Década de 1990

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Este artigo discute coisas intrínsecas aos Anos 90's!
Provavelmente ele se refere a coisas daquela época, tais como Mamonas Assassinas, Super Nintendo e Banheira do Gugu.

Wikisplode.gif
Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Década de 1990.

Cquote1.png Você quis dizer: Mamonas Assassinas Cquote2.png
Google sobre Década de 1990
Cquote1.png Você quis dizer: Banheira do Gugu Cquote2.png
Google sobre Década de 1990
Cquote1.png Experimente também: Anos 2000 Cquote2.png
Sugestão do Google para Década de 1990
Cquote1.png Essa foi a época que eu lancei minha única música que presta Cquote2.png
Vinny sobre Mexe a Cadeira
Cquote1.png Guerra do Golfo! Cquote2.png
George Bush sobre Anos 90
Cquote1.png Metallica começou a fazer merda, o Emo estava nascendo, Pop também, e Zezé Di Camargo e Luciano começaram infernizar as rádios brasileiras... Definitivamente, esses não foram os meus anos... Cquote2.png
Música sobre Anos 90
Cquote1.png Esse foi o meus anos... Cquote2.png
Pager, Mega Drive, Spice Girls, Guerra do Golfo.
Cquote1.png Companheroff of anof noventaf foif uf porref! Cquote2.png
Lula sobre Anos 90
Cquote1.png É!!! Cquote2.png
Michael Jackson sobre Anos 90
Cquote1.png Fala Lombardi. Cquote2.png
Isso foi o que o Sílvio Santos falou em toda a década de 90.
Cquote1.png Eu vou deixar a vida me levar! Cquote2.png
Samuel Rosa sobre Anos 90
Cquote1.png Maravilha... Cquote2.png
Bicha sobre Anos 90
Cquote1.png Tenho certeza que você nasceu nessa década Cquote2.png
Gênio Akhinator sobre Anos 90
Cquote1.png Uí! Cquote2.png
Cazuza sobre Anos 90
Cquote1.png Sílvio, cubra o meu rosto! Cquote2.png
Lombardi sobre Anos 90
Cquote1.png Tchê! Cquote2.png
Gaúcho sobre Anos 90
Cquote1.png No! Cquote2.png
Argentino sobre Anos 90
Cquote1.png Beleza. Cquote2.png
Osama bin Laden sobre Anos 90.


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Anos 90 foi uma década infernal que durou 10 anos para passar (e parecia que nunca iria passar) que sucedeu os Anos 80 e foi sucedida pelos Anos 2000, sendo conhecida como a década da Viadagem, e por ser a década da Guerra do Golfo, do fim da Guerra Fria, do MSN, do Orkut, Mamonas Assassinas, Banheira do Gugu, Carla Perez, É o Tchan, Super Nintendo, Cavaleiros do Zodíaco, Nana Gouvêa, Samuel Rosa, Cazuza, Michael Jackson, Madonna, Queen,Vinny(nem vem dizer que você não lembra)e outras porcarias da época.

Os Anos 90 foram os anos que o Rio Grande do Sul, Fresno e Campinas se fortaleceram, o Maradona ganho uma copa (maldito quem deu o prêmio para ele...) e Pelé quebrou mais um recorde, assim como o Michael Jackson fez sua milésima cirugia no nariz. Também foi a década que revolucionou a informática, que o George Bush mandou todo mundo tomar no cu para a Guerra do Golfo e que o Padre Quevedo disse pela milésima nona vez Isto non ecziste.

Essa década também revolucionou a história com o clipe Gay, Gay, Gay e Gay, um dos maiores sucessos da época. Também fez sucesso com a Dança do Emo e a candidatura de Clodovil como deputado.

História[editar]

A década de 90 foi um período onde os Estados Unidos se deram bem, os Russos se deram mal e a MTV ainda passava música na sua programação. Não existia bullying, os viados saíram do armário e o sexo e as drogas ficaram mais na moda. Foi quando sua mãe deu pra todos do bairro e clonaram a ovelha Dolly, criaram o Real e todo mundo usava internet discada.

Os Anos 90 também marcaram a história como a entrada do Gugu para o SBT, assim como o ano que Kassab chamou mais alguém de Vagabundo, o ano da França no Mundo inteiro e o ano da Parada Gay.

Mundo[editar]

Os EUA ganharam a Guerra Fria e os Comunistas se fuderam de vez. Mas, como nem tudo dá certo, os EUA tiveram que aturar a gangue do Obama Osama que queria tomar a bufunfa dos gringos. Países que eram comunistas tiveram que se conformar com a derrota e resolveram passar pro outro lado. Hoje eles estão ricos por causa do petróleo e gás natural. Nessa época, a galera começou a usar a Internet e Bill Gates começou a ficar ainda mais rico do que já era. Mas, nem tudo são flores. Os países inúteis pobrinhos, como o Brasil, enfrentaram perrengues por causa da sua pobreza. A galerinha teen inventou um monte de tribos sociais que só serviram para diferenciar umas pessoas das outras em patricinhas e ralés. Surgiram nessa época os emos, os góticos, os ecochatos, as patricinhas, etc. Foi moda o uso de tatuagens e piercings e o consumo de drogas (maconha, cheiramento de gatinhos, ecstasy). No Brasil, a galerinha ficou cada vez mais pevertida e drogada. Muitos viados famosos morreram de AIDS e Michael Jackson foi acusado de comer criancinhas.

No Brasil[editar]

Após uma conspiração armada pela Globo, pelo Google e pela Wikipédia, Fernando Collor de Mello ganhou as eleições, mas a festa durou pouco e Collor foi dedurado pelo irmão, que morreu de Remorsite Aguda causada por doses elevadas de chá de Simancol. FHC então surgiu como o salvador da pátria e criou a moeda Real, que deu um pouco de alegria à ralé tão sofrida.

No final da década as atrações semanais do Gugu ainda no SBT faziam a alegria dos adolescentes entusiasmados com a beleza de muitas dançarinas que entravam de surpresa no palco.

Música[editar]

Os anos 90 ficaram conhecidos como o ano em que a música acabou. Todas as porcarias do mundo foram criadas nessa época, como todas as Boybands, Girlbands, grupos de Pagode, Forró, Axé, Pseudo-Hardcore Melódico, entre outras aberrações. As cantoras pop tipo Beyonce ainda eram feias, "barangas" e dançavam músicas ainda mais idiotas com um grupo de garotas igualmente idiotas, ainda mais feias e sem nenhum talento musical, mas ficaram famosérrimas e ganharam milhões. E o rap ficou famoso por culpa do Tupac Shakur e Eminem,também foi a época que surgiu aquele ruído que eu sei que eu ouvia do Mexe a Cadeira,na voz rouca daquele punheteiro chamado Vinny(agora você está se sentindo velho).

A cena grunge também nasceu nos anos 90, considerado o pior rótulo feito desde sempre no universo, com bandas podres e sem criatividade nenhuma, que na verdade tocavam metal ou tocavam punk. Ou tocavam punheta. E era isso.

Além disso, ser depressivo e esquisito estava na moda, e quanto mais estranho você fosse, mais chance de ter uma banda você teria. Onde acabaria morrendo dando um tiro na cabeça com agulhas enfiadas na bunda. Tinha o Nirvana por exemplo, que fazia plágio atrás do outro e imitava as músicas do Sonic Youth e do Pixies, e mesmo assim era considerado a salvação do rock pelos mais alienados.

Tinha também loiros retardados que se diziam perdedores e fumavam um Beck, tinha um vesgo, dentuço e homossexual que falava como se sentia mal sendo vesgo, dentuço e homossexual, e um maníaco psicopata com sérios problemas mentais, que criou uma banda imaginária que não tinha integrante algum.

Já no Brasil, a cena de rock acabou definitivamente. Tanto não levaram mais a sério que só os Mamonas Assassinas fizeram sucesso o tempo todo. Todos os cantores brasileiros (TODOS) criaram uma versão brega e constrangedora de uma música estrangeira. No Rio de Janeiro, um cano da central de esgoto estourou e o Latino foi libertado. Também apareceram outras aberrações da natureza, como Braga Boys, Cia do Pagode, É O Tchan, Tiririca, Rodolfo & ET e Bonde do Tigrão.

TV[editar]

Surgiram o Power Rangers, Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball, Pokémon, Digimon, Berserk (nunca chegou no Brasil), Yu Yu Hakusho e Casseta e Planeta. Os gays e as pessoas faziam sexo e eram lésbicas começaram a aparecer nas novelas, mas os brasileiros ainda eram tradicionais nesse assunto e os coitados atores que tiveram o azar de pegar esses papéis foram agredidos e sacaneados. Nas novelas, a maquiagem era extremamente brega. Peitos e bundas pulavam em tudo que era canal, e uma nova modalidade de enquadramento de cena foi criada pelos técnicos e estudiosos do Gugu: O Close na Xana. A Rede Manchete ainda existia e a MTV (que chegou ao Brasil nesta época) ainda exibia música, as mulheres ganhavam o dinheiro sentando no pau e chupando tambem.

Mundo gamístico (Sim! já tinha isso aqui, e eles foram fodas)[editar]

A Sega assumiu a liderança e (por um certo tempo) lucrou muito mais que a Nintendo e seu Super Mario com seus jogos bem mais velozes e furiosos; entre alguns exemplos estão Sonic (conhecido no mundo gamer até hoje), Ristar (não muito conhecido), NiGHTS (jogo para bichas e gays em geral) e Alex Kidd (um plágio baseado em Mario Bros. da Sega). Aqui a Sony ainda nem sonhava em criar o PlayStation e a Microsoft ainda pelejava pra melhorar o Ruindown 95 (uma bosta de PC...).

Os jogos de futebol virtuais no início da década eram todos uma merda, até que surgiu a revolução chamada Perfect Eleven Campeonato Brasileiro 96, que fez o mundo conhecer finalmente o jogador mais amado e esquecido do planeta, embora melhor de todos: Allejo.

Nesse tempo também existia uma coisa chamada fliperama, que você, juvenil dos tempos de hoje, não deve saber o que é, mas vamos explicar: é como se fosse uma lan house, só que sem essas frescuras de computador com Internet, e só com jogos. 11 em cada 10 fliperamas continham pelo menos um jogo de luta, os quais compunham em média 90% do total de jogos de cada estabelecimento. Eram tempos em que pessoas de todas as idades, raças, credos e empregos (ou não) se acotovelavam para tirar contras no Street Fighter e no Mortal Kombat, os fenômenos da época, que geravam uma renda diária de milhares de centavos por dia (naquele tempo, a ficha não custava nem um real). Do meio pro final da década, outro joguinho chamado The King of Fighters começou a dividir espaço com os dois anteriores e roubar lucro dos mesmos (especialmente de Mortal Kombat, pois o MK3 foi uma versão feita especialmente para que aqueles que foram criados em apartamento pudessem jogar em casa).

Cronologia[editar]

Economia[editar]

A Economia dos Anos 90 foi baseada na venda de camisas roxas e fluorescentes. Era comum homens usarem roupas femininas e mulheres, masculinas. Foi a década em que o Beckhan confessou que usa calcinhas. Na cultura, foi a época das Enciclopédias Barsa e da extinta Revista Veja, hoje transformada num semanário de humor.

População[editar]

Nos Anos 90, existiam 10 tipos de pessoas: As que conheciam os códigos binários, e as que não conheciam. Também eram separados entre americanos e não americanos e descolados e quadrados. Outra forma de classificação, no Brasil, era a da gangue das pessoas que assistiam Faustão (mulheres, bichas, enrustidas ou não e crentes) e Gugu (adolescente punheteiro, adulto punheteiro, velho punheteiro, criança punheteira e crentes). Era comum haver agressões verbais ou físicas entre os bandos.

Ver também[editar]

  • [[Anos [80]]]