diversas mordomias, na qual a principal é não precisar trabalhar, e ser sustentada pelo marido. Os homens fazem todas as tarefas mais humildes e chatas, como dirigir carros, ficar em pé nas filas, comandar o governo, trabalhar, viajar à negócios e praticar de esportes.

Arquitetura[editar]

Na Arábia Sauditas a arquitetura é anti-ataque terrorista feita por aviões suicidas.

Exceto aqueles gigantescos edifícios feitos pelos sheiks para ostentar sua grana podre de rica e estocar seus vastos haréns, tipo o Kingdom Centre, e também as torres em homenagem ao falo humano, sempre bem fálicas, pontiagudas e sem nenhum sentido de existir, no geral a arquitetura saudita é aquelas casas quadrados de barro no meio da areia do deserto.

As mesquitas surgem no seu mais clássico estilo, com aqueles tetos em formato de teta.

Mas no geral, o país é dominado pelas tendas feitas de pele de dromedário, só que não aparece muito nos documentários por não ser o mais bonito da Arábia.

Música[editar]

Toda música pop estrangeira é terminantemente proibida no país, por conter letras de conteúdo sobre temas de gente sem bons costumes envolvendo promiscuidade amorosa, futilidades em geral e frivolidades da vida cotidiana capitalista, ou seja, nada que os sauditas querem para eles. Como toda a música estrangeira é proibida, os sauditas tem que criar as deles próprias, sendo que as mais conhecidas são:

  • Ardah - Quando um bando de tiozinhos rebolam segurando cimitarras ao som de uma batucada horrível, eles estão num ritual de ardah. Prática muito usada pelos tios sheiks como válvula de escape contra o stress gerado por sua homossexualidade reprimida.
  • Samri - Mais um ritmo musicalmente terrível, que teoricamente é compensado pelas belas rimas poéticas. Mas quem sabe árabe?
  • Dabke - Um ritmo feito de tambor, dar as mãos, encoxar homens e outras coisas sem interesse.
  • Dança do ventre - Oportunidade para as mulheres terem seu ritmo próprio também, mas como estão com burcas, tanto faz.

Cinema[editar]

Não existe televisão ou cinema na Arábia Saudita. Os sheiks se quiserem muito assistir algo, eles compram semi-escravos para dançarem e encenarem para eles, inclusive quando, na falta do X videos pela ausência de internet, também os obrigam a fazer essas cenas embaraçosas.

Literatura[editar]

Na Arábia Saudita é proibido escrever qualquer coisa, porque há um tipo de lei proibindo manifestações culturais por serem consideradas formas subversivas de críticas ao governo.

Vestuário[editar]

Os homens se vestem como qualquer árabe, enrolados o corpo todo em turbantes.

As mulheres sauditas, porém, possuem o poder incomum de hipnotizar qualquer homem. Elas tem o poder do vodu e são capazes de apenas com um olhar transformar um homem em seu escravo amoroso permanentemente, por mais baranga que ela fosse. Assim, as mulheres na Arábia Saudita, por força de decreto, foram obrigadas a ter seus olhares de vodu velados por pesados mantos negros assim defendendo da opressão os pobres homens indefesos.

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