Cultura da Indonésia

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A cultura da Indonésia para os malaios e cingapurianos, que são os países mais pertos dali e portanto os mais confiáveis de se acreditar, não há nada que pode, honestamente, ser considerado cultura na Indonésia. Com um pouco de esforço, define-se como modo de vida de um indonésio a prática de poluir rios e meio ambiente e muita adoração ao dinheiro e à preguiça. Por ser um arquipélago bem disperso a cultura é diversificada, do islamismo incondicional da ilha de Sumatra, à libertinagem das boates de strip-tease de Bali, aos náufragos boêmios das Celebes aos canibais de Papua.

Arquitetura[editar]

Não tente entender a Indonésia.

No oeste do país predominam a arte e arquitetura islâmica, presente na ilha de Sumatra e Achém. Como o país é acostumado a ser assolado por vulcões, terremotos, tsunamis e demais intempéries como governo ditatorial que prende quem demonstre que saiba escrever ou calcular a arquitetura de um prédio, o resultado é um país culturalmente reconhecido por seus barracos de palafitas e casas de pau-a-pique.

Música[editar]

Para se ter uma ideia, a música indonésia é mais irritante que pagode improvisado com chinelas e caixinhas de fósforo. Seja lá o que os indonésios chamam aquela sua música, seus instrumentos de percussão são considerados os mais terríveis do mundo. Quando dizem que o violino foi classificado como um dos dez instrumentos mais irritantes do universo e banido de todos os mundos civilizados em todas as galáxias, os outros nove instrumentos são da Indonésia. Você não conhece nenhuma música da Indonésia porque elas são proibidas em outras partes do mundo devido a perda, ou pelo menos suspeita, de neurônios e pelo temor de causar tumor cerebral a quem ouvir estas músicas, por isso é muito comum cantores e cantoras indonésias se disfarçar de japoneses.

Aderindo à modinha sul-coreana de boy band e girl band que são respectivamente lotadas de garotos ou garotas sem o menor talento musical, porém de rostinhos bonitos, temos a boy band indonésia Peterpan que é a versão deles do Restart, e também a JKT48 que é composto por umas 30 meninas que parecem gêmeas que apesar de suas vozes suaves reunidas às 30 saem alguma coisa de voz ali, mas garantem sucesso por vestirem saias minúsculas e roupas colegiais.

Outro destaque fica para a dança de Bali, uma mistura de dança havaiana com dança do ventre com batuques com dança do acasalamento com rede de prostituição internacional.

Literatura[editar]

Na Indonésia é proibido saber escrever, afinal os poucos que sabem precisam fundir seus miolos para conseguir esta proeza. Os contos são mais orais, o mais conhecido é a história de babah e nyonya que fazem sexo enquanto jogam mahjong todos dias numa praça.

O maior escritor indonésio é Pramoedya Ananta Toer, só que suas histórias eram tão ruins, sem graça e sem emoção, que o governo de Suharto mandou prendê-lo, por outro lado, Toer era tão fanático que mesmo preso, amordaçado e isolado, dava conta de escrever clandestinamente, tornando-se uma lenda do que é uma fanfic ruim e sem graça de Naruto yaoi, o seu principal vício.

Vestuário[editar]

As mulheres indonésias usam o tecido batik, que são enormes cortinas floridas especialmente recortadas para servir de vestidos, os chamados kebayas (mas claro, não estamos falando dos farrapos dos 95% de miseráveis do país).

Os homens usam o peci, que é aquela roupa estranha formata pelo chapeuzinho de atendente de hotel turco e a túnica que mais parece um roupão de banho de pobre.

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