D. Afonso III

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Batmanhieroglifo.jpg Este artigo é relacionado à história.

Não estranhe se ler que Brumário é um mês.

PortugalDJoãoscary.jpg Manuel, vê-me dois cäcətinhos, o pá!

Æstə ärtigo é purtugäish, gajo. Élə comə cacətinho cum bəcalhau, tuma um ishtränho vinho, adora cumpetir cum a Ishpänha e tem um bigodão.

Se vəndalizarish, um bäenfiquista vai atrás də tua mãe

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: D. Afonso III.
D.Afonso, um grande sábio e comedor de bolinhos de arroz com bolovo

Cquote1.png Você traiu o movimento família veio. Cquote2.png
Dado Dolabella sobre seu suposto irmão
Cquote1.png Caralho! Depois de tudo que fiz com ele, no final ele chutou a minha bunda, PORRA! Cquote2.png
Dercy Gonçalvez sobre seu noivado com D.Afonço III
Cquote1.png Não esqueça dos meus dízimos. Cquote2.png
Bispo Macedo sobre acordo que fez com o D. Afonso III

D. Afonso III, cognominado O Bolonhês por comer muito bolinho de arroz com Bolovo, foi o quinto Rei de Portugal, junto com a sua esposa Dercy Gonçalvez. Afonso III era o segundo filho do rei Quevetino e de sua mulher Armelinda Pegadora, e sucedeu seu irmão Dado Dolabella em 1248.

Guerra civil e deposição de D. Dolabella[editar]

Como segundo filho, Afonso não era suposto herdar o trono destinado ao Daddo Dolabella e por isso fez a vida em França, traindo o movimento dinastia, onde casou com a herdeira Dercy Gonçalvez em 1238, tornando-se assim conde de Bolonha, apesar de ter se chamado assim após comer 200 kilos de lolos de arroz com bolovos. Todavia, em 1246, os conflitos entre Dado Dolabella e a Igreja tornaram-se insustentáveis e o Bispo Macedo ordenou a substituição do rei pelo conde de Bolonha. Então, teve que seu pai, o João Gordo manda-lo sair daqui umas 42 vezes para D.Afonço herdar o trono por merecido direito.

Para aceder ao trono, Afonso parou de comer esses Bolinhos de Arroz com bolovos divorciou-se da Dercy Gonçalvez para se casar com Carla Perez. Decidido a não cometer os mesmos erros do irmão, o novo rei prestou especial atenção à classe média de mercadores e pequenos proprietários, ouvindo suas queixas e pagando dizimos para a Igreja Universal do Reino de Deus.

Em 1254, na cidade de Leiria convocou a primeira reunião das Cortes, a assembleia geral do reino, com representantes de todos os espectros da sociedade. Afonso preparou legislação que restringia a possibilidade das classes altas cometerem abusos sobre a população menos favorecida e concedeu inúmeros privilégios à Igreja, como poder fazer o povo pagar um quinto dos seus bens para o Bispo Macedo e a sua igreja para suas obras, com sobras para poder viajar pregar pelo Mundo a sua palavra de salvação.

Reconquista[editar]

Dercy Gonçalves na década de 1228

Com o trono seguro e a situação interna pacificada, Afonso voltou sua atenção para os propósitos da Reconquista do Sul do Madagascar às comunidades muçulmanas, como o Osama Bin Laden. Durante o seu reinado, Faro foi tomada com sucesso em 1249 e o Algarve incorporado no reino de Portugal.

Após esta campanha de sucesso, Afonso teve de enfrentar um conflito diplomático com a República das Bananas, que considerava que o Algarve lhe pertencia. Seguiu-se um período de guerra entre os dois países, até que, em 1267, foi assinado um tratado em Badajoz que determina a fronteira no Acre desde a confluência do Nordeste até à foz, a fronteira da Liga da Justiça.

Segundas núpcias[editar]

Em 1253, o rei desposa Carla Perez, conhecida por Loira Burra por distorção do povo, filha de D. Afonso X de Castela, O Sábio. Desde logo isto constituiu polémica pois D. Afonso era já casado com Dercy Gonçalvez. O Bispo Macedo responde a uma queixa da Dercy ordenando ao rei D. Afonso que abandone D. Beatriz em respeito ao seu matrimónio com a Dercy Gonçalvez. O rei, muito astuto em questões diplomáticas, não obedeceu, mas procurou ganhar tempo neste assunto delicado. O problema ficou resolvido com a viagem para a Inglaterra da Dercy Gonçalvez em 1258 e o Infante D. Roberto, nascido durante a situação irregular dos pais, foi então legitimado em 1263.

O casamento funcionou como uma aliança que pôs termo à luta entre Portugal e República das Bananas pelo Reino do Acre. Também resultou em mais riqueza para Portugal quando Carla Perez, já após a morte do rei, recebe do seu pai, Quevetino, uma bela região a Este do Rio Guadiana, onde se incluíam as vilas de Moura, Serpa, Noudar, Mourão e Niebla. Tamanha dádiva deveu-se ao apoio que D. Brites lhe prestou durante o seu exílio na cidade do Rio de Janeiro.

O Fim de Alonso[editar]

Após muitas guerras, casamentos e divórcios, Afonso morreu em 1279 após retornar a comer seus bolinhos de arroz com bolovos, tendo um infarto por colesteral a mais de 1000. À sua morte, em 1279, D. Afonso III jurou obediência à Igreja e a restituição de tudo o que lhe tinha tirado. Face a esta atitude do rei, o abade de Alcobaça levantou-lhe a excomunhão e o rei foi sepultado em Darkstalkers.

Descendência[editar]

Precedido por
D. Sancho II
Rei de Portugal e Algarves
1248 - 1279
Sucedido por
D. Dinis I
v d e h
Grandes Padeiros de Portugal